Os brasileiros devem gastar R$ 87,79 bilhões com material de construção este ano, segundo estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, divulgadas nesta terça-feira (27).

De acordo com o estudo, o montante representa um aumento de 14,8% em relação ao gasto de 2011, que somou R$ 76,43 bilhões.

O Pyxis Consumo é uma base de dados que apresenta o potencial de consumo (demanda) por grupo de produtos de todos os municípios brasileiros. Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre 21 setores disponibilizados, as quatro classes socioeconômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.

Classe social
Por classe social, o levantamento aponta que a B e a C são as que mais gastarão com material de construção neste ano, em torno de R$ 37,69 bilhões e R$ 29,87 bilhões, respectivamente. Em seguida, aparecem a classe A, com gastos de R$ 15,82 bilhões, e, por último, a classe DE, com R$ 4,41 bilhões.

Em potencial de consumo, 42,93% provêm da classe B, 34,02% da classe C, 18,02% da A e 5,03% da DE.

Fonte: Uol

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Pesquisar os preços, em farmácias e supermercados, de produtos de higiene pessoal, perfumaria e alimentos complementares pode gerar economia de até 14% em Belo Horizonte.

De acordo com estudo realizado pela Ecobenefícios, uma cesta com 20 item, selecionados entre as três categorias citadas, custou, em média, R$ 96,44 nos supermercados e R$ 112,66, em média, nas farmácias.

Porto Alegre e Curitiba
O estudo foi realizado entre os dias 16 e 20 de janeiro e analisou os preços praticados por cinco farmácias e cinco supermercados. A cesta é composta por produtos como shampoo de 350 ml, condicionador de 350 ml, sabonete de 90 gramas, algodão de 25 gramas, leite em pó de 400 gramas, papinha infantil de 115 gramas, entre outros.

A mesma compra feita em Porta Alegre, outra cidade escolhida para o levantamento, mostrou uma diferença de 2% entre supermercados e farmácias. Os 20 itens custaram, em média, R$ 114,74 nas farmácias e R$ 116,69 nos supermercados.

Já em Curitiba, a diferença foi de 0,50%. Os 20 itens custaram, em média, R$ 103 nas farmácias e R$ 104,85 nos supermercados.

A consultora responsável pela pesquisa, Anajara Moraes, acredita que é importante que o consumidor faça uma pesquisa de preços antes de comprar tais produtos. “A ideia de que os artigos de perfumaria e higiene pessoal são mais caros nas farmácias não se mostrou real em Curitiba e Porto Alegre, provavelmente pelo acirramento da concorrência das grandes redes nesse setor”, explica a consultora.

Já em Belo Horizonte, a consultora também acredita que a concorrência seja a responsável pelos preços menores praticados nos supermercados.

Fonte: Uol

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A elaboração do orçamento doméstico nem sempre é uma tarefa fácil. Definir quais são as suas necessidades e planejar todos os gastos, considerando sempre a renda disponível, é uma forma de começar a economizar.

Inicialmente, relacione suas despesas fixas tais como luz, gás, água, telefone, aluguel, condomínio, transporte, educação, assistência médica, alimentação etc.

Acrescente à lista as despesas eventuais com remédios, consertos em geral, cabeleireiro, oficina mecânica, lazer e outras. Para estas, reserve uma parte de seu salário pois, esses gastos, muitas vezes inesperados, não são raros.

Este informativo pretende, através de algumas orientações, ajudá-lo a controlar seu orçamento.

Como economizar nas despesas fixas
Alimentação:antes de ir ao supermercado, elabore uma lista de tudo o que você precisa. Desta forma, evitará gastos desnecessários. Fique atento à disposição dos produtos nas prateleiras: supérfluos e itens mais caros estão, normalmente, sempre ao seu alcance.

Lembre-se de que as pessoas têm maior tendência a comprar supérfluos quando vão ao supermercado com fome.

Dica: Escolha um de nossos pordutos para ter mais conforto e praticidade ao ir no supermercado: Carrinho para compras, caixa dobrável ou sacola para compras.

