A mesma energia solar que ilumina e aquece o planeta pode ser usada para esquentar a água dos nossos banhos, acender as lâmpadas ou energizar as tomadas de casa. O sol é uma fonte inesgotável de energia e, quando falamos em sustentabilidade, em economia de recursos e de água, em economia de energia e redução da emissão de gás carbônico na atmosfera, nada mais natural do que pensarmos numa maneira mais eficiente de utilização da energia solar. Esta energia é totalmente limpa e, principalmente no Brasil, onde temos uma enorme incidência solar, os sistemas para o aproveitamento da energia do sol são muito eficientes.

aquecedor solar
Para ser utilizada por nós, a energia solar deve ser transformada e, para isto, há duas maneiras principais de realizarmos essa transformação – os painéis fotovoltaicos e os aquecedores solares.

Os primeiros são responsáveis pela transformação da energia solar em energia elétrica. Com esses painéis podemos utilizar o sol para acender as lâmpadas das nossas casas ou para ligar uma televisão. Os painéis fotovoltaicos são formados por células solares, ou células fotovoltaicas, que têm a propriedade de absorver energia solar e permitir que a energia elétrica circule entre duas camadas com cargas opostas. Em geral, estes sistemas são complexos e ainda custosos, apesar de haver estudos que já comprovam a sua viabilidade econômica. Em alguns países há grandes usinas de geração de energia por meio desses painéis e no Brasil já se pode notar a sua utilização em alguns locais, como os pátios de descanso de algumas estradas, que têm toda a sua iluminação artificial realizada através de energia proveniente de painéis fotovoltaicos.

A segunda forma de transformarmos a energia solar é com o uso de aquecedores solares, que transformam esta energia em água quente para chuveiros ou piscinas. Este sistema é muito eficiente e a sua tecnologia é bastante simples, antiga e totalmente dominada por diversos fabricantes. Neste artigo detalharemos o funcionamento desse sistema – os aquecedores solares para pias e chuveiros.

Com funciona o aquecimento solar?
Basicamente este sistema é composto por dois elementos – os coletores solares (as placas de captação, que vemos frequentemente nos telhados das casas) e o reservatório de água quente, também chamado de boiler.

Os coletores são formados por uma placa de vidro que isola do ambiente externo aletas de cobre ou alumínio pintadas com tintas especiais na cor escura para que absorvam o máximo da radiação. Ao absorver a radiação, estas aletas deixam o calor passar para tubos em forma de serpentina geralmente feitos de cobre. Dentro desses tubos existe água, que é aquecida antes de ser levada para o reservatório de água quente. Estas placas coletoras podem ser dispostas sobre telhados e lajes e a quantidade de placas instaladas varia conforme o tamanho do reservatório, o nível de insolação da região e as condições de instalação. No hemisfério sul, normalmente as placas ficam inclinadas para a direção norte a fim de receberem a maior quantidade possível de radiação.

Os reservatórios são cilindros de alumínio, inox ou polipropileno com isolantes térmicos para que mantenham pelo maior tempo possível a água aquecida. Uma caixa de água fria abastece o sistema para que o boiler fique sempre cheio.

Os reservatórios devem ser instalados o mais próximo possível das placas coletoras (para evitar perda de eficiência do sistema), de preferência devem estar sob o telhado (para evitar a perda de calor para a atmosfera) e em nível um pouco elevado. Dessa forma, consegue-se o efeito chamado de termossifão, ou seja, conforme a água dos coletores vai esquentando, ela torna-se menos densa e vai sendo empurrada pela água fria. Assim ela sobe e chega naturalmente ao boiler, sem a necessidade de bombeamento. Em casos específicos, em que o reservatório não possa ser instalado acima das placas coletoras, podem-se utilizar bombas para promover a circulação da água.

