Coceira no nariz e olhos, espirros, nariz entupido. Quem é alérgico conhece estes sintomas muito bem. E eles não são poucos. O mal atinge cerca de 40 milhões de brasileiros, segundo o presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia do Rio (ASBAI-RJ), Dr. Fábio Kuschnir.

Mas o que causa a alergia, essa reação exagerada do organismo a determinadas substâncias? Podem ser ácaros da poeira, proteínas derivadas de animais (cães e gatos), fungos e insetos (baratas domésticas). Os alérgenos estão mais próximos do que se imagina. E, por isso mesmo, mais fáceis de ser eliminados.

Pequenas atitudes como deixar o ambiente bem arejado e ventilado já podem ajudar no combate às alergias mais comuns. “Entre os principais alérgenos envolvidos nestas doenças em nosso meio destacam-se os ácaros da poeira domiciliar. As condições ideais para o seu desenvolvimento são áreas de clima quente e úmido, condições encontradas no Rio de Janeiro”, explica Kuschnir.

Ele sugere atenção especial ao quarto do alérgico: travesseiros, roupas de cama, carpetes e móveis estofados são reservatórios de descamações da pele humana, que é principal fonte alimentar dos ácaros. “Calcula-se que devam existir de 500 mil a 2 milhões de ácaros no interior de um colchão, independentemente das condições de higiene da casa”.

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Depois de oito meses do início dos cortes dos juros básicos da economia brasileira, efetuados pelo Banco Central, as instituições financeiras repassaram integralmente, em abril, as reduções para os clientes bancários, revelam informações divulgadas nesta sexta-feira (25) pela autoridade monetária. No mês passado, a taxa recuou para 42,1% ao ano, a menor desde dezembro de 2010 (40,6% ao ano).

O processo de redução da taxa básica da economia brasileira começou em agosto do ano passado, quando estava em 12,5% ao ano. Atualmente, já está em 9% ao ano. Com a redução da taxa básica, o custo de captação dos bancos nas operações com pessoas físicas, que estava em 11,8% ao ano em agosto, passou para 8,9% ao ano em março deste ano. Ou seja, houve um recuo de 2,9 pontos percentuais.

Já a taxa média de juros dos bancos nas operações com pessoas físicas somava 46,2% ao ano em agosto do ano passado, recuando para 44,4% em março e para 42,1% ao ano em abril. Uma redução de 4,1 pontos percentuais desde agosto. No começo de maio, até o dia 14 deste mês, segundo o BC, a taxa recuou ainda mais, para 40,1% ao ano – valor mais próximo da mínima histórica (39,1% ao ano, em novembro de 2003).

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1. Dentro dos armários da cozinha, a palavra de ordem é empilhar! Organize por tamanhos e empilhe panelas, pratos, saladeiras, bacias… não deixe nada escapar!

2. Na hora de guardar restos na geladeira, opte sempre por tupperwares quadrados – ocupam muito menos espaço que os redondos!


3. Aproveite todo o espaço livre que existe debaixo das camas para guardar – de preferência dentro de caixas plásticas grandes ou space bags – a roupa de inverno, cobertores, colchas, edredons, tapetes…

4. Tire o máximo partido do seu guarda-roupa, recorrendo a organizadores suspensos e aos cabides multifunções, excelentes para agrupar cintos, gravatas, lenços, encharpes e outras peças pequenas. Ponha ordem e ganhe espaço nas suas gavetas com colméias e divisórias de gaveta.

5. Escolher móveis com múltiplas funções é uma excelente forma de poupar espaço precioso: mesas afixadas à parede que podem ser “levantadas” quando não utilizadas; sofás-cama; camas que escondem espaço para arrumação sob o colchão; mesas de centro, repousa pés ou pufs que abrem e que têm espaço para revistas ou mantas…as opções são muitas!

6. Os corredores são uma excelente divisão para instalar armários estreitos que tanto podem servir de sapateira, como guarda-roupa ou, não, biblioteca?!

7. Aproveite todos os nichos verticais para instalar prateleiras, estantes ou armários e faça-os chegar até ao teto – todos os centímetros são bem-vindos! Não descuide dos cantos, já existem muitas soluções no mercado especialmente pensadas para esses cantos.

8. Há sempre muito espaço livre sobre as portas e janelas – perfeito para instalar prateleiras e pequenos armários de parede para uma arrumação extra!

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Bagunça em todos os cômodos da casa é inevitável nas férias das crianças. É justamente nessa época que você pode aproveitar para fazer pequenas mudanças nos quartos dos seus filhos e implementar novos hábitos na rotina de toda família.

– O primeiro passo para organizar o quarto infantil é repassar roupas e brinquedos que seus filhos não usam mais.

– Doe para orfanatos, creches e bazares beneficentes.

– Providencie diversos recipientes quadrados e de tamanhos iguais para guardar figurinhas, carrinhos pequenos e joguinhos. Assim fica fácil empilhar.

– Caso tenha dificuldade para fazer seus filhos colocarem as roupas sujas no cesto da lavanderia, instale um cesto no quarto deles. Use a criatividade. Se seu filho gosta de basquete, que tal colocar um cesto em formato de cesta?

