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Vontade não falta para deixar sua casa mais verde e alegre. Mas na hora de colocar a mão na massa, você não faz ideia de por onde começar? A paisagista e arquiteta Soraia Vitiello mostra todas as dicas para fazer o plantio de maneira correta. Basta seguir o passo a passo e acompanhar o desenvolvimento do exemplar.

Passo a passo para plantar mudas
– Veja como plantar bulbos
– Prepare o terreno para as sementes

Seja para uma muda, bulbo ou semente, será preciso usar terra vegetal e, se preferir, adicione húmus. “Nessa fase não é obrigatório colocar matéria orgânica. Mas, caso opte, misture partes iguais para formar o substrato”, explica Soraia.

Fonte: Delas

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Ser sustentável já deixou de ser idealismo e passou a ser realidade de muitas pessoas. E ter este tipo de atitude vai desde usar as sacolas retornáveis a aproveitar mais os recursos naturais. Um bom exemplo é utilizar mais a luz natural em casa. Por isso, se você vai construir ou reformar, estas dicas são bem úteis.

Paredes
Paredes bloqueiam a entrada de luz. Que tal fazer uma cozinha americana, quebrando a parede entre a cozinha e a sala? Além de supermoderna, esta mudança permitirá que o sol circule no espaço.

Vidro, Vidro, Vidro!
Substitua a parede de tijolos que fica no corredor da sua casa por blocos de vidro translúcido. Dessa forma, o sol atravessará a área sem impedimento. Na garagem ou laje, troque algumas telhas por modelos de vidro.

Janelas
Aposte em janelas bem grandes. Quanto maior forem, mais iluminada a casa ficará.

Portas
Elimine as que ficam nos corredores. Em geral, elas barram a entrada de luz.

Piso
Deixe a casa iluminada naturalmente: prefira pisos de tons claros.

Decoração Iluminada
Móveis
Evite – Peças de madeira escura. Elas absorvem os raios solares que poderiam iluminar melhor o ambiente.
Invista – Em móveis de madeira clara ou que tenham pintura metálica.

Janelas
Evite – Vidros verdes, fumê ou escuros.
Invista – Em vidros translúcidos.

Cortinas
Evite – Os modelos painel, que bloqueiam a luz.
Invista – Em peças de renda ou de tecidos leves. Porém, quem gosta de espantar a claridade à noite deve opostar nas persianas.

Posição
Evite – Móveis em frente ou na lateral das janelas. “Por exemplo, posicionar um sofá ou guarda-roupa perto da entrada de luz poderá bloqueá-la ou desviá-la para uma única direção. Sem obstáculo, a iluminação se expande pela casa toda”, explica o arquiteto Mario César Paludetti.
Invista – Na diposição dos móveis, afastando-os das janelas e da frente delas. Opte pela parede oposta.

Paredes
Evite – Pintar a casa toda com cores escuras. Assim, a luz do sol nunca dará as caras por lá.
Invista – Em cores claras. Se quiser um tom mais ousado para quebrar a monotonia, escolha uma parede pequena e pinte-a.

Espelho
Evite – Não se preocupe, ele sempre é bem-vindo.
Invista – Num modelo grande, posicionado na parede em frente à sua janela. Ele vai refletir a luz e ampliar o ambiente.

Fonte: Planeta Sustentável

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1. UM PROBLEMÃO QUE LEVA ATÉ 400 ANOS PARA DESAPARECER
É isso mesmo, sacos e sacolas plásticas podem demorar até quatro séculos para se decompor, dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros fatores. Trata-se de um período oitocentas vezes maior que o necessário para pôr um fim em materiais como papel ou papelão. Ao contrário do que acontece com o lixo orgânico, que leva entre 2 meses e um ano para “sumir” – sendo decomposto por minhocas, fungos e bactérias – a natureza simplesmente não sabe como se livrar dos plásticos.

Introduzidos na década de 1970, os sacos plásticos são relativamente novos no universo e por isso, segundo cientistas, ainda não há um micoorganismo capaz de decompor no curto prazo esse material, dono de cadeias moleculares quase inquebráveis. Resumo da ópera: apesar de práticas para o homem, as sacolinhas de polietileno feitas a partir de combustível fóssil são um péssimo negócio para a natureza.

2. SOBRECARREGAM ATERROS, REDUZINDO SUA VIDA ÚTIL
Por ano, são produzidos em todo o mundo pelo menos 500 bilhões de unidades de saco plástico, o que equivale a 1,4 bilhão a cada dia ou 1 milhão por minuto. Imagine agora todo esse grande volume de sacolas indo parar nos aterros e lixões a céu aberto. A cena é no mínimo pavorosa, não? No Brasil, os sacos plásticos já representam 10% de todo lixo nacional.

Quando descartados de forma inadequada, eles comprometem a capacidade do aterro, reduzindo sua vida útil e deixando o terreno impermeável e instável para o processo de biodegradação de materiais orgânicos. Pra não falar do tempo quase infinito que levam para desaparecer. Com o excesso de sacolas plásticas, os municípios são obrigados a ampliar seus aterros sanitários.

3. CONTRIBUEM PARA INUNDAÇÕES NOS GRANDES CENTROS URBANOS
Em épocas de chuva, as sacolas mostram as consequências do descarte incorreto, entupindo bueiros nos grandes centros urbanos. Distribuídas a torto e a direito por farmácias, padarias, lojas e principalmente mercados, elas fazem um verdadeiro estrago. Leves e finas, as sacolinhas são varridas pelo vento e pela chuva para os bueiros, prejudicando o escoamento de água, o que contribui para ocorrência de enchentes.

