Reformar o sofá é uma alternativa interessante para quem busca mudar o visual da casa sem gastar muito e ainda valorizar a peça do mobiliário. O sucesso da transformação, no entanto, depende da qualidade dos materiais escolhidos e, principalmente, do tapeceiro que fará o serviço. Mas, se você não conhece nenhum profissional de confiança, vale a pena investigar aspectos como o modelo de espuma que será usado, a qualidade do tecido sugerido e as vantagens de fazer uma impermeabilização antes da contratação.

sofá

Nem sempre é preciso trocar a espuma do estofado, já que um material de boa qualidade dura, em média, dez anos. Caso seja necessário, as opções mais comuns no mercado são: flocos, bloco ou pluma sintética. A primeira é a mais barata (custa entre R$ 3,50 a R$ 4,00 o quilo), sendo usada com frequência em almofadas de botão, dada sua maleabilidade. Tal espuma ainda confere uma estética macia, apesar de sofrer deformações com o passar do tempo.

Já o modelo em bloco oferece mais consistência e ergonomia ao móvel. Há espumas de várias densidades à venda e a compra deve ser feita segundo o peso e o conforto desejados. As numerações 28 e 33 são as que proporcionam grande maciez e suportam pesos de até 90 quilos. As espumas mais rígidas – 35, 40 e 50 – funcionam bem em almofadas soltas de assentos, pois evitam desgastes.

A chamada pluma sintética é, na verdade, algodão siliconado. A vantagem desta opção é ter um estofado bem macio e com toque de pena de ganso. Seu preço é equivalente ao do bloco de espuma e chega a R$ 12 o quilo. Outra opção existente no mercado é o enchimento de “mola ensacada”, que vale-se de uma camada de três a quatro centímetros de espuma para revestir as molas. “A maioria dos estofados leva também uma manta protetora como forma de acabamento. Ela traz uniformidade às almofadas e representa um investimento de R$ 80 por jogo de sofá”, afirma Mário Souza de Azevedo, tapeceiro da loja Renovação.

Cada estilo de móvel apresenta medidas específicas, porém, um assento deve ter, no mínimo, 45 cm de altura e 58 cm de profundidade. Já o encosto, 90 cm de altura e 17 cm ou 18 cm de profundidade. O fechamento do contrato deve levar tais medidas em consideração e o trabalho será facilitado com a presença de fotos da peça do mobiliário. Além disso, é importante que o tapeceiro confira de perto as formas exatas do estofado original para evitar possíveis erros.

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Oito em cada dez brasileiros não tem controle total de suas despesas pessoais, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada nesta terça-feira (28).

controle de gastos

O levantamento foi realizado com 656 consumidores de todas as capitais brasileiras, sendo que a margem de erro é de 3,8 pontos percentuais. De acordo com a pesquisa, somente 18% dos entrevistados têm conhecimento total sobre o quanto possuem de renda e de gastos. A maioria (71%) tem apenas “conhecimento parcial” de suas finanças e outros 10% têm “baixo ou nenhum” conhecimento.

Classe social
Os dados do levantamento mostram ainda que não há diferença significativa entre os estratos sociais. Entre os que têm renda domiciliar de até R$ 1.330,00, o conhecimento pleno é de 16%. Somente 15% dos que ganham entre R$ 1.331,00 e R$ 3.140,00 apresentam total conhecimento sobre as próprias contas e, dentre os que têm renda acima de R$ 3.141,00, o percentual sobe um pouco mais, para 23%, segundo o estudo.

Na avaliação da economista do SPC Brasil Luiza Rodrigues, os dados reforçam a ideia de que a educação financeira está ligada ao comportamento e não necessariamente à renda dos indivíduos. “É uma questão de hábito. Mais dinheiro no bolso nem sempre significa melhor comportamento financeiro, incluindo pagamento de contas, uso do crédito e hábito de compras”, avaliou.

Falta de disciplina
Mesmo entre os que sabem pelo menos um pouco sobre suas finanças (controle total ou parcial das contas), há uma parcela significativa (28%) de pessoas que não utiliza um método organizado e faz o controle financeiro apenas “de cabeça”. “É preocupante que um contingente tão expressivo da população não utilize um método sistemático para organizar as próprias contas”, alerta a economista do SPC Brasil.

