A Secretaria da Receita Federal liberou no dia 8 de agosto, as consultas ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2014, além de lotes residuais de anos anteriores (para quem caiu na malha fina).

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As consultas podem ser feitas no site da Receita, em:
http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/index.asp

Também podem ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou via aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).

Os valores das restituições serão pagos em 15 de agosto.

Valores e número de contribuintes
Segundo o Fisco, o terceiro lote do IR 2014 pagará R$ 1,9 bilhão em restituições para 1,59 milhão de contribuintes.

Considerando os valores dos lotes residuais de anos anteriores, as restituições sobem para R$ 2 bilhões no lote deste mês, englobando 1,62 milhão de contribuintes, dos quais 25,9 mil contribuintes idosos e 2,77 mil contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (no valor de R$ 101 milhões).

Regras de recebimento
Após o pagamento dos idosos e contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave, as restituições são pagas ordem de entrega da declaração do Imposto de Renda – desde que o documento tenha sido enviado sem erros ou omissões.

Geralmente, são sete lotes do IR em todos os anos, entre junho e dezembro. Em 2014, o Fisco recebeu 26,8 milhões de declarações do Imposto de Renda até 30 de abril, o prazo legal.

Contribuinte pode saber se caiu na malha fina
A Receita Federal lembra que os contribuintes que entregaram o IR 2014, ano-base 2013, e caíram na malha fina já podem corrigir eventuais pendências ou inconsistências em sua declaração.

Para conferir a situação da declaração e resolver possíveis problemas, os contribuintes devem entrar no site da Receita Federal na internet e buscar pelo e-CAC (Centro Virtual de Atendimento) do órgão. O sistema exige o uso de um código de acesso gerado na própria página da Receita, ou um certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR.

O acesso ao extrato também permite conferir se as quotas do IR estão sendo quitadas corretamente, além de identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, entre outros serviços.

Caso as declarações tenham problemas, elas entram na malha fina do órgão, ou seja, ficam retidas, e não aparecem nos lotes de restituição até que tudo seja resolvido.

Veja o calendário de pagamentos das restituições do IR 2014:

– 1° lote, em 16 de junho de 2014
– 2° lote, em 15 de julho de 2014
– 3° lote, em 15 de agosto de 2014
– 4° lote, em 15 de setembro de 2014
– 5° lote, em 15 de outubro de 2014
– 6° lote, em 17 de novembro de 2014
– 7° lote, em 15 de dezembro de 2014

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Quando vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda? Vai depender dos juros. Existe um custo essa antecipação. Esse custo é menor do que a dívida que ele tem? Se for um custo menor, vale a pena. Se não for, o melhor é esperar pela restituição.

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Outro ponto que deve ser avaliado são as opções que você tem. Porque, se houver qualquer outra opção, é melhor para pagar as dívidas do que receber esse dinheiro. Porque esse dinheiro aplicado já está na melhor aplicação que tem. Ele vai receber corrigido pelos juros e sem pagar nenhuma taxa de administração e sem pagar imposto sobre esse ganho. Tem é que torcer para vir depois.

A outra questão é o prazo. Se você tem uma dívida que precisa pagar agora, então tudo bem, pague. Agora, se você pode esperar, não vale a pena pedir essa antecipação. (Entenda no vídeo ao lado)

Se você quiser programar a sua dívida e fazer as contas para saber quando usar a restituição do imposto, clique aqui e baixe a Calculadora do Cidadão, do Banco Central.

Fonte: G1

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Terminou às 23h59 desta quarta-feira (30) o prazo para os contribuintes entregarem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2014. Quem estava obrigado a apresentar a declaração (confira aqui) e deixou de fazê-lo deve se preparar para mandar o documento à Receita.

A Receita Federal, no entanto, só volta a receber declarações do IR – dos atrasados e as retificadoras – no dia 2 de maio. Nesta quinta (1º), o sistema não vai estar disponível.

