Uma das formas mais comuns de se adquirir a tão sonhada casa própria é através do financiamento. O mercado oferece algumas formas para obter esse empréstimo, seja direto com a construtora ou no banco. Se você está prestes a bater o martelo, fique atento às dicas ara você não ter problemas no negócio.

financiamento

 1) Quais são as exigências para conseguir um financiamento imobiliário?

Se você vai comprar um imóvel na planta ou em construção, direto com a construtora, precisará apresentar apenas documentos de identidade e CPF. Não há exigência de “ficha limpa”. Já no financiamento bancário, além da “ficha limpa”, é exigido comprovação de rendimento adequado ao valor do crédito (valor da prestação não pode ultrapassar 30% do valor da renda líquida). Também é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, certidões de protestos, distribuidor judicial, imposto de renda e comprovante de residência.

 2) Quanto tempo demora para sair o crédito?

Direto com a construtora, imediatamente. Em financeiras, 30 dias para aprovar o crédito e até 180 dias para liberar o dinheiro.

3) Em quantas vezes pode-se financiar um imóvel?

Em planos governamentais, como no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel pode ser financiado em até 360 meses. Outros negócios, pelo Sistema Financeiro da Habitação, até 240 meses. Em planos privados, como o Sistema Financeiro Imobiliário, o critério é da construtora. Em geral, até 120 meses.

 4) Qual o problema principal que inviabiliza um financiamento?

No financiamento direto com a construtora, quando é emitido o contrato, as cláusulas chamadas “abusivas” deixam o comprador desmotivado para o negócio, pois favorecem a construtora com cobrança de taxas, comissão do corretor por fora, juros indevidos, correções ilegais, incorporação não registrada etc. Nos planos oficiais e financiamentos bancários, a falta de cadastro limpo ou de renda mínima necessária são os maiores empecilhos.

5) A Caixa é mesmo a melhor opção para financiamento? Por quê?

É a melhor opção para as pessoas da classe média baixa ou de baixa renda, que podem comprar pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, famílias da classe média com renda maior e estabilidade de emprego, financiar direto com a construtora é a melhor opção. Já para quem não tem muita pressa no imóvel, a melhor opção é o consórcio.

Fonte: Exame

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A Caixa Econômica Federal registrou R$ 14,7 bilhões em financiamentos habitacionais no primeiro trimestre de 2011, valor bem próximo do obtido em igual período do ano anterior (R$ 14,6 bilhões). A performance também é 33% inferior aos R$ 21,96 bilhões informados no quarto trimestre do ano passado.

Conforme nota da instituição, entre janeiro e março foram assinados 226.381 contratos de empréstimos. Por dia, o banco registrou uma média de R$ 236,6 milhões e 3.651 contratos no período, sendo que 50% das famílias beneficiadas têm renda até 10 salários mínimos. Para imóveis novos, foram destinados 56% de todo o montante contratado, o que corresponde a R$ 8,1 bilhões.

Do total financiado no primeiro trimestre, R$ 7,7 bilhões vieram da caderneta de poupança, indicando acréscimo de 14,8% em relação a um ano antes. Já as contratações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aumentaram 11,4% na mesma base de comparação, somando R$ 6,8 bilhões.

Apesar da estabilidade no crédito para a compra de imóveis, o financiamento para a compra de material de construção foi destaque no comparativo entre mesmos trimestres, com expansão de 18,2% e volume de R$ 1,3 bilhão. Dentro da segunda etapa do programa “Minha Casa, Minha Vida”, a instituição informa que já foram realizados aproximadamente R$ 4,6 bilhões em financiamentos. O montante equivale à construção de 64.422 novas moradias.

Fonte: Ig Economia

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O Conselho Curador do FGTS decidiu hoje ampliar o limite do financiamento com recursos do fundo para a população de baixa renda. Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Brasília, o novo teto para o financiamento passa a ser de R$ 170 mil. O teto anterior era de R$ 130 mil.

