Para evitar o mau-cheiro e combater as traças nos guarda-roupas, folhas de louro secas envolvidas em um pedaço de tule ou sachês, com essência de lavanda, são ideais. A naftalina também pode ser usada. Nos armários da cozinha, pimenta-do-reino em grãos também pode ser útil contra odores e insetos.

Evitar o bolor das roupas de cama, tolhas e edredons também é possível. Embale eles em sacos plásticos, utilizando um aspirador de pó aspira-se todo o ar do saco e depois lacra-o com uma boa fita adesiva.

Já a casa deve ser limpa com uma antecedência de dois meses ou pelo menos um mês antes de ser habitada. Uma dica é usar uma solução composta por duas colheres de bicarbonato de sódio dissolvidas em um balde e passar com um pano. Essa mesma mistura deve ser usada novamente 15 dias ou uma semana antes de receber o veranista.

Quanto aos utensílios domésticos,  copos e pratos devem ser todos lavados, mesmo que pareçam limpos. Depois, é recomendável passar um pano com álcool. Os copos devem ser deixados de ponta cabeça sobre um revestimento de plástico dentro do armário.

Fonte: Casa Organizada

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O crédito imobiliário começou 2012 em ritmo diferente dos anos anteriores. Depois de crescer na casa dos dois dígitos, o volume de operações foi menor em fevereiro, tanto em total liberado quanto em número de imóveis financiados, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

No mês passado, os financiamentos para compra e construção de imóveis somaram R$ 5,11 bilhões, total que representa uma queda de 1% em relação ao mesmo mês de 2011 e de 10% na comparação com janeiro. Já o total de imóveis financiados ficou em 31 mil unidades, número que equivale a uma redução de 12% em 12 meses e de 8% ante janeiro.

Na análise dos dados acumulados nos 12 meses encerrados em fevereiro, no entanto, a taxa de expansão segue na casa dos dois dígitos. No volume financiado, houve aumento de 35%, com volume de R$ 80,9 bilhões. No número de imóveis financiados, a alta foi de 11%, com 489,2 mil unidades. A Abecip prevê expansão na casa dos 30% para o crédito imobiliário em 2012.

Fonte: G1

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1 – Verifique qual a origem da dívida:
O primeiro passo é saber quem incluiu a dívida nos cadastros de proteção ao crédito. SPC, Serasa e cartórios de protesto, devem informar, sem custo, quem “negativou” o nome do consumidor e o valor da dívida.

2 –  Pague a conta:
Não tem jeito: se a cobrança não for indevida, o nome só fica “limpo”depois que a dívida foi paga.  Aproveite para negociar um abatimento no valor, que pode incluir juros e multa, além de correção monetária e despesas de cobrança – esses dois últimos desde que previstos em contrato.

3 – Peça o comprovante:
Peça o comprovante de quitação da dívida, escrevendo o valor pago, inclusive os juros e multas. No caso de cheque devolvido, peça para ver o documento.

4 – Limpe o nome no banco:
Se você teve o nome “sujo” por conta de um cheque devolvido, será preciso “limpar” o nome no cadastro de emitentes de cheques sem fundo. Faça o pedido ao banco por escrito, apresentando o documento de quitação.  A instituição poderá cobrar uma taxa de valor variável.

5 – Limpe o nome no cartório:
No caso de um título protestado, será preciso ir ao cartório. Apresentando o documento de quitação, o cartório dará baixa no protesto. Será preciso pagar uma taxa, que varia de acordo com o tamanho da dívida.

6 – Limpe o nome no SPC e Serasa:
Cumprindo as etapas acima, o nome do consumidor deve ser retirado automaticamente dos cadastros dessas instituições. Os próprios bancos e cartórios são os responsáveis por dar esta baixa – o prazo para regularização é de cinco dias úteis.

7- Guarde todos os documentos:
Arquive os documentos que mostram tanto a inclusão nos serviços de proteção ao crédito, quanto o pagamento da dívida, que poderão ser necessários se a dívida for reapresentada ou se os registros não forem regularizados.

