Bem, em geral elas querem otimizar uma ou mais áreas de suas vidas. Ao conhecerem essa velha arte-ciência chinesa, se empolgam, algumas contratam um profissional, outras vão no famoso “do it yourself”, mas querer fazer alguma coisa para melhorar, harmonizar um ambiente , já é o passo decisivo.

Primeiramente pessoal, Feng Shui é uma técnica, não é mágica…Precisamos fazer a nossa parte, tendo os pés no chão…De nada adianta um projeto de Feng Shui, se o executarmos por cima de um castelo de ilusões.

bagua-feng-shui

Mas há muita coisa que é Feng Shui e as pessoas nem sabem. Muitos fazem e não sabem que estão empregando a técnica. Então preste atenção:

A tradução de “Feng Shui” é Vento/Água (vento aqui não significa ventania, mas o “ar em movimento”), que são elementos da Natureza e ótimas fontes renovadoras de ENERGIA VITAL, que os chineses chamam CH’I. Então, ao fazer uma boa limpeza física na casa, você está “fengshuizando” o seu espaço, pois a velha dupla água e sabão faz maravilhas energeticamente!
O AR trabalha em parceria: abrimos as janelas deixando que todo ar se renove, enchendo a nossa casa de bom Ch’i. E se o Sol entrar pelas portas, janelas, claraboias, o que está entrando na sua casa é Saúde, porque não há nada mais curativo no mundo das energias.

Pronto, isso já é bastante! Mas, se você quiser ir além, se estiver num momento Branca de Neve, a primeira fengshuista que conheci em minha vida, aproveite para colocar tudo no lugar certo, afinal, o que não pertence àquele lugar (os famosos hot points…) deve ir para o lugar correto, senão, é “bagunça” e essa senhora é a maior inimiga do Feng Shui.

E já que estamos com a mão na massa, vamos ver tudo que virou “inutilidade” dentro da nossa casa: pilhas usadas, aparelhos quebrados, revistas e jornais lidos, todo e qualquer item que se encaixe no “não te quero mais” e vamos dar um destino digno – reciclagem, doação, venda, troca, mas veja bem, precisa remover, abrir espaço para as boas energias. Pense nas casas dos orientais, elas são bem mais “clean”, eles fazem questão de deixar espaço para a energia circular e alimentar todos os cômodos.

Livre da tralha e limpa finalmente, a casa tem um astral bem mais gostoso: isso é Feng Shui On!
Momento de ouvir uma música gostosa, acender um incenso, enfim, relaxar e fazer algo que você goste muito!

Fonte: Vida Organizada

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Escolher as janelas de uma casa não é uma tarefa simples, deve-se levar em consideração diversos aspectos. Em primeiríssimo lugar está a eficiência desta em relação ao seu uso e ao local que ficará instalada.

Por exemplo, em uma sala pequena, escolher um modelo que ao abrir, gira as folhas para dentro pode prejudicar a circulação e a ocupação do espaço com o mobiliário. Para adequar a janela ao local de uso, descrevo abaixo algumas tipologias de aberturas:

janela

Janela de correr – A folha é pendurada por roldanas que correm em um trilho. A mais comum é composta por duas folhas, sendo que uma delas corre na frente da outra, que pode ser fixa ou móvel. Quando feita com projeto especial, pode correr na frente da parede liberando todo o vão para entrada de ar e luz.

O que existe em linha para pronta entrega são janelas que liberam apenas a metade do vão para entrada de ar e luz. Se a opção for por esses modelos restritores, calcule o dobro do tamanho da abertura, porque depois da janela instalada esse vão será reduzido em 50%.

Se a janela for instalada em um dormitório além das folhas de vidro, serão necessárias duas folhas de correr – ou uma, no caso de correr na frente da alvenaria. Ou ainda é possível casar o modelo de duas folhas de correr de vidro com uma veneziana de enrolar. Essa peça, quando recolhida, forma um rolo que se acomoda acima das folhas de vidro. Para abrir – desenrolar – o comando é feito por uma fita na lateral. Esta opção é bastante eficiente no controle de ar e luz. Suas palhetas articuladas – peças que em conjunto formam uma veneziana -, quando projetadas para fora, protegem da chuva, mantendo a passagem da luz.

Quando a opção é a de correr, sugiro acrescentar uma folha com tela para evitar a entrada de insetos.