Nas demais capitais e cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite será de R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil habitantes ou em regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes, podem ser financiados até R$ 100 mil; e nas demais cidades, até R$ 80 mil.

No entanto, a renda familiar máxima para enquadramento no financiamento continua em R$ 4,9 mil para regiões metropolitanas e municípios com população superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais cidades. O ministro do Trabalho e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, disse em nota que “a A medida traz equivalência aos valores praticados no mercado imobiliário e visa cobrir o déficit na habitação popular”.

Os limites do financiamento não eram reajustados desde 2007. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano mais a variação da TR, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com o subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790. O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos.

Fonte: IG

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Como funciona o financiamento habitacional?

Quando uma pessoa compra um imóvel, uma casa ou apartamento novo ou usado pode financiar o pagamento. Os financiamentos são realizados pelos bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida.

Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga.

Condições de financiamento

Diversos bancos oferecem financiamentos. O que os diferencia são as condições de pagamento, como as taxas de juros cobradas, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel pode ser financiado.

Depois de escolhido um deles, o primeiro passo é ir até uma agência e conversar com um gerente para iniciar as etapas que permitirão a liberação de dinheiro (crédito).

Documentos

Nesse primeiro momento, será necessário entregar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, quando for o caso).

Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.

Além disso, trabalhadores rurais, ambulantes, diaristas, barbeiros, cabeleireiros, doceiras, entre outros que não tenham conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar em cada caso quais são os documentos necessários.

A comprovação de renda do comprador indicará sua capacidade de pagamento das prestações, pois o valor delas não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Além disso, também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação de nome no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Não havendo problemas, é aprovada a liberação de crédito com um período de validade que varia de acordo com o banco (o dinheiro não é liberado nesse momento).

Avaliação do imóvel

Depois disso, o banco, por meio de uma empresa, engenheiro ou arquiteto, realiza a avaliação do imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor.

A partir daí, o banco elabora o contrato e pede que comprador e vendedor assinem o documento. O contrato deve ser registrado em cartório e levado à agência bancária. Depois disso, é liberado o crédito, e o vendedor é pago. Com isso, o comprador começa a pagar as prestações mensais para quitar sua dívida com o banco.

Tipos de financiamento

Os financiamentos para compra de casa ou apartamento novo ou usado podem ser realizados com a utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Há ainda a opção de financiamento direto com a construtora.

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O Ministério do Trabalho informou nesta quarta-feira (2) que o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu ampliar de R$ 130 mil para até R$ 170 mil o valor para financiamentos imobiliários financiados com recursos do FGTS para população de baixa renda.

A renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4,9 mil mensais para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais regiões do país, informou o governo.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o novo teto de R$ 170 mil atenderá às regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Os moradores das demais capitais e de municípios com mais de um milhão de habitantes poderão financiar até R$ 150 mil, informou o governo. Para os municípios com mais de 250 mil habitantes ou inseridos em Regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes o teto é de R$ 100 mil; e R$ 80 mil para as demais cidades do país.

O ministro do Trabalho e Emprego e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, afirmou que a medida traz “equivalência” aos valores praticados no mercado imobiliário e visa “cobrir o déficit na habitação popular”. “Desde 2007 não havia reajuste desses valores.

No Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, os imóveis têm valores bem mais altos do que a média nacional”, disse Lupi.

As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano, mais a variação da Taxa Referencial (TR) – que pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.

O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, lembrou o Ministério do Trabalho, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores, acrescentou o governo.

Fonte: G1

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As operações de financiamento para habitação lideraram a expansão dos empréstimos no ano passado.

De acordo com dados divulgados hoje pelo Banco Central (BC), essas operações para o setor imobiliário cresceram 3,9% em dezembro, na comparação com novembro, e acumularam expansão de 51% em 2010. No fim de dezembro, a carteira de crédito para o setor somava R$ 138,746 bilhões.