E nos dias nublados ou chuvosos?
Apesar de poderem ser instalados de forma independente, os aquecedores solares normalmente trabalham com um sistema auxiliar de aquecimento da água. Este sistema pode ser elétrico ou a gás. Quando houver uma sequência de dias nublados ou chuvosos em que a energia gerada pelo aquecedor solar não seja suficiente para esquentar toda a água necessária para o consumo diário, um aquecedor elétrico ou a gás é acionado, gerando água quente para as pias e chuveiros.

Num país tropical como o nosso, na grande maioria dos dias a água será aquecida com a energia solar e, portanto, os sistemas auxiliares ficarão desligados a maior parte do tempo.

Vale a pena economicamente?
Além de eventualmente comprometer a aparência dos telhados, ou de, em alguns casos, roubar espaço das lajes de cobertura que poderiam ser utilizados para outros fins, talvez o único ponto fraco dos aquecedores solares seja o custo de instalação, que é mais alto do que o de outros sistemas. É muito mais alto do que o de chuveiros elétricos (encontrados por até R$ 20 no mercado, mas que perdem no conforto), mas também perde para os aquecedores a gás e elétrico. Devemos ainda considerar nessa conta que provavelmente deverá ser adquirido um aquecedor elétrico ou a gás de “backup” do sistema, caso a opção recaia sobre os aquecedores solares.

Entretanto, o custo mais elevado é compensado pela economia mensal na conta de energia elétrica. Os fabricantes afirmam que o sistema se pagará entre 24 e 36 meses após a sua instalação. Ou seja, a partir do segundo ou do terceiro ano de uso, a economia acumulada na conta de energia já compensou o custo inicial de implantação dos equipamentos que têm vida útil de cerca de 20 anos.

É claro que este tempo varia de acordo com a região e com a intensidade do consumo. Quanto maior o consumo de água quente, mais rapidamente o sistema irá se pagar. Numa analogia, numa casa com muitos habitantes, o sistema se pagará mais rapidamente do que numa casa de praia, em que o uso é esporádico.

Os aquecedores solares podem ser instalados em edifícios novos ou durante reformas. Os fabricantes realizam estudos gratuitamente para avaliar a quantidade necessária de coletores para cada caso e, consequentemente, o custo correspondente do sistema. Ao construir ou reformar, estude esta opção, que é boa para o planeta e pode ser ótima para a sua conta de energia.

Fonte: Uol

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Mesa de jantar é sempre bem-vinda. Afinal, é nela que são servidas as refeições e onde se coloca o papo em dia com a família e amigos. Se a sua casa ou apartamento é muito pequeno, não desanime.

mesa de jantar

A solução é ser realista e levar em conta o espaço que tem. Não adianta uma mesa enorme em um lugar em que não se consiga circular e, muito menos, “espremer” muitos convidados em uma pequena. Se servir apenas para colocar pratos (sem travessas, panelas e bandejas), é necessária largura mínima de 80 cm para dispor um na frente do outro. O comprimento mínimo para duas pessoas se sentarem lado a lado é de 1,10 m.

É fundamental pensar no espaço de circulação. Contando o tamanho da mesa com as cadeiras encostadas nela, deve sobrar pelo menos 55 cm ao redor. No caso de modelos redondos, atenção redobrada.

Uma boa pedida para ganhar assentos é optar por cadeiras de um lado e banco do outro. No caso do banco, lembre-se de deixar um espaço considerável para que os pratos e os braços não esbarrem.

Fonte: Terra 

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Engana-se quem pensa que o papel do vinagre, do bicarbonato de sódio e do sumo do limão é apenas temperar saladas e deixar um bolo mais fofinho.

Na hora da faxina, os três são os principais ingredientes de produtos de limpeza naturais, que não deixam resíduos irritantes ou prejudiciais à saúde, como os de cloro, formaldeído e solventes.

limpeza natural

De todos, o vinagre é o mais versátil: tira manchas de tecidos, neutraliza odores fortes, remove gordura e limpa azulejos, fogões e panelas, segundo a organização não-governamental Greenpeace (www.greenpeace.com.br).