8 – Cobranças indevidas:
Nesse caso o consumidor deve procurar a empresa, ou recorrer  diretamente a um órgão de defesa do consumidor ou à Justiça.  O consumidor prejudicado pela inclusão indevida nos cadastros de proteção ao crédito tem direito a indenização por danos morais – desde que não haja outras inclusões regulares nestes cadastros.

Fonte: G1

 

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Pesquisar os preços, em farmácias e supermercados, de produtos de higiene pessoal, perfumaria e alimentos complementares pode gerar economia de até 14% em Belo Horizonte.

De acordo com estudo realizado pela Ecobenefícios, uma cesta com 20 item, selecionados entre as três categorias citadas, custou, em média, R$ 96,44 nos supermercados e R$ 112,66, em média, nas farmácias.

Porto Alegre e Curitiba
O estudo foi realizado entre os dias 16 e 20 de janeiro e analisou os preços praticados por cinco farmácias e cinco supermercados. A cesta é composta por produtos como shampoo de 350 ml, condicionador de 350 ml, sabonete de 90 gramas, algodão de 25 gramas, leite em pó de 400 gramas, papinha infantil de 115 gramas, entre outros.

A mesma compra feita em Porta Alegre, outra cidade escolhida para o levantamento, mostrou uma diferença de 2% entre supermercados e farmácias. Os 20 itens custaram, em média, R$ 114,74 nas farmácias e R$ 116,69 nos supermercados.

Já em Curitiba, a diferença foi de 0,50%. Os 20 itens custaram, em média, R$ 103 nas farmácias e R$ 104,85 nos supermercados.

A consultora responsável pela pesquisa, Anajara Moraes, acredita que é importante que o consumidor faça uma pesquisa de preços antes de comprar tais produtos. “A ideia de que os artigos de perfumaria e higiene pessoal são mais caros nas farmácias não se mostrou real em Curitiba e Porto Alegre, provavelmente pelo acirramento da concorrência das grandes redes nesse setor”, explica a consultora.

Já em Belo Horizonte, a consultora também acredita que a concorrência seja a responsável pelos preços menores praticados nos supermercados.

Fonte: Uol

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Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade cerebral); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

Na América do Sul, Viviani Bovo e Walther Hermann tratam da aplicação das técnicas gráficas de gerenciamento de informações, ao aprendizado, à expansão da criatividade e à criação de conhecimentos. Grupos de estudo têm se formado pelo mundo, geralmente ligados ao Centro Buzan, para estudar e compreender o sistema de mapas mentais. Por outro lado, o motivador Aldo Novak considera que o sistema de gestão gráfica é ideal para aplicações na organização pessoal, profissional e corporativa.

Para planejamento
No caso de eventos, como festas, quando for escolher o que vai ter ou acontecer, simplesmente olhe o mapa mental e faça suas escolhas. Outra maneira é fazer o seu planejamento normalmente e usar o mapa mental depois, como uma lista de verificação, para completar ou enriquecer o que já fez.

Para memorização e lembrança
Se seu propósito é memorizar, para que você se lembre o mapa mental deve estar acessível e estável em sua mente, como por exemplo no caso em que você vai ministrar uma aula ou palestra ou ainda fazer uma prova. Pela praticidade de um mapa mental, você pode aproveitar até momentos potencialmente improdutivos para fazer isto, como ônibus, filas e outras esperas. Se você não quer exatamente memorizar um mapa mental, mas sim se lembrar de algo quando achar apropriado, pode imprimir o mapa e carregá-lo na bolsa, pasta ou carteira.

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A páscoa está chegando. Com os preços cada vez mais altos, fica complicado presentear a todos os amigos e parentes na Páscoa, não é mesmo? Uma dica para quem deseja economizar e ainda fazer um ovo de páscoa personalizado é colocar a mão na massa e produzir em casa os ovos de páscoa. Assista ao vídeo e aprenda o passo-a-passo:

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Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.

E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas,qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.

Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.

Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.

– Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.

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