Ser sustentável já deixou de ser idealismo e passou a ser realidade de muitas pessoas. E ter este tipo de atitude vai desde usar as sacolas retornáveis a aproveitar mais os recursos naturais. Um bom exemplo é utilizar mais a luz natural em casa. Por isso, se você vai construir ou reformar, estas dicas são bem úteis.

Paredes
Paredes bloqueiam a entrada de luz. Que tal fazer uma cozinha americana, quebrando a parede entre a cozinha e a sala? Além de supermoderna, esta mudança permitirá que o sol circule no espaço.

Vidro, Vidro, Vidro!
Substitua a parede de tijolos que fica no corredor da sua casa por blocos de vidro translúcido. Dessa forma, o sol atravessará a área sem impedimento. Na garagem ou laje, troque algumas telhas por modelos de vidro.

Janelas
Aposte em janelas bem grandes. Quanto maior forem, mais iluminada a casa ficará.

Portas
Elimine as que ficam nos corredores. Em geral, elas barram a entrada de luz.

Piso
Deixe a casa iluminada naturalmente: prefira pisos de tons claros.

Decoração Iluminada
Móveis
Evite – Peças de madeira escura. Elas absorvem os raios solares que poderiam iluminar melhor o ambiente.
Invista – Em móveis de madeira clara ou que tenham pintura metálica.

Janelas
Evite – Vidros verdes, fumê ou escuros.
Invista – Em vidros translúcidos.

Cortinas
Evite – Os modelos painel, que bloqueiam a luz.
Invista – Em peças de renda ou de tecidos leves. Porém, quem gosta de espantar a claridade à noite deve opostar nas persianas.

Posição
Evite – Móveis em frente ou na lateral das janelas. “Por exemplo, posicionar um sofá ou guarda-roupa perto da entrada de luz poderá bloqueá-la ou desviá-la para uma única direção. Sem obstáculo, a iluminação se expande pela casa toda”, explica o arquiteto Mario César Paludetti.
Invista – Na diposição dos móveis, afastando-os das janelas e da frente delas. Opte pela parede oposta.

Paredes
Evite – Pintar a casa toda com cores escuras. Assim, a luz do sol nunca dará as caras por lá.
Invista – Em cores claras. Se quiser um tom mais ousado para quebrar a monotonia, escolha uma parede pequena e pinte-a.

Espelho
Evite – Não se preocupe, ele sempre é bem-vindo.
Invista – Num modelo grande, posicionado na parede em frente à sua janela. Ele vai refletir a luz e ampliar o ambiente.

Fonte: Planeta Sustentável

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Elas não devem ser comuns, muito menos corriqueiras e, quando aparecerem, precisam ser diagnosticadas e tratadas com atenção e cautela. Parece exageiro, mas fissuras, trincas e rachaduras podem prejudicar uma construção inteira e, em alguns casos mais graves, são sinais de que casas e prédios podem desabar a qualquer momento.

Quem não se lembra do famoso edifício Palace II, no Rio de Janeiro, que apenas três anos depois de ser construído desabou, causando a morte de oito pessoas? Rachaduras, trincas e fissuras apareceram na construção meses antes e não foram levadas a sério.

Quando isso acontece, a primeira providência é diferenciar rachadura, fissura e trinca. “Todas são aberturas ocasionadas pela ruptura de um material ou componente, porém possuem tamanhos e profundidades diferentes”, explica o engenheiro Rubens Curti, da Associação Brasileira de Cimento Portland. “Toda rachadura começa com uma fissura, por isso é importante ficar atento e observar a evolução do problema”, completa.

A fissura é uma abertura fina, alongada, inferior ou igual a 0,5 mm e é, geralmente, superfícial, atingindo somente a pintura e o azulejo. Já as trincas, além de serem mais profundas e alcançarem a alvenaria da parede, possuem abertura superior a 0,5 mm e inferior a 1 mm, o que acarreta a divisão das estruturas em duas partes – fator determinante para identificá-las –, podendo afetar a segurança dos componentes da estrutura de um prédio ou casa.

