Apesar da poeira e da bagunça, reformas podem valorizar um imóvel e facilitar sua venda. “Uma reforma, a princípio, sempre valoriza o imóvel”, explica Rodrigo Marcondes Ferraz, arquiteto e sócio do escritório FGMF. Porém, alguns cuidados na hora de fazer modificações são essenciais para garantir o sucesso da obra.

Reforma

A princípio, é importante avaliar o valor de venda e o valor de uso do imóvel. Se a intenção é reformar a casa para vendê-la logo em seguida, os ajustes a serem feitos devem ser mais superficiais, afim de garantir um visual bonito e atrativo para possíveis compradores, gastando o menor valor possível. “O indicado é fazer um pré-orçamento e consultar um avaliador imobiliário para ter o valor de mercado sem a reforma e o valor depois de reformado. Se o valor de mercado do imóvel, somado ao investimento na reforma , for até 20% menor do que o valor que atingirá reformado, encarar a obra é um ótimo negócio”, garante a arquiteta Samira Jarouche.

Porém, tão importante quanto o valor de venda, é o valor de uso do imóvel. “Se a intenção é habitar no apartamento por 20 anos, por exemplo, é claro que qualquer modificação que aumente o conforto do usuário é bem-vinda e vale a pena. Mesmo que signifique alguma desvalorização”, explica Ferraz.

Além de colocar na balança o valor de venda e de uso, vale lembrar que, ao reformar, o gosto pessoal é o que guia a obra. Isso pode desvalorizar um imóvel, caso o comprador não tenha o mesmo gosto que você. Por isso, a designer de interiores Adriana Scartaris recomenda optar sempre pelo o que é mais “clean”. “Para tornar o imóvel mais atrativo é indicado especificar revestimentos básicos e de boa qualidade, como cerâmicas, porcelanatos e granitos neutros, sem muita informação.”

Priorize e pense em soluções reversíveis

Uma dica importante antes de começar o quebra-quebra é criar soluções flexíveis, que podem ser revertidas facilmente no futuro. “Se o projeto for bem pensado, bastará construir uma parede de gesso acartonado no momento da venda para formar novamente um quarto perdido ou ainda isolar a cozinha da sala, por exemplo. Assim, o imóvel tem chance de agradar a vários potenciais compradores”, garante Ferraz.

A reforma também não precisa ser total para melhorar o estado do imóvel. De acordo com o arquiteto e designer de interiores Fábio Galeazzo, setorizar a reforma é importante para priorizar o que realmente necessita reparos. “É importante um olhar mais afinado para separar a reforma em três partes: entender o que precisa de mudança total, como encanamentos; o que pode ser restaurado, como pintura de paredes ; para só então entrar com o que é realmente novo, como janelas ou lareira”, exemplifica Galeazzo.

Apostar no estilo contemporâneo de arquitetura também é apontado pelos especialistas como um fator positivo, que pode valorizar o imóvel e agradar um maior número de futuros interessados. Segundo Ferraz, buscar estilos arquitetônicos de épocas passadas provavelmente desvalorizará o imóvel.

Porém, de acordo com Samira Jarouche, pesquisar a região em que o imóvel está localizado e adaptá-lo de acordo com isso também pode ser um trunfo. “Por exemplo, se a região tiver vocação para complexos de escritórios pode ser bem interessante reformar uma casa mudando o estilo arquitetônico para um loft.”

Outro ponto apontado como certeiro na hora de valorizar um imóvel através de uma reforma é ampliar e melhorar a área de lazer da casa . “Em uma cidade caótica, hostil e tão desprovida de espaços públicos livres, como São Paulo, os espaços externos privados são quase que oásis urbanos e, portanto, muito valorizados”, afirma Ferraz.

