Os trabalhadores poderão utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para custear a construção da casa própria, se aprovado o projeto de lei 2703/11, do deputado Zoinho (PR-EJ), que tramita na Câmara dos Deputados.
Atualmente, a lei permite que o trabalhador use o fundo para adquirir a casa própria ou o lote. Com relação à construção da casa própria, a Caixa Econômica Federal, gestora do fundo, pode permitir o uso do recurso, se a obra for feita em regime de cooperativa ou consórcio ou se for financiada por banco ou construtora.
Segundo a Agência Câmara, o deputado não concorda com as restrições impostas. “O trabalhador não pode ser obrigado a aderir a uma cooperativa ou a participar de um consórcio de imóveis tampouco a contrair um empréstimo para viabilizar sua casa própria com os recursos do FGTS”, argumentou o deputado.
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público, Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: UOL
Com as festas de fim de ano se aproximando e o dinheiro do 13º salário prestes a cair na conta bancária, muitas famílias planejam investir esse extra na reforma da casa. Apesar do reforço no orçamento consultores financeiros aconselham cautela no uso do dinheiro para as obras. “Se a família estiver muito endividada, é melhor liquidar os débitos antes de iniciar a reforma”, diz José Roberto Savoia, professor de Finanças da USP.

Savoia explica também que os gastos com o quebra-quebra não devem comprometer mais do que 15% da renda mensal familiar. Além disso, o montante investido na obra não deve ser superior a 20% do valor total do imóvel.
Antes de planejar a reforma, a consultora financeira Carla dos Santos, diretora da CDS Brasil, lembra que a família deve fazer uma lista com todas as despesas fixas, sem esquecer as contas extras de começo de ano, como IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), matrícula e material escolar, uniforme, entre outras. “Isso é importante para poder definir o quanto a família poderá dispor para as compras”, avisa.
Além disso, nesta época do ano, é mais difícil encontrar mão de obra disponível e prazos de entrega de material de contrução mais rápidos, o que pode elevar custos de produtos e serviços.
O arquiteto Amaury Ferreira, da FB Arquitetura, aconselha a não fazer obra de grandes proporções às pressas, sem um projeto prévio. “É necessário fazer um planejamento com, pelo menos, um mês de antecedência, para que se possa programar corretamente o custo da reforma e evitar surpresas e desperdícios”, explica.
Além de deixar a casa mais bonita e aconchegante, muitas famílias pensam na reforma como uma alternativa a mais para conseguir vender a propriedade. Neste caso, vale lembrar que obras que melhoram a fachada, eliminam vazamentos e recondicionam as redes hidráulica e elétrica podem valorizar o imóvel em até 15%, segundo afirma Savoia. A remodelação de cozinhas e banheiros, com troca de pisos e azulejos, e a pintura dos ambientes também são itens que causam bastante impacto aos olhos dos futuros compradores.
Sem dinheiro
Mas se mesmo depois de fazer todas as contas, o valor da reforma não couber no orçamento familiar, há algumas saídas para não ter de adiar o projeto de deixar a casa de cara nova. Uma alternativa é recorrer a financiamentos específicos para obras, oferecidas por alguns agentes bancários, geralmente a juros menores do que os do cheque especial ou do cartão de crédito.
Fonte: Delas
Ser sustentável já deixou de ser idealismo e passou a ser realidade de muitas pessoas. E ter este tipo de atitude vai desde usar as sacolas retornáveis a aproveitar mais os recursos naturais. Um bom exemplo é utilizar mais a luz natural em casa. Por isso, se você vai construir ou reformar, estas dicas são bem úteis.

Paredes
Paredes bloqueiam a entrada de luz. Que tal fazer uma cozinha americana, quebrando a parede entre a cozinha e a sala? Além de supermoderna, esta mudança permitirá que o sol circule no espaço.
Vidro, Vidro, Vidro!
