O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, porque é usados para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, acelerou 0,75% em junho, depois de não ter variado em maio. Em junho de 2012, a variação foi de 0,66%. No ano, até junho, o índice acumula alta de 1,74% e, em 12 meses, de 6,31%.

Usado no cálculo do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), conhecido como a inflação do atacado,  variou 0,68%, contra queda de 0,30% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), chamado de inflação no varejo, registrou variação de 0,39%, em junho, ante 0,33%, em maio. O  principal destaque partiu da variação de preços do grupo habitação (de 0,22% para 0,64%), com a maior influência partindo do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -1,20% para 0,08%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também integrante do cálculo do IGP-M, registrou em junho, variação de 1,96%, acima do resultado de maio, de 1,24%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,58%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,56%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 3,24%. Na apuração referente ao mês anterior, o índice variou 1,88%.

Fonte: G1

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Você já parou para pensar no que faria se por acaso passasse por alguma emergência? Não que vá ajudar muito no caso de o mundo acabar, mas é sempre bom colocar algumas ações preventivas em prática para desastres menores.

Por exemplo, você sabe o que sua família deve fazer caso:

  • A casa ou o prédio pegue fogo?
  • Sua rua ou casa seja inundada?
  • Algum parente passe mal, engasgue, tenha um ataque epilético, convulsão ou uma parada cardíaca?
  • Sua casa esteja em rota de furacões e tornados? (temos leitores fora do Brasil <3)
  • Uma grande epidemia assole a população e vocês precisem ficar isolados (conspiração!)
  • Ou simplesmente acabe a luz?

Como se preparar para emergências de qualquer tipo

1. Deixe perto do telefone uma lista com os principais contatos da família, dos amigos, do trabalho e de alguém que more perto de vocês. Lembre-se de ter também os números de emergência (bombeiros, polícia, ambulância). Vale a pena ter um modelo de telefone convencional, em vez dos eletrônicos, para não ficar sem linha caso acabe a luz. Celulares funcionam, mas as redes podem ficar congestionadas em caso de pane geral. Ensine as crianças como, quando e para quem ligar para pedir socorro.

2. Tenha uma caixa de emergência guardada em um local estratégico de casa. Guarde lá: garrafas de água, alimentos não-perecíveis, rádio de pilha com pilhas a mais, lanterna com pilhas a mais, kit de primeiros socorros e medicamentos básicos. O bom de deixar em uma única caixa é que é só pegá-la rapidamente para ter tudo em mãos. Troque os alimentos e as águas a cada seis meses.

3. Faça um curso de primeiros socorros. Se não puder, procure se informar bem sobre o assunto, de modo que saiba o que fazer em todos os casos.

4. Leia sobre possíveis desastres para saber como aconteceram e como as pessoas lidaram com eles.

5. Prepare a sua casa de acordo com as condições e riscos regionais. Em qualquer região, vale a pena instalar detectores de fumaça (troque as baterias uma vez por ano). Faça uma vistoria na sua casa procurando riscos possíveis e providencie soluções assim que puder. Verifique quais as saídas de emergência e descubra os lugares mais seguros na sua casa para cada tipo de emergência.

O que fazer em caso de emergência

1. Mantenha a calma. Alguém precisa pensar. Lembre-se do que você já fez antes e ponha seu plano em ação.

2. Se houver pessoas machucadas, aplique os primeiros socorros e procure ajuda.

3. Ligue o rádio para saber mais informações. Siga as instruções para emergências.

4. Use lanternas. Não corra o risco de ligar fósforos e causar uma explosão em caso de vazamento de gás. Se suspeitar de vazamentos no geral, feche os registros.