Fonte: Delas

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1) Falta de projeto: iniciar a obra mesmo sem ter um projeto definido é uma falha grave e muito comum, quando se constrói ou reforma uma casa. A ausência de orçamento e de um planejamento consistentes é a causa da maioria dos problemas de uma obra, comentam as arquitetas Daniella e Priscilla de Barros. Elas explicam que o projeto não é uma mera formalidade, mas uma espécie de seguro contra imprevistos. Ele serve para especificar e detalhar todos os itens que compõem a intervenção construtiva. Na fase de planejamento, também deve ser elaborado o cronograma que servirá como fio condutor para a execução dos trabalhos do alicerce ao acabamento.

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2) Uso de materiais inadequados: revestimento de madeira, sem os tratamentos necessários, em áreas sujeitas a receber água. Pisos polidos e escorregadios em ambientes externos. Material de qualidade duvidosa. Esses são alguns equívocos que podem surgir durante uma reforma ou construção, geralmente, fruto da falta de conhecimento técnico dos proprietários do imóvel. Deslizes desse tipo tendem a comprometer a segurança do usuário e a durabilidade da construção e, ainda, gerar gastos extras, atraso na conclusão da obra e retrabalho.

3) Erro no cálculo das quantidades: Erros facilmente aparecem durante o cálculo da quantidade de material a ser comprado. No caso do revestimento (cerâmicas, porcelanatos, pastilhas etc.), avaliações equivocadas podem exigir a compra de produtos de lotes diferentes que, muitas vezes, apresentam diferença de tom e/ou de tamanho. Há casos em que o produto sai de linha, dificultando ainda mais a complementação do trabalho. Para minimizar perdas ou não ser surpreendido pela falta de material, aconselha-se basear o cálculo no projeto da edificação. No caso de cerâmicas e porcelanatos, por exemplo, calcule a área a ser revestida (desconte portas e janelas, se for o caso) e considere também as dimensões e o posicionamento das placas. Para uma margem de segurança, compre 10% a mais de produto.

4) Só se ater aos móveis e revestimentos e se esquecer das instalações elétricas e hidráulicas: administrar a parte aparente do projeto é sempre mais interessante do que se preocupar com aquilo que ficará escondido sob o piso e dentro das paredes. Mas lembre-se que bons projetos de elétrica e hidráulica, realizados de acordo com as normas de segurança e bem dimensionados, são fundamentais para o conforto e a segurança dos moradores.

5) Iluminação deficiente: São três erros muito comuns relacionados à luminotécnica: falta ou excesso de iluminação, uso de luz branca em locais que pedem fachos com cores mais quentes e emprego de lâmpadas inadequadas para o tipo de ambiente.

6) Problemas com dimensionamento: É muito comum errar no dimensionamento dos espaços. Por isso, todos os ambientes devem ter ‘layouts’ definidos antecipadamente, visando a harmonia entre espaço e objetos. Uma falha grave em projetos de interiores é esquecer-se de que é necessário deixar um espaço mínimo para a circulação de pessoas. Além disso, há a questão da combinação dos materiais e texturas.

7) Escolher o profissional errado: antes de contratar um arquiteto, cheque se ele tem registro no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Também procure referências sobre o trabalho dele e peça para visitar projetos em andamento e/ou finalizados.

8) Arquiteto e contratante em sintonias diferentes: o arquiteto é o profissional que ajudará a transformar em realidade os desejos do proprietário do imóvel.

9) Falta de conhecimento para inspecionar obras: ruídos de comunicação entre o contratante e os operários que realizam a obra são comuns. Ao mesmo tempo, é importante fiscalizar rigorosamente a execução dos serviços para garantia de um ótimo resultado final. A designer de interiores Cristina Barbara ressalta que um ponto crítico dessa relação costuma ser a “espessura de contrapisos”, que precisa ser conferida antes de receber os acabamentos.

10) Não firmar contrato: a informalidade muitas vezes impera no universo da construção e muitos acertos acontecem apenas oralmente. Mas, para segurança de todas as partes, sobretudo durante a contratação do arquiteto e dos prestadores de serviço, é fundamental haver um documento detalhando os direitos e deveres dos envolvidos, cronogramas com prazos de entrega e datas de pagamentos. Além disso, no caso de arquitetos e decoradores, todas as plantas devem ser assinadas e aprovadas pelo cliente antes do início dos serviços.

