Reformar ou decorar a casa é como um quebra-cabeça. Aos poucos, é preciso encaixar todas as peças nos ambientes, sempre com inteligência e bom senso. Caso contrário, o resultado poderá ficar bem longe do esperado.

Em seguida, chega a hora de planejar o posicionamento dos itens. A parte estrutural também deve colaborar para deixar sua morada mais funcional. Para isso, vale convocar um bom profissional para verificar quais paredes podem ser removidas e o que fazer para aproveitá-las da melhor maneira.

Para dar aquela mãozinha, confira 13 dicas especiais para você acertar nas composições e valorizar a metragem da sua morada:

Na sala

1 – Coloque o sofá de frente para a porta. Além de facilitar a circulação, é um convite para que todos fiquem no local e batam um bom papo.

2 – Opte por integrar os espaços. Evite, por exemplo, colocar o sofá de costas para a sala de jantar, pois o móvel irá delimitar e separar os ambientes. Uma boa alternativa é colocar pufes no lugar, pois são mais baixos e podem ser removidos com facilidade.

3 – Preste atenção no posicionamento do sofá para que ele não fique “espremido”. Em espaços reduzidos, evite colocar poltronas ou outro sofá ao lado. A pessoa deve ficar sentada e ter as pernas livres.

4 – A mesa de centro deve estar sempre centralizada e a 50 cm de distância do sofá. Assim é fácil pegar e manusear objetos que estão sobre ela.

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecida como inflação do aluguel, usado para reajustar a maioria dos contratos, acelerou para 0,52% na segunda prévia de setembro, depois de subir 0,33% no mesmo período de agosto. No ano, o IGP-M acumula alta de 4,02% e, em 12 meses, de 7,33%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (19) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que integra o cálculo do IGP-M, conhecida como a inflação do atacado, ficou em 0,59%. No mesmo período do mês anterior, ficara em 0,45%.

Também integrante da inflação do aluguel, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou a variação de 0,52%, contra 0,08% no mesmo período de agosto. Das sete classes de despesa que fazem parte do cálculo do índice, cinco apresentaram acréscimo, com destaque para alimentação – a variação de preços passou de uma queda de 0,13% para uma alta de 0,85%. As principais contribuições partiram de hortaliças e legumes (de -5,18% para -2,00%), frutas (de 2,18% para 6,12%) e carnes bovinas (de 0,05% para 1,45%).

Apresentaram comportamento semelhante os grupos vestuário (de -0,75% para 1,58%), saúde e cuidados pessoais (de 0,37% para 0,60%), educação, leitura e recreação (de 0,01% para 0,18%) e transportes (de 0,01% para 0,18%). Os destaques ficaram com roupas (de -0,85% para 1,91%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,11% para 0,43%), passagem aérea (de -6,88% para 4,51%) e gasolina (de -0,08% para 0,29%).

Na contramão, registraram queda nas taxas de variação os grupos habitação (de 0,35% para 0,31%) e despesas diversas (de 0,10% para 0,07%), com as maiores influências partindo de  material para limpeza (de 0,71% para 0,35%) e cerveja (de 1,09% para 0,10%).

Custo da construção
Na segunda prévia de setembro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,09%, contra 0,18% na apuração anterior. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,18%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,32%. O índice que representa o custo da mão de obra registrou taxa de 0,01%, contra 0,04% na apuração anterior.

Fonte: G1

 

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Evitar qualquer tipo de desperdício é uma das formas de alcançar a sustentabilidade. Nessa linha, o portal EcoDesenvolvimento.org criou uma lista com dez sugestões para tornar mais sustentável a ida ao supermercado.

São 10 dicas super simples, que vão ajudar a qualquer um a não comprar por impulso. Então, nada melhor do que adotarmos regrinhas que nos ajudem no dia a dia. Vamos lá:

1) Faça uma lista de compras para evitar aquelas por impulso;

2) Evite ir ao mercado com fome, o que faz com que compremos além do necessário;

3) Vá às compras várias vezes no mês para evitar que a comida fique guardada e acabe estragando, o que é frequente quando fazemos compras grandes uma vez por mês;

4) Compre pela internet, o que economiza tempo e combustível;

5) Compre a granel, o que reduz o desperdício, pois você compra a quantidade que realmente vai consumir;

6) Dê preferência a alimentos da estação, que nascem naturalmente e, por isso, consomem menos água e poluentes agrotóxicos. O preço também é menor. Procure por orgânicos, mais naturais;

7) Não compre produtos de empresas irresponsáveis. Aos poucos, isso as forçará a ter uma atitude mais correta;

8) Evite apertar frutas e legumes que você não vá comprar, pois isso reduz a vida útil desses alimentos;

9) Recuse sacolas plásticas. Programe-se para ter sua própria sacola. A natureza agradece;

10) Cozinhe em quantidade e congele. Isso ajuda a economizar gás e reduz o desperdício de comida. Separe os alimentos em pequenas porções e descongele apenas o que vai comer, o que é mais econômico do que cozinhar tudo aos poucos.

