Quentes ou frias, vibrantes ou neutras, as cores são a alma de qualquer decoração. Tente pensar na sua casa como uma obra de arte. Assim como em uma pintura, as cores da sua casa transmitem mensagens e sensações.

A sala de estar, por exemplo, é o local em que as pessoas se reúnem . As cores predominantes, portanto, devem ser quentes e aconchegantes.

tinta

Aposte no marrom, no bege e em tons atenuados de amarelo, vermelho e laranja. Já em um escritório, as cores não podem desviar a atenção nem entediar. Tente mesclar cores neutras, como o cinza, com objetos em tons vibrantes.

Lugar que expressa uma visão pessoal do mundo, o quarto pede soluções mais arrojadas. Procure usar cores que você goste, mas com cuidado na dose. Outro aspecto importante é que algumas cores estão intimamente ligadas a aromas. O lilás, por exemplo, remete às plantações de lavanda e seu cheiro característico. Tente, portanto, harmonizar a cor predominante do lugar com um aroma que combine.

Fonte: Delas

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Reformar o sofá é uma alternativa interessante para quem busca mudar o visual da casa sem gastar muito e ainda valorizar a peça do mobiliário. O sucesso da transformação, no entanto, depende da qualidade dos materiais escolhidos e, principalmente, do tapeceiro que fará o serviço. Mas, se você não conhece nenhum profissional de confiança, vale a pena investigar aspectos como o modelo de espuma que será usado, a qualidade do tecido sugerido e as vantagens de fazer uma impermeabilização antes da contratação.

sofa

Nem sempre é preciso trocar a espuma do estofado, já que um material de boa qualidade dura, em média, dez anos. Caso seja necessário, as opções mais comuns no mercado são: flocos, bloco ou pluma sintética. A primeira é a mais barata (custa entre R$ 3,50 a R$ 4,00 o quilo), sendo usada com frequência em almofadas de botão, dada sua maleabilidade. Tal espuma ainda confere uma estética macia, apesar de sofrer deformações com o passar do tempo.

Já o modelo em bloco oferece mais consistência e ergonomia ao móvel. Há espumas de várias densidades à venda e a compra deve ser feita segundo o peso e o conforto desejados. As numerações 28 e 33 são as que proporcionam grande maciez e suportam pesos de até 90 quilos. As espumas mais rígidas – 35, 40 e 50 – funcionam bem em almofadas soltas de assentos, pois evitam desgastes.

A chamada pluma sintética é, na verdade, algodão siliconado. A vantagem desta opção é ter um estofado bem macio e com toque de pena de ganso. Seu preço é equivalente ao do bloco de espuma e chega a R$ 12 o quilo. Outra opção existente no mercado é o enchimento de “mola ensacada”, que vale-se de uma camada de três a quatro centímetros de espuma para revestir as molas. “A maioria dos estofados leva também uma manta protetora como forma de acabamento. Ela traz uniformidade às almofadas e representa um investimento de R$ 80 por jogo de sofá”, afirma Mário Souza de Azevedo, tapeceiro da loja Renovação.

Cada estilo de móvel apresenta medidas específicas, porém, um assento deve ter, no mínimo, 45 cm de altura e 58 cm de profundidade. Já o encosto, 90 cm de altura e 17 cm ou 18 cm de profundidade. O fechamento do contrato deve levar tais medidas em consideração e o trabalho será facilitado com a presença de fotos da peça do mobiliário. Além disso, é importante que o tapeceiro confira de perto as formas exatas do estofado original para evitar possíveis erros.

Tecidos e estampas

A estampa é outro elemento a ser decidido no momento da reforma. Não existem restrições claras, mas a escolha acabará definindo o estilo do morador. “Aqueles mais arrojados devem usar estampas nos sofás e nas poltronas. Os mais clássicos podem recorrer aos desenhos somente nas almofadas. Quem ficar entre as duas possibilidades pode usar estampas em almofadas e poltronas e deixar o sofá liso”, diz Valeria Beer Dini, empresária e decoradora da Unique Mood.