Fonte: Uol

 

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Criada para ordenar a gestão de reformas nas construções, a norma técnica NBR 16.280:2014, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) tem validade em todo o território nacional e abrange todos os tipos de casas e edifícios – novos, antigos, comerciais, públicos, residenciais e institucionais.

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De acordo com as novas regras que entram em vigor no dia 18 de abril de 2014, quem quiser reformar um imóvel deve providenciar um plano de reforma, elaborado por um profissional habilitado (arquiteto ou engenheiro). Esse documento deve atender às legislações vigentes e ser acompanhado de um estudo que garanta a segurança da edificação e dos moradores durante e após a reforma, bem como conter um planejamento do descarte de resíduos. Em caso de dúvidas sobre a nova norma, procure a seção de atendimento da ABNT (www.abnt.org.br)

A nova norma não tem força de lei e nem prevê multas. No entanto, no caso de uma ação judicial, seu descumprimento pode ser considerado um agravante. A obediência à norma também pode ser exigida pelo poder público como requisito para obtenção de licenças de obra, habite-se e alvarás de funcionamento, se houver previsão legal. A expectativa de especialistas é a de que o texto em vigor subsidie projetos de lei sobre o assunto.

Embora também se aplique a reformas de casas, o foco da nova norma está nos condomínios. O morador que quiser reformar deverá enviar ao síndico o plano de reforma, elaborado por um engenheiro ou arquiteto que será o responsável técnico pela obra. No documento deve conter o planejamento do que será feito, detalhando os dados da empresa ou do profissional autônomo contratado e a duração da obra. No caso das reformas de casas, o plano de reforma deve ser mantido com o morador e apresentado somente quando solicitado, por exemplo, pela seção de fiscalização da prefeitura de sua cidade.

Síndicos e administradores, com base em um parecer de um especialista, podem autorizar, autorizar com ressalvas ou proibir a reforma, caso entendam que ela irá colocar em risco a edificação. Além disso, se durante a execução for constatada alteração no plano de reforma, o síndico e administradora podem interromper a obra imediatamente e exigir novos documentos e laudos.

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Ao planejar o novo visual da casa, o número de reformas urgentes parece não acabar nunca. O grande problema desse momento é inserir o custo das mudanças em um limite financeiro aceitável e ainda conseguir bons resultados. Com isso, o primeiro passo da longa jornada é pedir orçamentos e estabelecer uma relação interessante entre custo e benefício.

Durante a etapa do planejamento da reforma , outro passo fundamental é a compra de produtos. Se a ideia for conseguir descontos, nada melhor do que apostar em grandes quantidades. Mas caso a obra seja realizada em etapas, pode ser interessante acompanhar o ritmo do trabalho e aproveitar as promoções de temporada para adquirir os materiais.

Com tantos preços e maneiras de conduzir a reforma, procuramos profissionais especializados para simular o custo de diversos serviços. Confira o resultado:

TROCAR AZULEJOS

PREÇO: de R$ 50 a R$ 120 (m²)
OBSERVAÇÕES: o trabalho inclui a retirada do material antigo, a substituição por azulejos novos, o assentamento com cola à base de PVA e a finalização do rejunte. Importante lembrar que o serviço fará muita sujeira e quebra-quebra. Prepare-se!

TROCAR LOUÇAS E METAIS

PREÇO: de R$ 185 a R$ 2 mil (m²)
OBSERVAÇÕES: ao fazer as trocas, o ideal é colocar tudo novo , inclusive válvulas e mangueiras. Por isso, não estranhe a variação de preço (já que os orçamentos consideram a qualidade e a quantidade dos produtos).

TROCAR PISOS

PREÇO: de R$ 50 a mil reais (m²)
OBSERVAÇÕES: o preço varia de acordo com a qualidade do material e a complexidade do serviço. No caso de modelos de madeira, por exemplo, o m² pode chegar a R$ 400.