Quando indagados sobre as dificuldades que enfrentam na hora de fazer o planejamento das contas, a maior parte dos consumidores alegou que a falta de disciplina para registrar todos os gastos (39%) é a principal dificuldade. Outras opções como unir todas as informações (29%), recordar todos os pagamentos que não constam no extrato bancário (28%), falta de tempo (23%) e não saber calcular taxa de juros (11%) também foram citadas pelos entrevistados.

Comportamento de risco
A pesquisa detectou uma série de comportamentos que demonstram a falta de planejamento dos consumidores. Mais de um terço dos brasileiros (36%), segundo os números, admitiram não saber o valor exato das contas que terá de pagar no mês seguinte. Já em relação aos gastos extras, a maioria (57%) também afirma não saber com precisão o quanto terão de desembolsar no próximo mês, fato que dificulta o planejamento e o controle financeiro do próprio orçamento.

Consequência direta da falta de conhecimento sobre as próprias despesas, 36% dos entrevistados afirmaram terem deixado de pagar ou terem pago com atraso alguma conta nos últimos 12 meses. “Faturas de cartão de crédito (31%) e despesas fixas, como água, luz e telefone (28%) se destacam como os principais compromissos que não foram pagos em dia”, informaram o SPC Brasil e a CNDL.

Ainda sobre o comportamento dos entrevistados no pagamento de contas, quatro em cada dez (38%) brasileiros que possuem conta corrente em banco admitem ter entrado pelo menos uma vez no cheque especial nos últimos 12 meses – sendo que 30%, mais de duas vezes. O mesmo se repete entre os têm cartão de crédito. Pelo menos 40% deles já deixaram de pagar a fatura integral no último ano, sendo que 26% são reincidentes e atrasaram mais de duas vezes ao menos.

“O cheque especial e cartão de crédito são as modalidades que cobram os juros mais altos do mercado. O atraso no pagamento dessas contas tem consequências perigosas para o consumidor”, alerta a economia Luiza Rodrigues, do SPC Brasil.

Seis em cada dez (56%) entrevistados pelo SPC Brasil informaram que chegaram ao fim do último mês sem ter conseguido poupar nenhum centavo. Na avaliação dos especialistas do SPC Brasil, a constatação é reflexo da “cultura do imediatismo” que conduz o pensamento de boa parte dos brasileiros. De cada dez entrevistados, 36% admitem que costumam adquirir produtos mesmo não tendo condições de gastar, ainda que eventualmente.

Fonte: G1

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Quando chegam os meses quentes do ano, a primeira coisa que vem à cabeça é como enfrentar os dias e noites abafados, seja na rua, no carro, trabalho ou mesmo em casa. Para driblar o calor excessivo, é comum que as pessoas invistam em aparelhos condicionadores de ar, uma vez que eles deixam o ambiente mais fresco quase imediatamente.

janela aberta

Entretanto, esse eletrodoméstico pode não ser a melhor opção. O alto custo do aparelho, aliado a um gasto maior de energia e aos malefícios que ele causa à saúde pedem que você utilize outras medidas, antes de correr à loja mais próxima para comprar o seu.

1 – Mantenha as cortinas fechadas durante o dia

As cortinas são parceiras importantes para não superaquecer sua casa no verão, isso porque elas bloqueiam a entrada excessiva de luz do sol. É melhor, portanto, mantê-las fechadas, para evitar um mini efeito estufa em casa.

2 – Faça o possível para manter o calor do lado de fora

Que tal investir em algum tipo de filme que possa refletir a luz solar para ser colocado nas janelas? Esse tipo de material vai manter sua casa isolada do calor causado pelos raios solares através da reflexão desses raios.

3 – O ar fresco da noite precisa ser mantido durante o maior tempo possível

À noite, normalmente, o ar costuma não estar tão abafado quanto durante o dia, por isso é fundamental utilizar esse período a seu favor. Quando o sol baixar e a brisa estiver mais fresca, portanto, abra todas as janelas e deixe o ar correr pela casa, fechando-as novamente antes que o dia amanheça e comece a esquentar novamente.

4 – Troque as lâmpadas incandescentes

Há alguns anos já vem se falando sobre as vantagens de trocar as lâmpadas incandescentes – também chamadas de lâmpadas “quentes” – por lâmpadas brancas, ou “frias”. Nos últimos tempos, inclusive, foi lançada no mercado a lâmpada de LED, ainda mais econômica e durável que as lâmpadas brancas convencionais. Essa troca também ajuda a diminuir o calor dentro de ambientes fechados, uma vez que as lâmpadas incandescentes geram muito mais calor que as demais.