Muitas são as opções de tecidos disponíveis no mercado. Os mais baratos são linho, sarja e courino sintético (ou náutico) que custam, em média, R$ 25 o metro. Os de preço intermediário – suede e chenille – variam entre R$ 50 a R$ 70 o metro. Já os tecidos de valores mais elevados, entre R$ 120 e R$ 400 o metro, são jacquard, seda, linho pré-encolhido e couro. Alternativas impermeáveis também estão à venda, além de ser possível encomendar o trabalho de impermeabilização no próprio tapeceiro.

A reforma de um jogo de sofá custa entre R$ 1.400 a R$ 2.500 e demora cerca de 20 dias para ser concluída. Na hora da entrega, é ainda importante conferir o alinhamento das costuras, a junção correta dos desenhos (se existirem) e a exatidão do modelo.

Fonte: Delas

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Casa nova, vida nova. Coisa boa! Nada como ter um cantinho só seu, com tudo novinho. Porém, é preciso planejamento na hora de adquirir os móveis. Não adianta nada sair pelas lojas, comprando tudo de bonito que vê pela frente.
Pense em cada espaço e verifique o tamanho exato de cada um. É importante não deixar os ambientes muito carregados de coisas: dificulta na hora de limpar e organizar e deixa o local muito poluído.

quarto

Por isso na hora de mobiliar a sua casa uma dica é importante: compre apenas o essencial e vá adicionando aos poucos outros itens.

Confira o que não pode faltar:
Quarto:
Cama
Colchão
Criado-mudo
Abajur
Tapete
Guarda-roupa
Espelho grande

Cozinha:
Fogão
Geladeira
Fruteira
Mesa para refeições
Armário para louças

Banheiro:
Espelho
Armário
Área de Serviço/ Despensa:
Máquina de lavar roupas
Tábua de passar roupas
Armário para mantimentos
Armário ou suporte para material de limpeza

Sala:
Sofá
Poltrona
Sofá-cama
Rack ou estante para TV/DVD/SOM
Tapete
Abajur ou luminária
Almofada
Mesinha de centro ou lateral
Mesa de jantar e cadeiras
Aparador

Outros itens:
Cortinas ou persianas
Lustres
Vasos
Quadros
Revisteiros

Fonte: Hagah

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Mesa de jantar é sempre bem-vinda. Afinal, é nela que são servidas as refeições e onde se coloca o papo em dia com a família e amigos. Se a sua casa ou apartamento é muito pequeno, não desanime.

mesa de jantar

A solução é ser realista e levar em conta o espaço que tem. Não adianta uma mesa enorme em um lugar em que não se consiga circular e, muito menos, “espremer” muitos convidados em uma pequena. Se servir apenas para colocar pratos (sem travessas, panelas e bandejas), é necessária largura mínima de 80 cm para dispor um na frente do outro. O comprimento mínimo para duas pessoas se sentarem lado a lado é de 1,10 m.

É fundamental pensar no espaço de circulação. Contando o tamanho da mesa com as cadeiras encostadas nela, deve sobrar pelo menos 55 cm ao redor. No caso de modelos redondos, atenção redobrada.

Uma boa pedida para ganhar assentos é optar por cadeiras de um lado e banco do outro. No caso do banco, lembre-se de deixar um espaço considerável para que os pratos e os braços não esbarrem.

Fonte: Terra 

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Escolher as janelas de uma casa não é uma tarefa simples, deve-se levar em consideração diversos aspectos. Em primeiríssimo lugar está a eficiência desta em relação ao seu uso e ao local que ficará instalada.

Por exemplo, em uma sala pequena, escolher um modelo que ao abrir, gira as folhas para dentro pode prejudicar a circulação e a ocupação do espaço com o mobiliário. Para adequar a janela ao local de uso, descrevo abaixo algumas tipologias de aberturas:

janela

Janela de correr – A folha é pendurada por roldanas que correm em um trilho. A mais comum é composta por duas folhas, sendo que uma delas corre na frente da outra, que pode ser fixa ou móvel. Quando feita com projeto especial, pode correr na frente da parede liberando todo o vão para entrada de ar e luz.

O que existe em linha para pronta entrega são janelas que liberam apenas a metade do vão para entrada de ar e luz. Se a opção for por esses modelos restritores, calcule o dobro do tamanho da abertura, porque depois da janela instalada esse vão será reduzido em 50%.