PINTAR PAREDES

PREÇO: de R$ 25 (duas demãos) até R$ 60 (m²)
OBSERVAÇÕES : nos orçamentos mais baratos a aplicação de massa corrida não está inclusa. Isso significa que a parede tem que estar preparada para receber a tinta. Se quiser incluir o processo de massa acrílica, o preço vai dobrar.

PINTAR FACHADAS

PREÇO: de R$ 22 a R$ 145 (m²)
OBSERVAÇÕES: Mesmo bastante variável, o valor do orçamento inclui apenas a pintura com duas demãos, sem a presença da massa corrida.

INSTALAR MOLDURAS DE GESSO

PREÇO: de R$ 20 a R$ 45 (metro linear)
OBSERVAÇÕES: o ideal é que a reforma do ambiente esteja acabada – ou faltando somente a pintura – para que o serviço com a moldura não danifique outros trabalhos.

TROCAR PORTAS E JANELAS

PREÇO: de R$ 121,51 a R$ 288,30 (unidade)
OBSERVAÇÕES: no orçamento está incluso desde a substituição dos objetos até o processo de acabamento.

COLOCAR / TROCAR CARPETES

PREÇO: de R$ 23,50 a R$ 74,67 (m²)
OBSERVAÇÕES: nesse serviço o profissional irá instalar o carpete no contra-piso já existente e fará o acabamento necessário.

INSTALAR PAPEL DE PAREDE

PREÇO: de R$ 6,70 a R$ 55 (m²)
OBSERVAÇÕES: para um resultado mais satisfatório, o melhor é que a parede esteja tratada e sem umidade. No valor do orçamento está incluso a fixação do papel com cola à base de PVA.

TROCAR ENCANAMENTO

PREÇO: R$ 33,50 (água fria), R$ 40 (água quente) e R$ 55 (esgoto) (m²)
OBSERVAÇÕES: trocar o sistema hidráulico dá trabalho e, no caso de pontos quentes, o valor da reforma pode ficar um pouco mais caro.

TROCAR INSTALAÇÃO ELÉTRICA

PREÇO: de R$ 40 a R$ 156,70 (unidade)
OBSERVAÇÕES: o orçamento leva em conta a substituição de tomadas, interruptores e luminárias. Para fiação, o preço pode variar de acordo com dificuldade do sistema.

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Apesar da poeira e da bagunça, reformas podem valorizar um imóvel e facilitar sua venda. “Uma reforma, a princípio, sempre valoriza o imóvel”, explica Rodrigo Marcondes Ferraz, arquiteto e sócio do escritório FGMF. Porém, alguns cuidados na hora de fazer modificações são essenciais para garantir o sucesso da obra.

A princípio, é importante avaliar o valor de venda e o valor de uso do imóvel. Se a intenção é reformar a casa para vendê-la logo em seguida, os ajustes a serem feitos devem ser mais superficiais, afim de garantir um visual bonito e atrativo para possíveis compradores, gastando o menor valor possível. “O indicado é fazer um pré-orçamento e consultar um avaliador imobiliário para ter o valor de mercado sem a reforma e o valor depois de reformado. Se o valor de mercado do imóvel, somado ao investimento na reforma, for até 20% menor do que o valor que atingirá reformado, encarar a obra é um ótimo negócio”, garante a arquiteta Samira Jarouche.

Porém, tão importante quanto o valor de venda, é o valor de uso do imóvel. “Se a intenção é habitar no apartamento por 20 anos, por exemplo, é claro que qualquer modificação que aumente o conforto do usuário é bem-vinda e vale a pena. Mesmo que signifique alguma desvalorização”, explica Ferraz.

Além de colocar na balança o valor de venda e de uso, vale lembrar que, ao reformar, o gosto pessoal é o que guia a obra. Isso pode desvalorizar um imóvel, caso o comprador não tenha o mesmo gosto que você. Por isso, a designer de interiores Adriana Scartaris recomenda optar sempre pelo o que é mais “clean”. “Para tornar o imóvel mais atrativo é indicado especificar revestimentos básicos e de boa qualidade, como cerâmicas, porcelanatos e granitos neutros, sem muita informação.”