Em vez de ir para a batedeira com outros ingredientes para fazer um bolo, o bicarbonato de sódio mostra sua faceta faxineira no banheiro. Serve para limpar pias, bidês e vasos sanitários.

Também substitui o cloro na remoção de limo. Basta deixá-lo agir por uma hora e depois retirar o limo com uma mistura de suco de limão e sal.

Outra função do bicarbonato de sódio é limpar panelas engorduradas ou manchadas. Pode ser colocado na panela enquanto ela estiver no fogo, até que ele queime e atinja a coloração marrom .

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Sonhando em ter um cachorrinho de estimação? Há várias raças, cada uma com características diferentes. Mas antes de se decidir entre um deles lembre-se de uma coisa: os animais não são objetos dos quais podemos nos desfazer pelo simples mudar de gosto ou idéia. Chegam tomando espaço na casa inteira e também em nosso coração. Prepare-se para recebê-los sem se arrepender depois.

cachorro
Brinquedos
Adquira todos os itens necessários antes de trazer seu filhote para casa.
Ele vai querer brincar com sapatos, meias, poltronas, portas e qualquer outra coisa que possa mordiscar.
Por volta dos seis meses é importante que você compre brinquedos próprios para este fim, já que os dentes definitivos começam a nascer.
Certifique-se que o brinquedo não seja de material sintético, não tenha partes metálicas e que tenha tamanho apropriado.
Tigela de comida
Preste atenção também na escolha da tigela de comida.
Se ela for muito pequena seu cão não vai conseguir abrir a boca totalmente para se alimentar, terminando por virar a tigela e espalhar a ração no chão.
As tigelas devem sempre ficar a altura do peito de seu animal para maior conforto então, à medida que ele cresce, ela deve ser suspensa do chão, evitando que seu bichinho engula ar enquanto come (aerofagia). As pet shops estão equipadas com mesas apropriadas para todos os tipos de portes de cães.
Área de dormir
Na hora de escolher um lugar para seu cãozinho dormir, dê preferência a locais onde ele possa se refugiar quando houver visitas em casa, quando estiver doente ou quando alguma criança o estiver perturbando.
A área de serviço do apartamento – ou a lavanderia da casa – é o espaço mais adequado para hospedá-lo nos primeiros três meses, até que comece a se ambientar.
Se a porta da cozinha ficar permanentemente aberta, apele para um portãozinho.
Cama
Quanto à cama, evite as feitas com vime, pois eles podem roê-las e acabar engolindo farpas e fragmentos perigosos para o trato digestivo.
Evite também as de náilon e plástico flexível, pois podem ser tóxicas.
Procure as feitas de tecido a base de algodão ou outras fibras naturais que sejam laváveis e sem botões que possam ser engolidos.
Camas de fibra ou plástico endurecido também são boas opções para seu cãozinho, pois são facilmente laváveis. Para torná-las mais confortáveis, use uma manta ou cobertor feito de algodão. O tamanho deve ser adequado à raça e não esqueça que os cães dormem encolhidos.
Casas
As casas de fibra são as melhores opções, pois são facilmente laváveis.
As que são feitas de madeira trazem muitos problemas: facilitam a proliferação de pulgas e carrapatos nas frestas, absorvem umidade e urina e duram menos do que as de fibra sintética.
Se preferir acomodar seu cão dentro de uma casinha no quintal, procure o material adequado.
Organize-se
Antes mesmo de adotar um cachorrinho, procure definir algumas tarefas entre as pessoas da casa.
Quem vai cuidar da sua alimentação? Quem vai cuidar da higiene? Quem vai levá-lo para passear?
Segurança
Verifique na sua residência se existe algum fio elétrico solto ou objetos frágeis que possam ser derrubados facilmente. Seu animal doméstico pode causar acidente com eles. Muito cuidado ao guardar materiais de limpeza, pesticidas, raticidas, pois essas substâncias são perigosíssimas. Até mesmo alimentos comuns e plantas podem causar problemas para a saúde do seu cachorro. Medicamentos destinados a seres humanos não devem, em hipótese alguma, ser utilizados para o tratamento de seu animal doméstico. Qualquer substância estranha ao corpo do animal pode ser fatal. Fique sempre atento com o comportamento do seu cão para detectar se ele está doente ou se machucou de alguma forma. Neste caso, leve-o ao veterinário.
DICA
Quando o cachorro fizer xixi dentro de casa, limpe logo com vinagre ou produtos específicos para eliminar o cheiro. Pimenta-do-reino também age como repelente. Não maltrate seu bichinho: esfregar seu nariz no xixi e gritar com ele não adianta nada, só vai apavorá-lo.
Fonte: OZ!
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A prefeitura vai apertar o cerco aos devedores de IPTU, ISS, multas aplicadas pelo município e outras taxas. Na terça-feira o prefeito Rodrigo Neves publicará um decreto, estabelecendo novas condições de parcelamento das dívidas ativas. O decreto também autoriza a Procuradoria Geral do Município (PGM) a protestar as dívidas num prazo de 45 dias após sua publicação.