Janela-guilhotina – bastante usada a partir da década de 1920, consiste em duas folhas que se movimentam na vertical, correndo por encaixes laterais. Geralmente são de madeira. Quando usadas em dormitórios, a combinação mais frequente é com duas folhas-venezianas que abrem girando para o lado externo.

Uma releitura interessante usada em meados da década de 40 é utilizar contrapeso para movimentar tanto as folhas de vidro como as venezianas, que abrem para o lado externo da alvenaria, como no conhecido edifício Louveira, em São Paulo, projetado pelos arquitetos Vila Nova Artigas e Carlos Cascaldi.

Janela sanfonada – Considero esse modelo uma derivação da janela de “abrir”, embora sua ferragem seja diferente, podendo ou não ter as dobradiças nas laterais.

Esse modelo ajuda a reduzir o tamanho da folha que terá de ser encostada na alvenaria. Não é possível ter tanto as folhas de vidro como as venezianas com esse sistema.

Janela de “abrir” – Gira em torno de dobradiças fixadas nas laterais. Esse modelo requer espaço, tanto interno como externo, para que as folhas não esbarrem em móveis ao abrir, e se acomodem nas alvenarias laterais.

Janela oscilo-batente – Pouco conhecida da maioria é uma evolução da janela de “abrir”, pois sua folha tanto faz esse movimento como tomba ligeiramente para dentro do cômodo permitindo uma passagem discreta de ar pela parte superior.

Esse movimento duplo é permitido pela ferragem especial, misto de dobradiça com alavanca. A mudança do movimento se dá pela alavanca – maçaneta – que também tem a função de trancar.

Janela maximar ou projetante – Muito usada em áreas comerciais, cozinhas ou banheiros. A maximar desliza pelas laterais projetando-se totalmente para fora. Permite deslocamento do ar com eficiência. Tem o inconveniente de quando usada em casas térreas obstruir a passagem pelo lado externo.

Fonte: Delas

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1- Faça um bom mix de convidados para que todos se sintam a vontade.

2- Planeje bem todos os detalhes da recepção para que não haja imprevistos.

menu evento

3- Quando mais especial o evento, mais importância deve-se dar ao convite. Deixe os convites virtuais para reuniões informais ou lembretes.

4- Cuide do aspecto visual com carinho, isso inclui da decoração aos talheres e louças. Tudo deve estar harmonizado

5- Escolha um cardápio que estimule o paladar e o olfato, mas evite optar por sabores muito fortes ou exóticos .

6- Prepare a trilha sonora, mas não abuse do volume. Algumas vezes, o próprio som da natureza preenche exemplarmente o silêncio.

7- Fique atento para que o serviço flua bem. Adeque-o ao tom da festa e ao estilo dos convidados, garanta bom espaço de circulação e áreas de apoio para os convidados .

8- Adeque o tamanho da recepção ao espaço disponível.

9- Despedir-se com uma lembrancinha é sempre agradável, mas não precisa ser algo pirotécnico. É para ser um mimo.

10- Certifique-se de que todas as etapas da recepção sejam executadas com excelência e qualidade.

Fonte: Delas

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O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança somou R$ 8,8 bilhões, em fevereiro, melhor resultado para o mês nos últimos 20 anos, divulgou nesta segunda-feira (31) a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação a igual período do ano passado, o crescimento foi de 52%.

credito imobiliario

No primeiro bimestre, foram financiados R$ 17 bilhões para aquisição e construção de imóveis, 36% mais do que em igual período de 2013.

Em 12 meses, até fevereiro, o volume de empréstimos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou R$ 113,7 bilhões, superando em 35% o apurado nos 12 meses precedentes e estabelecendo um novo recorde.
Financiamentos

Com relação aos financiamentos, em fevereiro foram emprestados recursos para aquisições e construções de 46,4 mil imóveis, aumento de 58% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse número também foi o maior para um mês de fevereiro, nos últimos 20 anos, diz a entidade.

Nos primeiros dois meses de 2014, foram financiadas 86 mil unidades, 33% mais que em igual período de 2013.
Nos últimos 12 meses (entre março de 2013 e fevereiro de 2014), foram financiados 551,1 mil imóveis, 22% acima das 453,5 mil unidades contratadas nos 12 meses anteriores.

De acordo com a entidade, os depósitos em cadernetas de poupança do SBPE superaram os saques, em fevereiro, em R$ 1,9 bilhão, de tal sorte que a captação líquida foi positiva pelo 24º mês consecutivo.

