Na hora de alugar um imóvel, a garantia de locação é um dos itens mais importantes do contrato, já que, sem ela, o negócio às vezes nem é fechado. Mas o assunto pode gerar muitas dúvidas tanto para o inquilino como para o locador.

Afinal, como saber que foi feita a escolha pela modalidade mais apropriada para ambas as partes? A resposta é: conhecer um pouco sobre cada uma delas e ter a consciência de que não trazem só vantagens, mesmo em se tratando das mais tradicionais.

Fazendo o contrato
O fiador, por exemplo, que ainda predomina no mercado imobiliário, para o proprietário, dá a segurança de que terá de volta os aluguéis que o locatário deixa de pagar, e para o inquilino, não requer o pagamento adiantado pela garantia de locação.

Entretanto, pode trazer aborrecimentos antes mesmo da assinatura do contrato, principalmente para o inquilino. O principal deles, diz o diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP, Jaques Bushatsky, é encontrar alguém que queira ser fiador. “Mesmo quem quer ser fiador às vezes não tem o cadastro aprovado, então, o locador não quer”, explica, acrescentando que o fiador precisa ser considerado “idôneo”, ou seja, não pode ter o nome incluído em listas de inadimplentes, como a do Serasa ou SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Além disso, alerta o diretor do Secovi-SP, se o fiador for casado, é preciso que o cônjuge também assine o contrato de locação, seja qual for o regime de união. Quanto à condição de o candidato a fiador ter um imóvel, Bushatsky explica não ser obrigatória, mas acabou se tornando comum pela facilidade de se verificar o cadastro econômico. “Tenho muito dificuldade de saber quanto você ganha, mas tenho muita facilidade de saber se você é dono de um bem imóvel”, afirma.

Outras modalidades que vêm ganhando espaço no mercado, o seguro-fiança e a caução são menos burocráticos do que o fiador, porém vão pesar mais no bolso do inquilino. No caso da caução em dinheiro, ele precisa depositar valor equivalente a três meses de aluguel, e na caução em títulos de capitalização, o locatário deve adquirir títulos correspondentes a seis ou até 12 meses de aluguel. No entanto, o inquilino vai poder resgatar, na devolução do imóvel, o dinheiro dado como garantia.

Já no seguro-fiança, não existe a possibilidade de reembolso pelo inquilino, sendo que o prêmio (valor que ele deve pagar pelo seguro) equivale a 80% do preço do aluguel. Em compensação, esse montante pode ser parcelado. Essa última modalidade, porém, pode trazer um outro inconveniente. “Nem sempre o pretendente para a locação vai ser aprovado pela seguradora”, lembra Butshasky.

Renovação
No entanto, em relação ao fiador, o seguro-fiança e a caução têm a vantagem de valer até a devolução das chaves, já que o primeiro é renovado todo ano automaticamente pela seguradora e o segundo nem precisa de renovação.

Quanto ao fiador, a nova Lei do Inquilinato trouxe um problema na hora da renovação. Antes dela vigorar, mesmo após o vencimento do contrato – o que acontece em geral em 30 meses -, o fiador era mantido até a entrega das chaves. Agora, isso já não acontece mais. “O fiador pode se desobrigar da fiança tão logo acabe o prazo determinado”, afirma. Neste caso, comenta, o locador pode optar por exigir outra garantia ou até pelo despejo. “O que significa que não é uma garantia para sempre, é um cuidado que tanto locador quanto locatário têm que tomar. Se o locatário quiser manter o fiador, tem que ter um aditivo por escrito”, conclui.

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O percentual da população que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo é de 5%. Os dados são da pesquisa O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial, apresentada pelos Institutos Akatu e Ethos. De acordo com o levantamento, 56% dos consumidores nunca ouviram falar em sustentabilidade.

O percentual se mantém o mesmo nos últimos quatro anos (de 2006 a 2010), mesmo com o aumento populacional no período. De acordo com os autores da pesquisa, nos últimos quatro anos, saltou de 25% para 37% o número dos consumidores considerados indiferentes, aqueles distantes do significado do conceito de sustentabilidade.

