Para os investidores iniciantes muitas vezes surge a dúvida: invistir tudo em uma única aplicação ou diversificar o portfólio? Especialistas da área têm opiniões diferentes na hora de responder a questão.

“O problema de diversificar com pouco dinheiro é a baixa rentabilidade. O melhor para quem tem pouco dinheiro é concentrar em uma aplicação, para acumular dinheiro e conseguir chegar em um investimento melhor”, defende o especialista da MoneyFit, Antônio De Julio.

Para quem está começando e ainda não dispõe de um valor alto para aplicar, a sugestão do especialista é investir em um título do Tesouro Direto e deixar, no mínimo, por 6 meses por causa dos custos envolvidos. Os papéis são emitidos com objetivo de financiar as dívidas do governo e são considerados de baixíssimo risco, o que é excelente para um investidor iniciante que está concentrando todos os recursos em um único lugar.

As chances de um governo “quebrar” e não honrar os seus pagamentos até existem, mas são muito pequenos – é muito mais fácil que isso aconteça com uma instituição financeira, por exemplo. Por isso, para quem vai colocar todo o dinheiro em uma única “cesta”, o Tesouro Direto aparece como uma das melhores alternativas, tanto pelo baixo risco de crédito, quanto pela rentabilidade atrativa.

Contraponto
Já o professor de economia da PUC (Pontifícia Universidade Católica), Waldomiro Piedade, tem opinião diferente. Para ele, o recomendável é diversificar, mesmo que você ainda esteja começando e tenha pouco dinheiro disponível para aplicar.

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A grande justificativa das pessoas que dizem que “precisam” das sacolinhas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo? Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório).

Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (absorventes, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí.

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As obras da Torre Panorâmica do Caminho Niemeyer serão iniciadas ainda este ano, é o que garante a Secretaria de Estado de Obras (Seobras), responsável pela licitação do serviço.

Anunciado para o fim de setembro do ano passado, o edital de concorrência já sofreu adiamentos, contudo, a Seobras divulgou nota destacando o fato da proposta ter sido lançada em 2010 “para elaboração de projeto executivo e execução das obras, com parte dos recursos proveniente de convênio firmado com o Ministério do Turismo”, por meio do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), porém, “o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) apenas a liberou em 15 de julho de 2011”.

“O processo de licitação foi finalizado em 30 de novembro daquele ano. No entanto, (…) foi suspenso temporariamente devido ao cancelamento do convênio por parte do Ministério do Turismo, por conta do decreto de cancelamento de restos a pagar editado pelo governo federal”, detalhou a assessoria da Seobras. “A fim de substituir a fonte de recursos anteriormente prevista, o Governo do Estado enquadrou as obras da Torre Panorâmica do Caminho Niemeyer entre os empreendimentos previstos no empréstimo efetivado, recentemente, junto ao Banco do Brasil no Programa Pró-Cidades”, acrescentou a secretaria.

O projeto conta com um orçamento de, aproximadamente, R$ 20 milhões e, após iniciadas as obras, a estrutura ficaria pronta em até seis meses. Projetada por Oscar Niemeyer, a Torre Panorâmica terá 80 metros de altura, com visão de 360 graus. Considerada um dos ícones do Caminho Niemeyer, terá no seu topo um restaurante e um bar.

Fonte: O Fluminense

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Quem prepara refeições sabe que eletrodomésticos como micro-ondas, geladeira e fogão precisam ser de fácil acesso na cozinha. Por isso, na hora de instalar os aparelhos o ideal é pensar no local da bancada de trabalho e mantê-los próximos.

Uma das opções que garantem a funcionalidade na cozinha é criar uma “torre de aquecimento” – com micro-ondas e forno elétrico empilhados na parede. Quanto à posição, a melhor saída é colocar a torre na parte de trás da bancada (do lado oposto ao da pia).

Para quem prepara os alimentos em cozinhas gourmet também é possível recorrer ao micro-ondas de “gaveta” e embutir o aparelho na bancada central. O importante antes de comprar o eletrodoméstico é observar a quantidade de espaço disponível e a frequência de uso para escolher sua capacidade.

Além do lugar, também é necessário escolher a altura adequada para instalar o micro-ondas. Segundo Perín, o indicado é coloca-lo na altura dos olhos, permitindo total visualização do que será preparado. Também pode ser uma alternativa posicionar o eletrodoméstico na direção do eixo da bancada.