impostos

— Os devedores terão este prazo para procurar a Secretaria de Fazenda ou a PGM e pagar os seus débitos com essas novas condições facilitadas. Para quem não fizer isso após esses 45 dias seguintes à publicação do decreto, nós vamos protestar a dívida no cartório de protesto de títulos e documentos e o devedor receberá uma notificação. Ele terá então um período de cinco dias para pagar a dívida. Caso ele não pague, ficará com o nome sujo no cartório e não poderá pedir financiamentos, por exemplo — explica o procurador geral do município Carlos Raposo.

De acordo com o procurador, esse procedimento é uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça para evitar que as prefeituras precisem entrar com processos na justiça para cobrar dívidas de baixo valor, o que acaba sobrecarregando o judiciário. Ainda segundo Raposo, há atualmente cerca de 500 mil processos de dívidas com o município.

Pelas novas regras de parcelamento que serão publicadas, os devedores serão separados em quatro faixas, cada uma com condições diferentes de quitação. Quem deve menos de R$10 mil poderá quitar essa dívida em até 36 parcelas. Já para quem tem débitos entre R$10 mil e R$1 milhão, o máximo de parcelas será de 48.

Quem deve entre R$1 milhão e R$3 milhões poderá pagar em até 60 parcelas. As dívidas superiores a R$3 milhões poderão ser quitadas em até 80 parcelas.

Fonte: O Globo

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1) Falta de projeto: iniciar a obra mesmo sem ter um projeto definido é uma falha grave e muito comum, quando se constrói ou reforma uma casa. A ausência de orçamento e de um planejamento consistentes é a causa da maioria dos problemas de uma obra, comentam as arquitetas Daniella e Priscilla de Barros. Elas explicam que o projeto não é uma mera formalidade, mas uma espécie de seguro contra imprevistos. Ele serve para especificar e detalhar todos os itens que compõem a intervenção construtiva. Na fase de planejamento, também deve ser elaborado o cronograma que servirá como fio condutor para a execução dos trabalhos do alicerce ao acabamento.

reforma

2) Uso de materiais inadequados: revestimento de madeira, sem os tratamentos necessários, em áreas sujeitas a receber água. Pisos polidos e escorregadios em ambientes externos. Material de qualidade duvidosa. Esses são alguns equívocos que podem surgir durante uma reforma ou construção, geralmente, fruto da falta de conhecimento técnico dos proprietários do imóvel. Deslizes desse tipo tendem a comprometer a segurança do usuário e a durabilidade da construção e, ainda, gerar gastos extras, atraso na conclusão da obra e retrabalho.