Substitua a parede de tijolos que fica no corredor da sua casa por blocos de vidro translúcido. Dessa forma, o sol atravessará a área sem impedimento. Na garagem ou laje, troque algumas telhas por modelos de vidro.
Janelas
Aposte em janelas bem grandes. Quanto maior forem, mais iluminada a casa ficará.
Portas
Elimine as que ficam nos corredores. Em geral, elas barram a entrada de luz.
Piso
Deixe a casa iluminada naturalmente: prefira pisos de tons claros.
Decoração Iluminada
Móveis
Evite – Peças de madeira escura. Elas absorvem os raios solares que poderiam iluminar melhor o ambiente.
Invista – Em móveis de madeira clara ou que tenham pintura metálica.
Janelas
Evite – Vidros verdes, fumê ou escuros.
Invista – Em vidros translúcidos.
Cortinas
Evite – Os modelos painel, que bloqueiam a luz.
Invista – Em peças de renda ou de tecidos leves. Porém, quem gosta de espantar a claridade à noite deve opostar nas persianas.
Posição
Evite – Móveis em frente ou na lateral das janelas. “Por exemplo, posicionar um sofá ou guarda-roupa perto da entrada de luz poderá bloqueá-la ou desviá-la para uma única direção. Sem obstáculo, a iluminação se expande pela casa toda”, explica o arquiteto Mario César Paludetti.
Invista – Na diposição dos móveis, afastando-os das janelas e da frente delas. Opte pela parede oposta.
Paredes
Evite – Pintar a casa toda com cores escuras. Assim, a luz do sol nunca dará as caras por lá.
Invista – Em cores claras. Se quiser um tom mais ousado para quebrar a monotonia, escolha uma parede pequena e pinte-a.
Espelho
Evite – Não se preocupe, ele sempre é bem-vindo.
Invista – Num modelo grande, posicionado na parede em frente à sua janela. Ele vai refletir a luz e ampliar o ambiente.
Fonte: Planeta Sustentável
Elas não devem ser comuns, muito menos corriqueiras e, quando aparecerem, precisam ser diagnosticadas e tratadas com atenção e cautela. Parece exageiro, mas fissuras, trincas e rachaduras podem prejudicar uma construção inteira e, em alguns casos mais graves, são sinais de que casas e prédios podem desabar a qualquer momento.
Quem não se lembra do famoso edifício Palace II, no Rio de Janeiro, que apenas três anos depois de ser construído desabou, causando a morte de oito pessoas? Rachaduras, trincas e fissuras apareceram na construção meses antes e não foram levadas a sério.

Quando isso acontece, a primeira providência é diferenciar rachadura, fissura e trinca. “Todas são aberturas ocasionadas pela ruptura de um material ou componente, porém possuem tamanhos e profundidades diferentes”, explica o engenheiro Rubens Curti, da Associação Brasileira de Cimento Portland. “Toda rachadura começa com uma fissura, por isso é importante ficar atento e observar a evolução do problema”, completa.
A fissura é uma abertura fina, alongada, inferior ou igual a 0,5 mm e é, geralmente, superfícial, atingindo somente a pintura e o azulejo. Já as trincas, além de serem mais profundas e alcançarem a alvenaria da parede, possuem abertura superior a 0,5 mm e inferior a 1 mm, o que acarreta a divisão das estruturas em duas partes – fator determinante para identificá-las –, podendo afetar a segurança dos componentes da estrutura de um prédio ou casa.
A rachadura tem as mesmas características de uma trinca, mas com aberturas maiores (por volta de 5 mm), mais pronfundas e acentuadas, o que ocasiona interferências indesejáveis como a entrada de vento, água de chuva e até luz. Dessa forma, ao primeiro sinal de qualquer abertura na parede, seja ela pequena ou significativa, é preciso solicitar uma investigação minunciosa por um especialista para descobrir sua origem e causa
O que causa rachaduras
São muitas as causas que provocam o aparecimento dessas aberturas indesejáveis nas paredes. Mudanças de temperatura, recalques de solo, diminuição do tamanho de materiais úmidos, perda de aderência por parte dos revestimentos, dilatação de materiais, excesso de cimento, projetos mal dimensionados e problemas de execução de obras, como o uso de materiais inadequados são alguns exemplos mais comuns encontrados nas residências.