Fonte: Globo.com

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Negativos
• Guarde em álbuns apropriados, com índice e tratamento anti-mofo.
• Dentro do armário, coloque saquinhos de sílica em gel.
• Cada álbum deve ter uma etiqueta frontal indicando o período compreendido entre a primeira e a última fileira de fotos. Fica mais fácil de localizar usando o critério cronológico.

organizar

Fotos 10×15
• Armazene em álbuns com espaço para legenda.
• Anote informações interessantes, inclusive a data do evento.

Fotos 15×21
• São armazenadas em álbuns individuais, por tema.
• Cada álbum deve conter uma etiqueta na dobra, com tema e data.
• Já que um álbum vem com 100 folhas, se tiver 80 fotos de certo evento, tire as folhas 20 sobressalentes e inclua-as em outro álbum, cujo evento tenha 120 fotos. O pulo do gato desse álbum é o fato de ele ter parafusos.

Capas
•Você pode customizar as capas dos álbuns, como nos álbuns de festas de aniversário. Fica muito diferenciado e original.
• O site da ICAL aceita encomendas de pessoas físicas e vende para qualquer lugar do país. Dica interessante para quem quer álbuns especiais (principalmente em tamanhos diferenciados). Vale juntar amigas e cada uma pedir uma certa quantidade para completar o pedido mínimo. O frete fica mais em conta. Vale a pena!

Conservação
Um closet, baú ou armário (com as cópias em caixas que controlem a exposição à luz e ao ar) são a melhor solução. Esses lugares são escuros e frescos. Para fotos que são relíquias de família, considere uma caixa à prova de fogo. Existem muitas dessas caixas no mercado e elas freqüentemente têm capacidade para centenas de fotos.

• guarde-o sempre deitado em local seco
• não deixe incidir luz
• evite locais úmidos ou quentes demais
• não use nenhum produto para limpeza do álbum

Fonte: OZ

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Não separar peças de diferentes cores, ignorar as instruções expressas nas etiquetas e não atentar para possíveis manchas antes de iniciar o processo de lavagem são alguns dos erros mais comuns no momento de cuidar das roupas. Esses pequenos deslizes cotidianos podem até não ter consequências imediatas, mas logo você notará que os hábitos de lavagem podem comprometer a longevidade daquela sua blusinha amada. E quando o assunto são os tecidos brancos, alguns cuidados simples podem ser decisivos na manutenção do vigor do tom, evitando aquele aspecto amarelado.

roupa branca

Para preservar as suas peças claras por mais tempo, confira cinco dicas essencias para prevenir esses erros comuns na lavagem das suas roupas:

Sempre observe a etiqueta da peça

Todas as roupas possuem umas espécie de guia de como lidar com elas. A etiqueta traz símbolos que se referem aos métodos de lavagem, temperatura da água, forma de secagem permitidos, bem como se podem ser passadas a ferro e o limite máximo de aquecimento.

Lave peças brancas separadamente

Misturar roupas brancas com outras coloridas no momento da lavagem pode danificar para sempre o tecido claro. Mesmo que as peças em tons diferentes não soltem tinta, esse contato durante a lavagem pode comprometer o branco, fazendo com que ela fique com um aspecto amarelado. E não se engane: mesmo inocentes peças em areia, bege e outras tonalidades que pareçam inofencivas podem acabar manchando a roupa branca.

Remova as manchas antes de iniciar a lavagem

A atenção às manchas é vital para que elas sejam removidas ainda na pré-lavagem. Após a lavagem, manchas mais resistentes se tornam ainda mais difícieis de serem eliminadas, principalmente no caso das peças brancas – afinal, essa é uma cor que deixa a sujeira ainda mais evidente.

Cuidado com o exagero nas quantidades de detergente e amaciante  

Quando usados em medidas acima do recomendado para a quantidade de peças a ser lavada, tanto detergente quanto amaciante podem deixar resíduos nas roupas. No caso das peças brancas, esse acúmulo pode deixar vestígios visíveis e causar a impressão de que o tecido está desgastado. Para evitar isso aconteça use esses produtos sem exageros. Antes de usar Vanish faça o teste de firmeza das cores e resistência dos tecidos conforme indicado no rótulo do produto.

