O preço médio dos imóveis em novembro cresceu menos que a inflação, segundo pesquisa divulgada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelo portal ZAP Imóveis. Nas 20 cidades pesquisadas, o aumento do Índice FipeZap foi de 0,45% – valor menor que a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,59% esperada para o mês. Isso quer dizer que o preço dos imóveis cresceu menos que a inflação entre outubro e novembro, o que significa queda em termos reais.

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No acumulado do ano, os imóveis tiveram pequeno aumento real, acompanhando o ritmo de desaceleração dos últimos meses. Nos primeiros 11 meses de 2014, a alta do FipeZap foi de 6,35%, valor 0,68 ponto percentual superior ao IPCA do período (considerando a expectativa de inflação no mês de novembro apurada pelo boletim Focus / Banco Central).

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O juros do cheque especial foram na contramão da taxa média dos juros bancários, que caíram em setembro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Banco Central, a taxa média dos bancos cobrada no cheque especial atingiu 183,3% ao ano no mês passado. É do maior valor desde abril de 1999, quando estava em 193,6% ao ano, ou seja, em mais de 15 anos.

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No acumulado deste ano, os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, uma linha de crédito de emergência, pois possui uma das taxas mais elevadas de todas operações (junto com o cartão de crédito, quando o cliente não paga toda a fatura), avançaram 35,4 pontos percentuais, visto que estavam em 147,9% ao ano no fim de 2013. Esse crescimento foi o maior de todas as operações das pessos físicas e, inclusive, de empresas, disponibilizadas pelo BC.

Economistas avaliam que o consumidor deve tentar evitar ao máximo o uso do cheque especial, por conta das altas taxas cobradas pelas instituições financeiras. Para eles, esta é uma linha de crédito para momentos de necessidade e deve ser utilizada por um período reduzido de tempo.

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fez um alerta de que os segurados que ainda não fizeram a renovação de sua senha/fé de vida têm até 31 de dezembro deste ano para realizar o procedimento.

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A substituição da senha é obrigatória para todos os beneficiários do INSS que recebem seus pagamentos por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético. O segurado que não renovar a senha no tempo previsto poderá ter seu benefício suspenso.

“A renovação da senha deve ser feita no banco onde o segurado recebe o benefício. Dos 31,1 milhões de beneficiários do INSS, mais de 29 milhões já estão em dia com o INSS. Ainda não compareceram nas instituições financeiras 1,4 milhão de beneficiários”, informou o governo.

O INSS lembra que não é necessário procurar uma agência da Previdência Social. “A renovação é realizada diretamente no banco onde o segurado recebe o benefício, mediante a apresentação de um documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação entre outros)”, acrescentou o Ministério da Previdência.

Algumas instituições financeiras que possuem sistemas de biometria estão utilizando essa tecnologia para realizar a comprovação de vida e renovação de senha nos terminais de autoatendimento, informou o governo.

Os beneficiários que não puderem comparecer nas agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção, ainda de acordo com o Ministério da Previdência, podem realizar a renovação de senha por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS.

Os segurados que residem no exterior também podem renovar a senha por meio de um procurador cadastrado no INSS ou por meio de documento de prova de vida emitido por consulado, acrescentou o governo.

Os bancos estão comunicando os beneficiários sobre a renovação da senha por meio de mensagens informativas, disponibilizadas nos seus caixas eletrônicos e sites na internet.

Fonte: G1

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Entre as pessoas com pendências financeiras, 57% são casadas ou estão em união estável. Os dados são de uma pesquisa sobre o perfil do inadimplente da SCPC Boa Vista, referente ao 3º trimestre de 2014. Entre os entrevistados pelo estudo, 46% são casados e 11% estão em união estável.

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Os solteiros representam 32% das pessoas com nome na lista de devedores. Separados e divorciados, 9% e viúvos, 2%. Os homens também são maioria entre os inadimplentes, representando 61%.

O economista Flávio Calife, da SCPC Boa Vista, conta que esse é um padrão que se repete em levantamentos de perfil de inadimplentes. “A maioria dos solteiros ainda vive com alguém, os pais por exemplo. Com as contas de uma nova casa, muitas vezes demora para entender o orçamento, e sem dúvida custos a mais acabam dificultando os pagamentos”, diz.

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O nível de confiança dos consumidores alcançou, entre julho e agosto, o menor patamar desde abril de 2009, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta segunda-feira (25). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve queda de 4,3%.

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De acordo com a FGV, a queda foi influenciada pela avaliação dos consumidores sobre a situação econômica geral, o que contribuiu em cerca de 60% para o resultado negativo do índice. “A confiança do consumidor diminui e decepciona aqueles que esperavam a reversão da tendência de queda iniciada em 2012. Novamente o resultado foi influenciado pela insatisfação dos consumidores com o estado geral da economia”, afirma em nota Viviane Seda, coordenadora da pesquisa.