Priorize e pense em soluções reversíveis

Uma dica importante antes de começar o quebra-quebra é criar soluções flexíveis, que podem ser revertidas facilmente no futuro. “Se o projeto for bem pensado, bastará construir uma parede de gesso acartonado no momento da venda para formar novamente um quarto perdido ou ainda isolar a cozinha da sala, por exemplo. Assim, o imóvel tem chance de agradar a vários potenciais compradores”, garante Ferraz.

A reforma também não precisa ser total para melhorar o estado do imóvel. De acordo com o arquiteto e designer de interiores Fábio Galeazzo, setorizar a reforma é importante para priorizar o que realmente necessita reparos. “É importante um olhar mais afinado para separar a reforma em três partes: entender o que precisa de mudança total, como encanamentos; o que pode ser restaurado, como pintura de paredes; para só então entrar com o que é realmente novo, como janelas ou lareira”, exemplifica Galeazzo.

Apostar no estilo contemporâneo de arquitetura também é apontado pelos especialistas como um fator positivo, que pode valorizar o imóvel e agradar um maior número de futuros interessados. Segundo Ferraz, buscar estilos arquitetônicos de épocas passadas provavelmente desvalorizará o imóvel.

Porém, de acordo com Samira Jarouche, pesquisar a região em que o imóvel está localizado e adaptá-lo de acordo com isso também pode ser um trunfo. “Por exemplo, se a região tiver vocação para complexos de escritórios pode ser bem interessante reformar uma casa mudando o estilo arquitetônico para um loft.”

Outro ponto apontado como certeiro na hora de valorizar um imóvel através de uma reforma é ampliar e melhorar a área de lazer da casa. “Em uma cidade caótica, hostil e tão desprovida de espaços públicos livres, como São Paulo, os espaços externos privados são quase que oásis urbanos e, portanto, muito valorizados”, afirma Ferraz.

Fonte: IG

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Os trabalhadores poderão utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para custear a construção da casa própria, se aprovado o projeto de lei 2703/11, do deputado Zoinho (PR-EJ), que tramita na Câmara dos Deputados.

Atualmente, a lei permite que o trabalhador use o fundo para adquirir a casa própria ou o lote. Com relação à construção da casa própria, a Caixa Econômica Federal, gestora do fundo, pode permitir o uso do recurso, se a obra for feita em regime de cooperativa ou consórcio ou se for financiada por banco ou construtora.

Segundo a Agência Câmara, o deputado não concorda com as restrições impostas. “O trabalhador não pode ser obrigado a aderir a uma cooperativa ou a participar de um consórcio de imóveis tampouco a contrair um empréstimo para viabilizar sua casa própria com os recursos do FGTS”, argumentou o deputado.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público, Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: UOL

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Com as festas de fim de ano se aproximando e o dinheiro do 13º salário prestes a cair na conta bancária, muitas famílias planejam investir esse extra na reforma da casa. Apesar do reforço no orçamento consultores financeiros aconselham cautela no uso do dinheiro para as obras. “Se a família estiver muito endividada, é melhor liquidar os débitos antes de iniciar a reforma”, diz José Roberto Savoia, professor de Finanças da USP.

Savoia explica também que os gastos com o quebra-quebra não devem comprometer mais do que 15% da renda mensal familiar. Além disso, o montante investido na obra não deve ser superior a 20% do valor total do imóvel.

Antes de planejar a reforma, a consultora financeira Carla dos Santos, diretora da CDS Brasil, lembra que a família deve fazer uma lista com todas as despesas fixas, sem esquecer as contas extras de começo de ano, como IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), matrícula e material escolar, uniforme, entre outras. “Isso é importante para poder definir o quanto a família poderá dispor para as compras”, avisa.

Além disso, nesta época do ano, é mais difícil encontrar mão de obra disponível e prazos de entrega de material de contrução mais rápidos, o que pode elevar custos de produtos e serviços.