A rachadura tem as mesmas características de uma trinca, mas com aberturas maiores (por volta de 5 mm), mais pronfundas e acentuadas, o que ocasiona interferências indesejáveis como a entrada de vento, água de chuva e até luz. Dessa forma, ao primeiro sinal de qualquer abertura na parede, seja ela pequena ou significativa, é preciso solicitar uma investigação minunciosa por um especialista para descobrir sua origem e causa

O que causa rachaduras

São muitas as causas que provocam o aparecimento dessas aberturas indesejáveis nas paredes. Mudanças de temperatura, recalques de solo, diminuição do tamanho de materiais úmidos, perda de aderência por parte dos revestimentos, dilatação de materiais, excesso de cimento, projetos mal dimensionados e problemas de execução de obras, como o uso de materiais inadequados são alguns exemplos mais comuns encontrados nas residências.

“As pessoas desconhecem os riscos que rachaduras graves podem causar na edificação e não dão a devida atenção ao problema”, afirma Curti. A solução paleativa de “remendar” o problema com argamassa ou fita de TNT deve ser usada com cautela, pois se o problema for mais grave do que uma simples fissura no revestimento, a abertura vai voltar e quanto mais demorar para ser solucionada, maior ficará. “O ideal é buscar ajuda profissional para solucionar o problema com mais segurança e exatidão”, conclui o professor de engenharia civil do Centro Universitário da FEI, Luiz Sergio Coelho.

Fonte: IG

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O comércio de materiais de construção deve movimentar R$ 76,4 bilhões este ano, ou seja, cada brasileiro deve gastar R$ 469 com estes itens, conforme aponta pesquisa do Ibope Inteligência.

A região Sudeste deve ser responsável por 54,5% dos gastos com materiais de construção este ano, o que representa R$ 41,66 bilhões. Na região, o consumo per capita deve ser de R$ 552.

Em seguida, vem a região Sul, onde o consumo deve atingir R$ 13,14 bilhões (17,2% do total). Apesar do gasto ser menor que na região Sudeste, o consumo per capita será de R$ 559, como pode ser observado na tabela abaixo:

 

Classes

O estudo ainda aponta que a classe B será responsável por 43,2% do consumo, o que totaliza R$ 32,98 bilhões. Segundo o estudo, mais de 11,8 milhões de domicílios são de classe B, representando 23,5% do total.

Já a classe C, cujo número de domicílios chega a 25,2 milhões (50,4% do total), será responsável por 33,1% do total movimentado este ano, o que corresponde a R$ 25,27 bilhões.

A classe A, por sua vez, soma 1,2 milhões de domicílios (2,5% do total) e representa 18,4% do consumo de materiais de construção, ou seja, R$ 14,10 bilhões. A classe DE, responsável por 23,6% dos domicílios (11,8 milhões) deve consumir este ano R$ 4,08 bilhões, o que corresponde a 5,3% do total.

Fonte: Uol

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É cada vez maior a quantidade de reclamações por causa de barulho. Nas casas ou nos prédios, onde os moradores sofrem com os ruídos causados por fontes externas ou por vizinhos. O que pode ser feito com relação a isso?

Primeiramente, é preciso identificar de onde vem o barulho. Se a fonte é externa -causada por casas noturnas, bares ou pelo movimento de carros na rua-, o problema recai unicamente sobre o morador. Portanto, você deverá cuidar sozinho da questão. Além de reclamar aos serviços municipais, que podem multar os estabelecimentos comerciais barulhentos, você pode melhorar o isolamento acústico da sua residência.

No caso das fontes externas, o barulho entra, basicamente, pelas fachadas que estão expostas ao ruído. Os caixilhos (as armações das janelas e portas) são os principais vilões do seu desconforto, nesse caso. No Brasil, os caixilhos, geralmente, são de péssima qualidade. É comum vê-los deixando a água passar durante uma chuva forte. E, se a água passa, o som passa com muito mais facilidade.

Há diversas empresas que produzem caixilhos acústicos, normalmente de alumínio e compostos por vidros duplos ou triplos, que vedam muito melhor a sua casa ou apartamento do ruído externo. Estas janelas costumam ter um custo muito mais alto, mas é notória a diferença de desempenho. Ao escolher uma empresa, é importante buscar referências, já que muitos desses caixilhos são de baixa qualidade e vão acabar não cumprindo sua função corretamente.

