Além do redutor de vazão, há outra peça simples que pode ser instalada na torneira para economizar e manter o conforto na hora do uso. Chamado de “arejador”, ela tem a função de misturar ar à água, diminuindo o fluxo, mas mantendo a sensação de volume e direcionando o jato. Por isso, quanto maior a pressão, maior a economia, que varia entre 50% e 80%, segundo fabricantes.

AREJADOR

Uma torneira de pia, por exemplo, com vazão de 13,8 litros por minuto, reduz o consumo para 6  litros/minuto com a instalação de um arejador (economia de 57%), de acordo com a Sabesp. Isso significa que 39 litros são economizados em cinco minutos de lavagem de louça. O ideal recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), por habitante, são 110 litros por dia.

Se a pressão for maior, no caso de uma torneira que consome 25,2 litros/minuto, a economia chega a 19,2 litros. Ou seja, 96 litros de água deixam de ser desperdiçados em cinco minutos de lavagem de louça.

A maior parte das torneiras disponíveis no mercado já é vendida com o arejador, mas caso a sua torneira não tenha o equipamento, é possível encontrar diversos modelos a preços que variam de R$ 3,90 a R$ 39,90. O levantamento foi feito em três redes que vendem o produto na cidade de São Paulo.

A instalação também é simples, segundo especialistas ouvidos pelo G1. Basta rosquear o arejador nos bicos das torneiras, mas os produtos devem ser da mesma marca ou compatíveis para não ocorrer vazamentos.
A diferença do arejador para o restritor é que o segundo só reduz a vazão, de acordo com a peça instalada, e é colocado na entrada de água da torneira.

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Dentre todos os cômodos da casa, o quarto é o mais aconchegante e intimista – e merece um cuidado especial. Além dos móveis e pintura, a roupa de cama também é um item primordial para deixar o ambiente com a sua cara.

cama

Com tantas opções no mercado, você pode ficar na dúvida que tipo levar para casa. Por isso, resolvemos facilitar a sua vida e com o auxílio da consultora de organização residencial e empresarial Ana Afonso trouxemos uma série de tipos de roupa de cama para você escolher qual é a melhor opção para a sua rotina. Confira!

A quantidade de fios

Este é o item que vai determinar a durabilidade dos lençóis. Você vai encontrar essa informação na etiqueta do produto, e quanto maior o número de fios, mais conforto e melhor será a textura acetinada do produto. Se você busca durabilidade e conforto, escolha o número de fios entre 175 e 250 (ou mais!).

O material desses fios também determina a qualidade do produto. Lençóis feitos com algodão egípcio e Pima Cotton são as de maior durabilidade, além de trazerem um conforto sem igual.

Tamanho

Antes de levar a roupa de cama para casa, preste muita atenção ao tamanho. Não dá para comprar um lençol que fica saindo do colchão ou criando dobras, não é? Os tamanhos disponíveis no mercado são:

  • King Size: 2 x 2 metros.
  • Queen Size: 1,6 x 2 metros.
  • Cama de casal: 1,4 x 1,9 metros.
  • Cama de solteiro: 0,9 x 1,9 metros.
  • Cama de viúva: 1,28 x 1,88 metros.

Como lavar a sua roupa de cama

Para que os lençóis fiquem perfumados e livres de manchas, é importante tomar alguns cuidados. Ao lavá-los, evite misturar com toalhas de banho ou outras peças que soltem fiapos, “para não causar bolinhas nos lençóis”. O ideal é que a troca da roupa de cama seja feita semanalmente.

Sempre que você comprar uma nova roupa de cama, é essencial lavá-la antes da primeira utilização. A lavagem convencional é a mais recomendada, sempre respeitando a indicação na etiqueta. É importante respeitar a lavagem ideal para cada tipo de tecido.

Algodão: Lave separadamente e com água fria, para evitar o encolhimento do tecido. Para evitar que o lençol manche, utilize sempre um alvejante sem cloro. Assim, a cor permanece intacta e o branco não corre o risco de ficar amarelado.

Fibras sintéticas: Com este tipo o cuidado na secagem se faz necessário. Não exponha este tecido a altas temperaturas e nem deixe secar diretamente ao sol. Assim, você evita que as fibras endureçam.

Lã: A lavagem a seco é a mais recomendada. Caso haja manchas, utilize um alvejante sem cloro na pré-lavagem. É importante não deixar muito tempo de molho e tomar cuidado ao deixar secar – isso evita que o tecido deforme.