Adicione uma medida de branqueador em todas as lavagens

O detergente sozinho não é suficiente para remover manchas. Para  garantir a manutenção do vigor do branco, um truque infalível: adicione ao detergente em pó meia medida de alvejante seguro. Essa receita vale para todas as lavagens e garantirá a preservação do tom e o brilho originais da peça. Essa combinação garantirá a limpeza e eliminará até mesmo aquelas sujeiras invisíveis e bactérias que ficam pressas às fibras. E o melhor: suas roupas ficarão até três tons mais brancas e com um cheirinho gostoso por mais tempo.

*Leia atentamente o rótulo antes de usar o produto.

Fonte: Delas

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Nos idos do ano de 2001 uma acentuada crise de energia que ficou conhecida como apagão, motivou grande parte da população brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos, a substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas, as chamadas lâmpadas econômicas, mas sem ter muito conhecimento do produto.

lampada

A fluorescente compacta é realmente uma lâmpada econômica, desde que seja usada adequadamente. Assim como todas as fluorescentes usa um reator – no caso dos modelos de rosquear (soquete E27), ele vem acoplado à lâmpada –, e, apesar de serem mais aperfeiçoadas, ainda têm vida útil reduzida pelo acender e apagar em curto espaço de tempo, ou seja, não são adequadas para ambientes de curta permanência, como banheiros e corredores. Neste caso, a economia obtida na conta de energia consumida mensalmente irá se perder com a necessidade de adquirir uma nova peça.

Nesses ambientes de curta permanência, qual seria a lâmpada certa? Essa questão é bastante complexa. Descartando as fluorescentes, para esse caso, restam as halógenas e os LEDs. A halógena é uma lâmpada sofisticada, com diversos modelos e preços, e que aquece bastante. Para ser bem explorada, exige conhecimento mais aprofundado. Fica difícil para o consumidor escolher sozinho. Por exemplo, o modelo com aparência igual à de uma incandescente custa dez vezes mais caro que esta e dura apenas o dobro do tempo. Por isso, usar com eficiência essa fonte de luz exige estudo de um “light designer”.

O LED teve um bom avanço tecnológico, com base de rosquear (soquete E27) e cor amarelada (temperatura de cor) mais parecida com a incandescente – apesar de seu índice de reprodução de cor, pouco divulgado, ficar em apenas 85%. Essa lâmpada expandiu sua aplicação de uso e está disponível em praticamente todas as versões da halógena. Indicado para locais que exigem lâmpadas acessas por horas seguidas, o que justificaria o custo do investimento inicial, o LED pode suprir a deficiência da fluorescente em locais de curta permanência, com acendimento frequente, para quem pode e gosta de investir em novas tecnologias. Porém, ainda passa longe do grande público.

Encontramos aqui, uma lacuna na tecnologia das lâmpadas. Para a grande maioria, falta o mercado oferecer uma lâmpada econômica em consumo e com preço atraente que desestimule a aquisição da perdulária e barata incandescente, até que cesse sua fabricação. Na Europa ela só é fabricada com até 40W e, no Brasil, a partir do próximo ano, não estarão mais disponíveis as de 100W, reduzindo gradativamente a comercialização.

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1. Doe tudo que já não usa há algum tempo. OFeng Shui defende que deve-se abrir espaçopara conquistar coisas novas e para isso bastalivrar-se de tudo que não funciona mais e doar oque não se usa.

boas energias

2. Não deixe relógios parados – nem mesmoaquele que ganhou da sua mãe há 15 anos atrás. Se não quiser doá-lo, faça funcionar, já querelógios parados influenciam na não realizaçãodos seus planos.

3.  Tudo o mais que não estiver funcionando,estiver quebrado ou queimado, deve serconsertado ou reposicionado. Os pés do fogãoquebraram, têm lâmpadas queimadas, a torneira do jardim está vazando. Tudo precisa estarfuncionando corretamente para atrair e manter boas energias na sua casa, se não acontece ocontrário e atrai o que não se quer tornando várias áreas da sua vida também estagnadas.

4. Deixe sempre sua casa bonita e arrumada. Isso traz alegria e a casa arrumada é sempre motivo deatrair coisas boas para sua vida. Comprar algo novo é interessante, já que mostra o quanto sua casaé querida pra você e ela agradece com positividade.

Fonte: OZ

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O preço de venda do m² em fevereiro teve a menor alta desde que o FipeZap começou a apurar o valor dos imóveis, em julho de 2012, segundo pesquisa divulgada no último dia 7 de março. O preço médio do m² de apartamentos prontos subiu 0,57%, para R$ 7.363, em 16 municípios brasileiros, com base em anúncios da internet.

m2

Em doze meses, o índice subiu 13,1%, a terceira queda seguida.