“As pessoas desconhecem os riscos que rachaduras graves podem causar na edificação e não dão a devida atenção ao problema”, afirma Curti. A solução paleativa de “remendar” o problema com argamassa ou fita de TNT deve ser usada com cautela, pois se o problema for mais grave do que uma simples fissura no revestimento, a abertura vai voltar e quanto mais demorar para ser solucionada, maior ficará. “O ideal é buscar ajuda profissional para solucionar o problema com mais segurança e exatidão”, conclui o professor de engenharia civil do Centro Universitário da FEI, Luiz Sergio Coelho.
Fonte: IG
O comércio de materiais de construção deve movimentar R$ 76,4 bilhões este ano, ou seja, cada brasileiro deve gastar R$ 469 com estes itens, conforme aponta pesquisa do Ibope Inteligência.
A região Sudeste deve ser responsável por 54,5% dos gastos com materiais de construção este ano, o que representa R$ 41,66 bilhões. Na região, o consumo per capita deve ser de R$ 552.
Em seguida, vem a região Sul, onde o consumo deve atingir R$ 13,14 bilhões (17,2% do total). Apesar do gasto ser menor que na região Sudeste, o consumo per capita será de R$ 559, como pode ser observado na tabela abaixo:

Classes
O estudo ainda aponta que a classe B será responsável por 43,2% do consumo, o que totaliza R$ 32,98 bilhões. Segundo o estudo, mais de 11,8 milhões de domicílios são de classe B, representando 23,5% do total.
Já a classe C, cujo número de domicílios chega a 25,2 milhões (50,4% do total), será responsável por 33,1% do total movimentado este ano, o que corresponde a R$ 25,27 bilhões.
A classe A, por sua vez, soma 1,2 milhões de domicílios (2,5% do total) e representa 18,4% do consumo de materiais de construção, ou seja, R$ 14,10 bilhões. A classe DE, responsável por 23,6% dos domicílios (11,8 milhões) deve consumir este ano R$ 4,08 bilhões, o que corresponde a 5,3% do total.
Fonte: Uol
Cada vez mais pessoas moram sozinhas, e aumentou o número de casais sem filhos ou com apenas um filho. Casos de pais separados que moram sozinhos e recebem seus filhos em casa nos finais de semana também são bastante frequentes.

Hoje em dia as pessoas trabalham mais em casa e, portanto, precisam de um espaço para isso. É pequeno o número de famílias que têm empregadas que dormem em casa e, muitas vezes, estas sequer cozinham. Basicamente os espaços precisam ser mais flexíveis e pensados de uma forma diferente da de uma ou duas décadas atrás.
Entretanto, a estrutura básica das casas e apartamentos não mudou, ou mudou muito pouco durante todos esses anos. As casas continuam sendo feitas para famílias numerosas e, talvez a única alteração significativa nos projetos, tenha sido a inclusão de um maior número de banheiros, o que diminuiu ainda mais os espaços de salas e quartos.
Diante deste cenário, muitos arquitetos se deparam constantemente com os pedidos dos clientes para aumentar determinados ambientes, suprimindo outros. E a pergunta persiste: Isso valoriza ou desvaloriza o imóvel?
Se você tem um imóvel de R$ 500 mil e gasta mais R$ 150 mil na reforma, ele deve valer algo por volta da soma destes dois valores ao final do processo. Eventualmente, o que pode ocorrer é uma perda da liquidez.” Esta questão da liquidez, a facilidade para vender, pode variar muito de cidade para cidade, ou mesmo de bairro para bairro.