Se a janela for instalada em um dormitório além das folhas de vidro, serão necessárias duas folhas de correr – ou uma, no caso de correr na frente da alvenaria. Ou ainda é possível casar o modelo de duas folhas de correr de vidro com uma veneziana de enrolar. Essa peça, quando recolhida, forma um rolo que se acomoda acima das folhas de vidro. Para abrir – desenrolar – o comando é feito por uma fita na lateral. Esta opção é bastante eficiente no controle de ar e luz. Suas palhetas articuladas – peças que em conjunto formam uma veneziana -, quando projetadas para fora, protegem da chuva, mantendo a passagem da luz.

Quando a opção é a de correr, sugiro acrescentar uma folha com tela para evitar a entrada de insetos.

Janela-guilhotina – bastante usada a partir da década de 1920, consiste em duas folhas que se movimentam na vertical, correndo por encaixes laterais. Geralmente são de madeira. Quando usadas em dormitórios, a combinação mais frequente é com duas folhas-venezianas que abrem girando para o lado externo.

Uma releitura interessante usada em meados da década de 40 é utilizar contrapeso para movimentar tanto as folhas de vidro como as venezianas, que abrem para o lado externo da alvenaria, como no conhecido edifício Louveira, em São Paulo, projetado pelos arquitetos Vila Nova Artigas e Carlos Cascaldi.

Janela sanfonada – Considero esse modelo uma derivação da janela de “abrir”, embora sua ferragem seja diferente, podendo ou não ter as dobradiças nas laterais.

Esse modelo ajuda a reduzir o tamanho da folha que terá de ser encostada na alvenaria. Não é possível ter tanto as folhas de vidro como as venezianas com esse sistema.

Janela de “abrir” – Gira em torno de dobradiças fixadas nas laterais. Esse modelo requer espaço, tanto interno como externo, para que as folhas não esbarrem em móveis ao abrir, e se acomodem nas alvenarias laterais.

Janela oscilo-batente – Pouco conhecida da maioria é uma evolução da janela de “abrir”, pois sua folha tanto faz esse movimento como tomba ligeiramente para dentro do cômodo permitindo uma passagem discreta de ar pela parte superior.

Esse movimento duplo é permitido pela ferragem especial, misto de dobradiça com alavanca. A mudança do movimento se dá pela alavanca – maçaneta – que também tem a função de trancar.

Janela maximar ou projetante – Muito usada em áreas comerciais, cozinhas ou banheiros. A maximar desliza pelas laterais projetando-se totalmente para fora. Permite deslocamento do ar com eficiência. Tem o inconveniente de quando usada em casas térreas obstruir a passagem pelo lado externo.

Fonte: Delas

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Na hora de deixar a casa arrumada e pronta para receber a família no dia de natal, vale “quase tudo”. Todos querem fazer bonito e surpreender os amigos e parentes. Para isso, é preciso prestar atenção em alguns pontos simples, que podem deixar sua festa ainda mais bonita – e vão evitar desgastes de última hora.

Confira as dicas de três decoradoras para não errar na hora de fazer a comemoração perfeita.

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Não faça nada muito complicado

A decoradora Amelinha Amaro diz que a simplicidade é o principal ingrediente de uma comemoração de sucesso. Não há necessidade de complicar nem na hora de decorar a casa, nem no momento de preparar a ceia. “Evite fazer uma decoração com flores frescas, que você precisa sair no dia para buscar. Se quiser alguma coisa fresca, use frutas. Ou pense em alguma flor que dure dias”, diz Amelinha. É bom preparar tudo com antecedência e evitar qualquer compra no último dia. Se puder, deixe a mesa montada bem antes da ceia. Senão, já separe a louça que será usada. O mesmo vale para a refeição. “Monte seu cardápio com pratos que não sejam muito complicados, principalmente se você não tiver ajuda”, aconselha a decoradora.