IRPF 2014

Multa e juros
Pelas regras do Fisco, a multa mínima por atraso é de R$ 165,74. Entretanto, caso tenha imposto devido, será cobrada uma multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Quem perdeu o prazo tem 30 dias para fazer o pagamento da multa mínima de R$ 165,74 assim que enviar o documento. Caso os valores sejam mais altos, é possível procurar uma unidade do Fisco para fazer o parcelamento, informou o supervisor nacional do IR da Receita Federal, Joaquim Adir.

A ideia, segundo Adir, é que estes contribuintes possam usar o mesmo programa do Imposto de Renda para fazer sua declaração. “A princípio, o contribuinte vai usar o mesmo programa, que vai emitir uma notificação e multa na hora de transmitir a declaração. Ele vai ter 30 dias para pagar”, informou.

Além de baixar o programa usado para preencher a declaração, também é necessário gravar no computador o Receitanet, programa que serve para enviar o documento. Ambos são encontrados no site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Quem já tem o IRPF 2014 e o Receitanet gravados no computador não precisa baixá-los novamente.

Restrições
O representante da Receita Federal informou também que, com fim do prazo, não será mais permitido o envio do documento por meio de tablets e smartphones, assim como também não será mais permitida a declaração pré-preenchida – novidade em 2014.

Joaquim Adir observou que, normalmente, cerca de 400 mil contribuintes perdem o prazo original e entregam a declaração entre maio e dezembro de cada ano. Entretanto, segundo ele, há pessoas que demoram ainda mais para fazer a declaração, e enviam o documento somente nos anos seguintes.

“Muita gente perde o prazo. Normalmente, de maio a dezembro, são em torno de 400 mil contribuintes [que entregam a declaração]. Como tem gente entregando até hoje de anos anteriores, isso vai aumentando”, disse ele.

Fonte: G1

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Termina na próxima quarta-feira, dia 30, o prazo para entrega das declarações de Imposto de Renda em 2014.

IRPF

Estão obrigadas a apresentar o documento as pessoas físicas que receberam em 2013 rendimentos tributáveis superiores a R$ 25.661,70 ou tiveram rendimentos não tributáveis acima de R$ 40 mil. Também precisam entregar a declaração os contribuintes que tinham bens com valores superiores a R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2013. Para quem optar pela declaração completa, será possível deduzir até R$ 2.063,64 por dependente e R$ 3.230,46 em gastos com educação;

Confira a seguir os erros mais comuns cometidos no IR:

1. Na ficha de rendimentos tributáveis, informar valores diferentes dos publicados nos informes de rendimento para rendimento tributável, imposto retido na fonte, entre outros.

2. Digitar valores de rendimentos tributados exclusivamente na fonte na ficha destinada aos rendimentos tributados. Outro erro comum é não preencher a ficha de ganhos de capital quando houve venda de bens.

3. Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores

4. Não informar nas fichas de rendimentos tributáveis, não tributáveis e exclusivos na fonte de dependentes de sua declaração

5. Não relacionar nas fichas de bens e direitos, dívidas e ônus, ganho de capital, renda variável valores referente a dependentes de sua declaração

6. Não relacionar valores de aluguéis recebidos de pessoa física na ficha de recebimento de pessoa física.

 

Fonte: Zero Hora

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1 - Colocar números errados na declaração, como colocar um zero a mais, o que pode fazer a diferença entre R$ 1.000,00 e R$ 10.000,00. Além disso, no preenchimento, dependendo do teclado, o ponto é vírgula e vice-versa, o que leva o contribuinte a informar valores diferentes. O programa da declaração de imposto de renda não reconhece o ponto para separar os centavos. Deve ser utilizada a vírgula.

IRPF 2014

2 - Atualizar o valor dos bens (como automóveis ou imóveis) a preço de mercado, quando o correto é que os bens sejam declarados pelo custo de aquisição – o valor só deve ser alterado em caso de benfeitorias, reformas, etc, que acresçam valor ao bem.

3 - Não declarar rendimentos de dependentes. Todos os rendimentos (independentemente do valor) e bens da pessoa declarada como dependente devem ser declarados.