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O melhor momento para começar a planejar a aposentadoria é quando ainda se é jovem e há bastante tempo para fazer um bom pé de meia. Quem quiser se aposentar cedo, e sem depender do sistema público, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pode organizar as próprias economias para isso.

O educador financeiro Reinaldo Domingos, que defende o planejamento como forma de realizar sonhos, afirma que é possível ter uma aposentadoria confortável por meio de investimentos na poupança, compra de títulos do governo ou da previdência privada.

O especialista fez os cálculos mostrando quanto uma pessoa hoje com 25 anos precisa investir ao mês para se aposentar em 25 e 30 anos. Os investimentos mensais são a partir de R$ 35 – neste caso, a pessoa se aposenta aos 55 anos com uma renda de R$ 873, investindo no Tesouro Direto (com rendimento estimado de 0,9% ao mês). Em outro exemplo, é possível guardar R$ 170 todo mês na poupança (com rendimento médio estimado de 0,5% ao mês), por 30 anos, e se aposentar com R$ 2 mil.

O valor aplicado ao mês, contudo, varia de acordo com quanto a pessoa pode separar, quanto tempo vai guardar e o quanto pretende ter de renda mensal lá na frente.

Para os cálculos, o especialista considera um investimento acumulado ao final dos 30 anos que resulte em um rendimento no valor do dobro da renda pretendida, de forma que a outra metade será “reinvestida” automaticamente e a aposentadoria nunca acabe. Ou seja, nessa fórmula, para se aposentar com R$ 2 mil é preciso ter um rendimento mensal de R$ 4 mil ao final dos 30 anos – a pessoa retira R$ 2 mil e mantém os outros R$ 2 mil no investimento.

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Atualmente, milhões de brasileiros sofrem com o agravamento de suas crises de alergia respiratória. Como se não bastassem as mudanças no clima, a umidade e a poluição, o inimigo está também em casa: o ácaro!

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O que são ácaros de poeira?
Os ácaros de poeira são aracnídeos (pertencem à família das aranhas) e podem ser vistos através de um microscópio comum.

Como os ácaros vivem?
Os ácaros preferem locais com umidade relativa acima de 50% e temperaturas de 18º a 26º C. Os ácaros da poeira raramente são encontrados em climas secos e em grandes altitudes. Os ácaros da poeira doméstica alimentam-se principalmente de descamação de animais e humanos, fungos e outros restos encontrados em ambientes humanos. Manter sua casa sem poeira ajuda a diminuir a população de ácaros.

Agentes alérgenos
Os principais agentes alérgenos, são: a poeira doméstica, ácaros, fungos, saliva e pêlos de animais, penas e baratas. Evitar todos esses alérgenos é uma das primeiras recomendações para o controle dos sintomas alérgicos, disso depende o sucesso do tratamento. Não se pode esquecer que medidas simples de higiene ambiental (como passar pano úmido na casa) e revestir os colchões e travesseiros com capas plásticas ou tecidos impermeáveis, demonstram grande eficácia e baixo custo.

Tipos de alergia
Os tipos de alergia mais conhecidos, sâo: rinite alérgica, rinite sazonal e rinite persistente. Outros alérgenos podem estar presentes em medicamentos, plantas, alimentos e venenos de insetos e podem causar uma grande variedade de sintomas diferentes daqueles associados à rinite alérgica.
Rinite alérgica
É um termo médico que se refere à inflamação da membrana do nariz causada por reações alérgicas. É a doença crônica mais comum em seres humanos normalmente surge na infância e juventude. O fator de risco mais significante para desenvolver a rinite alérgica é a história familiar de alergia.

Rinite sazonal
Esse tipo de alergia se caracteriza por aparecer repetidamente somente em algumas épocas
do ano.

Rinite persistente
A rinite persistente está normalmente associada à sensibilização aos alérgenos presentes dentro de casa, como os ácaros e o pó. Os sintomas dessa rinite são semelhantes aos da rinite sazonal, mas não são idênticos. Quem tem rinite persistente sofre menos com espirros, olhos vermelhos e lacrimejantes mas, no entanto, essas pessoas geralmente apresentam prurido nasal, coriza e obstrução nasal crônica.

Outono e inverno: maior incidência
No outono e no inverno, em razão do tempo seco, os ácaros secam. Suas carcaças e fezes, suspensas no ar, tornam-se as maiores responsáveis pelas crises alérgicas. Quando aspiradas irritam as mucosas do nariz, da garganta e do pulmão, provocando rinite, sinusites e bronquite. A presença de 500 indivíduos por grama de poeira é suficiente para causar uma crise alérgica. É impossível livrar as residências dos ácaros. A saída é tentar controlar a quantidade de ácaros, fazendo com que ela fique abaixo da concentração capaz de causar crise alérgica.