5 – Use truques para umidificar o ar interno

Vale tudo para deixar o ar menos “seco”, principalmente na hora de dormir. Utilize recipientes cheios de água fresca em cada ambiente da casa – só tome cuidado caso tenha filhos pequenos, porque mesmo pouca quantidade de água pode ser o bastante para que uma criança se afogue. Outra boa opção é encharcar toalhas de banho e espalhá-las pela casa, no espaldar de cadeiras e nas portas dos armários, por exemplo.

6 – Condicione o ar você mesma

Um ventilador ligado com uma garrafa d’água congelada bem em frente é uma maneira simples e eficaz de fazer circular ar frio pelo ambiente, sem precisar ligar o condicionador de ar.

7 – Abuse das bebidas geladas e alimentos refrescantes

A hidratação é fundamental nos dias quentes. Bebidas geladas e alimentos frescos, como frutas e picolés de fruta, são boas opções para driblar o calor do corpo e permanecer mais confortável durante o verão.

Fonte: Dicas de Mulher

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Hoje em dia, dependemos demais da internet! Tanto que, quanto ficamos sem, algumas empresas até dispensam seus funcionários para ir embora, pois não há o que fazer. Veja algumas ideias de tarefas para executar quando ficarmos sem essa bendita (dá para fazer muita coisa!):

sem internet

  1. Destralhe o computador deletando arquivos desnecessários.
  2. Organize os arquivos nas pastas corretas.
  3. Se não tiver pastas corretas, organize-as.
  4. Crie notas no Evernote (ou no One Note, Google Drive etc) com arquivos que estavam em seu computador e delete-os da máquina.
  5. Organize suas notas e tags no Evernote (ou no One Note, Google Drive etc).
  6. Limpe a sua mesa no escritório.
  7. Limpe as gavetas da sua mesa no escritório.
  8. Tire da sua mesa no escritório tudo o que não for absolutamente necessário estar ali. Guarde essas coisas em outro lugar. Deixe na mesa somente o que usa diariamente.
  9. Faça uma lista de itens que precisa providenciar, como grampos ou post-its.
  10. Mude seu mural, caso tenha um. Tire informações irrelevantes, atualize com informações novas, coloque uma imagem que inspire, uma frase motivadora, entre outros.
  11. Faça telefonemas que estavam pendentes. Se você utiliza o GTD, basta acessar sua lista @telefone e mandar ver.
  12. Depois de fazer as ligações a trabalho, faça ligações pessoais. Marcar uma consulta médica, conversar com um amigo que não fala há muito tempo etc.
  13. Leia um livro relacionado ao seu trabalho. Certamente você tem uma estante na sua sala com um montão deles que você sempre olhou e quis ler, mas nunca teve tempo.
  14. Treine algum idioma com algum colega.
  15. Faça uma lista com seus objetivos de vida.
  16. Reflita sobre as suas áreas de foco criando um mind map com todas elas.
  17. Faça uma lista com as compras que precisa fazer no supermercado da próxima vez que você for até lá.
  18. Faça uma lista com tudo o que precisa fazer e que ainda está na sua cabeça, não no papel. Descarregue!
  19. Faça um balanço da sua carreira desde que começou no trabalho atual. O que melhorou? O que mudou? O que ainda pode ser feito? Quais os desafios?
  20. Faça uma sequência de exercícios de alongamento.
  21. Converse com seus colegas no corredor. Pergunte em que estão trabalhando no momento.
  22. Dê uma volta pela empresa. Pelo networking, pela distração e pela atividade física.
  23. Beba água.
  24. Faça backup dos seus arquivos.
  25. Monte uma lista com sua rotina diária de tarefas essenciais no trabalho e em casa, para revisar e fazer diariamente.

Tenho certeza que a Internet vai voltar antes de você terminar essa lista. =) E, se não voltar, pelo menos você terá feito esse tantão de coisas e otimizado demais o seu tempo.

Fonte: Vida Organizada

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1) Não fazer manutenção preventiva: É um erro grave dos proprietários é deixar de dar atenção para os componentes que não ficam aparentes, como é caso das instalações elétrica e hidráulica. Tal descuido pode ocasionar sobrecargas, curtos-circuitos e vazamentos que, por sua vez, tendem a causar danos ainda maiores. A recomendação é inspecionar tais sistemas, pelo menos, a cada dez anos.

casa abandonada

2) Mudanças drásticas na planta original: para ser mais vendável, o imóvel deve ter o mesmo número de dormitórios e suítes indicados em sua planta original. Dessa forma, tende a atender a um público maior de compradores.