Além dos caixilhos, há isolamentos acústicos para o restante da fachada, pois muitas das construções atuais apresentam paredes pouco isolantes. Para isso, materiais como lãs de rocha e placas de gesso acartonado, aplicadas na parte interna das paredes, podem ajudar bastante, desde que o conjunto inteiro esteja isolado -ou seja, paredes e caixilhos. Não adianta ter uma parede com bom isolamento e um caixilho que deixa o som passar. Esse é um erro bastante frequente.

Quando o ruído que incomoda vem de outro apartamento do mesmo edifício, o problema se inverte. Basicamente, o som está vindo pelas lajes, seja a do piso ou a do teto. Nesse caso, são essas superfícies que devem ser isoladas.

O isolamento do piso deve ser feito quando o barulho vem de baixo ou se você é o causador dos ruídos -e não quer incomodar os seus vizinhos de baixo. Esse isolamento é o mais complicado, pois é necessário remover o seu piso, aplicar materiais isolantes sobre a laje e instalar novamente o piso. Se você não quiser gastar tanto dinheiro e energia, pode aplicar materiais como o carpete sobre o piso existente. Ele diminui o “toc-toc” que os sapatos fazem nos pisos de madeira, mas não melhora muito o barulho causado por aparelhos de som.

Se o barulho vem de cima ou se você incomoda os moradores do andar superior, você pode utilizar forros acústicos sob a laje. Isso melhora bastante o problema e é mais simples de ser executado. Há no mercado uma série de forros acústicos, com diferentes acabamentos. Escolha o que mais lhe agrada e contrate uma empresa especializada. Muitos deles são compostos por gesso e material isolante e são comuns nos prédios de escritórios.

Por fim, vale dizer que a vida em sociedade, na cidade ou em um prédio de apartamentos, exige respeito daqueles que produzem o barulho e uma dose de compreensão daqueles que o escutam. As construções residenciais não são como grandes estúdios de gravação totalmente isolados. A maioria dessas iniciativas melhora, mas não resolve totalmente o problema. É um erro achar que é possível morar em uma cidade densa ou em um edifício de apartamentos e nunca ouvir um ruído externo. O diálogo com os seus vizinhos ainda é a melhor saída.

Fonte: Uol

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O Fiori de Itacoatiara já é sucesso desde o seu lançamento. Localizado numa das regiões mais valorizadas de Niterói, o empreendimento CALL Construtora já está com as obras em estágio avançado.

Algumas fases, como a preparação  do terreno, a fundação e estrutura já estão concluídos e alvenaria está na fase final. O ritmo das obras é cadas vez mais acelerado. Tudo para que o empreendimento CALL Construtora seja entregue em fevereiro de 2011.

Todo o andamento da obra está sendo registrado por fotos e pode ser acompanhado no site da CALL Construtora ou nas redes sociais da CALL. Para conferir o álbum com os registros da obra, basta clicar AQUI ou na imagem.

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A dica é do Blog da Reforma e temos que concordar. Ou alguém discorda que fazer reforma, por mais trabalhoso que possa parecer, é sempre uma tarefa recompensante?  Depois de terminada uma obra, um ajuste qualquer, o stress dá lugar àquele sentimento de satisfação que só quem já passou por isso sabe. Quer ver um exemplo?

obra casa na mão

Confira o depoimento da autora:

“Eu me lembro que as pessoas pensavam muito antes de reformar. Encaravam a coisa como uma “cirurgia”, íam empurrando com a barriga. Só eu sei, pois desde que me casei, reformo casas.

Ultimamente eu vejo um comportamento diferente.

Primeiro: a net tá aí com soluções à distância de um CLIC; é muita informação e troca de idéias.

Segundo: a onda DIY. Se antes a aventura era pintar uma parede, hoje o pessoal já se arrisca a instalar portas ( hello marluce!), assentar pisos e se aventurar no ramo da decoração de interiores e paisagismo. A sensação do ” eu que fiz” é ótima.

E se antes os vendedores eram pessoas que se limitavam a mostrar o pios e vender, hoje eles dão opções, oferecem algo melhor  do que voce havia imaginado, mostram fotos de obras que acompanharam.

E no fundo há aquela vontade de melhorar o nivel de vida, da valorização do imóvel.

Reformar é necessário. E muito, muito divertido.”

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