5. Limpe tudo o que estiver derramado que for tóxico (remédios, produtos de limpeza, gasolina, entre outros).

6. Verifique se há abalos na construção (rachaduras, fumaça, vazamentos).

7. Prepare-se para evacuar sua família. Fale com os seus contatos.

8. Fique longe de fios que caíram.

9. Verifique a situação dos vizinhos, especialmente os idosos, com crianças pequenas e bichos de estimação.

10. Prenda ou isole seus animais, para que nada aconteça com eles.

Você tem um plano de emergência? Ficou um pouco preocupada(o) por não ter um? Então providencie! Nunca sabemos quando pode acontecer com a gente ou com as pessoas que amamos.

Fonte: Vida Organizada 

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Antes, a indústria de colchões dizia para você trocar o seu colchão a cada 8 a 10 anos e, ultimamente, dizem para trocar a cada 5 a 7 anos. Você é quem melhor decide qual a hora de trocar seu colchão nessa escala de tempo. Sua decisão deve ser baseada principalmente no seu conforto, mas pense em outros aspectos também.

Condição do seu colchão

Se seu colchão parece velho, ele provavelmente está velho e deve ser trocado. Se ele tiver alguma depressão ou se dobrar no meio ou nos lados, está velho. Quando você se senta no lado da cama, seu colchão amassa ou te suporta? Se amassar, ou se você sentir as molas quando deitar ou se ver as molas saindo para fora do colchão, existem sinais para trocá-lo. Qualquer rangido ou instabilidade quando você se vira na cama é um sinal de que deve ser comprado um novo colchão.

Mudanças no seu estilo de vida

Algumas vezes, uma mudança de estilo de vida pode garantir a compra de um novo colchão. Você pode começar a dormir mais ou menos. Você pode ter começado a sentar na cama para ler ou trabalhar em um laptop. Se são duas pessoas usando o colchão, leve em conta quaisquer mudanças no estilo de vida do seu parceiro que podem acelerar a troca do colchão. Mudar-se também pode desgastar o colchão e diminuir sua vida útil.

Mudanças no seu corpo

Nossos corpos mudam com o tempo, e isso afeta a longevidade do seu colchão. Se você ganhou ou perdeu peso, isso pode aumentar ou diminuir o tempo no qual seu colchão te suportará apropriadamente. Gravidez também desgasta o colchão, assim como crianças pulando na cama. Algumas vezes, nossos corpos nos dizem quando é hora de trocar o colchão. Seus braços não devem “dormir” ou formigar durante a noite. Se você está com dor nas costas, pode ser culpa de um colchão velho.

Seu conforto

ocê não deve procurar um ponto confortável no colchão antes de ir dormir. Mais importante que isso, você deve acordar sentindo que teve uma boa noite de sono. Mesmo se não houver nenhum dos avisos que dizem que é hora de trocar o seu colchão, você pode se surpreender com o conforto de um novo. Você pode preferir um colchão mais mole ou duro que o último que comprou.

Dicas

Vire o seu colchão frequentemente para aumentar a sua vida útil. Quando fizer isso e quando trocar seus lençóis, olhe bem seu colchão e avalie a sua condição. Também olhe a sua cama. Quando trocar seu colchão, você também pode querer uma cama nova.

Fonte: eHow

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É difícil encontrar quem goste de limpar o banheiro. Na hora da tarefa, as desculpas sempre aparecem e a limpeza acaba sendo adiada.

Porém, por ser um ambiente destinado à higiene pessoal, o banheiro precisa estar sempre muito bem limpo e arejado. E deixá-lo brilhando não é tarefa fácil, já que este é o local da casa que mais concentra sujeira e possíveis focos de contaminação.

Confira a dica e faça o mesmo.