O arquiteto Amaury Ferreira, da FB Arquitetura, aconselha a não fazer obra de grandes proporções às pressas, sem um projeto prévio. “É necessário fazer um planejamento com, pelo menos, um mês de antecedência, para que se possa programar corretamente o custo da reforma e evitar surpresas e desperdícios”, explica.

Além de deixar a casa mais bonita e aconchegante, muitas famílias pensam na reforma como uma alternativa a mais para conseguir vender a propriedade. Neste caso, vale lembrar que obras que melhoram a fachada, eliminam vazamentos e recondicionam as redes hidráulica e elétrica podem valorizar o imóvel em até 15%, segundo afirma Savoia. A remodelação de cozinhas e banheiros, com troca de pisos e azulejos, e a pintura dos ambientes também são itens que causam bastante impacto aos olhos dos futuros compradores.

Sem dinheiro

Mas se mesmo depois de fazer todas as contas, o valor da reforma não couber no orçamento familiar, há algumas saídas para não ter de adiar o projeto de deixar a casa de cara nova. Uma alternativa é recorrer a financiamentos específicos para obras, oferecidas por alguns agentes bancários, geralmente a juros menores do que os do cheque especial ou do cartão de crédito.

Fonte: Delas

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Ser sustentável já deixou de ser idealismo e passou a ser realidade de muitas pessoas. E ter este tipo de atitude vai desde usar as sacolas retornáveis a aproveitar mais os recursos naturais. Um bom exemplo é utilizar mais a luz natural em casa. Por isso, se você vai construir ou reformar, estas dicas são bem úteis.

Paredes
Paredes bloqueiam a entrada de luz. Que tal fazer uma cozinha americana, quebrando a parede entre a cozinha e a sala? Além de supermoderna, esta mudança permitirá que o sol circule no espaço.

Vidro, Vidro, Vidro!
Substitua a parede de tijolos que fica no corredor da sua casa por blocos de vidro translúcido. Dessa forma, o sol atravessará a área sem impedimento. Na garagem ou laje, troque algumas telhas por modelos de vidro.

Janelas
Aposte em janelas bem grandes. Quanto maior forem, mais iluminada a casa ficará.

Portas
Elimine as que ficam nos corredores. Em geral, elas barram a entrada de luz.

Piso
Deixe a casa iluminada naturalmente: prefira pisos de tons claros.

Decoração Iluminada
Móveis
Evite – Peças de madeira escura. Elas absorvem os raios solares que poderiam iluminar melhor o ambiente.
Invista – Em móveis de madeira clara ou que tenham pintura metálica.

Janelas
Evite – Vidros verdes, fumê ou escuros.
Invista – Em vidros translúcidos.

Cortinas
Evite – Os modelos painel, que bloqueiam a luz.
Invista – Em peças de renda ou de tecidos leves. Porém, quem gosta de espantar a claridade à noite deve opostar nas persianas.

Posição
Evite – Móveis em frente ou na lateral das janelas. “Por exemplo, posicionar um sofá ou guarda-roupa perto da entrada de luz poderá bloqueá-la ou desviá-la para uma única direção. Sem obstáculo, a iluminação se expande pela casa toda”, explica o arquiteto Mario César Paludetti.
Invista – Na diposição dos móveis, afastando-os das janelas e da frente delas. Opte pela parede oposta.

Paredes
Evite – Pintar a casa toda com cores escuras. Assim, a luz do sol nunca dará as caras por lá.
Invista – Em cores claras. Se quiser um tom mais ousado para quebrar a monotonia, escolha uma parede pequena e pinte-a.

Espelho
Evite – Não se preocupe, ele sempre é bem-vindo.
Invista – Num modelo grande, posicionado na parede em frente à sua janela. Ele vai refletir a luz e ampliar o ambiente.

Fonte: Planeta Sustentável

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Elas não devem ser comuns, muito menos corriqueiras e, quando aparecerem, precisam ser diagnosticadas e tratadas com atenção e cautela. Parece exageiro, mas fissuras, trincas e rachaduras podem prejudicar uma construção inteira e, em alguns casos mais graves, são sinais de que casas e prédios podem desabar a qualquer momento.