Vestuário: não compre por impulso. Pesquise! O mesmo produto pode, por vezes, ser encontrado em diversas lojas por preços diferenciados. Cuidado com as promoções. Nem sempre elas são tão vantajosas quanto se apresentam.
MENSALIDADES (escolares, convênios, clubes etc.): Atente-se às cláusulas referentes às datas de vencimento dos pagamentos, assim como às penalidades previstas em contrato. Procure, se possível, adequar os vencimentos a datas posteriores a do recebimento do seu salário.

Energia elétrica
Lâmpadas aproveite a iluminação natural, abrindo cortinas e janelas. Locais que não estão sendo usados dispensam lâmpadas acesas. Lembre-se de que pinturas escuras dentro de casa exigem mais iluminação, gerando maior consumo de energia . Em locais de grande circulação (cozinha, área de serviço, banheiro) procure utilizar lâmpadas fluorescentes, que duram mais e reduzem o gasto com energia.

Geladeira e freezer: mantenha o aparelho desencostado de móveis ou paredes, em local arejado e distante de fontes de calor (fogão, luz solar etc.). Evite o “abre e fecha” das portas que provoca grande consumo de energia e não a deixe aberta por longo tempo. Descongele periodicamente. No inverno, regule o termostato do equipamento na menor potência, pois, nesse período, a temperatura não precisa permanecer tão baixa. Saiba que não se deve pendurar roupas na parte traseira do refrigerador. Verifique se a borracha de vedação da porta está em perfeito estado. Não coloque alimentos quentes no interior da geladeira, nem forre prateleiras com toalhas, tábuas, plásticos etc., que prejudicam a circulação do ar frio. Siga rigorosamente as orientações fornecidas pelo fabricante do aparelho.

Ferro de Passar: acumule a maior quantidade possível de roupas e passe-as de uma só vez, evitando ligar o ferro constantemente. Siga a temperatura indicada para cada tipo de tecido. Passe primeiramente as peças que necessitam de baixas temperaturas e vá regulando o aparelho à medida que os tecidos forem necessitando de mais calor para serem desamassados. Antes de terminar o trabalho, desligue o ferro, aproveitando o calor restante para passar peças leves e pequenas.

Chuveiro Elétrico: evite banhos demorados. Limpe os orifícios de saída de água regularmente. Mude a chave do chuveiro de inverno para verão nos dias quentes. Faça isso com o aparelho desligado.

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O Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM), medido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) subiu 0,26% em setembro, na comparação com agosto. No ano, o índice acumula alta de 4,3%.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta segunda-feira (24), os gastos que tiveram maior impacto na passagem do mês foram os relativos a habitação, que registraram alta de 0,29%, e alimentação, que apontaram aumento de 0,20%.

Quanto à habitação, os destaques são os gastos com aluguel, produtos de limpeza e conta de celular. Respectivamente, as altas foram de 0,52%, 0,77% e 1,75% sobre o mês anterior. O aumento foi maior entre os alimentos. O preço do filé mignon subiu 5,85%, da picanha, 3,67% e das carnes de aves, 3,98%.

Feijoada mais salgada

Segundo a Fecomercio, a feijoada também está mais cara. Em setembro, quase todos os componentes do tradicional prato brasileiro tiveram os preços reajustados. O preço do arroz subiu 2,87% e o do feijão, 3,73%. O toucinho defumado, os pertences da feijoada e a carne seca ficaram, respectivamente, 0,44%, 0,68% e 2,47% mais caros.

Entre os acompanhamentos, só a laranja ficou mais cara, 0,76%. A couve e a farofa ficaram 2,81% e 0,85% mais baratas, respectivamente. Os ingredientes da caipirinha, que costuma acompanhar a feijoada, também subiram. O preço da cachaça subiu 1,52%, do açúcar, 2,37%, e do limão, 20,98%.

Também tiveram variações positivas os gastos com transportes (0,08%), despesas pessoais (0,13%), vestuário (0,78%), saúde (0,66%) e educação (0,04%).

Fonte: G1

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecida como inflação do aluguel, usado para reajustar a maioria dos contratos, acelerou para 0,52% na segunda prévia de setembro, depois de subir 0,33% no mesmo período de agosto. No ano, o IGP-M acumula alta de 4,02% e, em 12 meses, de 7,33%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (19) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que integra o cálculo do IGP-M, conhecida como a inflação do atacado, ficou em 0,59%. No mesmo período do mês anterior, ficara em 0,45%.

