A presidente da Petrobras, Graça Foster, admitiu nesta terça-feira (17) que a estatal tem intenção de aumentar o preço dos combustíveis, como gasolina, em “algum momento”, mas ela não definiu exatamente quando. Em evento no Rio de Janeiro, Graça Foster afirmou que o patamar do preço internacional do petróleo está mais alto do que em anos anteriores.

“Há claramente uma mudança no patamar de preços neste horizonte de 2012. Em algum momento, a expectativa é que tenhamos reajuste no preço de combustíveis. Se é em um mês, dois, três ou seis, eu não sei”, disse.
Nos últimos anos, a Petrobras tem justificado a manutenção do preço dos combustíveis negociados pela estatal por conta da política da empresa de não repassar a volatilidade do preço internacional para o mercado doméstico.
Segundo a empresa, o combustível só é reajustado quando um novo patamar no mercado internacional é detectado. No entanto, essa política resultou em prejuízo para a empresa no ano passado.
Fonte: UOL
Uma série de fatores faz uma obra mais sustentável: desde a hora do planejamento até a construção, a escolha de produtos e serviços mais sustentáveis são importantes para o processo. Além disso, deve-se pensar em como a casa se comportará nos anos seguintes.

Uma das opções para construções é o tijolo ecológico, que utiliza um sistema de produção mais sustentável ainda na fábrica e permite várias vantagens para o usuário, como o isolamento térmico e acústico, além de obras mais limpas.
O processo de fabricação inicia com a peneiração da terra. Em seguida, é feito a mistura do solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta, a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na sequência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja, são curados com água durante quatro dias até adquirirem a resistência adequada. Assim, o material não é cozido em fornos, deixando de utilizar lenha e de emitir gases do efeito estufa.
1. Diminuição do tempo de construção (devido aos encaixes, que favorecem o alinhamento e prumo da parede);
2. Estrutura mais segura: como as colunas são embutidas nos furos, a carga de peso é melhor distribuída;
3. Redução no uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas;
4. Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento e de 50% de ferro;
5. Maior durabilidade, podendo ser até seis vezes mais resistente que os convencionais;
6. Fácil acabamento, já que pode ser utilizado apenas com um impermeabilizante, podendo dispensar o uso de tintas e outros acabamentos. O assentamento dos azulejos também pode ser feito diretamente sobre os tijolos;
7. Isolamento térmico e acústico, gerados pelos furos no meio dos tijolos, que formam câmaras de ar;
8. Instalações hidráulicas e elétricas podem ser realizadas através dos furos.
Fonte: Atitude Sustentável
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) acelerou em cinco de sete capitais em março, segundo informou, nesta terça-feira (3), a Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando todas os locais, a variação do indicador ficou em 0,60%, 0,09 ponto percentual acima da taxa divulgada na última apuração.

Em Salvador, a taxa passou de 0,39% para 0,56%; em Brasília, de 0,70% para 0,84%; no Rio de Janeiro, de 0,54% para 0,56%; em Porto Alegre, de 0,47% para 0,64% e São Paulo, de 0,40% para 0,53%.
A desaceleração ocorreu nas taxas de Belo Horizonte, de 0,65% para 0,51% e Recife, de 77% para 76%.
Fonte: G1
Os brasileiros devem gastar R$ 87,79 bilhões com material de construção este ano, segundo estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, divulgadas nesta terça-feira (27).

De acordo com o estudo, o montante representa um aumento de 14,8% em relação ao gasto de 2011, que somou R$ 76,43 bilhões.
O Pyxis Consumo é uma base de dados que apresenta o potencial de consumo (demanda) por grupo de produtos de todos os municípios brasileiros. Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre 21 setores disponibilizados, as quatro classes socioeconômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.
Classe social
Por classe social, o levantamento aponta que a B e a C são as que mais gastarão com material de construção neste ano, em torno de R$ 37,69 bilhões e R$ 29,87 bilhões, respectivamente. Em seguida, aparecem a classe A, com gastos de R$ 15,82 bilhões, e, por último, a classe DE, com R$ 4,41 bilhões.
Em potencial de consumo, 42,93% provêm da classe B, 34,02% da classe C, 18,02% da A e 5,03% da DE.
Fonte: Uol
O crédito imobiliário começou 2012 em ritmo diferente dos anos anteriores. Depois de crescer na casa dos dois dígitos, o volume de operações foi menor em fevereiro, tanto em total liberado quanto em número de imóveis financiados, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
No mês passado, os financiamentos para compra e construção de imóveis somaram R$ 5,11 bilhões, total que representa uma queda de 1% em relação ao mesmo mês de 2011 e de 10% na comparação com janeiro. Já o total de imóveis financiados ficou em 31 mil unidades, número que equivale a uma redução de 12% em 12 meses e de 8% ante janeiro.
Na análise dos dados acumulados nos 12 meses encerrados em fevereiro, no entanto, a taxa de expansão segue na casa dos dois dígitos. No volume financiado, houve aumento de 35%, com volume de R$ 80,9 bilhões. No número de imóveis financiados, a alta foi de 11%, com 489,2 mil unidades. A Abecip prevê expansão na casa dos 30% para o crédito imobiliário em 2012.
Fonte: G1
1 – Verifique qual a origem da dívida:
O primeiro passo é saber quem incluiu a dívida nos cadastros de proteção ao crédito. SPC, Serasa e cartórios de protesto, devem informar, sem custo, quem “negativou” o nome do consumidor e o valor da dívida.