Fonte: Delas

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A taxa média de juros cobrada pelos bancos no cheque especial teve uma pequena queda em agosto, segundo levantamento divulgado pela Fundação Procon-SP. De 8,05% ao mês em julho, os juros recuaram para 8,03% este mês.

O Procon também apontou queda no juro médio do empréstimo pessoal, de 5,42% ao mês em julho para 5,39% em agosto.

Dos sete bancos pesquisados, quatro baixaram as taxas do empréstimo pessoal e quatro baixaram as taxas do cheque especial. “As reduções, no entanto, não foram muito expressivas”, diz a nota do Procon. A pesquisa foi feita no dia 2 de agosto.

Fonte: G1

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Apesar da poeira e da bagunça, reformas podem valorizar um imóvel e facilitar sua venda. “Uma reforma, a princípio, sempre valoriza o imóvel”, explica Rodrigo Marcondes Ferraz, arquiteto e sócio do escritório FGMF. Porém, alguns cuidados na hora de fazer modificações são essenciais para garantir o sucesso da obra.

A princípio, é importante avaliar o valor de venda e o valor de uso do imóvel. Se a intenção é reformar a casa para vendê-la logo em seguida, os ajustes a serem feitos devem ser mais superficiais, afim de garantir um visual bonito e atrativo para possíveis compradores, gastando o menor valor possível. “O indicado é fazer um pré-orçamento e consultar um avaliador imobiliário para ter o valor de mercado sem a reforma e o valor depois de reformado. Se o valor de mercado do imóvel, somado ao investimento na reforma, for até 20% menor do que o valor que atingirá reformado, encarar a obra é um ótimo negócio”, garante a arquiteta Samira Jarouche.

Porém, tão importante quanto o valor de venda, é o valor de uso do imóvel. “Se a intenção é habitar no apartamento por 20 anos, por exemplo, é claro que qualquer modificação que aumente o conforto do usuário é bem-vinda e vale a pena. Mesmo que signifique alguma desvalorização”, explica Ferraz.

Além de colocar na balança o valor de venda e de uso, vale lembrar que, ao reformar, o gosto pessoal é o que guia a obra. Isso pode desvalorizar um imóvel, caso o comprador não tenha o mesmo gosto que você. Por isso, a designer de interiores Adriana Scartaris recomenda optar sempre pelo o que é mais “clean”. “Para tornar o imóvel mais atrativo é indicado especificar revestimentos básicos e de boa qualidade, como cerâmicas, porcelanatos e granitos neutros, sem muita informação.”

Priorize e pense em soluções reversíveis

Uma dica importante antes de começar o quebra-quebra é criar soluções flexíveis, que podem ser revertidas facilmente no futuro. “Se o projeto for bem pensado, bastará construir uma parede de gesso acartonado no momento da venda para formar novamente um quarto perdido ou ainda isolar a cozinha da sala, por exemplo. Assim, o imóvel tem chance de agradar a vários potenciais compradores”, garante Ferraz.

A reforma também não precisa ser total para melhorar o estado do imóvel. De acordo com o arquiteto e designer de interiores Fábio Galeazzo, setorizar a reforma é importante para priorizar o que realmente necessita reparos. “É importante um olhar mais afinado para separar a reforma em três partes: entender o que precisa de mudança total, como encanamentos; o que pode ser restaurado, como pintura de paredes; para só então entrar com o que é realmente novo, como janelas ou lareira”, exemplifica Galeazzo.

Apostar no estilo contemporâneo de arquitetura também é apontado pelos especialistas como um fator positivo, que pode valorizar o imóvel e agradar um maior número de futuros interessados. Segundo Ferraz, buscar estilos arquitetônicos de épocas passadas provavelmente desvalorizará o imóvel.

Porém, de acordo com Samira Jarouche, pesquisar a região em que o imóvel está localizado e adaptá-lo de acordo com isso também pode ser um trunfo. “Por exemplo, se a região tiver vocação para complexos de escritórios pode ser bem interessante reformar uma casa mudando o estilo arquitetônico para um loft.”

Outro ponto apontado como certeiro na hora de valorizar um imóvel através de uma reforma é ampliar e melhorar a área de lazer da casa. “Em uma cidade caótica, hostil e tão desprovida de espaços públicos livres, como São Paulo, os espaços externos privados são quase que oásis urbanos e, portanto, muito valorizados”, afirma Ferraz.