Práticas como apagar lâmpadas em ambientes desocupados, realizadas por 77% da população brasileira em 2006, caíram para 69%. O planejamento na compra alimentos antes promovido por 55% da população agora só é feito por 48%. “Cresceu o número da população com poder aquisitivo no Brasil nos últimos anos e esse fator interfere diretamente na avaliação dos comportamentos de consumo”, diz o consultor do Instituto Akatu Aron Belinky.

“O entendimento do comportamento do consumidor é fundamental no processo de construção da sustentabilidade e, aqui no Brasil, é notável a consistência dos esforços nesse sentido em relação a outros países do mundo”, diz o presidente do Ethos, Jorge Abrahão. “Este levantamento serve como trânsito para uma economia verde e responsável.”

Para 80% dos consumidores, uma empresa considerada socialmente responsável tem de desenvolver alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações do Trabalho”. A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do País em regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), capitais (Goiânia e Manaus) e Distrito Federal.

Fonte: Recriar com Você

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Foi lançado em 29/11/2010 a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia para residências, que busca garantir a eficiência energética dos imóveis. A certificação, embora não obrigatório, prevê que moradores de imóveis com a etiqueta reduzam de 30% a 40% na conta de luz.

Como no caso dos eletrodomésticos, a classificação vai de A a E conforme o nível de eficiência. Em prédios de apartamentos, cada unidade terá a sua etiqueta conforme seu nível de eficiência energética. O prédio como um todo, bem como as áreas comuns, recebem uma etiqueta específica. Assim, na hora de comprar um imóvel será possível verificar a relação custo do imóvel e economia de energia a longo prazo.

Essa certificação é um passo importante na conscientização da população sobre o uso racional dos recursos. A idéia de gastar porque se pode pagar hoje não garante que poderemos suprir nossas necessidades no futuro. Basta imaginar que construções com um planejamento energético ruim precisam obrigatoriamente do uso do ar condicionado no verão, ou de aquecedores no inverno. Ambos dependentes de recursos naturais, renováveis ou não.

Considerando que a cidade de São Paulo teve sua temperatura média aumentada em 2,5 graus apenas pela urbanização sem critério, imagine o que pode ocorrer com o aumento global da temperatura. Será que teremos recursos (e aqui entenda-se dinheiro) para pagar o aumento dos custos com conforto térmico?

A capacidade de garantir um conforto térmico deve ser a nossa principal preocupação ao buscar um imóvel. Uma menor dependência de recursos externos ao imóveis (energia, gás) para garantir um ambiente mais agradável pode ser a diferença entre dormir tranqüilo ou ficar acordado com a cabeça quente. Seguem algumas dicas sobre o que observar na compra de um imóvel:

* A intensidade do sol em diferentes épocas – o ideal é que a casa receba muito sol no inverno e pouco no verão.
* A posição relativa do sol em diferentes épocas;
* A necessidade de calor do sol, em diferentes épocas, para fornecer conforto térmico (calor no inverno e frescor no verão);
* Capacidade de armazenagem da edificação em relação ao ganho solar – observar os materiais usados na construção é importante para avaliar a variabilidade térmica do imóvel em relação ao ambiente externo;
* A posição da cozinha e da geladeira em relação ao sol – quanto mais fresco o local onde fica a geladeira, menor seu consumo. O mesmo vale para o ar condicionado;
* Verificar como são so ventos da região e observar posição de janelas e portas. O ar quente sempre tenderá a subir e o frio, a descer. Assim, no verão é ideal que o ar tenha como escapar por cima. Já no inverno, as vedações precisam ser reforçadas tanto para que o ar frio não entre quanto para que o quente não saia. Isso é possível através da análise de frestas e outros pontos de infiltração da residência.

Mas se você já tem um imóvel e acredita que sua eficiência térmica não seja muito boa, nas próximas semanas vou dar algumas idéias sobre o que é possível fazer em imóveis já construídos para melhorar seu conforto térmico.

Fonte: Mais com Menos

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Que tal dar um up no visual da sua sala de estar? É só investir um pouco de tempo numa ideia bem bacana e que ainda por cima é ecoresponsável. Então, mãos à obra e aprenda a fazer uma linda luminária de barbante.

