Foi aprovada em segundo turno no Senado, na terça-feira (26), a proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC das Domésticas, que amplia direitos das empregadas domésticas. O texto já foi aprovado pela Câmara, e só precisa ser promulgado pelo Congresso para começar a valer.

Entre os direitos garantidos pela PEC, estão o recebimento de horas extras e ao FGTS – cálculos que podem confundir o empregador. Por isso, é importante entender o que muda também no seu bolso. Para isso, você pode acessar uma calculadora para ajudar a fazer as contas dos gastos com empregados domésticos clicando na imagem abaixo.

 

Fonte: G1

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Cancele todas as autorizações de débito automático e confira se os cheques que você emitiu já foram compensados. Caso isso ainda não tenha ocorrido, será necessário deixar o saldo na conta com valor suficiente para cobri-los.

Solicite ao banco o fechamento de sua conta corrente. Faça por escrito. Devolva ao banco todos os talões de cheque e os cartões. O banco deverá confirmar o encerramento de sua conta em 30 dias, também por escrito.

Segundo o Procon-SP, o cliente pode solicitar o encerramento da conta corrente mesmo estando com o saldo negativo ou tendo dívidas de cheque especial. Com a conta inativa, o consumidor não paga as tarifas mensais de manutenção. Nesse caso é necessário fazer um acordo formal com o banco para que as suas dívidas sejam pagas de outra forma, sem que a conta fique aberta.

Fonte: Uol

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Foi aprovada em primeiro turno no Senado, na terça-feira (19), a proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC das Domésticas, que amplia direitos das empregadas domésticas. O texto, já aprovado na Câmara, ainda precisa de aprovação em segundo turno pelos senadores. A votação está marcada para a próxima terça (26).
Confira a lisa dos Direitos previsto na PEC das Domésticas e algumas perguntas:

Quais trabalhadores são afetados no texto da PEC?
A PEC afeta qualquer trabalhador contratado para trabalhar para uma pessoa física ou família em um ambiente residencial e familiar com vínculo a partir de três dias por semana. Entre eles, estão profissionais responsáveis pela limpeza da residência, lavadeiras, passadeiras, babás, cozinheiras, jardineiros, caseiros de residências na zona urbana e rural, motoristas particulares e até pilotos de aviões particulares.

O que o texto prevê?
A PEC prevê a extensão, aos empregados domésticos, da maioria dos direitos já previstos atualmente aos demais trabalhadores registrados com carteira assinada (em regime CLT). Esses direitos são listados atualmente no artigo 7º da Constituição Federal.

Quais direitos já são garantidos atualmente aos empregados domésticos?
Receber, ao menos, um salário mínimo ao mês; integração à Previdência Social (por meio do recolhimento do INSS); um dia de repouso remunerado (folga) por semana, preferencialmente aos domingos; férias anuais remuneradas; 13ª salário; aposentadoria; irredutibilidade dos salários (eles não podem ter o salário reduzido, a não ser que isso seja acordado em convenções ou acordos coletivos) e licença gestante e licença-paternidade e aviso prévio. O recolhimento do FGTS por parte do patrão atualmente é facultativo.

Quer enviar a sua pergunta ou conferir mais respostas? Clique aqui.

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A mudança brusca no tempo e as variações constantes de temperatura, podem deixar algumas pessoas mais vulneráveis ao vírus da gripe. Nos últimos dias, por exemplo, o Estado registrou frio, chuva e elevação das temperaturas.

E nessa época é importante redobrar o cuidado com a saúde, principalmente nesses dias de alternância entre baixas e altas temperaturas, já que nas mudanças bruscas do tempo, as pessoas se expõem mais e ficam mais suscetíveis às doenças de inverno, entre elas a gripe.

Abaixo, confira sete dicas para evitar a exposição a doenças nos dias de outono:

— Evitar aglomerações em locais fechados. Nos ônibus, por exemplo, o ideal é não circular com as janelas totalmente fechadas

— Lavar com frequência as mãos com água e sabão

— Cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar

— Não compartilhar objetos de uso pessoal

— Evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies

— Manter hábitos saudáveis de alimentação

— Procurar um médico logo que aparecerem sintomas como tosse, febre ou dores no corpo.

