O preço médio dos imóveis em novembro cresceu menos que a inflação, segundo pesquisa divulgada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelo portal ZAP Imóveis. Nas 20 cidades pesquisadas, o aumento do Índice FipeZap foi de 0,45% – valor menor que a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,59% esperada para o mês. Isso quer dizer que o preço dos imóveis cresceu menos que a inflação entre outubro e novembro, o que significa queda em termos reais.

casa propria
No acumulado do ano, os imóveis tiveram pequeno aumento real, acompanhando o ritmo de desaceleração dos últimos meses. Nos primeiros 11 meses de 2014, a alta do FipeZap foi de 6,35%, valor 0,68 ponto percentual superior ao IPCA do período (considerando a expectativa de inflação no mês de novembro apurada pelo boletim Focus / Banco Central).

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A Caixa Econômica Federal definiu as regras da portabilidade de financiamento imobiliário com FGTS. Isso quer dizer que os clientes podem mudar o financiamento de sua casa própria de um banco para outro, mesmo se tiverem usado recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A vantagem seria conseguir uma taxa de juros menor.

portabilidade de credito

As regras foram publicadas no dia 22 de abril no “Diário Oficial” da União, e entram em vigor nesta segunda-feira (5).

UOL conversou com três especialistas para responderem a algumas perguntas-chave sobre o assunto. Foram entrevistados o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Samy Dana; o professor da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache; e o advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe Pinto.

1- Qual o objetivo da portabilidade?

O objetivo é dar à pessoa que fez um financiamento imobiliário a chance de reduzir sua dívida, procurando melhores taxas de juros em outros bancos. De acordo com o professor da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache, “a portabilidade aumenta o poder de barganha do cliente e amplia a concorrência entre os bancos”.

2- Qualquer pessoa pode mudar de banco?

Sim. Qualquer um que tenha um financiamento imobiliário usando recursos do FGTS pode pedir a mudança de banco. O imóvel, no entanto, tem de estar pronto. Não é possível fazer a portabilidade se a casa estiver na planta ou em construção.

3- Como funciona?

Primeiro o mutuário deve encontrar o banco que ofereça as melhores taxas e aceite receber a dívida. Feita a negociação, a proposta será enviada para o banco no qual foi iniciado o financiamento, que terá até cinco dias para fazer uma contraproposta. Se, mesmo com a contraproposta, o mutuário optar pela mudança, o novo banco deve quitar a dívida que o cliente tem com a outra instituição e assumir o crédito. Toda a transação será feita por meio eletrônico.

4- O custo da mudança de banco pode ser repassado para o cliente?

Não. As novas regras determinam que não haja nenhum custo para o mutuário mudar de banco. De acordo com advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe Pinto, “como a portabilidade não é sinônimo de descumprimento da obrigação, será indevida a cobrança de qualquer multa”.

5- É permitido mudar o sistema de amortização da dívida ao fazer a portabilidade?

Não. De acordo com as regras da portabilidade, o sistema de amortização, que é a maneira como a dívida é parcelada, não pode ser mudado. Os dois tipos de amortização são: SAC (Sistema de Amortização Constante), em que as prestações têm valores decrescentes; e tabela price, em que as parcelas são fixas. Além disso, o prazo que ainda falta para quitar a dívida do financiamento não pode aumentar ao fazer a mudança de banco. O professor da FGV Samy Dana afirma que a principal maneira de o banco oferecer uma proposta melhor é reduzir a taxa de juros e/ou a taxa de administração.

6- A portabilidade é sempre vantajosa?

Não. A portabilidade nem sempre será vantajosa. Um banco pode oferecer um taxa de juros menor. No entanto, o mutuário deve estar atento a custos extras, como gasto com cartório, ou tarifa de confecção de cadastro. Esses gastos, ao final, podem tornar a dívida maior ao se fazer a portabilidade. Samy Dana explica que não é suficiente que o cliente olhe apenas a taxa de juros e a taxa de administração que o novo banco oferece. “O mutuário deve olhar o Custo Efetivo Total (CET)”, diz Dana. O CET mostrará todas as taxas extras inclusas e o custo final da negociação. “O banco é obrigado a ceder o CET para o cliente”, afirma o professor.