Também integrante da inflação do aluguel, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou a variação de 0,52%, contra 0,08% no mesmo período de agosto. Das sete classes de despesa que fazem parte do cálculo do índice, cinco apresentaram acréscimo, com destaque para alimentação – a variação de preços passou de uma queda de 0,13% para uma alta de 0,85%. As principais contribuições partiram de hortaliças e legumes (de -5,18% para -2,00%), frutas (de 2,18% para 6,12%) e carnes bovinas (de 0,05% para 1,45%).

Apresentaram comportamento semelhante os grupos vestuário (de -0,75% para 1,58%), saúde e cuidados pessoais (de 0,37% para 0,60%), educação, leitura e recreação (de 0,01% para 0,18%) e transportes (de 0,01% para 0,18%). Os destaques ficaram com roupas (de -0,85% para 1,91%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,11% para 0,43%), passagem aérea (de -6,88% para 4,51%) e gasolina (de -0,08% para 0,29%).

Na contramão, registraram queda nas taxas de variação os grupos habitação (de 0,35% para 0,31%) e despesas diversas (de 0,10% para 0,07%), com as maiores influências partindo de  material para limpeza (de 0,71% para 0,35%) e cerveja (de 1,09% para 0,10%).

Custo da construção
Na segunda prévia de setembro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,09%, contra 0,18% na apuração anterior. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,18%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,32%. O índice que representa o custo da mão de obra registrou taxa de 0,01%, contra 0,04% na apuração anterior.

Fonte: G1

 

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A cobrança de “luvas” na locação comercial é uma das questões formuladas quando se conversa sobre a locação “não residencial” e, possivelmente, a que mais aflige locadores e locatários. Realmente, no passado, essa cobrança era ilegal (a famosa “lei de luvas”, de 1934, proibia essa prática) e podia configurar até mesmo ilícito penal. A lei mudou, mas o folclore ficou.

É impressionante a força dessas lendas urbanas. Desde 1991 é possível a cobrança e há 20 anos os tribunais têm declarado isso. Mas esse conhecimento ainda esbarra nas “certezas” refratárias ao conhecimento.

Esquecer a evidência de que o ajuste e a cobrança das luvas, às vezes, são feitos disfarçadamente, seria até hipocrisia. Primeiro, porque a lei mudou e, depois, pela simples sonegação fiscal. É lógico que, se for identificada a cobrança indevida, as consequências legais virão, especialmente as multas relativas ao imposto de renda sonegado.

As “luvas” ou, como vêm sendo denominadas, “ônus iniciais da locação”, podem ser cobradas com tranquilidade quando for contratada a primeira locação entre os interessados, o que não deve ser confundido com a primeira vez que o imóvel é alugado. Assim, quando um imóvel antigo for alugado pela primeira vez para uma determinada pessoa, poderá ocorrer essa cobrança.

Nunca na renovação
O que é proibido terminantemente pela lei é cobrar “luvas” na renovação do contrato. Por isso, a eventual estipulação desse pagamento na oportunidade de renovar o contrato é absolutamente nula. Não vale. E o locatário não precisará pagar.

Não custa lembrar: não adianta inventar outros nomes para as “luvas” para, então, tentar cobrá-las na renovação. Estipulações “disfarçadas” (ônus, prêmio, bônus, encargo especial e outros termos utilizados), tão logo sejam provadas, também não obrigam o locatário a pagar. Portanto, de nada adianta a criatividade na nomenclatura.

Com relação ao valor, este é fixado de acordo com o mercado, não tendo qualquer relação obrigatória com o valor do aluguel, embora, evidentemente, imóveis mais valiosos tenham tanto luvas quanto aluguéis mais altos do que imóveis menos privilegiados. A única lei respeitada nessa fixação é lei da oferta e da procura, irrevogável.

Conclusão: é permitida a cobrança de “luvas” no início da locação e proibida na renovação do contrato.

Fonte: Uol

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Em diversas cidades brasileiras, o aumento dos preços dos imóveis virou conversa de bar. “Quando encontrava os amigos, alguém acabava comentando sobre a vontade de mudar de casa ou de comprar um apartamento e reclamava dos preços altos em diversas cidades,” diz a economista Rafaela Laguna, de 30 anos. De fato, os preços de casas e apartamentos subiram em várias regiões do Brasil, puxados principalmente pelo fácil acesso ao crédito e o crescimento econômico do País. Mas, agora que o momento de disparada passou, as perguntas são outras: “Será que os preços vão continuar subinto tanto? Esse é um bom momento para comprar imóveis?”.