Fonte: Click RBS

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A poupança, devido à simplicidade e ao rendimento garantido, não possui substitutos perfeitos no universo das aplicações financeiras. As três aplicações citadas abaixo estão entre os produtos que mais se aproximam das características do investimento mais popular do país.

Embora ofereçam um rendimento melhor, nenhuma dessas aplicações aceitam depósitos por prazo indefinido, como a poupança. Trata-se de títulos de crédito, que possuem vencimentos entre poucos meses e quatro anos, na maioria dos casos.

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As roupas pretas são verdadeiros coringas, pois são fáceis de combinar e ainda passam a impressão de afinar o corpo. Por isso elas são presenças certas no guarda-roupa de toda mulher. Mas é preciso estar atenta a alguns cuidados com essas peças.

Veja algumas dicas importantes:

– Utilize desodorantes específicos para roupas pretas. Isso ajuda a evitar aquelas manchas indesejáveis nas axilas. E lembre-se de sempre esperar secar antes de vestir sua peça.

- Nunca use sabão em pó. Opte pelos sabões líquidos e em pequenas quantidades. Se você utilizar o sabão em pó, poderá ter a desagradável surpresa de tirar sua roupa limpinha da máquina de lavar com manchas brancas.

- Se tiver tempo, vale a pena largar a comodidade da máquina e lavá-las na mão. O atrito causado pela lavadora retira parte do pigmento das roupas, além de provocar o surgimento de bolinhas em alguns tecidos. Não se esqueça de separar peças claras das escuras na hora de lavar e seque sempre à sombra, pois o sol também pode desbotar as roupas.

- Evite pregadores de roupa, que podem causar marcas indesejáveis nas pontas de suas peças favoritas, que podem até não sair mais. Apenas coloque a peça do avesso sobre o varal, sem pregadores.

- Se mesmo tomando todos os cuidados os temidos pelinhos aparecerem, o truque usado tanto por lojas quanto por estilistas é, se a peça não for de tecido fino, enrolar um pedaço de fita adesiva larga na mão com o lado adesivo virado para fora e ir deslizando ao longo da peça.

Fonte: Bolsa de Mulher

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Quem escolhe usar madeira nos pisos da casa logo se inquieta com o surgimento de manchas, trincas e riscos. O problema se torna mais crítico com o passar do tempo, e a dúvida sobre trocar ou restaurar se concretiza. Responder esta questão depende principalmente de aspectos como qualidade, espessura e estado da madeira.

O método da raspagem exige que o revestimento tenha, no mínimo, dois centímetros de espessura. Tamanha restrição se deve porque, durante o tratamento, o piso será raspado por igual e, se estiver muito desgastado, a possibilidade do contrapiso aparecer aumenta. Desse modo, caso a madeira maciça tenha sofrido três restaurações, o processo ficará inviável. O cuidado deve ser ainda maior em pisos de menor resistência , já que aguentam somente duas manutenções.

A raspagem desaparece com os riscos e, a aplicação de novas camadas de verniz renova o visual. Revestimentos em madeira costumam durar, em ambientes de circulação média de pessoas, cerca de 10 anos. Após o tratamento com verniz, seu tempo de vida é reestabelecido. Outra vantagem do processo é a conservação da história da casa, uma vez que madeiras de boa qualidade ganham status de raras e valorizam o imóvel.

Fazer uma análise do custo x benefício antes de optar pela restauração do material também é importante. O preço da instalação dos pisos de madeira varia conforme o modelo (taco, taco palito e assoalho) e a qualidade. O metro quadrado das madeiras mais resistentes (como ipê, jatobá e cumaru) custa, em média, R$ 300; já o das intermediárias (peroba e tauari) tem custo de R$ 260, e o das macias (amêndula, eucalipto e teca) gira em torno de R$ 220.

