A inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu menos em agosto na comparação com julho. A taxa ficou em 0,16% neste mês, sobre 0,59% no mês anterior.

Nos grupos que compõem o indicador, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços desacelerou a 0,25%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,35%.

O índice referente a mão de obra registrou variação de 0,06%. No mês de julho, a taxa foi de 0,84%. “A desaceleração foi consequência de impactos decrescentes de reajustes salariais ocorridos em Porto Alegre, onde a taxa passou de 8,06% para 0,47%”, diz a FGV, em comunicado.

Materiais, equipamentos e serviços
No grupo materiais, equipamentos e serviços, o índice correspondente a materiais e equipamentos registrou variação de 0,18%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,37%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,35% para 0,11%), materiais para instalação (0,40% para 0,33%), materiais para acabamento (0,30% para 0,21%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,64% para 0,27%).

A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,25%, em julho, para 0,50%, em agosto. No grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo serviços técnicos, cuja taxa passou de 0,26% para 1,30%.

Capitais
Três capitais tiveram desaceleração: Salvador, Porto Alegre e São Paulo. Em sentido oposto, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro tiveram aceleração.

Fonte: G1

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O Impostômetro, medidor eletrônico de arrecadação tributária mantido em São Paulo pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), atingiu às 14h24 desta quinta-feira (18) a marca de R$ 900 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o começo do ano.

De acordo com a ACSP, o valor foi contabilizado 34 dias antes da data em que o mesmo montante foi alcançado em 2010, no dia 21 de setembro.

O Impostômetro foi criado em 20 de abril de 2005 e o painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, na região central da capital paulista.

O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet na página do ‘Impostômetro’.

Fonte: G1

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O aumento da escolaridade, desemprego menor e crescimento da classe, está fazendo com que a oferta de domésticas no mercado tenha uma grande queda – e elas passaram a ganhar mais. Isso significa que muita gente que foi criada com o luxo de ter uma mão extra nos serviços de casa agora está tendo que se virar sozinha. Por isso, algumas dicas são bem vindas para ajudar na vida sem uma empregada.

Casa autolimpante
Cortinas pesadas ou persianas, tapetões e carpetes que acumulam poeira e muitos bibelôs na decoração são alguns dos inimigos naturais de uma casa fácil de limpar. Escolher acabamentos como um piso fácil de limpar em vez de carpete pode poupar muitas horas de trabalho.

Para reduzir o pó, quem ama bibelôs e objetos de decoração pode escolher um cantinho para concentrá-los, ou escolher uma peça especial em vez de várias: essa é a dica de Vivianne Pontes, do blog Decoeuração. “É bom também prestar atenção nas correntes de vento na casa, porque algumas trazem poeira. Coloquei uma fitinha de tecido nas portas para barrá-la, mas pode ser também isolante de borracha”, diz Vivianne.

Simplesmente não ter coisas demais é a recomendação de Chris Campos, autora do livro “Casa da Chris”. “Lugares que acumulam coisas são mais difíceis de limpar”. “Os maiores vilões são brinquedos, papéis e documentos, e armários e closets. Quanto mais clean, melhor”, concorda a consultora Magda Zampieri.

Não deixe acumular
Vivianne diz que existe uma “matemática da bagunça”. “Se eu vejo uma bagunça e arrumo, posso fazer outra e ela zera. Se eu não arrumo, e faço outra, são duas, que vão se bagunçando e ficam incontroláveis”, explica. E bagunça é irmã da sujeira. “Em 80% dos casos, o ambiente desorganizado é sujo também. O primeiro item que você deixa para guardar depois é o começo da bagunça”, diz Magda.

Para resolver esse dilema, Chris sugere diluir a organização e limpeza da casa na rotina. “É melhor não fazer vista grossa para pequenas sujeiras. O copo marcou a mesa? Limpa na hora em vez de esperar o dia de limpeza”, afirma. Uma vantagem é que o fim de semana fica mais livre para atividades prazeirosas. “Se você não deixa a louça acumular na pia, na volta do trabalho a pia está limpinha e dá mais vontade de cozinhar”, exemplifica. Uma sugestão é ter uma rotina com atividades definidas, como dias para lavar a roupa, trocar a roupa de cama, limpar o banheiro. “Criar uma rotina poupa tempo”, diz a escritora.

O maior desafio é casa com crianças, porque migalhas, brinquedos e roupinhas parecem brotar por toda parte. “Uma ideia é fazer rodízio de brinquedos, com dois ou três kits alternados a cada semana”, diz Juliana Faria, arquiteta e personal organizer.

Técnica para tudo
Há macetes para poupar tempo também. “Com a casa organizada, é só desmontar um ‘nicho’, limpar e recolocar no lugar”, diz Magda Zampieri. Ela orienta também a terminar um cômodo antes de começar o outro. “Desmontar a casa toda dá desânimo, a coisa se perde, uma parte acaba ficando mal feita”, diz.