Para especialistas, o mercado imobiliário brasileiro chegou a um equilíbrio. “Atingimos patamares de comercialização equilibrados com a situação do País e a níveis de preços equilibrados com o bolso do consumidor,” afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Depois do forte crescimento do setor em 2010, agora o momento é de acomodação, acrescenta Ricardo Almeida, professor de Finanças do Insper. Segundo ele, isso é resultado dos esforços do governo para a contenção do crédito na economia para o controle da inflação. “Os preços dos imóveis sobem conforme a concessão de crédito,” afirma.

A acomodação do mercado imobiliário não quer dizer, entretanto, que os preços vão cair. Assim, não vale a pena ficar esperando uma bolha para comprar o tão sonhado apartamento. “Quem ficar esperando uma bolha estourar por quatro anos, terá morado mal por quatro anos,” diz Almeida.

Também pode valer a pena, em alguns casos, comprar um segundo imóvel para alugar para terceiros e ter uma renda extra, ou então pensando na aposentadoria, segundo os especilistas. “Muitas pessoas se sentem confortáveis em aplicar em bens tangíveis, como os imóveis, então, nestes casos, pode ser uma boa compra,” diz Nélson de Souza, professor de Finanças do Ibmec.

Por outro lado, não é aconselhável comprar imóveis como especulação, com o objetivo de vender e ganhar dinheiro com uma eventual valorização. Na avaliação dos especialistas, há melhores opções de investimento, como por exemplo os fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto, ou mesmo ações na bolsa de valores. “A menos que o investidor perceba que há uma boa expectativa de crescimento na região do imóvel, não creio que terá uma valorização muito expressiva,” afirma Souza.

A expectativa dos especialistas é que os valores dos imóveis acompanhem a inflação de agora em diante. “Devem subir um pouco acima, como tradicionalmente acontece no mercado de imóveis. Será uma acomodação direcionada para cima,” afirma Crestana.

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O limite de renda para o financiamento de habitação popular passou de R$ 4,9 mil para R$ 5,4 mil, conforme resolução do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (16).

A resolução do FGTS prevê renda familiar mensal bruta de até R$ 5,4 mil para habitação popular financiada com recursos do FGTS, no caso de imóveis em cidades de regiões metropolitanas ou com população superior a 250 mil habitantes. Nos demais municípios, o limite é R$ 3,9 mil. Para os imóveis dentro do programa financiados com recurso do Tesouro Nacional, o limite de renda é R$ 5 mil.

O Ministério do Planejamento informou que os empréstimos habitacionais, com recursos do FGTS, não estão inseridos dentro da segunda fase do programa Minha Casa Minha Vida, cujo lançamento aconteceu nesta quinta-feira (16) no Palácio do Planalto.

Deste modo, o limite de renda para o Minha Casa Minha Vida 2 é de R$ 5 mil por família. Com recursos do FGTS, o limite é de R$ 5,4 mil para a aquisição de habitações populares, mas que não estão inseridas no programa. Se o contrato for feito com recursos do Fundo de Garantia, podem ser adquiridos imóveis usados, diferente do Minha Casa Minha Vida 2.

De acordo com a resolução, pelo menos 150 mil unidades habitacionais serão destinadas a famílias que desejam utilizar o FGTS no pagamento. As regras foram alteradas para se adequarem às mudanças do programa “Minha Casa Minha VIda”.

A segunda etapa do “Minha Casa, Minha Vida” foi lançada pela presidente Dilma Rousseff nesta quinta. A meta do governo é construir mais de 2 milhões de casas até 2014, quando termina o mandato de Dilma.Desde o lançamento do primeiro “Minha Casa, Minha Vida”, em 2009, foram contratadas mais de 1 milhão de unidades habitacionais, das quais 253 mil foram, de fato, entregues, segundo dados do Ministério das Cidades. Os investimentos do governo federal somaram mais de R$ 50 bilhões.