Locais de concentração dos ácaros

O estrado da cama é o local da casa onde há maior concentração de ácaros. Ali a quantidade desses parentes microscópicos da aranha é, em média, três vezes maior do que na parte de cima da cama. Depois do colchão, o sofá, o tapete, a despensa e a cortina aparecem como os esconderijos prediletos dos bichinhos. A revelação faz parte de uma pesquisa da Unicamp e entrou para o “Anal of Allergy”, uma publicação científica internacional. O trabalho se baseou em amostras de poeira coletadas em 58 casas de Campinas e resultou em uma tese dedoutorado e uma dissertação de mestrado.

Segundo Celso Henrique de Oliveira, pesquisador do Departamento de Pediatria da Unicamp, uma pessoa adulta libera cerca de cinco gramas de pele por semana, sendo que duas gramas estão no colchão. “Na cama, comida é o que não falta para eles”, diz o médico. Por isso, manter a higiene da casa é fundamental para combater os ácaros.

Dicas para manter a casa distante da população de ácaros:

01 – Cobrir colchões e travesseiros com capas antialérgicas.
02 – Virar o colchão a cada 15 dias.
03 – Travesseiros e almofadas com penas e algodão devem ser substituídos por outros materiais antiácaros. Por exemplo: látex.
04 – O estrado da cama é o local da casa onde há maior concentração de ácaros. Manter o estrado sempre limpo.
05 – Usar desumidificador para reduzir a umidade relativa do ar para 45% ou menos.
06 – Retirar tapetes, carpetes, móveis estofados, animais peludos e materiais amontoados, especialmente dos quartos.
07 – Retirar as cortinas de tecido e substituir por persianas plásticas.
08 – Manter a casa arejada e iluminada. Ambientes ensolarados evitam o surgimento de bolor (fungos).
09 – A casa (especialmente o quarto) deve estar sempre limpa. O uso do pano úmido na limpeza é uma forma eficaz de remover a poeira. Passar aspirador de pó pelo menos uma vez por semana, usando saco HEPA.
10- Evitar fazer refeições na cama ou no sofá (os “restos” podem servir de alimento
para os ácaros).

Fonte: Consultores do Lar

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Desconto em imposto já é uma realidade para quem adota ações para a preservação do meio ambiente. Você, com certeza, já se perguntou: o imposto que eu pago ajuda a preservar o meio ambiente? Já há impostos sendo usados a favor da qualidade de vida.

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O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, tem uma fatia destinada ao meio ambiente. O município que protege áreas verdes e nascentes de água doce e dá destinação adequada ao lixo e ao esgoto, entre outras ações ambientais, recebe uma porcentagem do ICMS arrecadado pelo estado.

É o ICMS ecológico. Quanto maior a ação municipal em favor do meio ambiente, maior a fatia que a cidade vai receber. Hoje, 17 estados aplicam o ICMS ecológico, que varia de 1% a 5% do total do imposto arrecadado.

Desde 2009, quando adotou o ICMS ecológico, o estado do Rio de Janeiro registrou 27 novas áreas verdes de conservação, o equivalente a 70 mil campos de futebol.

Este ano, o primeiro lugar no ranking fluminense é de Silva Jardim. A cidade reprimiu a ação de madeireiros, garantindo o abastecimento de água potável para a Região dos Lagos. O resultado foram R$ 8.491.812 de recursos do ICMS ecológico.

Não são só os municípios, no entanto, que saem ganhando por preservar o meio ambiente. O cidadão que adota algum tipo de ação sustentável tem desconto direto no imposto. É o IPTU verde. Não há um levantamento exato de quantas prefeituras já aderiram ao IPTU verde, mas certo mesmo é que o desconto pode chegar a 20% do imposto.

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Quando uma pessoa compra um imóvel, uma casa ou apartamento novo ou usado pode financiar o pagamento. Os financiamentos são realizados pelos bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida.

Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga.

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Condições de financiamento

Diversos bancos oferecem financiamentos. O que os diferencia são as condições de pagamento, como as taxas de juros cobradas, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel pode ser financiado.

Depois de escolhido um deles, o primeiro passo é ir até uma agência e conversar com um gerente para iniciar as etapas que permitirão a liberação de dinheiro (crédito).

Documentos

Nesse primeiro momento, será necessário entregar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, quando for o caso).

Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.

Além disso, trabalhadores rurais, ambulantes, diaristas, barbeiros, cabeleireiros, doceiras, entre outros que não tenham conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar em cada caso quais são os documentos necessários.

A comprovação de renda do comprador indicará sua capacidade de pagamento das prestações, pois o valor delas não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Além disso, também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação de nome no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Não havendo problemas, é aprovada a liberação de crédito com um período de validade que varia de acordo com o banco (o dinheiro não é liberado nesse momento).

Avaliação do imóvel

Depois disso, o banco, por meio de uma empresa, engenheiro ou arquiteto, realiza a avaliação do imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor.

A partir daí, o banco elabora o contrato e pede que comprador e vendedor assinem o documento. O contrato deve ser registrado em cartório e levado à agência bancária. Depois disso, é liberado o crédito, e o vendedor é pago. Com isso, o comprador começa a pagar as prestações mensais para quitar sua dívida com o banco.

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