Para a roupa dar menos trabalho, Vivianne evitar exceder o peso máximo que a máquina comporta. “Assim amassa menos”, diz. No fim do ciclo de lavagem, ela dá uma sacudida e já estende. “Roupa de malha e vestido eu penduro em cabides. Ficam quase passadas”, afirma Vivanne. Há diversos livros com macetes para agilizar a faxina.

Divisão de tarefas
Toda a ajuda é bem-vinda, de máquinas ao parceiro e os filhos, quando eles já têm idade para colaborar. Vivianne, além de ter simplificado com cortinas leves e tapetes pequenos, usa máquinas para tudo. “Aí quem tem o trabalho não sou eu, é a máquina de lavar”, diz. Ela tem também dois aspiradores, um para a limpeza pesada, e outro portátil, que aspira até líquidos, e que ela usa nas emergências do dia a dia.

A divisão de tarefas na família é fundamental. “Eu sinto que nesse modelo não pesa para ninguém, ninguém fica chateado. Meu marido cozinha, então eu posso lavar a louça. A distribuição de tarefa torna as pessoas mais felizes. Para os pequenos, dá orgulho de saber fazer sua parte e ajuda na coordenação motora, em educar pessoas mais bacanas”, afirma.

Aprender a relaxar
“Tem coisas que podem facilitar a rotina, mas a principal delas é desencanar, porque a gente não vive mais nos anos 60, 70, 80, quando o anfitrião sentia vergonha se o chão não estivesse encerado. Essa é a mudança principal”, acredita Vivianne. Chris faz coro. “A principal razão de cuidar da casa é garantir o seu prazer. Meu maior entusiasmo de arrumar a casa é ter o prazer de arrumar a mesa do jantar, de me esparramar num sofá macio. Muitas pessoas deixam de experimentar esse prazer porque têm a loucura da perfeição, de arrumar a casa para visita”, diz.

Faltou a faxineira? Sem pânico. “É claro que não consigo fazer em pouco tempo tudo que ela faz no dia inteiro. Mas passo um aspirador portátil para tirar migalhas, fiapinhos e pelos, troco a roupa de cama e dou uma geral no banheiro. Já garante o bem-estar de quem está na casa durante a semana”, diz Chris3

Fonte: Delas

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Gente demais atrapalha. E esta afirmação é especialmente válida quando se trata de imóveis, pois cada prédio é planejado para abrigar determinado número de pessoas e o excesso populacional traz inconvenientes de toda ordem.

O exagero na ocupação abala a segurança e pode até inviabilizar o enfrentamento de sinistros (basta imaginar uma multidão fugindo de um incêndio). Pessoas demais perturbam a utilização das áreas comuns (pense em uma piscina desenhada para o uso por 100 pessoas, sendo frequentada por 200); atrapalham o uso dos equipamentos do edifício (você já enfrentou filas para o elevador?); e, ainda, acarretam multas e até a interdição do edifício pela Prefeitura.

De nada adianta a construção do prédio e a instituição do condomínio terem atendido às diversas regras e respeitado os muitos critérios de segurança, urbanismo, salubridade e boa utilização do edifício, se tudo isso é posto de lado pelo excesso de pessoas no prédio. Então, como lidar com o eventual exagero?

Legalmente, é possível exigir o uso do imóvel de maneira que a segurança, o sossego e a saúde dos vizinhos jamais sejam prejudicadas. Logo, sempre haverá o direito de fazer cessar o abuso.

Inicialmente, o condomínio pode notificar o condômino para que este mantenha em sua unidade somente a quantidade de pessoas prevista por lei ou pela convenção condominal. Se o problema continuar, o morador acionado poderá sofrer multa devido à sua conduta antissocial.

Não solucionado o problema, o condomínio poderá promover ação judicial, na qual o juiz, depois de analisar o caso e as provas, ordenará ao condômino que somente permita, na sua unidade, a quantidade adequada de pessoas, sob pena de multa diária.

Como a multa costuma ser alta, a medida é convincente. E é justo que assim seja, pois admitir o excesso populacional de uma unidade significaria extrair dos demais condôminos o direito ao uso razoável da propriedade.

Fonte: Uol

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A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,22% na primeira prévia de agosto, depois de registrar deflação de 0,21% no mesmo período do mês anterior.

A prévia é refrente ao primeiro decêndio do IGP-M de agosto, que compreende o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de julho, diz a FGV.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou alta de 0,07%, sobre queda de 0,20% no período anterior. Três das sete classes de despesa componentes do índice subiram. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (-1,09% para -0,25%), onde destacam-se as frutas (-5,22% para 1,24%), laticínios (-0,60% para 0,57%) e carnes bovinas (-0,78% para -0,12%).

Os grupos transportes (-0,36% para 0,12%) e despesas diversas (0,05% para 0,08%) também subiram. Em contrapartida, registraram recuo os grupos vestuário (0,89% para 0,25%), educação, leitura e recreação (0,08% para -0,02%) e saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,39%). O grupo habitação apresentou a mesma taxa de variação apurada no mês anterior, 0,25%.