Fonte: IG

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Organizando o processo de lavagem de roupas, você aumenta a vida útil da sua lavadora, economiza energia e ainda garante um melhor resultado na limpeza e conservação das peças.

Carregando a máquina:

• O excesso de peças colocadas na máquina de lavar aumenta o atrito entre elas, ocasionando desbotamento e desgaste do tecido. Recomendamos não utilizar a capacidade total da máquina de lavar.
• Não colocar as peças dobradas na máquina de lavar. Os locais das dobras sofrem maior atrito, aumentando o desgaste do tecido e o desdobramento nestas áreas.
• Separar a roupa a ser lavada pela tonalidade e intensidade das cores das peças. Este cuidado evita manchas e mantém as cores mais brilhantes e bonitas.
• Não lavar os artigos de tecido algodão/poliéster com artigos de tecido 100% algodão. O atrito entre estes tecidos provoca a formação de bolinhas (pilling). Em caso de bolinhas, existem escovas tira-bolinhas, própria para a situação.
• Lavar cortinas separadamente de outros artigos, retire os puxadores antes de lavar.

Para lavar roupas delicadas, utilize redes protetoras. Coloque as roupas dentro da rede antes de colocá-las na máquina.

Ao lavar tênis, não o misture com as roupas. E para protegê-los, use capas para lavagem de tênis.

Na hora de lavar:

• Lavar em temperatura de no máximo 60ºC. Quanto menor a temperatura, maior a durabilidade do produto.
• Não usar excesso de sabão em pó e amaciante. O excesso destes produtos pode provocar manchas, desbotamento e perda do poder de absorção das toalhas.
• Não usar produtos que contenham cloro (por ex: água sanitária) pois estes produtos causam a destruição dos corantes – manchas brancas; enfraquecimento do tecido – apodrecimento da fibra de algodão; destruição dos branqueadores – causando amarelamento.
• Ao usar qualquer produto de limpeza, além do sabão e amaciante, testar a resistência das cores em uma pequena área, antes de aplicar o produto sobre o tecido (por ex: pré-lavagem).
• Lavar as peças de cores escuras ou com combinação de cores contrastantes com água em abundância, para garantir a eliminação do excesso de corantes que se desprendem normalmente nas primeiras lavagens.
• Não deixar os artigos de molho por tempo prolongado, para evitar a perda do brilho das cores.
• Para as peças com cores contrastantes, recomendamos acrescentar sal no último enxágüe e se extrair o máximo de água após a lavagem. Isto evita a migração da cor mais escura para a mais clara enquanto as peças estão no varal.
• Se os artigos lavados apresentarem manchas devido a migração de cores, lave-os com água morna em abundância, seguido de um enxágüe a frio, com sal.
• Ao lavar no tanque, evite usar escovas ou qualquer material que possa desgastar o tecido ou provocar o desbotamento das cores.

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Quase a metade do valor pago em alguns itens básicos de material escolar é composta pela carga tributária, segundo pesquisa divulgada pela empresa de consultoria e auditoria BDO Brazil nesta segunda-feira (13).

A lista é encabeçada pela caneta esferográfica, com alíquota de 47,25%, seguida pela régua, agenda escolar e fichário, cujos tributos representam 42,25% do valor de mercado.

Outros produtos como mochila e papel sulfite apresentam 37,25% e 32,25% de tributos, respectivamente. Itens como cola líquida e lápis vêm em seguida, com 27,25%.

Fonte: G1

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A CCR Barcas desistiu, na manhã desta segunda-feira, de estender para todas as linhas do grupo a taxa cobrada por transporte de bagagem adotada na travessia do Rio para a Ilha de Paquetá.

Em nota divulgada pela concessionária, “a cobrança de tarifa para o transporte de cargas e bagagens não será alterada e que as recentes mudanças não serão efetivadas”.

“Deixamos claro, também, que está suspensa, até aviso em contrário, a proibição do transporte de cargas e bagagens para Paquetá durante os fins de semana. Os procedimentos de cobrança continuarão sendo os mesmos adotados desde o período anterior a concessão, na época da CONERJ”, revela o comunicado.

Fonte: O Fluminense

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