3) Mudar para cozinha americana: se você tem planos de vender sua casa ou apartamento, pense duas vezes antes de transformar sua cozinha tradicional em uma do tipo americana ou integrada.

4) Ar condicionado na varanda: uma dica que ajuda tanto a valorizar o imóvel, quanto a despertar o interesse de possíveis compradores é criar um espaço técnico que mantenha “escondido” o equipamento de ar condicionado.

5) Sem amplitude: seja em casa ou no apartamento, a etapa de projeto é a melhor oportunidade para adotar medidas que valorizem o imóvel. Um exemplo diz respeito à altura do pé-direito. Um pé-direito muito baixo gera desconforto ao morador e vai requerer adaptações posteriores para que o espaço pareça maior e, muitas vezes, mais arejado.

6) Sem luz, sem ventilação: claridade, ventilação e a “face do imóvel” (para que direção determinados cômodos – ou a fachada principal – estão voltados) são pontos frequentemente considerados por compradores antes de fechar um negócio imobiliário.

7) Muita cor e muita personalidade: quando há o interesse em vender o imóvel já decorado, é importante que o design de interiores seja prático, elegante e básico, utilizando preferencialmente móveis com linhas retas. Dessa forma o novo proprietário terá menos trabalho para personalizar a residência, utilizando apenas acessórios, adornos e cores pontualmente e de acordo com sua preferência.

8) Personalidade em excesso no acabamento: é recomendável pensar bastante antes de personalizar o imóvel em demasia. Azulejos e pisos, por exemplo, são itens muito observados, sobretudo nos casos em que o comprador não está disposto a gastar com uma reforma meramente estética. Pensando na venda, é bom apostar em tons neutros e mais tradicionais.

9) Acabamento de segunda: revestimentos, torneiras, janelas e portas valorizam o imóvel quando são de boa qualidade.

10) Manutenção atrasada: a manutenção das esquadrias, portas e, especialmente, pisos e paredes é sempre importante. Eventuais manchas ocasionadas por vazamentos (além do problema em si) devem ser sanadas antes de colocar o imóvel à venda. Para que a residência seja bem avaliada, é fundamental que a pintura e os rejuntes estejam em bom estado.

11) Um imóvel com ambientes sem funcionalidade ou elementos que comprometam as tarefas do dia a dia, certamente terá sua avaliação prejudicada. Uma construção com um bom projeto sempre vale mais: ao planejar, pense nos diferentes usos e disposições que um ambiente pode ter.

12) Área externa abandonada: pintura desgastada, jardins sem manutenção, vidros e janelas trincados podem dar uma impressão negativa em relação à residência e, consequentemente, desvalorizá-la.

Fonte: Uol

 

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É muito comum as pessoas pensarem em vender o carro quando as visitas ao mecânico começam a ficar frequentes. Este é um indicador, porem não é o único. É importante fazer uma avaliação geral da sua relação com o automóvel desde a maneira como você o mantém passando por aspectos financeiros, comerciais e a satisfação pessoal. Veja abaixo algumas dicas para encontrar o momento certo de passar o carro para frente.

Trocar de carro

Manutenção X Valor do Carro

Quando o valor anual gasto com as manutenções ultrapassa 10% do valor de venda do carro é um sinal de que este pode ser o momento de pensar em vender. Mas quanto vale seu carro? É sabido que, nos dois primeiros anos, a desvalorização é mais acentuada e, nos anos seguintes, ela vai se estabilizando ao redor dos 10%.

Para fazer a conta, acompanhe a desvalorização do seu carro pela tabela Fipe. Ela é uma referência de preço e não significa que você conseguirá vender seu carro exatamente pelo valor sugerido. Se decidir trocar de carro em uma concessionária ou loja independente, não esqueça de que eles irão desvalorizar o veículo entre 20% e 30% em relação à tabela.

Cada modelo tem uma resposta diferente do mercado. Alguns são verdadeiros “micos”: você os anuncia e ninguém responde e, quando responde, é para oferecer um terreno na troca. Isso significa que você não terá dinheiro na mão -o termo correto é liquidez. Na maioria das vezes, você terá que dar um grande desconto para poder vender esse carro.
Portanto, é bom ficar atento, pois os gastos de oficina podem representar muito mais do que você imagina.

Seu carro vive na oficina?

Quando você começa fazer visitas frequentes à oficina, a primeira coisa que vem à cabeça é vender o carro. Porém, é preciso saber se o motivo é a falta de revisões ou se realmente existe um desgaste generalizado devido à quilometragem e ao tempo de uso.