Fonte: Greenvana

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ITABORAÍ OFFICE TOWER – Tudo acontece aqui

No mundo dos negócios, as oportunidades surgem de repente. E para estar preparado, nada melhor do que trabalhar no lugar certo. É assim que surge o Itaboraí Office Tower. Em um local cercado pelas melhores chances que uma cidade em desenvolvimento pode oferecer. Perto de tudo que um executivo precisa para ter um dia a dia mais confortável.

Salas comerciais e espaços corporativos de 25,84 m² a 323,38 m²

Lojas de 76,26 m² e 87,42 m² no térreo

Salas e lojas com opção de vagas de garagem (vendidas separadamente)


Preços a partir de R$131.920,00*

preço promocional de lançamento, para as salas 06 e 07 *

       Vendas:

Ligue já:

(21) 3035-4600

 

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Fonte: Vivo Verde

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Instalar uma fonte de captação de energia solar em casa pode não ser uma opção tão distante como parece. Hoje existem várias empresas no mercado que ajudam os interessados a escolher a melhor maneira de substituir a energia elétrica pela solar de acordo com o consumo, as características arquitetônicas da casa, o número de pessoas e a localização da residência.

Segundo dados da ABRAVA, Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, atualmente existem mais de 5 milhões de metros quadrados de painéis solares instalados no país, gerando 3689 megawatts.

No Brasil, a tecnologia com maior penetração é a de aquecimento solar, usada para substituir a energia elétrica na hora de esquentar a água do chuveiro e também para aquecer piscinas. Este sistema é formado basicamente por coletor solar, reservatório térmico e tubulações.

Segundo Vania de Araújo Soares, coordenadora de energia do Ministério do Meio Ambiente, a obtenção de energia neste caso é direta e acontece quando a água fria entra no reservatório térmico e alimenta o coletor solar. Os coletores são superfícies metálicas feitas de alumínio ou cobre que são pintadas de preto-fosco ou recebem tratamento especial para melhorar a absorção de calor do sol.

Ao absorver este calor, os coletores se aquecem e, por sua vez, perdem calor para água fria que depois de aquecida, retorna para o reservatório térmico. A tubulação para abastecer os pontos de consumo fica ligada ao reservatório.

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O mercado oferece uma infinidade de tipos de tintas, massas e outros produtos para aplicação em revestimenos interno e externos. As possibilidades e variações podem ser desconcertantes para o consumidor final, deixando muitas dúvidas na hora de realizar a compra desses produtos.

Por conta dessa grande variedade de opções, é importante que a pessoa que está realizando uma obra saiba algumas diferenças básicas entre os grandes grupos de tintas. Tenha em mente que não existe uma tinta para todas as superfícies e usos. A escolha do produto adequado para cada superfície e local é essencial para um bom acabamento e durabilidade de sua pintura.

A seguir iremos comentar brevemente os grandes grupos de tintas e suas principais aplicações para que fique mais claro como a diferenciação entre os produtos ocorre.

Látex PVA
O látex é talvez a tinta mais comumente encontrada atualmente, nos interiores das residências, e certamente você já ouviu falar a respeito.

O PVA vem do nome da substância usada atualmente para fabricar a tinta látex, o Acetato de Polivinila. O látex tem uma base solúvel em água e, por isso, facilita muito a vida do pintor, que pode preparar seus pincéis e rolos apenas com água. Além disso, caso a tinta espirre em algum outro revestimento, basta lavar com água.

O acabamento em látex PVA é adequado para a parte interna das residências, que podem ser limpas apenas com um pano úmido. O acabamento desse tipo de tinta é muito bom, assim como seu recobrimento da camada anterior de pintura (se ela existir). Seca rapidamente, e o odor típico de pintura é mínimo.

Porém, o produto não é adequado para áreas molhadas ou que possam receber chuva, e para recobrimentos de acabamento em alto brilho, como um corrimão, por exemplo; as superfícies pintadas com látex PVA também são mais difíceis de limpar.

Tinta acrílica
A tinta acrílica, de forma geral, tem aspecto muito similar ao do látex, também é solúvel em água e seca rapidamente. A diferença é que sua fórmula contém resinas acrílicas, o que proporciona ao produto alta impermeabilidade uma vez aplicado, tornando-o especialmente eficaz para pinturas externas.

Essa impermeabilidade também torna a tinta acrílica interessante para uso em áreas molhadas da casa, como na cozinha e lavabo. As tintas acrílicas podem ser lavadas, ao contrário do látex, que deve ser limpo apenas com pano úmido.

O acabamento tende a ser mais brilhante que o do látex, ainda que exista a versão fosca: portanto, preste atenção ao comprar para garantir o tipo de acabamento final que deseja. Outro fator importante é o custo. A tinta acrílica tenderá a ser mais cara que a látex, então cuidado com a especificação.