É também nesse momento que a raspagem se torna vantajosa , além do aspecto de preservação de árvores, pois seu valor médio é de R$ 50 (por metro quadrado). Um dos inconvenientes do tratamento é a necessidade de aguardar até 30 dias para ficar pronto. Alguns pisos com estética de madeira (estruturados e laminados), no entanto, não suportam raspagens e, quando gastos, devem ser substituídos.

Os estruturados possuem somente uma camada de quatro milímetros de madeira nobre, sendo o restante material reflorestado, e custam R$ 180 (o m²). Os laminados são ainda mais baratos e seu metro quadrado chega a R$ 60. Uma saída intermediária para quem deseja apostar no visual de madeira , sem gastar muito com manutenção, é investir em pisos de linha pronta. A vantagem desta opção – vendida por R$ 290 (o m²) – é substituir somente as peças danificadas, uma vez que o verniz já vem aplicado.

Veja ainda como preservar a beleza dos pisos de madeira por mais tempo:

– Evite usar saltos finos em locais com madeira macia, pois acabam deixando marcas irreversíveis;
– Envolva os pés de móveis e rodízios de cadeiras com capas de gel para não riscarem o piso;
– Faça uma aplicação de verniz a cada 15 dias, garantindo melhor acabamento estético;
– Limpe o revestimento com uma vassoura de cerdas macias e um pano úmido bem torcido;
– Deixe um capacho na entrada da porta para reter grãos de areia vindos da rua;
– Não arraste os móveis pela casa;
– Tenha cuidado com líquidos derramados sobre o piso. Seque rapidamente;
– Evite usar produtos químicos como alvejantes e detergentes, porque desgastam o verniz do material;
– Se possível, modere a intensidade dos raios solares sobre o piso, evitando deformações físicas na madeira e alterações de cor.

Fonte: Delas

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Os impostos podem representar mais de 50% do preço dos principais produtos de páscoa, aponta estudo divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).


Segundo o IBPT, os impostos mais pesados estão embutidos nos prçeos do bacalhau importado (43,78%) e do vinho, cuja tributação chega a 54,73%

Nos ovos de Páscoa, a carga tributária é de 38,53%. No caso dos bombons, é 37,61% do preço vai para os cofres federais, estaduais e municipais. Aqueles que optarem pela compra de uma barra de chocolate, irão se deparar com uma carga tributária de 38,60%.

Na colomba pascal, os tributos representam 38,68% do preço, no papel celofane, 34,48%, e no coelho de pelúcia, 29,92%
“As famílias brasileiras poderiam consumir mais e melhor na Páscoa se não fossem atacadas pelos altos tributos embutidos nos preços dos produtos”, afirma o IBPT, em comunicado.

“No Brasil, pagamos muitos tributos sem nos dar conta, uma vez que esses valores estão embutidos no preço final dos produtos”, afirma João Eloi Olenike, presidente IBPT.

“O peso excessivo dos impostos sobre o consumo provoca uma tributação proporcionalmente maior das camadas de menor renda. Esperamos que as desonerações de impostos que vêm sendo concedidas sejam compensadas por reduções de gastos equivalentes”, disse Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo, que administra o Impostômetro.

Fonte: G1

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Uma das máximas mais difundidas no mundo dos negócios diz que o cliente tem sempre razão. A legislação que dita os direitos dos consumidores e alguns entendimentos da Justiça, no entanto, têm mostrado que essa afirmação nem sempre é verdadeira.

Exigir a troca de uma roupa só porque ela não serviu ou o presenteado não gostou, por exemplo, é uma prática baseada num direito que não existe. O Código de Defesa do Consumidor não obriga as lojas a fazerem a troca em casos assim

TROCA DE PRESENTES – A lei diz que o lojista só é obrigado a trocar se o produto tiver defeito. A exceção é para compras feitas pela internet ou por telefone, que podem ser devolvidas, seja qual for o motivo, em até sete dias.