Claro que elas não são as únicas culpadas pelas enchentes e inundações das cidades, mas contribuem muito para agravar o quadro de impermeabilização urbana. Além disso, bueiros entupidos por plásticos tornam-se o ambiente ideal para a reprodução de insetos transmissores de doenças, como mosquitos da dengue.

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Clique na imagem para assistir ao vídeo.

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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Planeta Casa 2011. A iniciativa conjunta da revista Casa Claudia e do movimento Planeta Sustentável chega a sua décima edição, reforçando a missão de valorizar e divulgar projetos que conciliem conforto e bem-estar com o total respeito ao planeta.

O prêmio se divide em seis categorias: Ação Social (para projetos que dialoguem com setores de decoração, construção, urbanismo, arquitetura e design, com resultados que promovam o bem-estar da comunidade e o desenvolvimento sustentável), Produtos de Decoração, Materiais de Construção, Projeto Arquitetônico, Design de Interiores e Empreendimentos Imobiliários.

Até 30 de junho, empresas e profissionais das áreas de arquitetura, construção e decoração podem se inscrever, encaminhando o material pelo correio para a Editora Abril. Os interessados poderão participar do concurso em mais de uma categoria e até mesmo inscrever mais de um projeto por categoria

Para ter acesso ao regulamento completo e a mais informações, visite o hotsite do prêmio: http://casa.abril.com.br/planeta-casa

Fonte: Meu Mundo Sustentável

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O percentual da população que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo é de 5%. Os dados são da pesquisa O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial, apresentada pelos Institutos Akatu e Ethos. De acordo com o levantamento, 56% dos consumidores nunca ouviram falar em sustentabilidade.

O percentual se mantém o mesmo nos últimos quatro anos (de 2006 a 2010), mesmo com o aumento populacional no período. De acordo com os autores da pesquisa, nos últimos quatro anos, saltou de 25% para 37% o número dos consumidores considerados indiferentes, aqueles distantes do significado do conceito de sustentabilidade.

Práticas como apagar lâmpadas em ambientes desocupados, realizadas por 77% da população brasileira em 2006, caíram para 69%. O planejamento na compra alimentos antes promovido por 55% da população agora só é feito por 48%. “Cresceu o número da população com poder aquisitivo no Brasil nos últimos anos e esse fator interfere diretamente na avaliação dos comportamentos de consumo”, diz o consultor do Instituto Akatu Aron Belinky.

“O entendimento do comportamento do consumidor é fundamental no processo de construção da sustentabilidade e, aqui no Brasil, é notável a consistência dos esforços nesse sentido em relação a outros países do mundo”, diz o presidente do Ethos, Jorge Abrahão. “Este levantamento serve como trânsito para uma economia verde e responsável.”

Para 80% dos consumidores, uma empresa considerada socialmente responsável tem de desenvolver alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações do Trabalho”. A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do País em regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), capitais (Goiânia e Manaus) e Distrito Federal.

Fonte: Recriar com Você

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O Relatório de Energia da WWF (World Wildlife Fund) em parceria com a consultoria energética Ecofys foi divulgado hoje revelando que, até 2050, 95% das necessidades de transporte, eletricidade, energia industrial e doméstica poderiam ser supridas apenas com energia limpa.

A WWF demonstra um cenário alternativo e possível de atingir. O objetivo é que se consiga atingir uma redução de pelo menos 80% até 2050, a fim de evitar alterações climáticas resultantes do aumento da temperatura média global (que se localiza já está acima de 2°C).

Mais de 80% da energia global atual provém de combustíveis fósseis, e para o futuro do relatório ser possível, seria preciso reduzir em pelo menos 60% os gastos com calefação de edifícios, por meio da melhora na eficiência energética e do uso de energia solar e calor geotérmico.

Frente à demanda mundial por eletricidade, a eficiência energética em veículos, edificações e indústria seria fornecida por meio de smart grids (redes inteligentes) que geram energia de forma renovável. Esse fornecimento de energia barata e limpa na escala necessária irá demandar um esforço mundial.

Mas os benefícios seriam muito maiores no longo prazo, e a economia realizada com custos mais baixos em energia irá equilibrar o total de novos investimentos em energia renovável e eficiência energética até 2040, quando os gastos começarias a se pagar.

Além disso, defende-se também a modernização das instalações elétricas, a prioridade do transporte elétrico em escala global e incentivos financeiros (tarifas especiais para energia renovável).

Fonte: WWF

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Você sabe se suas torneiras têm arejador? Um arejador é um acessório para torneiras e chuveiros que tem a função de misturar ar à água, dando a sensação de maior volume. Assim, quanto maior a pressão, maior será a economia de água, que pode ser de 25% a 50%.

Dados do relatório do Instituto Socioambiental (ISA) mostram que, diariamente, as capitais brasileiras, juntas, desperdiçam cerca de 2,5 milhões de litros de água, o que equivale ao abastecimento de 38 milhões de pessoas. Um dos principais motivos dessa perda deve-se ao consumo doméstico, que, atualmente, demanda mais de 140 litros per capita, aproximadamente 30 litros acima do recomendado pela ONU. Torneiras tradicionais chegam a liberar 20 litros por minuto.

Se suas torneiras não tem arejadores, dependendo do modelo e marca de torneiras que você tenha, não é necessário trocar de torneira. É possível simplesmente incluir um arejador independente.

O mercado oferece linhas completas de produtos e acessórios que proporcionam o uso econômico e eficaz da água. Caso da marca Víqua, que desenvolveu oito linhas de torneiras equipadas com arejadores, que liberam em média apenas de 6 litros a 7,5 litros de água por minuto.

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