Tinta esmalte
O esmalte, ao contrário dos exemplos anteriores é um tipo de tinta que não é solúvel em água, visto que possui o que é chamado de “base a óleo”, material que compunha sua fórmula antigamente. Atualmente são outros produtos sintéticos que compõem a base mais comum para esse tipo de acabamento.

As tintas esmalte são especialmente boas para a utilização em superfícies de ferro ou madeira. Assim, janelas de ferro, corrimãos e estruturas metálicas leves terão um acabamento melhor e mais durável se pintados com tinta esmalte. E embora a madeira possa receber vários tipos de acabamentos, portas feitas desse material são tradicionalmente pintadas com esmalte por conta do alto nível de manuseio, visto que o esmalte permite a lavagem dessa superfície com mais facilidade.

O acabamento de esmalte é bastante peculiar e as pessoas geralmente percebem quando ele foi utilizado. Possui alto brilho, embora exista a versão fosca. Seu acabamento dá sensação de uma película formada sobre a superfície e, por isso mesmo, não é muito adequada para o uso direto na parede, porque dependendo da aplicação podem surgir bolhas ou descascamento. O custo dessa tinta é mais alto do que o das outras, por conta de seu uso mais espcífico, e em menores superfícies. A embalagem mais comum é o galão (que contém 3,8 litros do material), enquanto as outras podem ser facilmente encontradas em latas (existem latas com até 18 litros de tinta, e as pequenas, com 900 ml).

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Vontade não falta para deixar sua casa mais verde e alegre. Mas na hora de colocar a mão na massa, você não faz ideia de por onde começar? A paisagista e arquiteta Soraia Vitiello mostra todas as dicas para fazer o plantio de maneira correta. Basta seguir o passo a passo e acompanhar o desenvolvimento do exemplar.

Passo a passo para plantar mudas
– Veja como plantar bulbos
– Prepare o terreno para as sementes

Seja para uma muda, bulbo ou semente, será preciso usar terra vegetal e, se preferir, adicione húmus. “Nessa fase não é obrigatório colocar matéria orgânica. Mas, caso opte, misture partes iguais para formar o substrato”, explica Soraia.

Fonte: Delas

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O segundo prédio mais alto do mundo acaba de ser eleito “o prédio ‘verde’ mais alto do mundo”. O título foi concedido pelo LEED, uma certificadora internacional de edifícios sustentáveis. Concluído em 2004 em Taiwan, o “Taipei 101” possui 101 andares acima do solo e cinco abaixo, incluindo um shopping multi-nível e centenas de restaurantes e clubes.

A estrutura aplica técnicas sustentáveis e utiliza lâmpadas de LED, sendo responsável pelo baixo custo de energia elétrica e água. A economia pela redução nas contas anuais chega a 700.000 dólares por ano. Com a ajuda de empresas como a EcoTech International, Steven Leach Associates e Siemens’ Building Technologies Division, o prédio começou a melhorar sua eficiência energética há três anos.

Entre as mudanças, foram incorporados sistemas de refrigeração e um científico de modelagem de energia. Embora o empreendimento de restauração fosse caro, o resultado valeu à pena, uma vez que os recursos retornaram rapidamente em função da economia de médio prazo obtida com as iniciativas sustentáveis.

Fonte: Greenstyle

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Não importa se elas são de tecido, plástico ou alumínio. Independente do ambiente, as persianas acumulam muita sujeira e podem se tornar o lugar preferido dos ácaros. Para que isso não ocorra, realizar sua limpeza e manutenção de forma correta e frequente é essencial para o bem-estar da família e a boa aparência do produto.

É importante limpar as persianas, pelo menos, uma vez por semana para evitar que a sujeira, com o tempo, fique impregnada. Nessa limpeza semanal, limpá-las com espanador ou aspirador de pó com bocal de escova já é suficiente. Para não estragar, limpe de um lado, gire as palhetas e repita o processo.

Importante: nunca limpe as persianas com produtos químicos. Eles podem danificar o material. Cuidado também na hora de limpar os vidros e as esquadrias das janelas com produtos abrasivos que podem espirrar.O melhor é limpá-los com a persiana recolhida.

Limpeza profunda
Se as persianas já estiverem bastante sujas ou com aspecto amarelado é interessante fazer uma lavagem mais profunda. Nesses casos, a lavagem ultrassônica é a melhor opção, feita por empresas especializadas.

Nesse caso, as persianas são imersas em água com produtos químicos próprios, que removem a sujeira sem precisar friccionar o produto. Após a lavagem, as persianas são secas em uma estufa. “O resultado é uma persiana praticamente nova”, afirma Andréia Pressato. O preço médio do serviço fica em torno de R$ 135 para persianas horizontais de até 1,80 metros e R$ 110 para persianas verticais de até 2 metros.

Lembrando que fechar sempre a janela ao sair e não deixar as persianas em local úmido ajudam a diminuir a sujeira e o trabalho com a limpeza.

Fonte: Delas

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