Dependendo do poder aquisitivo do público alvo de determinado imóvel, pode também haver maior ou menor liquidez. Mas, da mesma maneira que é grande o número de pessoas que faz alterações nas plantas dos imóveis suprimindo ambientes, cada vez mais pessoas se interessam por locais que já se encontram modificados, o que aumenta a facilidade de venda, afirma Mello.
No caso de alterações deste tipo, deve-se tomar o cuidado de buscar soluções mais flexíveis, ou que possam ser reversíveis no futuro. Se o projeto for bem pensado, é fácil no momento da venda construir uma parede de gesso acartonado, por exemplo, para formar novamente um quarto perdido ou ainda isolar novamente a cozinha da sala. Closets podem virar escritórios ou salas de TV e assim o imóvel tem chance de agradar a vários potenciais compradores.
Quando iniciamos um projeto de reforma de uma casa ou de um apartamento, não é apenas o valor final de venda que deve ser considerado. Tão importante quanto o valor de venda, é o valor de uso deste imóvel. Se a intenção é habitar um apartamento por 20 anos, por exemplo, é claro que qualquer modificação que aumente o conforto do usuário é bem-vinda e vale à pena. Mesmo que signifique alguma desvalorização, se pensarmos no conforto que esta modificação proporcionará durante 20 anos, sempre valerá à pena. Até porque, ao contrário dos automóveis, os imóveis tendem a se valorizar sempre e, portanto, depois de todo este tempo, é impossível mensurar a alteração de valor causada por esta reforma.
Algumas dicas podem ser dadas para quem está pensando em quebrar paredes de sua casa e estiver preocupado com a desvalorização ou perda de liquidez após a intervenção:
• Bairros valorizados e que apresentam imóveis antigos, como Higienópolis ou Jardins, em São Paulo, admitem mais tranquilamente modificações desse tipo. Quem compra imóveis nesses bairros já espera ter de fazer algumas reformas e, portanto, não enxerga como o problema a necessidade de abrir ou fechar ambientes. Estes bairros, ainda, abrigam pessoas mais descoladas ou com poder aquisitivo para morar em espaços mais amplos. Neste caso, uma quantidade menor de ambientes mais espaçosos pode até ser um atrativo na hora da compra.
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É uma delícia quando a gente resolve reformar. Surgem ideias novas, perspectivas de renovação e muito ânimo. Depois vêm os planos, os orçamentos, a descoberta de materiais novos, as revistas de decoração e as visitas a lojas incríveis.
Mas esteja preparada: o orçamento feito com tanto cuidado vai ter um acréscimo de, no mínimo, 30%; a obra que você planejava ficar pronta logo vai atrasar pelos menos dois meses; o tecido que falaram que ia chegar em 10 dias, será entregue 20 dias depois; o marceneiro com quem você discutiu todos os detalhes fará o móvel com as medidas alteradas; o eletricista que ia colocar todos os spots não virá e assim vai.
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É difícil reformar uma casa, mas fazer obras num apartamento é muito mais difícil pois existe a dificuldade para subir material e descer entulho. Serão muitas toneladas e vários metros cúbicos de material que serão transportados pelo elevador, horas e horas esperando que ele chegue, para depois carregar e descarregar, centenas de vezes. E o barulho, então? Qual é o vizinho que gosta?
Por estes fatores, reformas em apartamento são verdadeiros teste de paciência e diplomacia. O novo Código instituído pela Lei 10.406 que entrou em vigor em 11/1/2003, quando trata do direito de vizinhança e do uso anormal da propriedade, nos artigos 1.277 a 1.281, determina algumas limitações ao domínio, com base no interesse privado .

Além desta legislação federal, os municípios possuem ainda leis que limitam a emissão de barulho até às 22h00, no máximo, mas os condomínios possuem autonomia para modificar esse horário para menos ainda, dependendo da convenção de seu condomínio, portanto, é bom consultá-la antes de iniciar o quebra-quebra.