Trocar somente o óleo e filtro é muito pouco: existem vários itens que devem ser substituídos durante vida útil do carro; quando não trocados, acabam estragando outras peças. Por exemplo: carro que não faz alinhamento desgasta o pneu; carro que não troca o aditivo do radiador estraga a válvula termostática, radiador e bomba d’água; e por aí vai…

Quando estes itens se acumulam, muita gente passa o problema para o próximo. Mas uma boa revisão pode dar sobrevida ao carro, principalmente quando você não está em condições financeiras para a troca. Se a ideia é realmente vender, o correto é fazer um desconto na negociação, para que o novo proprietário possa fazer os reparos necessários. Lembre-se: fazer manutenção não valoriza o bem, mas evita que ele se deprecie ainda mais.

O carro está feio?

Muita gente não faz os reparos de funilaria e pintura, alegando que pretende trocar de carro. Grande engano. Primeiro porque é difícil achar alguém que queira comprar um carro amassado: você compraria? Se encontrar um comprador, ele certamente desvalorizará muito mais o carro do que o custo do reparo. Então, carro mal cuidado não é motivo para venda imediata. Arrume o que está feio e depois decida se ainda é ou não o caso de vendê-lo.

5 anos de casamento

De forma geral, 5 anos é um bom período para ficar com seu automóvel sem grandes despesas. Isso falando de carros pequenos e médios; para carros luxuosos, o prazo é menor (veja abaixo).
Claro que pode haver exceções, mas é fato que borrachas e plásticos utilizados nas peças dos carros têm uma probabilidade maior de sofrer deformações após 5 anos de uso. Depois de milhares de solicitações e alterações de temperatura, estes materiais costumam perder sua elasticidade, ficando mais rígidos e quebradiços.

O maior exemplo é o pneu, que possui a validade de 5 anos. Além dele, buchas, borrachas, mangueiras, vedadores e coxins são itens que costumam levar os carros para as oficinas com maior frequência.
Algumas concessionárias não revendem carros com mais de 5 anos. Quando estes veículos entram como base de troca são imediatamente repassados para lojistas independentes. O objetivo é evitar possíveis reclamações.

Seu carro é de luxo?

Carros de luxo, via de regra, possuem índices de depreciação entre 15% e 20% ao ano. Eles carregam um problema crônico que é o custo de manutenção (reveja a coluna “Preços de peças podem variar 400% de carro para carro”). Por exemplo: para comprar um luxuoso importado você desembolsará aproximadamente três vezes o valor de um carro médio nacional; já para consertá-lo o custo chega a ser oito vezes maior. Assim, é melhor trocar o carro de luxo a cada 3 anos ou 50.000 km rodados.

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A tangerina e a mandioquinha foram os itens da lista que compõe o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, que mais subiram em 2013, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O preço da fruta acumulou alta de 73,04% no ano passado. Já o da raiz avançou 57,16%.

tangerina

Segundo o IBGE, a disparada nos preços da tangerina e da mandioquinha foi resultado da safra ruim, prejudicada pelas condições climáticas.

Dos mais de 400 itens que compõem o IPCA, cerca de 250 tiveram variação acima da inflação geral. No top 10 das maiores altas, 9 são produtos alimentares ou bebida. Veja tabela ao lado
O tomate, apontado no início do ano passado como o vilão da inflação, acumulou alta de 14,74% no ano, mas não ficou entre as maiores altas do IPCA.

Em 2013, a inflação de alimentação e bebidas, que tem maior peso no cálculo do IPCA e é mais facilmente percebida pelos consumidores, registrou a maior alta, de 8,48%, e a maior influência entre os nove grupos de despesas pesquisados pelo IBGE.

Segundo o IBGE, somente os alimentos representaram 34% da inflação no ano passado. Dentro do grupo, pesou mais a alimentação fora de casa: alta de 10,07%, enquanto a alimentação em domicílio apresentou uma variação de 7,64% em 2013.

O IPCA fechou 2013 com alta de 5,91%, acima do esperado e da taxa de 5,84% do ano anterior, frustrando o objetivo final do governo. Apesar da aceleração, o índice ainda ficou dentro do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%.

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Sabe quando as roupas ficam com aquele “cheirinho de guardado” na época das chuvas? Pois é, pessoal! Tem jeito!