– Ao final de cada ano, mantenha em casa somente alguns trabalhos escolares. Com o passar dos anos, eles se acumulam e ocupam muito espaço no quarto das crianças. Habitue-se a escolher com seus filhos os “melhores do ano” e arquivar somente estes.

– Uma boa forma de “reciclar” desenhos ou capas bacanas de trabalhos escolares é colocar as imagens em calendários ou canecas e presentear avós, tias e madrinhas. Elas vão amar ter uma exclusividade do artista-mirim preferido de vocês. Há gráficas e lojas de fotos que fazem estes trabalhos.

Fonte: Vila Mulher

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As vendas domésticas de materiais de construção caíram 11,3%em abril na comparação com março, informou nesta sexta-feira a associação que representa o setor no país, Abramat. Em relação ao mesmo mês em 2011, a queda foi de 1%.

Nos quatro primeiros meses do ano, o setor acumulou alta de 2,2% nas vendas, abaixo da previsão da entidade, de crescimento de 4,5% no fechado de 2012.

Segundo o presidente da Abramat, Walter Cover, para atingir a previsão, as vendas precisam crescer a taxas de 5,5% ao mês no restante do ano. “É algo desafiador”, disse ele em nota, acrescentando que a maior queda foi apurada no varejo, resultado principalmente de menor crédito ao consumidor.

Ainda conforme Cover, fatores positivos como aumento do ritmo das obras do programa “Minha Casa, Minha Vida”, obras da Copa do Mundo e manutenção de emprego e renda contribuem para manter o otimismo com o setor.

Fonte: Uol

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Tons vibrantes, luzes coloridas, móveis criativos e um toque lúdico. Essas são características marcantes de cenógrafos que decidiram passear pelo universo da decoração. “São técnicas que caminham juntas e resultam em lares repletos de personalidade. A ideia é colocar o gosto do morador em primeiro lugar e não as tendências”, afirma a cenógrafa Mônica Rodrigues Fernandes, da Vértices Casa.

Outro ponto de destaque no trabalho desse tipo de profissional é a habilidade para transformar os espaços sem gastar muito. “É uma das principais vantagens. Na maioria das vezes, trabalhamos com verbas limitadas e espaços pequenos para a exposição de objetos e produtos. Dentro de casa, essas tarefas se traduzem em economia”, diz.

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A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) informou nesta segunda-feira (14) que realizou um levantamento sobre a redução de taxas de juros anunciadas por bancos públicos e privados e que detectou informações conflitantes e insuficientes para que o consumidor consiga escolher a melhor opção dentre as oferecidas.


O diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, alerta os consumidores sobre “pegadinhas” na divulgação das taxas e afirma que os bancos serão notificadas pelo Procon-SP para provar a veracidade das informações colhidas nos sites e releases enviados para a imprensa.

“A orientação para o consumidor é que ele pesquise para escolher melhor, mas é obrigação das instituições financeiras informarem de forma clara e didática tudo sobre o produto que está sendo adquirido, incluindo dados sobre possíveis riscos e perdas”, afirma Góes..
Segundo o Procon, as reduções anunciandas acabam beneficiando, em muitos casos, apenas o grupo de correntistas que optem por pacotes de serviços ou por receber o salário no banco.

“Os bancos estão privilegiando os clientes que recebem salário através do banco, oferecendo taxas menores. No entanto, na prática, para os clientes que querem levar o recebimento de seu salário para um novo banco, há muitas vezes condições como a adesão a pacote de serviços, que pode, no final das contas, gerar uma despesa mensal muitas vezes desnecessária”, afirma o Procon, no relatório da pesquisa.

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Foi publicada na sexta-feira (4) no “Diário Oficial da União” a medida provisória editada pelo governo federal que altera as regras da poupança. Segundo a nova resolução, quando a taxa básica de juros for menor que 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta será fixado em 70% da taxa Selic. A mudança só vale para os depósitos que forem feitos a partir desta sexta.

Com a alteração, o piso histórico de remuneração da mais tradicional modalidade de investimentos do país, de pelo menos 6% ao ano, que é assegurada desde 1861, poderá cair nos próximos meses, já que há uma tendência de queda na taxa de juros, hoje em 9% ao ano. Desde 1991, a poupança rende ao menos 0,5% ao mês (6,17% ao ano), mais TR.

O texto publicado diz que as instituições financeiras ficam obrigadas “a segregar, do saldo dos depósitos de poupança efetuados a partir da data de entrada em vigor desta Medida Provisória, o saldo dos depósitos de poupança de que trata o artigo 2º”. “Os demonstrativos de movimentação da conta de poupança evidenciarão ao titular da conta, de modo claro, preciso e de fácil entendimento, os saldos segregados”, afirma o texto da medida provisória.

Ainda de acordo com o texto, “a instituição financeira deverá disponibilizar o primeiro demonstrativo no prazo de até 30 dias contado da data de entrada em vigor da medida provisória”.
“As instituições financeiras deverão adotar procedimento interno que assegure remuneração e evolução corretas dos saldos dos depósitos de poupança sob sua responsabilidade, podendo o Banco Central do Brasil requerer, a qualquer momento, informações sobre o procedimento adotado e sobre a remuneração e evolução dos referidos saldos”, define a medida.

Entenda o que muda:

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