No índice que leva em conta apenas 7 cidades, e existe desde setembro de 2010, a alta de fevereiro também é a menor da série, de 0,66%.

Queda de preços
Em Porto Alegre, Brasília e Curitiba houve queda nos preços em fevereiro. A capital do Rio Grande do Sul teve a maior redução, de 0,37%, para R$ 4.868; na capital federal a diminuição foi de 0,33%, para R$ 8.118; e na capital paranaense a queda foi de 0,07%, para R$ 5.079. Brasília também teve queda nos preços no acumulado do ano (janeiro e fevereiro), de 0,65% no valor do m².

Curitiba, no entanto, mantém o primeiro lugar na alta acumulada em 12 meses: lá o preço do m² vendido subiu 34,9% no período. O segundo lugar fica com Vitória, em que houve elevação de 17,1% no preço do imóvel, para R$ 4.574.

O Rio de Janeiro, que continua tendo o metro quadrado mais caro do país, a R$ 10.361, também tem a maior alta acumulada no ano, de 2,30%, e no mês de fevereiro, de 1,08%. No acumulado em 12 meses, a elevação foi de 15,2%, a quarta maior.

São Paulo, onde o valor médio do m² vendido ficou em R$ 7.887, houve alta de 0,62%, pelo segundo mês seguido a menor variação mensal da série histórica.

Fonte: Globo.com

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Para  facilitar a sua vida, selecionamos 10 regrasbásicas que vão deixar o ambiente livre da bagunça

cozinha

 

Regra  1: Tirouguardou!
Se você pegar um pote de açúcar, por exemplo,deve levá-lo de volta ao mesmo lugar. E nada depreguiça ao arrumar. Não acumular objetos soltospelo ambiente também ajuda a manter aorganização.
Regra  2: Armazene com lógica
Deixe próximo ao fogão os materiais e utensíliosque costuma utilizar ao cozinhar, como o porta-temperos e as panelas. Mas não debaixo da pia,pois este é o ambiente mais sujeito à umidade, propício à formação de fungos e bactérias, diz Cristina.Pratos e copos, por sua vez, devem ficar próximos à mesa, assim como os panos de prato devem ficarao lado da pia.
Regra  3: Nada de guardar talheres na primeira gaveta da pia
Esta deve acomodar os utensílios utilizados durante o preparo da comida, como facas, espátulas eescumadeiras. Talheres para servir ficam no armário próximo à mesa e dentro do porta-talher. Senão,quem for arrumar a mesa acaba atrapalhando o cozinheiro.
Regra  4: Tudo o que estiver à vista é passível de sujeira
Frituras e gorduras se espalham pelo ar e acabam se juntando com a poluição, grudando em móveis eutensílios. Um bom exaustor ajuda. Utilize também utensílios para fritura.
Regra  5: Depois que organizar o local, não troque os utensílios de lugar
Nada pior do que guardar os objetos provisoriamente. Se não é o local escolhido, provavelmente iráesquecer onde estão.
Regra  6: Preserve a circulação do ambiente
Móveis e objetos espalhados atravancam e atrapalham.
Regra  7: Abuse dos armários
É o melhor lugar para guardar pratos, copos e louças, por causa da higiene. Distribua copos na partesuperior e pratos na inferior (já que são mais pesados), indica Simone. E nada de colocar objetosdiversos sobre a geladeira. No máximo, deixe alguns potes decorativos, alerta a designer de interiores. Se precisar, utilize um suporte ao lado geladeira com prateleiras extras.
Regra  8: Descarte o que for inútil e sem uso
Doe panelas, pratos e copos não utilizados. Além de ocupar espaço, atrapalham.
Regra  9: Ordene também a despensa
Separe os doces dos salgados, colocando-os em prateleiras diferentes. E deixe-os visíveis, pois issoajudará na hora de localizá-los, além de evitar desperdícios com produtos cujo prazo de validadeacaba vencendo apenas porque ficam escondidos no fundo do armário. Você pode usar miniprateleiras para ganhar mais espaço. Embalagens pequenas, como de sachês de sucos, gelatinas,sopas e temperos podem ficar reunidas em cestas de fibra sintética (material lavável) ou em gavetex.
Regra  10: Agrupe e armazene a louça por material
Junte peças de cerâmica em uma prateleira e em outra, as de inox, e assim por diante. Assim, ficamais fácil pegá-las na hora de preparar a mesa.
Fonte: OZ
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