TROCA IMEDIATA DE PRODUTO COM DEFEITO – O fabricante não é obrigado a fazer a troca imediata de um produto com defeito. A empresa tem um prazo de 30 dias para resolver o problema. Só depois é que o cliente pode exigir a troca, a devolução do dinheiro ou um abatimento no preço. A troca imediata só precisa ser feita se o defeito afetar uma parte essencial do produto (se for no motor do carro, por exemplo).

COMPRA DE PRODUTO POR PREÇO IRRISÓRIO – De maneira geral, a loja é obrigada a vender o produto pelo preço anunciado. Mas a Justiça tem dado ganho de causa para as empresas nos casos em que se constata a má-fé do consumidor. Muita gente já tentou se aproveitar, por exemplo, de erros cometidos por lojas virtuais, que anunciaram sem querer preços bem abaixo do real.

PAGAR COMPRA COM CHEQUE EM TODAS AS LOJAS – Não existe nenhuma lei que obrigue o lojista a aceitar cheque como forma de pagamento. Se o comerciante optar por não aceitar, porém, precisa deixar a informação clara. Além disso, a restrição deve valer para todas as situações. O lojista não pode, por exemplo, aceitar pagamento com cheque só a partir de determinado valor.

RECLAMAR NO PROCON DE COMPRAS FEITAS DE PESSOA FÍSICA – Quem compra um carro de outra pessoa e tem problemas não pode lançar mão do Código de Defesa do Consumidor ou reclamar no Procon. Isso porque essa não é uma relação de consumo. A pessoa pode reclamar, nesse caso, na Justiça comum, com base no Código Civil.

ISENÇÃO DA ASSINATURA DO TELEFONE FIXO – A cobrança da assinatura do telefone fixo é motivo de diversas ações na Justiça, muitas movidas por órgãos de defesa do consumidor. Mas, apesar de não existir uma legislação clara sobre o assunto, o entendimento que tem sido firmado nos tribunais é que a cobrança pode ser feita enquanto não houver decisão final sobre o tema

Fonte: UOL

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Os consumidores de ovos de chocolate durante o período da Páscoa vão encontrar um produto mais caro, de tamanho menor e com baixo estoque nas lojas. A avaliação é do professor de varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Daniel Plá.

As grandes redes estão com um cuidado para que não sobrem ovos mais caros, que são os maiores, porque houve um aumento grande no preço dos ovos de Páscoa. Os fabricantes repassaram o aumento de custos e ainda colocaram um pouco mais em cima disso. Então, isso está criando essa anomalia no mercado”, disse.

Segundo o professor, ao mesmo tempo em que a nova classe média está comprando mais ovos de menor peso, as pessoas de maior renda estão adquirindo ovos menores para presentear na data.

A Páscoa constitui a segunda melhor data para a indústria de chocolate no Brasil, suplantando inclusive o Dia dos Namorados, declarou Daniel Plá. “É o grande natal da indústria dos chocolates e as grandes redes já têm pedidos dos lojistas há mais de três meses”.

Segundo o professor da FGV, os ovos mais caros são os que custavam no ano passado em torno de R$ 20, R$ 30 e R$ 40. Na Páscoa deste ano, esses ovos terão os preços ampliados para R$ 22 a R$ 23, R$ 35 e R$ 45, respectivamente. Do mesmo modo, os ovos menores, cujo preço variava entre R$ 3 e R$ 5 em 2012, sofrerão aumentos na mesma proporção.

Considerando os ovos acima de R$ 20, ele acrescentou que a previsão dos comerciantes é queda nas vendas. “Por isso, eles compraram menos. Há probabilidade de faltar ovos grandes porque os comerciantes estocaram pouco. Eles não querem que tenha sobras, para evitar prejuízo. Os comerciantes não querem correr esse risco”.

Por essa razão, Daniel Plá estimou que é preferível haver falta de ovos grandes e maior venda de ovos de menor tamanho. A situação de mercado que se apresenta para os consumidores é ter preços maiores e redução do tamanho dos ovos, ressaltou.

Fonte: Uol

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