3) Erro no cálculo das quantidades: Erros facilmente aparecem durante o cálculo da quantidade de material a ser comprado. No caso do revestimento (cerâmicas, porcelanatos, pastilhas etc.), avaliações equivocadas podem exigir a compra de produtos de lotes diferentes que, muitas vezes, apresentam diferença de tom e/ou de tamanho. Há casos em que o produto sai de linha, dificultando ainda mais a complementação do trabalho. Para minimizar perdas ou não ser surpreendido pela falta de material, aconselha-se basear o cálculo no projeto da edificação. No caso de cerâmicas e porcelanatos, por exemplo, calcule a área a ser revestida (desconte portas e janelas, se for o caso) e considere também as dimensões e o posicionamento das placas. Para uma margem de segurança, compre 10% a mais de produto.

4) Só se ater aos móveis e revestimentos e se esquecer das instalações elétricas e hidráulicas: administrar a parte aparente do projeto é sempre mais interessante do que se preocupar com aquilo que ficará escondido sob o piso e dentro das paredes. Mas lembre-se que bons projetos de elétrica e hidráulica, realizados de acordo com as normas de segurança e bem dimensionados, são fundamentais para o conforto e a segurança dos moradores.

5) Iluminação deficiente: São três erros muito comuns relacionados à luminotécnica: falta ou excesso de iluminação, uso de luz branca em locais que pedem fachos com cores mais quentes e emprego de lâmpadas inadequadas para o tipo de ambiente.

6) Problemas com dimensionamento: É muito comum errar no dimensionamento dos espaços. Por isso, todos os ambientes devem ter ‘layouts’ definidos antecipadamente, visando a harmonia entre espaço e objetos. Uma falha grave em projetos de interiores é esquecer-se de que é necessário deixar um espaço mínimo para a circulação de pessoas. Além disso, há a questão da combinação dos materiais e texturas.

7) Escolher o profissional errado: antes de contratar um arquiteto, cheque se ele tem registro no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Também procure referências sobre o trabalho dele e peça para visitar projetos em andamento e/ou finalizados.

8) Arquiteto e contratante em sintonias diferentes: o arquiteto é o profissional que ajudará a transformar em realidade os desejos do proprietário do imóvel.

9) Falta de conhecimento para inspecionar obras: ruídos de comunicação entre o contratante e os operários que realizam a obra são comuns. Ao mesmo tempo, é importante fiscalizar rigorosamente a execução dos serviços para garantia de um ótimo resultado final. A designer de interiores Cristina Barbara ressalta que um ponto crítico dessa relação costuma ser a “espessura de contrapisos”, que precisa ser conferida antes de receber os acabamentos.

10) Não firmar contrato: a informalidade muitas vezes impera no universo da construção e muitos acertos acontecem apenas oralmente. Mas, para segurança de todas as partes, sobretudo durante a contratação do arquiteto e dos prestadores de serviço, é fundamental haver um documento detalhando os direitos e deveres dos envolvidos, cronogramas com prazos de entrega e datas de pagamentos. Além disso, no caso de arquitetos e decoradores, todas as plantas devem ser assinadas e aprovadas pelo cliente antes do início dos serviços.

Fonte: Uol

 

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Criada para ordenar a gestão de reformas nas construções, a norma técnica NBR 16.280:2014, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) tem validade em todo o território nacional e abrange todos os tipos de casas e edifícios – novos, antigos, comerciais, públicos, residenciais e institucionais.

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De acordo com as novas regras que entram em vigor no dia 18 de abril de 2014, quem quiser reformar um imóvel deve providenciar um plano de reforma, elaborado por um profissional habilitado (arquiteto ou engenheiro). Esse documento deve atender às legislações vigentes e ser acompanhado de um estudo que garanta a segurança da edificação e dos moradores durante e após a reforma, bem como conter um planejamento do descarte de resíduos. Em caso de dúvidas sobre a nova norma, procure a seção de atendimento da ABNT (www.abnt.org.br)

A nova norma não tem força de lei e nem prevê multas. No entanto, no caso de uma ação judicial, seu descumprimento pode ser considerado um agravante. A obediência à norma também pode ser exigida pelo poder público como requisito para obtenção de licenças de obra, habite-se e alvarás de funcionamento, se houver previsão legal. A expectativa de especialistas é a de que o texto em vigor subsidie projetos de lei sobre o assunto.