Material necessário:

. 1 balão grande
. 2 rolos de barbante ou lã ou sisal (essa luminária da foto foi feita com lã) na cor que preferir.
. Vaselina
. Caneta marcadora de cd
. Cola branca

Dependendo do tamanho da luminária que você quer fazer, grande (tipo que enche de guloseimas e estoura depois) igual a esse da foto, ou se for uma luminária menor, um balão tamanho normal já resolve. Encha o balão no tamanho desejável e besunte ele todo com uma camada e vaselina. Faça uma marcação com 2 cm de distância do nó que você deu no balão. Amarre um pedaço de barbante e deixe sobrar 2 pontas, e agora utilize essas pontas para pendurá-lo em algum lugar e mãos à obra!

Coloque a cola branca num recipente que depois você possa jogar fora e dê um jeito de desenrolar o rolo de lã, sem embolar ou fazer nó. Mergulhe essa linha toda na cola e vá enrolando ao redor do balão, em direções verticais e horizontais. Vá montando a sua trama de acordo com a foto de exemplo e se certifique de deixar aquele pedaço que ficou marcado sem barbante, porque é por ali que a lâmpada entrará. Deixe secar por 24 horas ou mais se sentir que ainda está úmido. Depois é só estourar o balão e colocar o bocal + lâmpada e enfeitar a sua casa!

Fonte: Blog das Gurias

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No fim de 2012 o Brasil vai passar por uma grande mudança na sua rede elétrica para a instalação do sistema Smart Grid. Essa rede inteligente vai permitir o acompanhamento do consumo em tempo real e outras novidades.

A maior mudança visual será o medidor: a Aneel vai aposentar o analógico e colocará o digital que exibe os dados de consumo real da casa e vai marcar cada informação utilizando redes de telecomunicação. Cada novo medidor vai custar entre R$200 e R$300 para a Agência.

Paralela a mudança dos medidores, toda a rede de transformadores, chaves, equipamentos e infraestrutura das concessionárias também serão atualizados. Esse processo deve demorar de 18 a 24 meses e já está em testes em algumas cidades como Sete Lagoas, em Minas Gerais.

Este tipo de sistema, já utilizando em diversos países, por ser digital e ter seus dados levados à redes de telecomunicações, permite ao usuário acompanhar as informações de consumo no site da concessionária de energia, geralmente com gráficos bastante úteis para descobrir como você consome e como pode reduzir.

Uma boa novidade da nova rede inteligente é para quem gera energia na própria casa (solar, eólica, pedalando uma bike modificada (?) ou qualquer outra alternativa) que poderá vendê-la para as concessionárias!

Além disso existirá um horário de pico, das 19h às 22h, que a energia vai ser mais cara. Também será possível medir os gastos em energia, para apontar em qual horário existe um desperdício maior.

Alguém aí é de Sete Lagoas, ou de outra cidade que esteja testando o Smart Grid? Conhece alguém? Comente aí se o sistema é tão legal quanto parece.

Fonte: Eco4planet

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Sustentabilidade é, hoje, o ponto chave no conceito de desenvolvimento. O desenvolvimento sustentável assegura que sejam supridas as necessidades presentes, sem porém comprometer a possibilidade de futuras gerações satisfazerem as necessidades de seu tempo. A prática da arquitetura segundo esses princípios é denominada Arquitetura Sustentável ou Eco-Sustentável (para reforçar que não se trata de sustentação estrutural).

Este termo está intimamente ligado a dois conceitos: energia e meio ambiente; e apóia-se sobre três pilares: deve ser socialmente justo, economicamente viável e preservar o meio-ambiente. Na arquitetura sustentável destacam-se a eficiência energética do edifício, a correta especificação dos materiais, a proteção da paisagem natural e o planejamento territorial, e o reaproveitamento de edifícios existentes.

Quais as estratégias para uma Arquitetura Sustentável?
As Nações Unidas (UNCHS, 1993, p. 25) apontaram as seguintes estratégias sustentáveis para o design de componentes de construção e projeto de edifícios:

– o uso de menos materiais, especialmente aqueles de alta energia, nos edifícios, buscando maneiras de reduzir a espessura de paredes, acabamentos, e pé direito, onde estes fatores não comprometam outros aspectos do desempenho do edifício;