Na hora de secar, a organizadora recomenda cuidado para estender os lençóis. “Pendurar os lençóis dobrados no varal facilita na hora de passar. Evite a secagem direta ao sol por período muito longo para evitar o desbotamento da cor e o endurecimento das fibras”, explica Ana Afonso.

Para guardar, ela conta que deixar o jogo num único lugar facilita na organização. “O ideal é formar jogos completos, com lençóis dobrados em um pacote: debaixo, vira e fronhas e manter na prateleira separados por cor e padronagem”.

Seguindo esses conselhos práticos, suas roupas de cama estarão sempre macias e prontas para uso.

Fonte: IG

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Todo mundo tem sua caixinha de Pandora que, uma vez aberta, resgata amores do passado, amizades que se perderam com o tempo, lembranças de entes queridos e momentos inesquecíveis que compõem a história de cada um. São lembranças que, além de armazenadas na memória, sobrevivem por meio de recordações materiais que nos acompanham pela vida. Fotografias, livros, bilhetinhos, cartas e cartões, roupas e objetos que importam pelo valor sentimental e não financeiro.

guardado

Quando as quinquilharias sentimentais passam a ocupar muito espaço no ambiente e na vida da pessoa, o risco é transformar as ‘boas recordações’ em um acúmulo preso ao passado.

Tudo em seu lugar

Quando se trata de boas recordações, conjugar o verbo desapegar não é uma tarefa fácil. Você fuça, remexe, relembra, rumina, suspira e acaba voltando tudo para o lugar em que estava. Quem sabe na próxima arrumação, você se enche de coragem e consegue fazer aquela limpeza, não é mesmo? Nem sempre. A maioria das pessoas pensa assim e quando vê não tem mais lugar no armário, nas gavetas e, o pior, nem lembra mais do que está guardado.

Para evitar esse acúmulo de lembranças físicas, o ideal é mexer nelas periodicamente – um vez por ano ou a cada dois anos – e exercer o desapego na prática. Veja como fazer:

1. Se ainda não está emocionalmente pronta para se desfazer de algumas coisas, concentre tudo em uma caixa, feche-a e deixe-a em algum lugar fácil de encontrar quando estiver pronta para mexer nela

2. Não conseguiu fazer isso sozinha? Peça ajuda de alguém que saiba da importância de tais objetos na sua vida

3. Quando estiver pronta para mexer neles, trabalhe em intervalos curtos. Escolhas difíceis são mais assertivas quando a mente está descansada

4. Caso não consiga decidir entre guardar ou jogar fora algum item, pense se gosta dele o suficiente para usá-lo ou se ele não será mais útil para outra pessoa

5. Seja seletiva: em coleções de coisas, guarde apenas um ou dois itens que tiverem mais significado para você.

 

Fonte: Delas

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Quando vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda? Vai depender dos juros. Existe um custo essa antecipação. Esse custo é menor do que a dívida que ele tem? Se for um custo menor, vale a pena. Se não for, o melhor é esperar pela restituição.

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Outro ponto que deve ser avaliado são as opções que você tem. Porque, se houver qualquer outra opção, é melhor para pagar as dívidas do que receber esse dinheiro. Porque esse dinheiro aplicado já está na melhor aplicação que tem. Ele vai receber corrigido pelos juros e sem pagar nenhuma taxa de administração e sem pagar imposto sobre esse ganho. Tem é que torcer para vir depois.

A outra questão é o prazo. Se você tem uma dívida que precisa pagar agora, então tudo bem, pague. Agora, se você pode esperar, não vale a pena pedir essa antecipação. (Entenda no vídeo ao lado)

Se você quiser programar a sua dívida e fazer as contas para saber quando usar a restituição do imposto, clique aqui e baixe a Calculadora do Cidadão, do Banco Central.

Fonte: G1

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Atualmente, milhões de brasileiros sofrem com o agravamento de suas crises de alergia respiratória. Como se não bastassem as mudanças no clima, a umidade e a poluição, o inimigo está também em casa: o ácaro!

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O que são ácaros de poeira?
Os ácaros de poeira são aracnídeos (pertencem à família das aranhas) e podem ser vistos através de um microscópio comum.