Embora também se aplique a reformas de casas, o foco da nova norma está nos condomínios. O morador que quiser reformar deverá enviar ao síndico o plano de reforma, elaborado por um engenheiro ou arquiteto que será o responsável técnico pela obra. No documento deve conter o planejamento do que será feito, detalhando os dados da empresa ou do profissional autônomo contratado e a duração da obra. No caso das reformas de casas, o plano de reforma deve ser mantido com o morador e apresentado somente quando solicitado, por exemplo, pela seção de fiscalização da prefeitura de sua cidade.

Síndicos e administradores, com base em um parecer de um especialista, podem autorizar, autorizar com ressalvas ou proibir a reforma, caso entendam que ela irá colocar em risco a edificação. Além disso, se durante a execução for constatada alteração no plano de reforma, o síndico e administradora podem interromper a obra imediatamente e exigir novos documentos e laudos.

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A 10º edição do Feirão da Casa Própria daCaixa Econômica Federal no Rio de Janeirocomeça nesta sexta-feira (16) no Pavilhão 2 do Riocentro, na Zona Oeste. O evento prevê a oferta de mais de 29 mil imóveis até domingo (18). Dentre estas, 12 mil unidades habitacionais novas.

feirao caixa casa propria

Durante esse período, quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar pelo pagamento da primeira parcela em janeiro de 2015. A condição é válida para quem utilizar recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

O primeiro da fila do feirão da Caixa chegou às 7h20 ao Riocentro. Djalma Costa, de 28 anos, aguardava ansioso pela abertura do evento às 9h28.

“É a minha primeira casa própria. Estou procurando uma casa na Zona Norte, Vila da Penha, Irajá ou Engenho de Dentro. Já sou cliente do banco e pretendo sair daqui com a carta na mão. Acho melhor comprar na feira porque dizem que os juros são mais baixos”, contou o auxiliar financeiro.

Em 2013, mais de 71 mil pessoas visitaram o feirão no Rio de Janeiro, segundo a Caixa. Foram assinados e encaminhados mais de 9 mil negociações, somando mais de R$ 1,5 bilhão.

 

Para requerer o crédito no Feirão, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.

O prazo para o financiamento imobiliário da Caixa é de até 35 anos, com taxas de juros a partir de 4,5% ao ano, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.

No feirão, o simulador habitacional oferece nova funcionalidade que permite que o cliente saiba quanto pode financiar antes de definir o valor do imóvel. Os interessados podem realizar as simulações do crédito imobiliário no endereço www.caixa.gov.br

Os interessados também podem obter informações pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

Serviço
10º Feirão CAIXA da Casa Própria do Rio de Janeiro (RJ)
Data: de 16 a 18 de maio de 2014 (sexta-feira a domingo)
Horário de Atendimento: sexta-feira e sábado, das 10h às 21h, e domingo, das 10h às 18h
Local: Riocentro – Pavilhão 2 – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Fonte: G1

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou na edição desta terça-feira (13) do “Diário Oficial da União” o regulamento para oferta no país do sistema de conta de luz pré-paga. A publicação, porém, não torna o serviço disponível de imediato a todos os consumidores, pois as distribuidoras não são obrigadas a adotá-lo em sua área de concessão.

conta de luz

De acordo com o regulamento, a empresa que aceitar ofertar o serviço deve comunicar a decisão à Aneel com 30 dias de antecedência. Ela vai poder escolher por quais cidades começar, mas, se implantá-lo em uma localidade, será obrigada a expandir a oferta para toda a sua área de atuação.

Nos locais em que o sistema pré-pago estiver disponível, ele poderá ser usado em residências ou comércio. A distribuidora terá prazo de 30 dias para implantá-lo após o pedido dos clientes.