1- Em um cesto organizador de produtos de limpeza coloque panos de chão, bucha, álcool líquido, removedor sem cheiro, desinfetante e sabão em pó

2- Retire todas as toalhas e tapetes e reúna em uma bacia os objetos pequenos que possam estar soltos em cima da pia

3- Passe um pano com removedor sem cheiro no boxe e nos azulejos . Em seguida, passe um pano seco para tirar o excesso do produto

4- Nos espelhos , faça o mesmo. A alternativa é dar uma borrifada bem leve de limpa-vidros e tirar o excesso com o pano seco

5- Misture água e sabão em pó e limpe a parte interna da pia com uma bucha. Para enxaguar, jogue água da torneira . Em seguida, seque a parte externa da pia e a torneira com um pano seco

6- Limpe o vaso sanitário internamente com a ajuda de uma escova com a cabeça arredondada e depois jogue desinfetante. Higienize os dois lados do assento sanitário com álcool

7- Passe dois panos úmidos no chão. Com o primeiro, junte e retire os fios de cabelo e sujeiras diversas. Já o segundo deverá ser umedecido em água misturada com uma tampa pequena de desinfetante para finalizar a limpeza

8- Coloque no lugar todas as toalhas , tapetes e objetos

Fonte: Delas

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Claro que, para alugar um imóvel, o consumidor deve procurar uma faixa de valor que caiba no orçamento familiar. Mas o importante é que ele não deve só pensar no valor do aluguel em si. É preciso incluir também nessa conta o condomínio e as taxas, como o IPTU.

O recomendado é que o total não seja superior a 30% da renda mensal da família. Hoje o custo do aluguel residencial varia de 0,4% a 0,8% do valor do imóvel.

Vários fatores influenciam no preço dos aluguéis: localização, estado de conservação, proximidade de transporte público, mercado imobiliário aquecido e, principalmente, a relação entre oferta e procura.

É preciso pesquisar preços do aluguel em imóveis na região de interesse
O futuro inquilino deve negociar e pedir desconto. Segundo Mark Turnbull, diretor de Gestão Patrimonial e Locação do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a negociação também é importante na hora de renovar o contrato de locação.

“Os proprietários podem até querer cobrar mais, mas o inquilino deve mostrar que manter um bom pagador com um reajuste que esteja de acordo com as duas partes pode ser um bom negócio”, diz Turnbull.

Fazer uma inspeção e checar as condições físicas do imóvel também é necessário. Verifique paredes, instalação hidráulica e elétrica. Todas as características do imóvel devem ser anotadas na vistoria quando o contrato de locação é assinado.

Também visite a vizinhança para saber se o imóvel está bem localizado com serviços, comércio e transportes por perto.

Na avaliação de analistas, os aluguéis têm sido reajustados dentro da realidade. “Os mercados de compra e venda de usados e de locação são dinâmicos, sujeitos a oscilações bruscas de um mês para outro, mas no médio e longo prazo se percebe um movimento de ajuste de preços e aluguéis, com a eliminação de exageros e excessos”, diz José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

Segundo pesquisa do Creci-SP, divulgada em fevereiro, o valor médio dos aluguéis residenciais cobrados no Estado de São Paulo foi de R$ 800. Foram ouvidas, na pesquisa, imobiliárias de 37 cidades do Estado.

Fiador lidera garantias de locação nos imóveis, diz empresa
De acordo com a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, entre as formas de garantia dadas pelos clientes que alugam imóveis residencias na Lello, o fiador é a principal, com 60¨% dos contratos.

O seguro fiança foi escolhido por 25% dos clientes, ocaução por 11%. Cerca de 4% dos contratos têm outras formas de garantia (como carta fiança bancária).

Para alugar um imóvel é preciso ter no mínimo 18 anos. Os documentos básicos para a locação são: RG, CPF, carteira de trabalho, cópia dos três últimos holerites.

Quem é autônomo precisa apresentar comprovantes de renda (ultima declaração do Imposto de Renda), declaração oficial do contador (Decore) e declaração da retirada mensal da firma para a qual presta serviço, com a assinatura reconhecida em cartório.

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Trocar as capas das almofadas, mudar o tipo de iluminação, espalhar vasos com flores… Estes e outros simples cuidados com a decoração podem deixar os ambientes mais aconchegantes, sem demandar muito investimento. Confira uma lista com oito dicas que podem te ajudar a proporcionar esta sensação de conforto em sua casa.