Como os ácaros vivem?
Os ácaros preferem locais com umidade relativa acima de 50% e temperaturas de 18º a 26º C. Os ácaros da poeira raramente são encontrados em climas secos e em grandes altitudes. Os ácaros da poeira doméstica alimentam-se principalmente de descamação de animais e humanos, fungos e outros restos encontrados em ambientes humanos. Manter sua casa sem poeira ajuda a diminuir a população de ácaros.

Agentes alérgenos
Os principais agentes alérgenos, são: a poeira doméstica, ácaros, fungos, saliva e pêlos de animais, penas e baratas. Evitar todos esses alérgenos é uma das primeiras recomendações para o controle dos sintomas alérgicos, disso depende o sucesso do tratamento. Não se pode esquecer que medidas simples de higiene ambiental (como passar pano úmido na casa) e revestir os colchões e travesseiros com capas plásticas ou tecidos impermeáveis, demonstram grande eficácia e baixo custo.

Tipos de alergia
Os tipos de alergia mais conhecidos, sâo: rinite alérgica, rinite sazonal e rinite persistente. Outros alérgenos podem estar presentes em medicamentos, plantas, alimentos e venenos de insetos e podem causar uma grande variedade de sintomas diferentes daqueles associados à rinite alérgica.
Rinite alérgica
É um termo médico que se refere à inflamação da membrana do nariz causada por reações alérgicas. É a doença crônica mais comum em seres humanos normalmente surge na infância e juventude. O fator de risco mais significante para desenvolver a rinite alérgica é a história familiar de alergia.

Rinite sazonal
Esse tipo de alergia se caracteriza por aparecer repetidamente somente em algumas épocas
do ano.

Rinite persistente
A rinite persistente está normalmente associada à sensibilização aos alérgenos presentes dentro de casa, como os ácaros e o pó. Os sintomas dessa rinite são semelhantes aos da rinite sazonal, mas não são idênticos. Quem tem rinite persistente sofre menos com espirros, olhos vermelhos e lacrimejantes mas, no entanto, essas pessoas geralmente apresentam prurido nasal, coriza e obstrução nasal crônica.

Outono e inverno: maior incidência
No outono e no inverno, em razão do tempo seco, os ácaros secam. Suas carcaças e fezes, suspensas no ar, tornam-se as maiores responsáveis pelas crises alérgicas. Quando aspiradas irritam as mucosas do nariz, da garganta e do pulmão, provocando rinite, sinusites e bronquite. A presença de 500 indivíduos por grama de poeira é suficiente para causar uma crise alérgica. É impossível livrar as residências dos ácaros. A saída é tentar controlar a quantidade de ácaros, fazendo com que ela fique abaixo da concentração capaz de causar crise alérgica.

Locais de concentração dos ácaros

O estrado da cama é o local da casa onde há maior concentração de ácaros. Ali a quantidade desses parentes microscópicos da aranha é, em média, três vezes maior do que na parte de cima da cama. Depois do colchão, o sofá, o tapete, a despensa e a cortina aparecem como os esconderijos prediletos dos bichinhos. A revelação faz parte de uma pesquisa da Unicamp e entrou para o “Anal of Allergy”, uma publicação científica internacional. O trabalho se baseou em amostras de poeira coletadas em 58 casas de Campinas e resultou em uma tese dedoutorado e uma dissertação de mestrado.

Segundo Celso Henrique de Oliveira, pesquisador do Departamento de Pediatria da Unicamp, uma pessoa adulta libera cerca de cinco gramas de pele por semana, sendo que duas gramas estão no colchão. “Na cama, comida é o que não falta para eles”, diz o médico. Por isso, manter a higiene da casa é fundamental para combater os ácaros.

Dicas para manter a casa distante da população de ácaros:

01 – Cobrir colchões e travesseiros com capas antialérgicas.
02 – Virar o colchão a cada 15 dias.
03 – Travesseiros e almofadas com penas e algodão devem ser substituídos por outros materiais antiácaros. Por exemplo: látex.
04 – O estrado da cama é o local da casa onde há maior concentração de ácaros. Manter o estrado sempre limpo.
05 – Usar desumidificador para reduzir a umidade relativa do ar para 45% ou menos.
06 – Retirar tapetes, carpetes, móveis estofados, animais peludos e materiais amontoados, especialmente dos quartos.
07 – Retirar as cortinas de tecido e substituir por persianas plásticas.
08 – Manter a casa arejada e iluminada. Ambientes ensolarados evitam o surgimento de bolor (fungos).
09 – A casa (especialmente o quarto) deve estar sempre limpa. O uso do pano úmido na limpeza é uma forma eficaz de remover a poeira. Passar aspirador de pó pelo menos uma vez por semana, usando saco HEPA.
10- Evitar fazer refeições na cama ou no sofá (os “restos” podem servir de alimento
para os ácaros).