7- O banco pode obrigar o cliente a abrir uma nova conta ou contratar algum seguro extra para aceitar a portabilidade?

Não. De acordo com o Banco Central, “não há nenhuma condição que deva ser imposta pelas instituições financeiras para que se use a portabilidade de crédito”. Para o professor Marcelo Anache, “se o banco forçar o mutuário a adquirir outro serviço, isso pode ser considerado venda casada”. Anache se refere à prática de um vendedor condicionar a aquisição de um serviço ou produto à compra de um segundo junto. Venda casada é proibida no Brasil.

8- Os bancos podem negar fazer a portabilidade?

As regras da portabilidade exigem que o banco no qual se iniciou o financiamento faça a transferência de dívida, caso o cliente a solicite. No entanto, não obriga outros bancos a aceitá-la.

9- Em qual caso a Caixa, como operadora do FGTS, pode rejeitar a transferência de dívida?

A Caixa, como operadora do FGTS, pode negar a portabilidade caso não receba as informações da negociação por parte dos bancos envolvidos, ou se houver inconsistência entre os dados cadastrais e financeiros.

Fonte: Uol

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Como funciona o financiamento habitacional?

Quando uma pessoa compra um imóvel, uma casa ou apartamento novo ou usado pode financiar o pagamento. Os financiamentos são realizados pelos bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida.

Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga.

Condições de financiamento

Diversos bancos oferecem financiamentos. O que os diferencia são as condições de pagamento, como as taxas de juros cobradas, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel pode ser financiado.

Depois de escolhido um deles, o primeiro passo é ir até uma agência e conversar com um gerente para iniciar as etapas que permitirão a liberação de dinheiro (crédito).

Documentos

Nesse primeiro momento, será necessário entregar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, quando for o caso).

Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.

Além disso, trabalhadores rurais, ambulantes, diaristas, barbeiros, cabeleireiros, doceiras, entre outros que não tenham conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar em cada caso quais são os documentos necessários.

A comprovação de renda do comprador indicará sua capacidade de pagamento das prestações, pois o valor delas não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Além disso, também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação de nome no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Não havendo problemas, é aprovada a liberação de crédito com um período de validade que varia de acordo com o banco (o dinheiro não é liberado nesse momento).

Avaliação do imóvel

Depois disso, o banco, por meio de uma empresa, engenheiro ou arquiteto, realiza a avaliação do imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor.

A partir daí, o banco elabora o contrato e pede que comprador e vendedor assinem o documento. O contrato deve ser registrado em cartório e levado à agência bancária. Depois disso, é liberado o crédito, e o vendedor é pago. Com isso, o comprador começa a pagar as prestações mensais para quitar sua dívida com o banco.

Tipos de financiamento 

Os financiamentos para compra de casa ou apartamento novo ou usado podem ser realizados com a utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Há ainda a opção de financiamento direto com a construtora.

Financiamentos pelo FGTS

O financiamento com a utilização de recursos do FGTS faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). O valor do imóvel e o do financiamento têm limites que variam periodicamente.

Só podem participar pessoas com uma determinada renda familiar máxima, valor que varia de acordo com a região do país.

As taxas de juros cobradas nesse caso também são mais baixas que no SBPE, devendo obedecer a um limite.

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Financiar a compra da casa própria pode ser uma boa opção para o comprador, desde que tudo seja bem planejado.  Redução dos juros, prazos mais longos (já chegam a 35 anos), aumento no número de empréstimos e estabilidade da economia compõem um bom cenário para investir no longo prazo.