Outro segmento com expansão expressiva foi o comércio. As linhas de crédito cresceram 2,1% no mês e acumularam expansão de 26,5% no ano, somando R$ 172,490 bilhões. Para a indústria, a carteira teve expansão de 0,4% no mês e de 18,5% em 2010.

No fim do ano passado, o total de empréstimo somava R$ 361,087 bilhões. Para as pessoas físicas, o total de empréstimos teve expansão de 1,7% em dezembro ante novembro e acumulou alta de 18,4% em 2010, para R$ 547,343 bilhões.

Fonte: Ig

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Além de estar em crescimento o número de jovens no financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o valor financiado pelos mutuários com menos de 35 anos de idade vem aumentando.

Um balanço divulgado pela CEF (Caixa Econômica Federal) aponta que, em 2000, os empréstimos de até R$ 50 mil representavam 44,6% dos contratos feitos pelos consumidores nessa fixa de idade, enquanto que, em 2010, esse valor equivale a apenas 7,3% dos contratos.

Por outro lado, os contratos com valores entre R$ 50 mil e R$ 80 mil, que não passaram de 4,6% em 2000, agora são 24,2% dos contratos. Empréstimos entre R$ 80 mil e R$ 130 mil também registraram crescimento expressivo na década: enquanto eles eram apenas 1,2% dos financiamentos realizados em 2000, agora já são 17,6%.

Crescem todas as faixas de valor

Todas as demais faixas de valor tiveram crescimento nos últimos anos, porém, de maneira mais modesta. Valores entre R$ 130 mil e R$ 200 mil eram 0,4% dos contratos e, agora, são 5,4%, enquanto a faixa de R$ 200 mil a R$ 500 mil, que representava apenas 0,1% dos financiamentos entre os jovens de até 35 anos, agora já chega a 3,6% dos contratos.

Houve crescimento até mesmo nos financiamentos acima de R$ 500 mil, que tiveram participação nula em 2000 e agora chegam a 0,1%.

No total, de acordo com os dados atualizados pela Caixa até setembro deste ano, os jovens de até 35 anos representam 58,3% de todos os financiamentos imobiliários, contra 51% em 2000. Mutuários acima de 35 anos passaram de 49% em 2000 para 41,7% neste ano.

Fonte: Uol

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Usar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra do primeiro imóvel é prática popular no mercado de crédito imobiliário brasileiro. Dados da Caixa Econômica Federal mostram que em 2010, até agosto,  foram 654.689 saques do FGTS para aplicação em moradia, um total de R$ 4,631 bilhões.

Recurso menos conhecido, de acordo com a Caixa, é a possibilidade de usar o dinheiro do fundo também para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.

São duas opções: usar o dinheiro para diminuir ou quitar o saldo devedor ou apenas pagar parcelas do financiamento. Para Luz, da ANM, a melhor alternativa é aproveitar a oportunidade para negociar a redução do saldo ou até quitar de vez a dívida,  o que resultará em juros menores para o consumidor.

Quem pode usar
Há regras: para aplicar o FGTS na redução da dívida total do financiamento, é preciso estar com as prestações em dia, ter saldo na conta vinculada ao fundo e esperar um intervalo mínimo de dois anos desde a última utilização do fundo para a casa própria até a nova solicitação, de acordo com a Caixa.

Já para quem quer usar o dinheiro apenas para pagar parcelas pontuais, que não surtirão efeito no montante devido ao banco, o FGTS pode ser utilizado para abater até 80% do valor das prestações, em 12 parcelas mensais e consecutivas.

Essa modalidade de uso do FGTS pode ser repetida outras vezes, desde que haja saldo no fundo e que o cotista aguarde o término da operação anterior.

Podem ser abatidas no pagamento parte de até três prestações em atraso. Além disso, o valor a ser movimentado não pode ultrapassar 80% do somatório das 12 cotas.

Fonte: Globo.com

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