4 – Utilizar valores de despesas médicas sem comprovantes emitidos, inserir intervenções estéticas que não podem ser abatidas ou informar rendimentos isentos referentes à doença grave sem laudo médico que a comprove;

5 - Deixar de informar a parcela da aposentadoria e pensão que supere o limite isento.Os contribuintes que recebem benefícios de mais de uma fonte pagadora devem declarar na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis apenas a parcela isenta anualmente fixada em lei. O valor excedente ao limite legal deve ser destacado e declarado como rendimento tributável.

6 - Esquecer de declarar rendimentos de todas as fontes pagadoras. Ainda que o contribuinte receba rendimentos tributáveis em caráter eventual, como aluguéis de imóveis, todos os rendimentos durante o ano devem ser declarados.

7 - Informar no campo de pagamentos contribuições à previdência privada na modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), em vez das da modalidade Programa Gerador de Benefício Livre (PGBL) – única que permite a dedução das contribuições, no limite máximo de 12% da renda bruta anual.

8 – Declarar o valor total do bem adquirido por meio de financiamento na ficha de bens e direitos e o valor a ser pago na ficha de dívida e ônus, em vez de lançar na ficha de bens e direitos o valor das parcelas pagas (Correção: ao ser publicada, a reportagem informava que o erro era lançar na ficha de bens e direitos o valor das parcelas pagas. A informação foi corrigida às 20h39).

9 - Informar os alimentados como dependentes. Alimentandos são filhos de pais divorciados, separados judicialmente ou por escritura pública que recebem pensão alimentícia. O alimentando não pode ser considerado dependente na declaração do alimentante.

10 - Informar quaisquer doações como dedutíveis, em vez das que realmente podem ser deduzidas. É possível reduzir o imposto de renda devido apenas valores destinados a fundos controlados pelos conselhos municipais, estaduais, distrital e nacional dos direitos da criança e do adolescente; fundos nacional, estaduais ou municipais do idoso; incentivo à cultura (mediante doações ou patrocínios a projetos aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional do Cinema); projetos desportivos e paradesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte; e incentivo ao Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas-PCD) ou ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).

Fonte: G1

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A compra e a venda de imóveis deve ser informada à Receita na declaração de Imposto de Renda, mas quem vende deve pagar 15% de IR sobre o lucro – a diferença entre o preço que pagou na compra e o preço de venda – já no mês seguinte ao negócio. A exceção é para quem comprar outro imóvel em até seis meses, que fica isento.

IRPF 2014

Para declarar, a primeira tarefa é separar os documentos que comprovam o negócio: compromisso de compra e venda, escritura, comprovantes de pagamento e recebimento e contratos de financiamento, indica o diretor executivo da Confirp, Richard Domingos.

A compra entra na ficha “Bens e Direitos”, em que é indicado o tipo de imóvel por meio do código, a localização e o valor, colocado em “Situação em 31/12/2013” e de 2012.  Em cada um dos campos deve entrar a soma dos valores pagos até o fim de cada ano, incluindo os de impostos de transmissão (ITBI), benfeitorias, parcelas de financiamento pagas, amortizações com FGTS.

Em “Discriminação” o contribuinte deve inserir a descrição do bem como na escritura ou contrato e a data do negócio. “Também é recomendável informar o nome e CPF do vendedor”, diz Lazaro Silva, especialista de IR do Cenofisco.

“Não se paga imposto de renda na aquisição de imóveis. O único que incide é o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), que geralmente é cobrado na hora de registrar a escritura”, diz Domingos, da Confirp.

Venda
Quem vende, antes de declarar tem de preencher o programa que calcula o lucro que teve. No GCAP (Programa Ganhos de Capital), o vendedor informa os dados de quem negociou, do imóvel, dos custos de aquisição e a forma de pagamento e descobre se houve lucro ou prejuízo.

Se houve ganho, é preciso pagar 15% sobre esse valor até o fim do mês seguinte ao recebimento. No entanto, quem usa o dinheiro da venda para comprar outro imóvel até seis meses depois, não precisar pagar imposto: ganha isenção.