Os juros do financiamento habitacional variam, em média de 8% a 10% ao ano para imóveis de até R$ 500 mil. Para imóveis acima desse valor, as taxas vão de 9,5% a 11% ao ano. Isso ocorre devido às ações do governo federal para reduzir os juros e à disputa dos bancos por clientes.

No site do Banco Central, é possível comparar os juros cobrados pelos bancos para imóveis até R$ 500 mil.

Os economistas recomendam financiar o valor mínimo para pagar menos juros. O melhor negócio é dar uma boa entrada no financiamento. Juntar no mínimo 30% do valor do imóvel é uma boa opção para quem pode esperar. Os bancos exigem pelo menos 20% se o imóvel for usado.

Juros estão mais baixos, e clientes podem ter vantagens nos bancos

A disputa pelo consumidor faz com que os bancos reduzam as taxas para quem é cliente e os juros podem cair ainda mais. É a chamada fidelização bancária e que pode ajudar o cliente na hora de negociar os juros.

Apesar do otimismo, a recomendação é de que a busca pelo crédito imobiliário seja planejada e segura. O financiamento é um compromisso de muitos anos e o consumidor vai precisar ter saúde financeira -estabilidade no emprego e perspectiva de ganhar mais ao longo do tempo, pois o dinheiro da família vai ficar imobilizado, na maioria dos casos, por cerca de 30 anos.

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A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou nesta terça-feira (5) nova redução de taxa de juros para financiamento de imóveis e ampliação, de 30 para 35 anos, no prazo máximo para esse tipo de operação, feito com recursos da poupança.

As medidas começam a vigorar a partir da próxima segunda-feira (11) e só valem para novos financiamentos. De acordo com vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o prazo de 35 anos é o maior já praticado no país.

Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a taxa cai de 9% para 8,85% para todos os clientes. Dependendo do grau de relacionamento com a Caixa, a taxa pode chegar a 7,8%.

Fora do SFH, a taxa de juros, que é de 10% ao ano, cai para 9,9% a partir de segunda-feira, para todos os clientes. Dependendo do relacionamento que a pessoa tenha com o banco, ela pode chegar a 8,9% ao ano.

Em todos os casos citados, não está incluída a Taxa Referencial (TR).

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O crédito imobiliário começou 2012 em ritmo diferente dos anos anteriores. Depois de crescer na casa dos dois dígitos, o volume de operações foi menor em fevereiro, tanto em total liberado quanto em número de imóveis financiados, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

No mês passado, os financiamentos para compra e construção de imóveis somaram R$ 5,11 bilhões, total que representa uma queda de 1% em relação ao mesmo mês de 2011 e de 10% na comparação com janeiro. Já o total de imóveis financiados ficou em 31 mil unidades, número que equivale a uma redução de 12% em 12 meses e de 8% ante janeiro.

Na análise dos dados acumulados nos 12 meses encerrados em fevereiro, no entanto, a taxa de expansão segue na casa dos dois dígitos. No volume financiado, houve aumento de 35%, com volume de R$ 80,9 bilhões. No número de imóveis financiados, a alta foi de 11%, com 489,2 mil unidades. A Abecip prevê expansão na casa dos 30% para o crédito imobiliário em 2012.

Fonte: G1

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Em diversas cidades brasileiras, o aumento dos preços dos imóveis virou conversa de bar. “Quando encontrava os amigos, alguém acabava comentando sobre a vontade de mudar de casa ou de comprar um apartamento e reclamava dos preços altos em diversas cidades,” diz a economista Rafaela Laguna, de 30 anos. De fato, os preços de casas e apartamentos subiram em várias regiões do Brasil, puxados principalmente pelo fácil acesso ao crédito e o crescimento econômico do País. Mas, agora que o momento de disparada passou, as perguntas são outras: “Será que os preços vão continuar subinto tanto? Esse é um bom momento para comprar imóveis?”.