Esses fungos, também chamados de bolor ou mofo, se desenvolvem em ambientes úmidos. Previna abrindo janelas e portas de armários para ventilar. Assim, tanto o móvel quanto o seu interior recebem a luz do sol e a umidade evapora! Se falta circulação de ar no ambiente, a dica é colocar um ventilador direcionado para a área que deseja proteger.

 

Manter a limpeza em dia também ajuda. Aposte em uma das receitinhas naturais que limpam, protegem dos fungos e tira o mofo que já se instalou ali:

Misture água com vinagre branco (meio a meio) ou com água sanitária e use este líquido na limpeza.

Lembre-se de tirar as roupas na hora de limpar e procure lavá-las regularmente, mesmo que não estejam sujas. Tem mais: não coloque roupas e sapatos molhados dentro dos guarda-roupas. Para evitar o bolor, você também pode espalhar alguns produtos pelo armário como giz de lousa, cal virgem, bicarbonato de sódio, gesso, cravo-da-índia ou bolinhas de cedro. Se escolher cal, bicarbonato ou gesso, coloque um pouco do pó em um potinho e deixe-o no armário até que fique endurecido ou que complete seis meses.

Para o giz e o cravo-da-índia, o ideal é fazer pequenos sachês: pegue um tecido fininho ou daqueles com furinhos, corte em formato circular, coloque o conteúdo no meio e puxar as pontinhas, de forma que isso vire um “saquinho”. Depois basta prender as pontas com uma fita! Este deve ser renovado a cada três meses.

Caso o problema persista, pode ser vazamento!

Fonte: Delas

 

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Criador da maior rede de franquias do Brasil –O Boticário, de acordo com o ranking anual da ABF (Associação Brasileira de Franchising)–, Miguel Krigsner, 62, é visto como um exemplo de empresário de sucesso por muitos empreendedores.

O Grupo Boticário –que também engloba as marcas Eudora, Quem disse, Berenice? e The Beauty Box– fechou o ano de 2013 com mais de 3.600 lojas no país. Praticamente o dobro de unidades da segunda colocada no ranking da ABF, a Unepxmil 48Horas, franquia de rastreamento veicular, que contabilizada quase 1.800.

O faturamento acima dos R$ 8 bilhões no varejo, divulgado pela empresa, também é motivo de comemoração para Krigsner.

Para ajudar empreendedores a tirarem a ideia de negócio do papel em 2014, o empresário listou, a pedido do UOL, dez dicas para criar um negócio de sucesso.

empreendedor

1. Escolha um ramo do qual goste

Segundo Krigsner, o empresário precisa ter paixão pelo que faz e ser feliz no dia a dia da empresa, afinal a maior parte do tempo será dedicada a ela. “Eu gosto muito de empreender e do segmento em que atuo. Acordo todo dia com vontade de trabalhar”, diz.

2. Tenha um diferencial

Para o fundador da rede O Boticário, ter um diferencial competitivo é fundamental para que pequenas empresas consigam fazer frente às grandes. E não precisa ser algo inovador, segundo ele. Atender bem o cliente, cumprir prazos e oferecer produtos de qualidade são pontos que podem fazer um cliente se tornar fiel ao negócio.

3. Assuma riscos

Empreender é uma atividade de risco, segundo Krigsner. Por isso, é preciso sempre se planejar e calcular cada passo da empresa para minimizar as chances de fracasso. “É preciso coragem para assumir riscos e enfrentar as dificuldades, principalmente no início”, afirma.

4. Valorize a equipe

Nenhum empresário alcança o sucesso sozinho, ele precisa de uma equipe que faça o negócio a prosperar. Segundo Krigsner, é importante que todos os funcionários envolvidos nas conquistas da empresa sejam reconhecidos, valorizados e estimulados a permanecerem na corporação.

5. Seja transparente

A credibilidade de uma empresa se constrói com honestidade e transparência, de acordo com o criador da rede O Boticário. Prometer apenas o que pode ser cumprido e não subestimar clientes e fornecedores são algumas atitudes que podem contribuir para a construção de uma imagem sólida.

6. Tenha visão de negócio

O empreendedor precisa olhar à frente, ter clareza de onde quer chegar. Ele precisa ter objetivos e metas claras e não enxergar o negócio apenas como um ganha-pão.

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A cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) começa em janeiro em boa parte do país. O pagamento é obrigatório e a alíquota varia conforme o modelo do veículo e também o estado em que o contribuinte reside.

IPVA 2014

Clique AQUI para conferir o guia do IPVA 2014 com prazos para pagamento e como fica o imposto no seu estado.

Fonte: G1

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