Fonte: Consultores do Lar

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Por melhor que seja a conservação de uma casa, o tempo não perdoa. Sol, chuva e a passagem dos anos deixam sequelas, tais como encanamentos e fiações prejudicados, acabamento envelhecido, decoração gasta. E mais: muitas vezes, o desejo de renovar a cor, trocar a mobília ou dar uma repaginada no ambiente também é grande. De uma maneira ou outra, quando chega a hora de encarar uma reforma, é necessário ter estrutura e planejamento financeiro.

reforma

A cabeleireira Sônia Regina adiou o quanto pode a necessidade de fazer alguns ajustes em casa. “Conheço tanta gente que teve dor de cabeça com reforma que evitei ao máximo passar por isso. Mas não tinha mais jeito. A parede do meu quarto estava com infiltração, os azulejos do banheiro não paravam de cair, o granito da pia já estava com trincos profundos em dois lugares.Tive que enfrentar a realidade”, conta ela.

No entanto, ouvir tantas pessoas que enfrentaram o problema foi positivo para a cabeleireira. Pois conseguiu se precaver de todos os possíveis problemas que pudesse enfrentar.

O Meu Bolso Feliz lista  dicas importantes para você garantir uma reforma mais barata:

PROJETO E PLANEJAMENTO

– “Gastar um tempo com a elaboração de um cronograma é essencial. A pesquisa de valores e quantificação de materiais é importante para evitar desperdícios”, avalia Fernanda Andrade, arquiteta de São Paulo.

– Dê valor ao projeto que vai definir tudo que será feito antes do início da obra. “Indecisões e mudanças durante a obra acabam atrasando o cronograma e aumentando o gasto com material e mão de obra”, completa.

– Além de pesquisar as ofertas, busque também as melhores formas de pagamento. Essa medida pode ajudar e muito na organização com os gastos da obra.  “Mas lembre-se que parcelar é válido, mas pagar juros não”, conclui Vignoli.

MÃO DE OBRA

– Antes de partir para a reforma propriamente dita, faça vários orçamentos com quem executará a tarefa. “O preço dos serviços subiu muito ultimamente e pode haver diferenças gigantescas entre os valores pesquisados”, comenta Vignoli.

– Cuidado com a organização da obra. “Sem um bom planejamento, você corre o risco de desperdiçar a mão de obra, pois o prestador de serviço, sem o material ou as informações necessárias, não pode dar andamento ao trabalho”, explica Fernanda.

– Tente parcelar o pagamento da mão de obra.  Ponha tudo no papel e faça um bom plano. Essa medida é bastante inteligente para fugir dos juros dos créditos bancários.

COMPRAS E RECICLAGEM DE MATERIAIS

– Na hora das escolhas, tente comprar os materiais necessários em uma mesma loja. “Quantidade e compras encomendadas com antecedência podem ser bons motivos para se conseguir um desconto”, diz Fernanda.

– Lembre-se de reaproveitar e reciclar o que já existe. Que tal pintar um móvel com uma cor diferente ou reformar um armário? O ambiente fica com outra cara e, melhor, o custo é baixo.

– Sobrepor revestimentos pode ser uma boa opção, desde que o fornecedor indique a ação. “A ideia é prática e faz você economizar tempo e mão de obra”.

Fonte: Seu bolso feliz

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Quem mora em imóveis pequenos sabe a importância de se valorizar cada metro quadrado. No quarto, ao lado das portas de correr, a cama box é uma das saídas mais recomendadas para isso. O modelo dispensa a estrutura das camas convencionais e permite ter mais área livre – cerca de quatro a seis centímetros nas laterais e na pezeira, além de outros 30 cm na cabeceira. Mas as vantagens não param por aí. Mais resistentes por terem seis pés, alguns modelos ainda contam com baús ou gavetas na parte interna. O espaço extra (de abertura muitas vezes automática) pode receber travesseiros e roupas de cama, dispensando o uso de armários. Mas o grande destaque é o encaixe perfeito do colchão na estrutura, sendo possível adaptar modelos muito altos em boxes mais baixos.

cama box

A desvantagem, no entanto, aparece nos modelos conjugados, isto é, aqueles cuja estrutura vem fixada ao colchão, que desta forma se torna mais difícil de ser coberto com lençóis ou protetores. Outro aspecto que desfavorece algumas opções desse modelo é a existência de uma divisão central na estrutura de base, que afeta o conforto na hora de dormir, por mais espesso que seja o colchão. E, pior, neste caso, se alguma peça for danificada, todo o conjunto estará comprometido (inclusive o colchão).