1.    Cores e papel

Uma alternativa para criar a percepção de acolhimento é pintar uma das paredes com uma cor “quente” e terrosa como os tons de vermelhos queimados, vinhos e marrons. Contudo, é preciso atenção na escolha da tonalidade caso o ambiente tenha pouca metragem.

Como alternativa às tintas, existem os mais variados modelos de papéis de parede. Para um ambiente mais “clean”, é recomendável o uso de texturas de tecido como o linho que dá essa impressão de conforto. Mas, se a busca for por fugir da monotonia, para a designer de interiores, Karina Vargas, o ideal são estampas com desenhos listrados ou geométricos.

Todavia, assim como no caso das cores fechadas, diversas estampas podem fazer o cômodo parecer menor. “Se o ambiente for pequeno, use padronagens com desenhos reduzidos e delicados e tente usar cores mais claras. Agora se o espaço for grande, matizes escuros e estampas maiores são permitidas”, aconselha a arquiteta Tatiana Kamogawa, do escritório Archeufficio.

Outros aspectos a serem avaliados, antes de qualquer compra, são o estilo e as dimensões dos móveis e objetos presentes no local, para que a estampa ou o tom escolhido não enfatize ou crie um visual carregado e cansativo.

2.    Moldura da janela

As cortinas são elementos muito usados para se conseguir um cômodo mais acolhedor. Ao escolher o modelo e o tecido considere qual a intensidade de bloqueio da luz natural é a desejada e leve em conta o projeto de decoração como um todo.

A sensação de aconchego pode vir de uma fazenda mais encorpada, como o veludo, linho grosso ou sarja, de tonalidades quentes, ou mesmo de uma gaze de linho colorida, para dar mais leveza e transparência, se este for o efeito esperado.

3.    Fofinhos e felpudos

Assim como as cortinas, as almofadas com desenhos e bordados em relevo, em tecidos como lã, veludo e peles sintéticas tendem a criar sensações agradáveis. Porém, o tipo de pano deve harmonizar com todas as texturas e cores do ambiente e mais: precisa seguir o estilo de vida e os gostos dos moradores. Assim, se você não aprecia o veludo, por exemplo, não use.

No caso dos tapetes, especialmente nos dias mais frios e sobre os pisos cerâmicos ou pedras, o ideal é optar pelos mais felpudos ou de pele sintética. Esses modelos aquecem o ambiente. Como os assoalhos de madeira têm a vantagem de serem mais “quentes”, neste caso, os feitos de tear em lã ou algodão são indicados. “As peças podem ser neutras dependendo do resto da mobília ou bem coloridas se os móveis forem mais básicos”, acrescenta Vargas.

4.    Acessórios

Se a intenção é ter mais aconchego durante o inverno, as mantas e velas aromatizadas podem contribuir para o aquecimento físico e a criação de uma ambientação acolhedora, tanto nos quartos como nas salas. As mantas, em especial as de textura “soft” decoram (e dão cor) os cômodos e, principalmente, tornam mais confortáveis os momentos de preguiça no sofá. As velas, por sua vez, tendem a estabelecer atmosferas calmas e românticas.

5.    Luz amarela

De acordo com Tatiana Kamogawa, uma iluminação indireta é apropriada para se ter um espaço aconchegante. Ainda, para qualquer peça como abajures, pendentes ou lustres, sempre opte por uma luz amarela. “Nunca use luz branca, a não ser que queira um ambiente de escritório ou de farmácia”, salienta a arquiteta.

Agora, se não é possível investir no projeto luminotécnico da casa ou de um cômodo, uma alternativa é trocar as cúpulas das luminárias. Por exemplo, as fabricadas em papel ou de um tecido como o linho são indicadas conseguir essa luz acolhedora.