Os dados inseridos no GCAP devem ser importados no programa de declaração do IR e preenchem automaticamente as fichas necessárias como “Rendimentos Tributados Exclusivamente na Fonte” e “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Na ficha “Bens e Direitos” o vendedor deve indicar o tipo de imóvel por meio do código e descrever data, forma da venda, dados do comprador, valor da venda e do total recebido no campo “Discriminação”. Em “Situação em 31/12/2012” deve entrar o valor pago pelo imóvel até a data e em “Situação em 31/12/2013” fica o valor zero, já que houve a venda.

Se a venda é a prazo, um novo bem deve ser incluído na ficha “Bens e Direitos”, com o código “52 – Código decorrente de alienação”, que significa que há algo a receber de um negócio. O imóvel deve ser descrito no campo “Discriminação”. A “Situação em 31/12/2012” deve ser zero e a “Situação em 31/12/2013” deve indicar a soma dos valores a serem recebidos a partir de 2014.

Erros
Entre os principais erros na hora de declarar negócios com imóveis está o valor pago de um bem comprado por meio de financiamento. Muitos contribuintes colocam o saldo devedor na ficha “Dívida e Ônus Reais”, o que está errado: deve-se apenas informar o valor do que foi pago pelo bem, juntando prestações e taxas, na ficha “Bens e Direitos”.

Também não se deve corrigir o valor do imóvel, e sim repetir sempre o mesmo desde o momento da compra até o da venda – quando será usado o GCAP para verificar o lucro no período. Quem vende deve preencher o GCAP no mesmo mês e pagar o imposto em seguida.

Nos casamentos com comunhão de bens, o imóvel deve constar apenas na declaração de um dos parceiros.

Fonte: G1

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Para mães e pais, o momento é oportuno para decidir quem lançará na declaração as despesas dedutíveis relativas aos filhos, segundo recomendações da H&R Block, empresa que atua em vários países na preparação do Imposto de Renda, presente desde 2011 no Brasil. A temporada do IR 2014 vai até 30 de abril deste ano.

filhos IRPF

“Poucos sabem, mas, mesmo que o pai tenha feito o pagamento de uma despesa dedutível, caso a opção seja a mãe registrar o filho como dependente, ela pode contabilizar a despesa em sua declaração”, explica Renata Veronesi Boerger, parceira autorizada da H&R Block em Belo Horizonte. A dedução de gastos dos filhos pode ser feita somente por meio da declaração completa.

Segundo a especialista, é importante pensar sobre isso antecipadamente. “Quem está grávida agora, por exemplo, provavelmente não entrou no tema, mas o ideal seria já decidir quem concentrará – o pai ou a mãe – em 2015 as despesas com o parto na declaração de IR. Este é, em geral, um gasto significativo e que pode ser deduzido do IR”, acrescentou ela.

Para as mães cujos filhos recebem pensão alimentícia do pai (ou vice-versa), outra dica da H&R Block é considerar a hipótese de o filho ter a sua própria declaração de imposto de renda. “Muitas mães e pais desconhecem, mas os filhos, mesmo com menos de 18 anos, podem ter seu próprio CPF e fazer a declaração de imposto de renda individual Adotar essa medida pode significar uma economia importante, seja reduzindo o valor final a ser pago ou ampliando o saldo a ser restituído pela Receita”, explica Renata Veronesi.

Para definir se este é o melhor caminho, porém, a mãe ou o pai devem considerar não apenas o total dos seus ganhos e os valores da pensão, mas também os montantes que poderão ser lançados na declaração relativos ao dependente. Para a declaração de IR 2014, o limite de dedução por dependente será de R$ 2.063,64. Já o teto do desconto para as despesas com educação, do contribuinte ou do dependente, será de R$ 3.230,46.

Além de avaliar pontos como este, é importante reunir recibos de despesas médicas, caso de consultas, exames e gastos com dentista, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, além de comprovantes relativos a gastos com instrução (creche, ensino fundamental, médio ou graduação), comprovantes de pagamentos da previdência social (INSS) e previdência privada.

Fonte: G1

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