No IPC, o aluguel residencial, o plano de saúde, o limão, a vagem e o leite foram as principais influências positivas.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,16% na primeira prévia de agosto, sobre alta de 0,66% no mesmo período anterior. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 0,26%. O índice que representa o custo da mão de obra subiu 0,06%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,28%. No mesmo período do mês de julho, foi registrada queda de 0,36%. No estágio dos bens intermediários, a taxa de variação passou de 0,21% para -0,38%. O índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de 0,64%. No mês anterior, a taxa foi de -1,46%.

Fonte: G1

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Em diversas cidades brasileiras, o aumento dos preços dos imóveis virou conversa de bar. “Quando encontrava os amigos, alguém acabava comentando sobre a vontade de mudar de casa ou de comprar um apartamento e reclamava dos preços altos em diversas cidades,” diz a economista Rafaela Laguna, de 30 anos. De fato, os preços de casas e apartamentos subiram em várias regiões do Brasil, puxados principalmente pelo fácil acesso ao crédito e o crescimento econômico do País. Mas, agora que o momento de disparada passou, as perguntas são outras: “Será que os preços vão continuar subinto tanto? Esse é um bom momento para comprar imóveis?”.

Para especialistas, o mercado imobiliário brasileiro chegou a um equilíbrio. “Atingimos patamares de comercialização equilibrados com a situação do País e a níveis de preços equilibrados com o bolso do consumidor,” afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Depois do forte crescimento do setor em 2010, agora o momento é de acomodação, acrescenta Ricardo Almeida, professor de Finanças do Insper. Segundo ele, isso é resultado dos esforços do governo para a contenção do crédito na economia para o controle da inflação. “Os preços dos imóveis sobem conforme a concessão de crédito,” afirma.

A acomodação do mercado imobiliário não quer dizer, entretanto, que os preços vão cair. Assim, não vale a pena ficar esperando uma bolha para comprar o tão sonhado apartamento. “Quem ficar esperando uma bolha estourar por quatro anos, terá morado mal por quatro anos,” diz Almeida.

Também pode valer a pena, em alguns casos, comprar um segundo imóvel para alugar para terceiros e ter uma renda extra, ou então pensando na aposentadoria, segundo os especilistas. “Muitas pessoas se sentem confortáveis em aplicar em bens tangíveis, como os imóveis, então, nestes casos, pode ser uma boa compra,” diz Nélson de Souza, professor de Finanças do Ibmec.

Por outro lado, não é aconselhável comprar imóveis como especulação, com o objetivo de vender e ganhar dinheiro com uma eventual valorização. Na avaliação dos especialistas, há melhores opções de investimento, como por exemplo os fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto, ou mesmo ações na bolsa de valores. “A menos que o investidor perceba que há uma boa expectativa de crescimento na região do imóvel, não creio que terá uma valorização muito expressiva,” afirma Souza.

A expectativa dos especialistas é que os valores dos imóveis acompanhem a inflação de agora em diante. “Devem subir um pouco acima, como tradicionalmente acontece no mercado de imóveis. Será uma acomodação direcionada para cima,” afirma Crestana.

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Algumas pessoas tem a seguinte dúvida: “A casa fica mais limpa se ficar aberta ou fechada?” É claro que, se a casa ficar aberta, entra mais pó. Mas não dá pra ficar com a casa totalmente fechada (nem no inverno), né colega?

É fundamental abrir as janelas para ventilar a casa durante o dia! Os ácaros “adoram” o ar parado. É muito mais saudável ter uma casa arejada, com ar sempre renovado. Já o pó, a gente dá um jeito e tira. ;)

 

Use sempre o bom senso e #concentra!

A manutenção da limpeza depende da localização da casa. É preciso pensar se onde você mora é mais poluído, tem muita poeira, ou se é mais tranquilo e arborizado. A partir dessas observações, você define quantos dias por semana tem que limpar e, se é preciso fazer uma faxina mais caprichada!

Conviver com pó dentro de casa, definitivamente, não é bom! Ninguém quer respirar um ar carregado com poeira, certo? E a gente sabe que o pó se acumula muitos lugares, como em cortinas, sofás, tapetes, móveis, vidros, enfeites, etc…Então, temos que nos organizar e planejar a limpeza!

*Nem preciso dizer que a casa deve estar com as janelas suuuuper abertas na hora da limpeza, né?

*Você pode usar aspirador em sofás, cortinas, tapetes e o chão você pode aspirar ou varrer!

*Deixe para tirar o pó por último e, se possível, use um pano úmido para não espalhar!

*Evite o espanador, pois o pó levanta e depois abaixa de novo!

A casa tem que ser um lugar gostoso, aconchegante, bonito e, principalmente, saudável! E o meu trabalho de empregada doméstica contribui para isso! Pense nisso, colega, e capriche no seu dia a dia! :)

Fonte: Super Nice

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