6.    Flores

Não importa o modelo do vaso (de design moderno, mais romântico, de cristal ou de cerâmica), o que vale mesmo é dispor nos ambientes, sempre que possível, flores ou plantas naturais, porque esses elementos tornam o espaço mais agradável ao olhar e ao olfato. Uma boa dica, porém, é escolher espécies mais adaptadas ao clima do momento e às condições de luz do cômodo.

7.    Roupa de cama

Nos quartos, lençóis de flanela ou com grande número de fios, edredons, cobertores, colchas ou mantas bem macias podem aumentar a percepção de conforto, assim como almofadas e travesseiros rechonchudos. “Coloque tapetes mais felpudos e uma passadeira nas laterais da cama para acordar e pisar no quentinho”, completa Karina Vargas.

8.    Nos banheiros

Em geral, o revestimento frio – de pedra ou cerâmica – é empregado nos banheiros por resistirem bem à ação da água. Como tais elementos tendem a ser pouco acolhedores e bem funcionais, pequenos detalhes entram em cena para aconchegar os usuários: o emprego de materiais como a madeira em bancadas, os tapetes macios e ainda velas aromatizadas ou vasinhos com flores são opções viáveis e baratas.

Fonte: Uol

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  1. Não abra e-mails de ofertas. Não pegue catálogos em lojas.
  2. Em vez de comprar usando cartões ou cheques, use mais dinheiro vivo. Parece que, quando usamos dinheiro, sentimos mais a dorzinha no bolso na hora de comprar e isso nos acende uma luz para economizar mais.
  3. Em vez de dizer que gostaria de guardar $100 todo mês na poupança, transfira $25 por semana. É mais fácil e você não sente tanto.

  4. Compre menos. Pare de comprar coisas durante algum tempo.
  5. Empreste mais as coisas. Você não precisa comprar uma furadeira se alguém puder te emprestar.
  6. Pense em outras formas de renda que você poderia ter, talvez através de um hobbie.
  7. Leia sobre investimentos e veja se são uma boa opção para você, porque podem ser.
  8. Baixe algum aplicativo para registrar seus gastos no celular. Eu uso o Minhas despesas, mas existem vários.
  9. Leve comida de casa para o trabalho.
  10. Procure resolver mais coisas em casa sozinha(o) do que contratando o serviço. De instalar chuveiro novo a pintar a casa.
  11. Pague suas dívidas no início do mês e antes de gastar com qualquer outra coisa.
  12. Cuide mais da sua saúde se alimentando bem, fazendo exercícios regulares e indo com frequência aos médicos fazer check-ups. Se você se cuidar, gastará menos com remédios e tratamentos.
  13. Saia menos. Mesmo os programas gratuitos demandam alguns gastos (transporte, alimentação etc, especialmente com crianças). Sempre que puder fazer um programa caseiro, faça.
  14. Ensine seus filhos sobre economia doméstica e sobre o valor do dinheiro. Explique porque um coleguinha tem um brinquedo que ele não tem, ou uma mochila mais cara.
  15. Doe o que não usa mais para saber de verdade o que tem. Sabendo, você usará mais o que já tem em vez de ter vontade de comprar coisas novas.

São pequenas dicas que podem fazer diferença no seu bolso diariamente.

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Fonte: G1

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O uso de aromatizantes industrializados na forma de aerossóis é nocivo à saúde e ao meio ambiente porque eles contêm substâncias tóxicas, como benzeno, formaldeído e outros compostos orgânicos voláteis, conhecidos como VOCs.

Para evitar o contato com esses produtos, experimente fazer purificadores de ar naturais, feitos a base de ingredientes simples e acessíveis. Acompanhe aqui algumas receitas.