– optar por materiais de baixa energia onde estes forem disponíveis, como por exemplo: o uso de madeira ao invés de aço ou concreto para vigas e treliças, uso de argamassa de cal ao invés de argamassa de cimento, uso de terra e tijolos de terra estabilizada ao invés de tijolos queimados, uso de blocos de concreto celular ao invés de blocos/painéis densos de concreto; optar por sistemas estruturais de baixa energia, como alvenaria auto-portante, em lugar de concreto armado ou estrutura metálica;

– projetar edifícios de baixa altura ao invés de edifícios de grande altura, onde as possibilidades permitam;

– optar, onde possível, por materiais de descarte ou reciclados, ou materiais que incorporem qualquer destes, como por exemplo, cimento aditivado com escória de alto-forno, mantas de impermeabilização asfáltica que incorporam papel reciclado, e materiais de demolição;

– projetar edifícios com longa durabilidade, porém facilmente adaptáveis a novas necessidades e requerimentos;

– projetar edifícios levando em conta a reciclagem de seus materiais, utilizando, por exemplo, argamassas “moles”, de modo a facilitar o reaproveitamento de tijolos e evitar onde possível o uso de concreto armado;

– especificar materiais que possam ser encontrados em locais próximos à obra e que tenham baixo custo de transporte.

– o uso de sistemas de energia mais eficientes e menos poluentes, privilegiando
as formas passivas de energia (inércia térmica, ventilação natural, iluminação natural, etc.) pela correta implantação do edifício.

– o uso de sistemas de coleta e tratamento de água para reduzir a demanda do sistema publico e proporcionar o uso racional da água.

– o uso de sistemas de automação e monitoramento inteligentes visando a otimização e a eficiência das instalações.

– o uso de sistemas para redução da formação de lixo e a correta separação e destinação do mesmo para reciclagem ou compostagem .

– o desenho funcional do edifício, reduzindo deslocamentos e equipamentos e permitindo a acessibilidade física de todos os ocupantes de forma autônoma e segura.

– o cuidado na preservação do local e seu entorno durante as obras civis e após.

– a otimização e racionalização do processo de construção, de modo a reduzir o desperdício e descarte de materiais durante a construção.

Fonte : Guia Decorar

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Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um foco do mosquito Aedes aegypti: pratos de vasos de plantas, caixas d’água mal tampadas, latas, garrafas, plásticos, cacos, pneus, piscinas sem tratamento da água, calhas etc.

O perigo maior é em casa. Calcula-se que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. Velas de citronela ou andiroba e repelentes são paliativos: não eliminam o mosquito, apenas o mantêm distante por algum tempo. As velas têm raio de alcance restrito. Os repelentes possuem duração de proteção limitada.

Como evitar a proliferação do mosquito
Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. O mesmo vale para qualquer recipiente com água.

Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.

Quem quiser denunciar focos, solicitar visita dos agentes e tirar dúvidas sobre a doença pode ligar o Telessaúde: (21) 2599-4742.

Fonte: Globo.com

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O crédito pessoal no Brasil deve encarecer mais de 5 pontos percentuais ao ano após a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) anunciada ontem pelo ministro da Fazenda Guido Mantega. A avaliação tem como base alteração similar feita anteriormente no IOF de empréstimos a pessoas físicas.

Em janeiro de 2008, quando o IOF subiu também de 1,5% a 3% para esfriar a economia, o spread bancário (a diferença entre o custo do dinheiro para o banco e a taxa pelo quanto ele empresta) subiu bruscamente 4,69 pontos percentuais, de 31,92% para 36,61%, segundo dados do Banco Central.

Técnicos do Banco Central avaliam, porém, que o impacto da medida anunciada na quinta-feira deverá ser ainda maior sobre o spread desta vez do que o verificado no início de 2008. Isso ocorreria porque, no início daquele ano, os bancos e tomadores de crédito tinham uma boa alternativa à mão, que era alongar o prazo dos empréstimos para driblar o aumento do custo.

Fonte: G1

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Na última quinta-feira, dia 31/03/2011, foi realiza nas dependências do Condomínio, a Assembléia Geral de Instalação do Condomínio Fiori di Itacoatiara. Depois de mais de 20 meses de obra, finalmente entregamos o nosso empreendimento para os novos moradores.

É com muito orgulho, que nós da CALL Construtora, finalizamos esse empreendimento, sinônimo de qualidade, bom gosto e excelente acabamento.

Vejas abaixo as fotos dessa Assembléia e da obra finalizada:

 

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