Os modelos de cama box não incluem cabeceira, mas isso pode ser uma vantagem, já que o preço do produto cai cerca de 40% e, com um pouco de criatividade, é fácil improvisar a estrutura. “Hoje, o mercado oferece modelos de cama box por R$ 310 (sem o colchão) até R$ 7 mil (com sistemas articulados)”, afirma Fabio Rabelo, supervisor da Copel Colchões. Para criar uma cabeceira personalizada, aposte em papéis de parede, tecidos e painéis. “Mas, o melhor tipo de cabeceira é aquele levemente inclinado. Os modelos retos (e isso vale para os painéis) deixam o travesseiro em posições desconfortáveis, o que gera dores nas costas e na nuca”, diz Márcia Espindola, designer e proprietária da Madeira Bonita. Fique atenta.

A escolha do tipo colchão é mais um aspecto que gera dúvidas. As famosas molas ensacadas são as preferidas por se adaptarem às curvas do corpo. No entanto, a flexibilidade nas extremidades tira o conforto em camas conjugadas divididas ao meio na base. Além disso, as molas não apresentam muita resistência e serão prejudiciais para aqueles que tiverem mais de cem quilos. Outro aspecto importante a ser investigado é a qualidade da espuma. Produtos em látex (material natural muito resistente) e visco elástico (que se molda perfeitamente ao corpo) são os recomendados pelos especialistas.

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Comprar a casa própria é o sonho de consumo de muitos brasileiros. Mas, para realizá-lo, é necessário aprender a poupar e fazer um bom planejamento antes de entrar num financiamento que pode durar 30 anos e comprometer até 30% da renda durante esse período.

Afinal, para dar entrada na maioria dos financiamentos é preciso ter 20% do valor do imóvel em mãos. Isso significa R$ 50 mil para um financiamento de R$ 250 mil, R$ 100 mil num financiamento de R$ 500 mil e R$ 150 mil para um financiamento de R$ 750 mil, o teto do valor aceito para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

casa propria

“O ideal, o lindo, o maravilhoso, é juntar dinheiro para comprar à vista”, diz o educador financeiro Marcos Silvestre. Afinal, quem tem os recursos na mão consegue bons descontos. Porém, como essa é uma realidade para poucos, optar pelo financiamento imobiliário é um bom negócio, segundo o educador.

“Quem tem acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH), consegue taxas de juros de cerca de 8% ao ano. Se descontar a inflação, na prática, o comprador vai pagar 2% de juros ao ano para comprar a casa própria. E, se puder usar o FGTS, melhor ainda.”

Mesmo quem não tem acesso ao SFH e recorre à carteira hipotecária consegue um negócio vantajoso, segundo o educador. “Os juros dessa carteira costumam girar por volta de 9% a 10% ao ano. Deduzindo a inflação, os juros ficariam em cerca de 3% a 4% ao ano, na prática”, diz.

Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, afirma que, mesmo sendo uma taxa de juros reduzida em relação a outras linhas de crédito, esse é um financiamento que irá durar um período muito longo e consumir parte importante da renda.

Por isso o ideal é juntar o máximo de dinheiro para dar entrada e assim diminuir o prazo do financiamento e, consequentemente, os juros.

Veja, a seguir, 10 dicas dos dois especialistas para se planejar financeiramente para a compra da casa própria:

1) Poupe até obter 20% do valor do imóvel. O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.

2) Poupe 30% da sua renda. Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

3) Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros. Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

4) Cuidado se estiver em início de carreira. Marcelo Prata, do Canal do Crédito, diz que há momentos em que é melhor aguardar um pouco para comprar a casa própria. Um exemplo é o profissional em fase de ascensão, sujeito a viagens e mudanças de cidade ou até mesmo de país. “Nesse caso, comprar um imóvel pode limitar a capacidade profissional.”