Nenhum consumidor será obrigado a aderir a esse modelo e, quem optar por ele, terá direito de retornar ao sistema convencional, pós-pago, quando quiser.

Como funciona
Em vez de receber a conta com os gastos de luz do mês, os clientes do sistema pré-pago vão comprar créditos antes de usá-los – como ocorre com o celular pré-pago. A ideia da Aneel é que essa conta permita aos usuários maior controle dos gastos com energia elétrica e a compra em menores quantidades, de acordo com a necessidade ou possibilidade.

A adesão ao serviço pré-pago exige a instalação, pela distribuidora, de um novo medidor de consumo dentro da casa ou comércio. Segundo o regulamento, não haverá custo aos clientes, porém a empresa terá direito de exigir a quitação de eventuais contas de luz atrasadas antes de fazer a instalação.

A distribuidora pode escolher a tecnologia do equipamento de medição, mas o regulamento prevê que ele deve permitir ao cliente a visualização da quantidade de crédito disponível, em quilowatt-hora (kWh), além de dispor de um alarme visual e sonoro que informe quando o crédito estiver próximo de se esgotar.

O texto também determina que os “créditos comprados não têm prazo de validade.” E que os clientes vão poder comprar a quantidade de energia que desejarem, a partir de 5 kWh.

Para que os consumidores não acabem sem luz de forma inesperada, a distribuidora será obrigada a disponibilizar “a opção de utilização de um crédito de emergência de no mínimo 20 kWh o qual dever ser fornecido mediante solicitação ou acionado diretamente no próprio sistema de medição, conforme definido pela distribuidora.” 20 kWh equivalem ao consumo médio de 3 dias em uma residência.

Esse crédito de emergência, diz o regulamento, “pode ser solicitado pelo consumidor sempre que necessário, em qualquer dia da semana e horário.” Entretanto, se um consumidor tiver usado essa opção uma vez, só vai poder recorrer a ela de novo se tiver pago a primeira.

Fonte: G1

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1.Aprenda a diferenciar o fundamental do essencial. Comer é fundamental; estar bem alimentado para ter energia no dia a dia e fazer as coisas acontecerem é essencial. Dinheiro é fundamental; ter um trabalho que te dê prazer, reconhecimento e satisfação e que, além de tudo, tenha uma compensação financeira, é essencial. Esses são apenas exemplos. O que é essencial para mim, pode não ser essencial para você. Porém, tome cuidado para não achar que algo fundamental é essencial. Essa simples distinção pode te ajudar a tomar decisões mais eficazes com relação ao seu tempo.

diminuindo o ritmo

2.Aprenda a dizer “não”. Sabe o pior que pode acontecer se você disser não para alguma coisa? Receber antipatia de volta. Você consegue lidar com isso? Particularmente, prefiro parecer antipática que ficar menos tempo com a minha família porque aceitei uma responsabilidade por não saber dizer “não”. Também pode acontecer de te excluírem de alguma turminha, isso em âmbito pessoal e profissional. Fazer o quê? Quando a gente chega em uma certa idade, meio que sabe o que faz bem e o que não faz bem pra gente. Ser excluído de uma turma que não entende que você sabe definir prioridades, talvez seja o melhor acontecimento da sua semana. Não se culpe. Se você não pode ou não quer fazer algo, simplesmente diga “não”. Apenas tome cuidado para não prejudicar outras pessoas ao fazer isso (pelo menos, é por onde eu me guio).

3.Pare de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Se precisar utilizar a Internet, abra somente uma guia do navegador – nada de deixar carregando Facebook, e-mail, agenda e todo o resto nas outras guias. Se estiver almoçando, almoce. Não fique conferindo suas mensagens no celular ou conversando sem prestar atenção na comida. Fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo deixa a nossa mente muito mais agitada, mesmo que na hora a gente não perceba. E isso gera estresse.

Fonte: Vida Organizada

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