Fonte: Globo.com

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Conversar com os filhos sobre os mais diversos assuntos é algo bastante comum nos dias de hoje. Entetanto, por mais que pareça estranho, ainda é muito difícil para os pais falarem sobre dinheiro com os filhos.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que para a maioria dos pais era mais fácil falar sobre drogas com os filhos do que sobre finanças. E no Brasil, segundo especialistas, o quadro não é muito diferente.

Apesar de parecer uma coisa simples, assuntos que envolvem dinheiro e finanças não costumam entrar na pauta das reuniões familiares. Para o especialista do MoneyFit, André Massaro, a falta de diálogo acontece porque os próprios pais têm dificuldades de lidar com o orçamento e por isso se sentem pouco à vontade em conversar sobre isso com os filhos. ”Normalmente os pais têm problemas financeiros e não conseguem cuidar do orçamento da maneira correta. Por isso fica mais difícil conversar sobre o assunto com as crianças”, aponta.

Importância do diálogo
Os especialistas são unânimes em ressaltar a importância deste tipo de diálogo entre pais e filhos. “É fundamental  para prevenir verdadeiras catástrofes que podem ocorrer na vida das pessoas. O endividamento exagerado durante toda a vida e uma terceira idade com muitas dificuldades financeiras são algumas das consequências mais prováveis da falta de diálogo e de educação financeira nas famílias”, afirma o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil.

O especialista do MoneyFit tem a mesma opinião. “Conversar com os filhos sobre dinheiro e finanças é de total importância para que essas crianças não se tornem incapazes de gerir os recursos, como muitas vezes acontece com seus pais, e não se tornem devedores crônicos”, diz Massaro.

Segundo Calil, um dos maiores problemas é quando os pais escondem dos filhos os problemas financeiros da família ou não mostram como foi difícil adquirir determinado bem. “Os pais costumam chegar com o carro novo, mas não mostram para os filhos o financiamento nem as dificuldades de pagar aquele veículo”, afirma o educador.

Para ele, este tipo de comportamento faz com que as crianças não saibam das dificuldades enfrentadas pelos pais e não se acostumem com este tipo de problema. “Eles vão viajar, mas não mostram o rotativo do cartão de crédito usado para pagar as férias em família. Os pais devem jogar aberto com os filhos”, ressalta Calil.

Desde pequenos
Para Calil, os pais devem ressaltar a importância do uso adequado do dinheiro para os filhos desde cedo, quando eles começam a fazer as primeiras brincadeiras.

“As crianças podem ir aprendendo gradualmente a importância de cuidar do dinheiro. Com o passar dos anos, os pais vão mostrando como comprar um produto, como calcular o troco de uma pequena compra, e elas vão aprendendo a lidar com o dinheiro”, afirma o educador.

Fonte: Uol

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No fim de 2012 o Brasil vai passar por uma grande mudança na sua rede elétrica para a instalação do sistema Smart Grid. Essa rede inteligente vai permitir o acompanhamento do consumo em tempo real e outras novidades.

A maior mudança visual será o medidor: a Aneel vai aposentar o analógico e colocará o digital que exibe os dados de consumo real da casa e vai marcar cada informação utilizando redes de telecomunicação. Cada novo medidor vai custar entre R$200 e R$300 para a Agência.

Paralela a mudança dos medidores, toda a rede de transformadores, chaves, equipamentos e infraestrutura das concessionárias também serão atualizados. Esse processo deve demorar de 18 a 24 meses e já está em testes em algumas cidades como Sete Lagoas, em Minas Gerais.

Este tipo de sistema, já utilizando em diversos países, por ser digital e ter seus dados levados à redes de telecomunicações, permite ao usuário acompanhar as informações de consumo no site da concessionária de energia, geralmente com gráficos bastante úteis para descobrir como você consome e como pode reduzir.

Uma boa novidade da nova rede inteligente é para quem gera energia na própria casa (solar, eólica, pedalando uma bike modificada (?) ou qualquer outra alternativa) que poderá vendê-la para as concessionárias!

Além disso existirá um horário de pico, das 19h às 22h, que a energia vai ser mais cara. Também será possível medir os gastos em energia, para apontar em qual horário existe um desperdício maior.

Alguém aí é de Sete Lagoas, ou de outra cidade que esteja testando o Smart Grid? Conhece alguém? Comente aí se o sistema é tão legal quanto parece.

Fonte: Eco4planet

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