5) Quem casa quer casa? Começar uma vida nova no casamento e assumir um financiamento alto por um longo período são duas situações muito estressantes, diz Marcelo Prata. Outro fator a ponderar é se o casal pretende ter filhos. Comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo

6) Se mora com os pais, aproveite a folga financeira para poupar. Ainda que os pais não queiram, o jovem deve se planejar para dar entrada em um imóvel em três ou quatro anos. Marcos Silvestre recomenda que o jovem se ofereça para pagar algumas contas da casa dos pais, para ir se acostumando aos novos custos que terá quanto morar na casa própria.

7) Considere que a casa traz despesas adicionais. O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

8) Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação. Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel, segundo Marcelo Prata.

9) Avalie o custo de vida da região que vai morar. A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

10) Financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria. Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel. “Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, diz.

Fonte: Uol

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O volume de empréstimos para compra e construção de imóveis atingiu R$ 9,2 bilhões em abril. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse foi o melhor resultado para um mês de abril desde 1995, ou seja, nos últimos 20 anos.

Credito_Imobiliario

Frente ao mesmo período do ano passado, foi registrado aumento de 10% e, em relação ao mês anterior, houve alta de 11%.

Nos primeiros quatro meses deste ano, foram financiados R$ 34,4 bilhões para aquisição e construção de imóveis, valor 20% maior do que em abril do ano anterior.

Em 12 meses, até abril de 2014, o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou o montante de R$ 114,9 bilhões, valor 30% maior do que nos 12 meses anteriores.

Financiamento – Em abril, foram financiadas aquisições e construções de 43,7 mil imóveis, o que significa um crescimento de 7% sobre abril de 2013. Frente a março, a alta foi de 16%.

De janeiro a abril, foram financiados mais de 167 mil imóveis, volume 16% maior que em igual período de 2013. Nos últimos 12 meses, o número de financiamentos atingiu 553 mil imóveis, 20% acima das 459 mil unidades contratadas nos 12 meses imediatamente anteriores.

Fonte: O Fluminense

 

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Pintar a parede e o teto, apesar de bagunçar um pouco a casa por alguns dias, não é um bicho de sete cabeças. Se a grana estiver curta para contratar um pintor, o jeito é arregaçar as mangas e sair pintando!

tinta

Como pintar parede: detalhes importantes

É preciso ficar atenta às irregularidades do ambiente. Focos de umidade precisam ser eliminados antes da pintura. A sugestão é utilizar produtos antimofo para acabar com a concentração e, depois de solucionado o problema, lixar a parede para retirar o que estiver descascando. Depois, basta aplicar massa corrida e lixar novamente para nivelar.

As rachaduras também podem ser consertadas com massa corrida.

Lista de materiais

Confira os materiais necessários para a pintura: lixa n° 150, lona plástica, fita-crepe, rolo de pintura, caçamba para tinta, tinta, pincel, massa corrida, gesso, misturador, trincha e espátula.

Quantidade de tinta necessária

Antes de comprar, alguns cálculos precisam ser realizados. É importante medir o comprimento da parede e multiplique pelo pé direito, que corresponde à altura do chão ao teto. Depois multiplique o valor por três, que é o número médio de demãos.

As latas de tintas costumam indicar a área que cobrem, portanto é importante também observar o que diz o fabricante. “Outra dica é testar a tinta em uma área menor antes de comprar em grande quantidade, pois em alguns casos o efeito é diferente do catálogo,” completo.

Na hora de escolher o acabamento, o dono do imóvel pode escolher entre o fosco, brilhante e acetinado. A arquiteta dá a dica para saber qual é o mais indicado de acordo com o efeito desejado: “o primeiro disfarça imperfeições, o brilhante impregna menos sujeira, enquanto o acetinado brilha menos, esconde falhas, mas tem preço menos acessível”, resume.

Como preparar o ambiente

Antes de iniciar a pintura é preciso remover as tomadas, interruptores e outros acessórios de parede. Além disso, é preciso retirar ou cobrir os móveis, espalhar jornais pelo chão e utilize a caçamba de tinta para o contato com o rolo.

Segundo a arquiteta, o ideal é aplicar a tinta seguindo a ordem dos cantos, teto e parede. Utilize o pincel para pintar horizontalmente rente ao teto ou abaixo da faixa de gesso, se for o caso, e também rente ao batente de portas e janelas. Depois pinte o teto e o resto da parede, esta na vertical, de cima para baixo. Em média, três demãos são suficientes para uma cobertura homogênea.

Fonte: Bolsa de Mulher

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