Mais Brasil, menos Estados Unidos

A maioria dos filmes natalinos são feitos nos Estados Unidos, onde a festa é comemorada no inverno. Os bonecos de neve, cachecóis com desenhos de renas e lareiras acesas são lindas, mas não combinam muito com nosso clima. A decoradora e especialista em arranjos florais Chris Lobão diz que é possível fazer uma bela decoração com inspiração tropical. “É possível fazer arranjos dentro de cocos. Depois de tomar a água, aproveite o buraquinho para colocar uma flor uma folhagem, que fica lindo. Dá para criar uma decoração comestível, também com frutas”, diz Chris.

Aposte nas tradições

Para Cecilia Dale, decoradora especialista em natal, duas coisas são indispensáveis: uma árvore e uma guirlanda. O tamanho da árvore não importa, desde que ela tenha um papel importante na decoração. E a guirlanda ainda carrega uma rica simbologia. “Hoje em dia, a guirlanda ainda resgata o significado ancestral de símbolo de boas-vindas, de proteção e de abundância. Colocar uma guirlanda na porta de casa é sempre uma visão carinhosa de boas intenções, representando paz, prosperidade, evolução e recomeço”, diz Cecilia. Se não for possível pendurá-la na porta de casa, dá para colocar a guirlanda em cima de uma lareira ou na própria parede.

Não esqueça das crianças

Para que nada prejudique a alegria das crianças na noite de natal, é melhor tomar algumas precauções com bastante antecedência. Quando montar a árvore, tenha certeza de que todos os fios dos pisca-piscas estejam fora do alcance. As tomadas também devem ser tampadas. É bom tomar cuidado com enfeites pesados. Se colocados nas partes mais altas da árvore, podem cair e machucar. Na hora de preparar a mesa, evite usar toalhas muito compridas, porque uma criança pode puxar e derrubar tudo.

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Amarelo

Afeta a área digestiva (estômago). Bom para sala de jantar e copa.

Azul

O escuro traz sensação de seriedade (bom para áreas de leitura). Mas só pinte uma parede, para não escurecer o ambiente. Já o azul-claro ativa a sensação de relaxamento e induz o sono (bom para o quarto, sobretudo atrás da cabeceira da cama).

cor para a parede

Branco ou verde

Ajuda na cura, daí ser tão usado em hospitais. No caso de ambiente caseiro, pode ser usado no banheiro ou cozinha, pois neutraliza as energias do ambiente.

Laranja

Afeta o interesse sexual, por isso é muito bom para móveis ou objetos do quarto. Como também ativa a vontade de viver, é ótimo para áreas de lazer.

Rosa-claro

Ligado ao chacra do coração, aumenta o romance do local e a sensação de amor. Ótimo, portanto, para quartos.

Vermelho

Afeta o coração e aumenta a energia do ambiente. Bom para áreas comuns (sala de estar) ou áreas de lazer. Mas nada de pintar o cômodo todo: bastam alguns objetos vermelhos ou uma parede.

Fonte: M de Mulher

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O grupo de espécies que registra altos índices de absorção de gases poluentes acaba de ganhar mais um integrante: a sun patiens. Originada no Japão, a planta mantém a temperatura do solo baixa e consegue absorver substâncias como nitrogênio e dióxido de carbono.

A planta japonesa é, na verdade, uma versão da espécie “impatiens balsamina”, originada na Nova Guiné e cultivada em locais sombreados. A alteração genética permitiu também que fosse cultivada a pleno sol e florescesse todo o ano. O cuidado com a sun patiens exige ainda pouca adubação e regas diárias.

Estudos da Agência Espacial Americana (Nasa) já revelaram que algumas plantas ornamentais, além de retirarem o dióxido de carbono (CO2), absorvem gases tóxicos como benzeno e formol. Pouco se fala sobre esses componentes químicos, mas a verdade é que eles estão espalhados pela casa inteira sem notarmos. Muitas das colas usadas para a aplicação de papéis de parede e assoalhos, e aquelas utilizadas para construir móveis apresentam alguma dessas substâncias. Tintas, vernizes e outros acabamentos também estão nessa lista.

O uso desses produtos que afetam o meio ambiente vem sendo banido ou reduzido. Porém, muito mais fácil do que trocar toda a mobília ou reformar a casa inteira é decorá-la com um purificador de ar 100% natural. Confira a lista de plantas que ajudam a renovar mais rapidamente o ar dos ambientes e as dicas dos especialistas:

Camedórea-bambu (Chamaedorea seifrizii)
Trata-se de uma palmeira muito resistente e clássica na decoração de interiores. Só é preciso atenção na hora de escolher o vaso, pois ela precisa de espaço para se desenvolver.