Para especialistas, o mercado imobiliário brasileiro chegou a um equilíbrio. “Atingimos patamares de comercialização equilibrados com a situação do País e a níveis de preços equilibrados com o bolso do consumidor,” afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Depois do forte crescimento do setor em 2010, agora o momento é de acomodação, acrescenta Ricardo Almeida, professor de Finanças do Insper. Segundo ele, isso é resultado dos esforços do governo para a contenção do crédito na economia para o controle da inflação. “Os preços dos imóveis sobem conforme a concessão de crédito,” afirma.

A acomodação do mercado imobiliário não quer dizer, entretanto, que os preços vão cair. Assim, não vale a pena ficar esperando uma bolha para comprar o tão sonhado apartamento. “Quem ficar esperando uma bolha estourar por quatro anos, terá morado mal por quatro anos,” diz Almeida.

Também pode valer a pena, em alguns casos, comprar um segundo imóvel para alugar para terceiros e ter uma renda extra, ou então pensando na aposentadoria, segundo os especilistas. “Muitas pessoas se sentem confortáveis em aplicar em bens tangíveis, como os imóveis, então, nestes casos, pode ser uma boa compra,” diz Nélson de Souza, professor de Finanças do Ibmec.

Por outro lado, não é aconselhável comprar imóveis como especulação, com o objetivo de vender e ganhar dinheiro com uma eventual valorização. Na avaliação dos especialistas, há melhores opções de investimento, como por exemplo os fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto, ou mesmo ações na bolsa de valores. “A menos que o investidor perceba que há uma boa expectativa de crescimento na região do imóvel, não creio que terá uma valorização muito expressiva,” afirma Souza.

A expectativa dos especialistas é que os valores dos imóveis acompanhem a inflação de agora em diante. “Devem subir um pouco acima, como tradicionalmente acontece no mercado de imóveis. Será uma acomodação direcionada para cima,” afirma Crestana.

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O Conselho Curador do FGTS decidiu hoje ampliar o limite do financiamento com recursos do fundo para a população de baixa renda. Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Brasília, o novo teto para o financiamento passa a ser de R$ 170 mil. O teto anterior era de R$ 130 mil.

Nas demais capitais e cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite será de R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil habitantes ou em regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes, podem ser financiados até R$ 100 mil; e nas demais cidades, até R$ 80 mil.

No entanto, a renda familiar máxima para enquadramento no financiamento continua em R$ 4,9 mil para regiões metropolitanas e municípios com população superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais cidades. O ministro do Trabalho e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, disse em nota que “a A medida traz equivalência aos valores praticados no mercado imobiliário e visa cobrir o déficit na habitação popular”.

Os limites do financiamento não eram reajustados desde 2007. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano mais a variação da TR, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com o subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790. O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos.

Fonte: IG

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O Ministério do Trabalho informou nesta quarta-feira (2) que o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu ampliar de R$ 130 mil para até R$ 170 mil o valor para financiamentos imobiliários financiados com recursos do FGTS para população de baixa renda.

A renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4,9 mil mensais para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais regiões do país, informou o governo.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o novo teto de R$ 170 mil atenderá às regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Os moradores das demais capitais e de municípios com mais de um milhão de habitantes poderão financiar até R$ 150 mil, informou o governo. Para os municípios com mais de 250 mil habitantes ou inseridos em Regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes o teto é de R$ 100 mil; e R$ 80 mil para as demais cidades do país.

O ministro do Trabalho e Emprego e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, afirmou que a medida traz “equivalência” aos valores praticados no mercado imobiliário e visa “cobrir o déficit na habitação popular”. “Desde 2007 não havia reajuste desses valores.

No Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, os imóveis têm valores bem mais altos do que a média nacional”, disse Lupi.

As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano, mais a variação da Taxa Referencial (TR) – que pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.

O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, lembrou o Ministério do Trabalho, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores, acrescentou o governo.

Fonte: G1

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