2 – Pague a conta:
Não tem jeito: se a cobrança não for indevida, o nome só fica “limpo”depois que a dívida foi paga. Aproveite para negociar um abatimento no valor, que pode incluir juros e multa, além de correção monetária e despesas de cobrança – esses dois últimos desde que previstos em contrato.
3 – Peça o comprovante:
Peça o comprovante de quitação da dívida, escrevendo o valor pago, inclusive os juros e multas. No caso de cheque devolvido, peça para ver o documento.
4 – Limpe o nome no banco:
Se você teve o nome “sujo” por conta de um cheque devolvido, será preciso “limpar” o nome no cadastro de emitentes de cheques sem fundo. Faça o pedido ao banco por escrito, apresentando o documento de quitação. A instituição poderá cobrar uma taxa de valor variável.
5 – Limpe o nome no cartório:
No caso de um título protestado, será preciso ir ao cartório. Apresentando o documento de quitação, o cartório dará baixa no protesto. Será preciso pagar uma taxa, que varia de acordo com o tamanho da dívida.
6 – Limpe o nome no SPC e Serasa:
Cumprindo as etapas acima, o nome do consumidor deve ser retirado automaticamente dos cadastros dessas instituições. Os próprios bancos e cartórios são os responsáveis por dar esta baixa – o prazo para regularização é de cinco dias úteis.
7- Guarde todos os documentos:
Arquive os documentos que mostram tanto a inclusão nos serviços de proteção ao crédito, quanto o pagamento da dívida, que poderão ser necessários se a dívida for reapresentada ou se os registros não forem regularizados.
8 – Cobranças indevidas:
Nesse caso o consumidor deve procurar a empresa, ou recorrer diretamente a um órgão de defesa do consumidor ou à Justiça. O consumidor prejudicado pela inclusão indevida nos cadastros de proteção ao crédito tem direito a indenização por danos morais – desde que não haja outras inclusões regulares nestes cadastros.
Fonte: G1
Pesquisar os preços, em farmácias e supermercados, de produtos de higiene pessoal, perfumaria e alimentos complementares pode gerar economia de até 14% em Belo Horizonte.

De acordo com estudo realizado pela Ecobenefícios, uma cesta com 20 item, selecionados entre as três categorias citadas, custou, em média, R$ 96,44 nos supermercados e R$ 112,66, em média, nas farmácias.
Porto Alegre e Curitiba
O estudo foi realizado entre os dias 16 e 20 de janeiro e analisou os preços praticados por cinco farmácias e cinco supermercados. A cesta é composta por produtos como shampoo de 350 ml, condicionador de 350 ml, sabonete de 90 gramas, algodão de 25 gramas, leite em pó de 400 gramas, papinha infantil de 115 gramas, entre outros.
A mesma compra feita em Porta Alegre, outra cidade escolhida para o levantamento, mostrou uma diferença de 2% entre supermercados e farmácias. Os 20 itens custaram, em média, R$ 114,74 nas farmácias e R$ 116,69 nos supermercados.
Já em Curitiba, a diferença foi de 0,50%. Os 20 itens custaram, em média, R$ 103 nas farmácias e R$ 104,85 nos supermercados.
A consultora responsável pela pesquisa, Anajara Moraes, acredita que é importante que o consumidor faça uma pesquisa de preços antes de comprar tais produtos. “A ideia de que os artigos de perfumaria e higiene pessoal são mais caros nas farmácias não se mostrou real em Curitiba e Porto Alegre, provavelmente pelo acirramento da concorrência das grandes redes nesse setor”, explica a consultora.
Já em Belo Horizonte, a consultora também acredita que a concorrência seja a responsável pelos preços menores praticados nos supermercados.
Fonte: Uol
Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.

E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas,qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.
Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.
Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.
- Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.
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Os juros bancários médios avançaram em janeiro deste ano, de acordo com números divulgados nesta terça-feira (28) pelo Banco Central, na contramão da redução de 0,5 ponto percentual, para 10,5% ao ano, realizada pela própria autoridade monetária no mês passado.

Segundo o Banco Central, os juros bancários avançaram 0,9 ponto percentual em janeiro deste ano, para 38% ao ano. No fechamento de 2011, estavam em 37,1% ao ano.
Já os juros bancários das pessoas físicas terminaram somando 45,1% ao ano em janeiro deste ano, contra 43,8% ao ano em dezembro do ano passado. Neste caso, a alta foi de 1,3 ponto percentual.
Sobre as empresas, os juros bancários totalizaram 28,7% ao ano em janeiro, com elevação de 0,5 ponto percentual frente a dezembro do ano passado (28,2% ao ano).
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A Secretaria da Receita Federal publicou nesta segunda-feira (6), no “Diário Oficial da União”, as regras para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2012, ano-base 2011.
Segundo o órgão, o prazo de entrega da declaração do IR 2012 começa em 1º de março e vai até o dia 30 de abril. Quem perder o prazo está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74.

Formas de entrega
A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento, via formulário, foi extinta em 2010.
O contribuinte que recebeu, em 2011, rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 10 milhões, deve transmitir a declaração de ajuste anual com a utilização de certificado digital, estabeleceu a Receita. Essa é uma das novidades do
IR neste ano.
Obrigatoriedade
Segundo a Receita Federal, estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 23.499,15 em 2011 (ano-base para a declaração do IR de 2012). O valor foi corrigido em 4,5% em relação ao ano anterior, conforme já havia sido acordado pela presidente Dilma Rousseff.
Também estão obrigados a apresentar o documento os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado.
Também é obrigatória a entrega para quem obteve, em qualquer mês de 2011, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.
Quem tiver a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2011, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, também deve declarar IR neste ano. Este é o mesmo valor que constava no IR 2011 (relativo ao ano-base 2010).
A obrigação com o Fisco se aplica também àqueles contribuintes que passaram à condição de residente no Brasil, em qualquer mês deste ano, e que nesta condição se encontrem em 31 de dezembro de 2011.
A regra também vale para quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda.
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