Clorofito (Chlorophytum comosum)
Versátil, pode ser usado em diversas situações. Se já existir outra planta maior, ele se torna um bom complemento.

Crisântemos e gérberas
Quem gosta de variar as cores com maior freqüência, deve optar por crisântemos (Dendranthema grandiflorum) e gérberas (Gerbera jamesonii). Podem ser colocados em vasos de cerâmica esmaltada ou cachepôs, enfileirados em um aparador.

Dracena-de-Madagascar (Dracaena marginata)
Esta é uma espécie que precisa de mais espaço. Para sua apresentação, é possível colocá-las em conjunto ou isolada.

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Cortinas são peças essenciais na decoração de um lar, e podem fazer toda a diferença – não só no visual, mas no conforto de um cômodo, bloqueando ou reduzindo a luz, e proporcionando privacidade.

Elas devem ser escolhidas de acordo com a finalidade do ambiente, podendo variar do tradicional blecaute (que bloqueia toda a entrada de luz) até tecidos translúcidos e delicados, como a seda e o voal.

Seja qual for o tecido em que sua cortina é feita, existem cuidados essenciais para que ela dure bastante e não fique amarelada, além de evitar doenças respiratórias.

Confira as dicas:

– Sempre retire os ganchos das cortinas antes de lavar.

– Se suas cortinas forem muito grandes, de tecido mais espesso ou delicado, mande-as para a lavanderia. Pode sair mais caro, mas o resultado é garantido. Uma máquina de lavar muito pequena não será capaz de realizar o trabalho da mesma forma, e lavar à mão pode se mostrar uma tarefa bastante ingrata.

– Enquanto lava as cortinas, aproveite para aspirar os trilhos. Este cuidado é essencial para que a limpeza da sua casa seja completa.

– Cortinas de varão são mais fáceis de lavar em casa, pois não possuem ganchos. Mas as de trilho também podem ir para a máquina, sem medo.

– Use água e sabão para lavar suas cortinas, colocando-as de molho por, no máximo, uma hora, ou ficarão com cheiro ruim. Em seguida, coloque-as na máquina, no modo de lavagem para peças delicadas. Observe diferenças entre os tecidos e leia as recomendações de cada fabricante antes de realizar a tarefa.

– Tecidos sintéticos são mais fáceis de lavar do que as fibras naturais.

– Seque sempre à sombra. Verifique as recomendações do fabricante antes de usar a secadora.

– Para clarear cortinas brancas, use bicarbonato de sódio ao lavar.

– Muito cuidado com as fibras naturais: a lavagem pode acabar com elas! Prefira aspirá-las, em vez de lavar normalmente.

– Lave suas cortinas pelo menos duas vezes por ano.

Fonte: Portal da Lú

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Nossa casa é a extensão de quem a gente é, do nosso jeito, dos nossos gostos e referências, quem sabe nossa auto-imagem ou até os nossos sonhos e fantasias. O importante é que ela sempre diz algo sobre quem mora ali, mesmo que você não perceba ou tenha feito escolhas conscientes.

É que nem a roupa que a gente escolhe a cada dia. Ela escancara nossas emoções e intenções pra todo mundo ver. Um pretinho básico e discreto passa um recado bem diferente de uma mini saia de paetês ou de um longo super estampado. Calça jeans e camiseta também diz algo bem diferente de uma bermuda bege com tênis e meia. Rabo de cavalo, brinco discreto ou maxi colar, bolsa enorme ou celular pendurado no cinto. Cada escolha mostra alguma coisa do dono, não é, não?

É possível também fazer essas análises no mundo da decoração. E imaginar quem mora nas casas que você vê por aí. Quem é aquela pessoa que mora ali, o que faz da vida, se é feliz, se gosta de música clássica ou de heavy metal, se toma vinho ou cerveja, se vai pra balada, se chama os amigos pra jogar Imagem & Ação em casa ou se simplesmente gosta de curtir seu espaço sozinha, em paz.

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