Uma questão importante é não prolongar o trabalho na obra até depois das 17h, já que a maior parte dos moradores começa a chegar em seus lares após o trabalho a partir deste horário, e certamente você não quer criar inimizade com seus vizinhos. Você está no seu direito ao fazer a reforma, mas se houver abuso você poderá ser notificado pelo síndico e, em casos mais sérios, algum vizinho pode entrar na Justiça para pedir embargo de sua obra.
Em apartamentos, cuidado redobrado ao contratar a mão-de-obra. É preciso escolher profissionais acostumados a trabalhar em condomínios, pois saberão seguir as regras impostas e não cometer barbaridades como lavar o chão da sala que está apenas no contrapiso, o vazamento de água no apartamento de baixo será, perdoe-nos o trocadilho, líquido e certo, assim como será o prejuízo de ter que refazer a pintura do vizinho.
A diplomacia é necessária também para lidar com as pessoas envolvidas. Qualquer fornecedor vai se sentir com mais vontade de entregar determinado serviço ou mercadoria quando o cliente o tratou com honestidade e respeito. Claro que os maus fornecedores devem ser tratados com toda a energia necessária e, se ainda assim não resolver, deve-se usar imediatamente os meios legais.
A questão da diplomacia com a mão-de-obra é ainda mais complicada do que lidar com as lojas. O pessoal que trabalha em obra costuma achar que o “patrão” tem dinheiro, logo sempre dá para cobrar um pouco mais caro, ou então dar uma reforçada no orçamento “cobrando bem” pelos extras que, por melhor que seja o planejamento, em uma reforma sempre existirão.
É uma arte saber lidar com os operários. Se formos amigos e camaradas em demasia, vão começar a pensar que são tão importantes que podem fazer o que bem entenderem. Se os tratarmos mal, ficam com raiva e começam a “matar” o serviço.
Claro que existem os bons profissionais, mas esta minoria que age assim, infelizmente, obriga os proprietários e empreiteiros a serem bem mais profissionais e claros em seus pedidos e contratos. É como se diz, “o combinado não é caro”, por isto, ao contratar um pedreiro, encanador, eletricista e qualquer outro profissional de obra deixe muito claro o que está sendo contratado, o quanto vai ser pago e como. Ah, e ponha tudo por escrito e peça para assinar, por mais simples que seja o serviço.
Via Fórum da Construção

A cada dia são mais opções de revestimento para o piso da sala e dos quartos. Mas é possível chegar à melhor alternativa custo x benefício prestnado atenção em algumas coisas como: as características do imóvel, as necessidades de uso e de prazo de execução da obra e o custo do material.
É importante ficar de olho em quatro dicas importantes:
1ª) Você precisa conhecer o nível do piso acabado – previsto ou existente. Por que é importante? Na fase de projeto fica determinado que, acima da laje de concreto que separa os andares, alguns centímetrossão reservados para serem preenchidos com argamassa e piso, assim o andar inteiro, incluindo hall dos elevadores e escadas, ficarão em um mesmo plano, sem degraus.
2ª)No caso da edificação nova, você terá esse dado e poderá contar com segurança com a altura desse espaço para o planejamento do piso. Quando o imóvel é reformado nem sempre temos essa informação. Nesse caso verificar o que os vizinhos têm como piso ajuda. Ou esperar a obra, remover existente,e se preparar para uma surpresa que pode não ser legal.
3ª) Ficar de olho na política da boa vizinhança é sempre bom. Uma obra sempre vai causar barulho que passa para o andar inferior. Pensando nesse aspecto a segunda característica importante é a espessura da laje. Lajes finas transmitirão mais barulho. Para minimizar, o conjunto, laje, contrapiso e piso, deve ser o mais robusto possível.
4ª) A última característica importante para prestar a atenção é o estilo do prédio. Procure reconhecer na arquitetura do edifício elementos que o ajudem na escolha do piso. Quando for comprar um imóvel observe os acabamentos das áreas comuns, ou se você já mora nele e este for reformado, tente participar da escolha desses novos materiais.
Fonte: IG