Potpourri apimentado - coloque cerca de trinta gramas de pau de canela, duas pequenas medidas com cravo e pimenta da Jamaica em um saco com fecho dentado. Depois disso, dê uma boa mexida no saco para misturar os ingredientes. Em seguida, retire uma colher de chá do conteúdo da mistura, coloque-a num copo com água e despeje tudo em uma panela. Acenda o fogo baixo e em poucos minutos um aroma delicioso se espalhará pela casa;

Extrato de baunilha - misture algumas gotas de extrato de baunilha em uma xícara com água. Coloque essa mistura em um borrifador e use-o para dissipar os odores desagradáveis em qualquer lugar da casa;

O clássico vinagre - se o seu quarto não tem um cheiro tão bom, tente encher uma pequena tigela com vinagre e deixe-a no meio do aposento. O vinagre ajuda a absorver qualquer mau cheiro que estiver no ambiente.

Lavandas secas - preencha pequenos sacos (que tenham furos) com ramos de lavanda seca e coloque-os em seu banheiro, armários e gavetas. Os saquinhos de chá vazios possuem a mesma utilidade (veja mais aqui sobre como reutilizar os saquinhos do chá).

Maçã e gengibre - reúna fatias de gengibre, suco de limão e um punhado grande de cascas de maçã. Separados esses ingredientes, leve-os a uma panela e cubra-os com água. Após isso, aqueça em fogo alto até que a água comece a ferver. Em seguida, abaixe o fogo e espere toda a água evaporar. Com isso, você terá um aroma agradável em sua casa.

Fonte: Vida Organizada

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A Secretaria da Receita Federal liberou nesta segunda-feira (10), a partir das 9h, as consultas ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2013, ano-base 2012, e a lotes residuais dos anos anteriores. Clique aqui para consultar no site da Receita

 

Ao todo, serão pagos R$ 2,8 bilhões no lote multiexercício, o maior da história, para 1,99 milhão de contribuintes. Até o momento, o maior lote já pago pelo Fisco havia sido em julho do ano passado, no valor de R$ 2,6 bilhões. Do valor total do lote, R$ 2,7 bilhões referem-se ao primeiro lote do IR 2013, englobando 1,96 milhão de contribuintes.

O Fisco informou ainda que R$ 2,24 bilhões em restituições serão pagos para 1,73 milhão de contribuintes com preferência no recebimento dos valores, sendo 1,54 milhão de idosos e 191 mil pessoas com deficiência física, mensal ou moléstia grave.

Consultas e data de pagamento
As consultas podem ser feitas por meio do site da Receita, pelo telefone 146 (opção 3) ou via aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets). Os valores das restituições, por sua vez, poderão ser sacados a partir do dia 17 de junho. Ao todo, são sete lotes de restituição, entre junho e dezembro.

Ordem de recebimento
A Receita estima que o volume de restituições que deverá ser pago em 2013 seja semelhante do do ano passado: cerca de R$ 12 bilhões. Pessoas com mais de 65 anos terão prioridade para receber a restituição do imposto, não importando a forma como a declaração foi feita, assim como deficientes físicos e portadores de doença grave.

Na sequência, deverão ser liberadas as restituições segundo a ordem de envio da declaração à Receita. O órgão lembra que, em qualquer uma das situações, é necessário que não haja pendências, irregularidades, erros ou omissões. Na ocorrência de algum destes casos, a declaração é retida na malha fina para verificação.

Neste ano, foram recebidas 26 milhões de declarações do Imposto de Renda dentro do prazo regulamentar, ou seja, entre o início de março e o final do mês de abril.

Processo de autorregularização
O Fisco lembra que os contribuintes já podem saber se há inconsistências em suas declarações do Imposto de Renda deste ano e se, por isso, caíram na malha fina do Leão, ou seja, se tiveram seu IR retido para verificações.

Essas informações estão disponíveis por meio do extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2013, disponível no portal e-CAC da Receita Federal. Para acessar é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR.

De acordo com a Receita Federal, o acesso ao extrato, por parte dos contribuintes, também permite conferir se as cotas do IRPF estão sendo quitadas corretamente; solicitar, alterar ou cancelar débito automático das quotas, além de identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, entre outros serviços.

Fonte: G1

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