Quem não se lembra do famoso edifício Palace II, no Rio de Janeiro, que apenas três anos depois de ser construído desabou, causando a morte de oito pessoas? Rachaduras, trincas e fissuras apareceram na construção meses antes e não foram levadas a sério.

Quando isso acontece, a primeira providência é diferenciar rachadura, fissura e trinca. “Todas são aberturas ocasionadas pela ruptura de um material ou componente, porém possuem tamanhos e profundidades diferentes”, explica o engenheiro Rubens Curti, da Associação Brasileira de Cimento Portland. “Toda rachadura começa com uma fissura, por isso é importante ficar atento e observar a evolução do problema”, completa.

A fissura é uma abertura fina, alongada, inferior ou igual a 0,5 mm e é, geralmente, superfícial, atingindo somente a pintura e o azulejo. Já as trincas, além de serem mais profundas e alcançarem a alvenaria da parede, possuem abertura superior a 0,5 mm e inferior a 1 mm, o que acarreta a divisão das estruturas em duas partes – fator determinante para identificá-las –, podendo afetar a segurança dos componentes da estrutura de um prédio ou casa.

A rachadura tem as mesmas características de uma trinca, mas com aberturas maiores (por volta de 5 mm), mais pronfundas e acentuadas, o que ocasiona interferências indesejáveis como a entrada de vento, água de chuva e até luz. Dessa forma, ao primeiro sinal de qualquer abertura na parede, seja ela pequena ou significativa, é preciso solicitar uma investigação minunciosa por um especialista para descobrir sua origem e causa

O que causa rachaduras

São muitas as causas que provocam o aparecimento dessas aberturas indesejáveis nas paredes. Mudanças de temperatura, recalques de solo, diminuição do tamanho de materiais úmidos, perda de aderência por parte dos revestimentos, dilatação de materiais, excesso de cimento, projetos mal dimensionados e problemas de execução de obras, como o uso de materiais inadequados são alguns exemplos mais comuns encontrados nas residências.

“As pessoas desconhecem os riscos que rachaduras graves podem causar na edificação e não dão a devida atenção ao problema”, afirma Curti. A solução paleativa de “remendar” o problema com argamassa ou fita de TNT deve ser usada com cautela, pois se o problema for mais grave do que uma simples fissura no revestimento, a abertura vai voltar e quanto mais demorar para ser solucionada, maior ficará. “O ideal é buscar ajuda profissional para solucionar o problema com mais segurança e exatidão”, conclui o professor de engenharia civil do Centro Universitário da FEI, Luiz Sergio Coelho.

Fonte: IG

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O comércio de materiais de construção deve movimentar R$ 76,4 bilhões este ano, ou seja, cada brasileiro deve gastar R$ 469 com estes itens, conforme aponta pesquisa do Ibope Inteligência.

A região Sudeste deve ser responsável por 54,5% dos gastos com materiais de construção este ano, o que representa R$ 41,66 bilhões. Na região, o consumo per capita deve ser de R$ 552.

Em seguida, vem a região Sul, onde o consumo deve atingir R$ 13,14 bilhões (17,2% do total). Apesar do gasto ser menor que na região Sudeste, o consumo per capita será de R$ 559, como pode ser observado na tabela abaixo:

 

Classes

O estudo ainda aponta que a classe B será responsável por 43,2% do consumo, o que totaliza R$ 32,98 bilhões. Segundo o estudo, mais de 11,8 milhões de domicílios são de classe B, representando 23,5% do total.

Já a classe C, cujo número de domicílios chega a 25,2 milhões (50,4% do total), será responsável por 33,1% do total movimentado este ano, o que corresponde a R$ 25,27 bilhões.

A classe A, por sua vez, soma 1,2 milhões de domicílios (2,5% do total) e representa 18,4% do consumo de materiais de construção, ou seja, R$ 14,10 bilhões. A classe DE, responsável por 23,6% dos domicílios (11,8 milhões) deve consumir este ano R$ 4,08 bilhões, o que corresponde a 5,3% do total.

Fonte: Uol

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