A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na terça-feira (6/12), resultados de um estudo que identificou contaminação por agrotóxicos em amostras de 17 dos 18 alimentos analisados. A olho nu não é possível identificar essas substâncias nos produtos, e a exposição a elas pode causar sérios danos à saúde humana.

“Além de não ser possível identificar alimentos que foram produzidos com uso de agrotóxicos, também não dá para eliminá-los. Mas é possível diminuir a presença deles nos produtos com uma boa lavagem”, afirma Sidinea Cordeiro de Freitas, engenheira química e especialista em análise de resíduos em alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A pesquisadora alerta ainda que apenas os resíduos presentes na superfície do alimento podem ser removidos parcialmente e que alguns vegetais absorvem algumas substâncias químicas dos agrotóxicos. “Isso quer dizer que, mesmo fervendo o alimento, não tem como eliminar a presença dessas substâncias”, explica ela.
Veja abaixo, dicas da Embrapa de como lavar os vegetais para diminuir os resíduos tóxicos:
1. Durante pelo menos um minuto, esfregue a fruta ou legume com uma esponja ou escova e detergente neutro. No caso de folhas como a couve, use as mãos;
2. Em seguida, enxágue em água corrente por mais três minutos;
3. O passo seguinte consiste em colocar o produto imerso em solução de água clorada durante 15 minutos;
4. Para completar o processo de desinfecção, esfregue novamente (desta vez sem detergente) por cerca de um minuto embaixo de água corrente.
E é preciso não esquecer que, a única maneira de eliminar totalmente os agrotóxicos dos vegetais é comprar alimentos que sejam certificados como orgânicos.
Fonte: Instituto Akatu
O verão é a mais esperada estação do ano, mas devido à alta quantidade de chuvas, pode ser um grande vilão. Quem tem vasos ou jardim em casa deve tomar cuidado com o acúmulo de água limpa, que propicia a proliferação do mosquito causador da dengue, o Aedes aegypti.
Por isso é preciso remover a água dos pratos dos vasos e evitar que o excesso de água fique exposto. Para que isso não ocorra, o mais indicado é colocar areia nos recipientes.

Outras medidas importantes são escovar e lavar com cloro as bordas de piscinas e espelhos d´água, não deixar acumular entulho, tampar caixas d’água, virar a boca de latas e garrafas para baixo, e trocar a água das fontes toda semana, com a ajuda de uma bomba.
Borra de café contra as larvas
A aplicação da borra de café nas plantas também é eficaz. Pesquisas realizadas pelo Departamento de Biologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de São José do Rio Preto (SP), apontam que o pó de café, depois da passagem da água fervente, contém substâncias que bloqueiam o desenvolvimento das larvas de Aedes aegypti, causando sua morte nessa fase.
Larvicidas também são úteis, mas mais importante que usar qualquer produto é evitar o acumulo de água nos recipientes.
Quando regar
A frequência de rega deve ser seguida conforme a necessidade de cada vegetação. É melhor molhar um pouco, de duas a três vezes por semana, do que molhar muito de uma só vez.
Uma maneira fácil de saber se a planta está ou não necessitando de água é colocar o dedo na terra. Se a terra estiver úmida, significa que não há necessidade de água. Porém, se a pessoa sentir que a terra está seca, é melhor irrigar..
Bromélias e helicônias
Espécies muito usadas em jardins, as bromélias têm suas folhas dispostas em formato de roseta, o que favorece o acúmulo de água, que é absorvida lentamente pela planta. Portanto, sempre que for regá-las, lembre-se de derramar a água represada em seu centro.
Arranjos
Em vasos com flores naturais cortadas, é preciso trocar semanalmente a água e esfregar as laterais. Pode-se também adicionar uma solução de água com hipoclorito de sódio (água sanitária) a 2%, na proporção de 40 gotas para 500 ml de água, que funciona como larvicida e não prejudica a planta.
Sintomas
É preciso estar atento aos principais sintomas da dengue: febre, dores musculares, cefaleia, dores oculares e nas articulações, mal-estar geral, vômitos e, no caso de dengue hemorrágica, sangramento gengival e nasal.
Fonte: Delas
1- Mantenha portas e janelas abertas para arejar os ambientes;
2- Retire a poeira de colchões, carpetes, sofás, almofadas e cortinas. Ácaros adoram pó. Para garantir a limpeza, use um aspirador de pó com filtro hepa. O aspirador pode limpar ainda e o que mais achar necessário;
3- Alguns modelos já vêm com proteção antiácaros. Quem não quiser mudar o colchão pode revesti-lo com capas protetoras com tratamento antimicrobiano que impede a passagem dos ácaros;
4- Faça uma higienização periódica em colchões, sofás, tapetes e carpetes. Em apenas um ano de uso, esses locais chegam armazenar quase cinco milhões de ácaros.
5- Lave periodicamente cortinas e tapetes. Se estiverem tratados com algum produto antiácaro, não molhe ou use produtos químicos. Apenas passe o aspirador de pó uma a duas vezes por semana;
6- Troque a roupa de cama uma vez por semana. Em dias mais quentes e no verão, troque duas vezes por semana. Aproveite para virar o colchão de lado. Se possível, exponha-o ao sol;
7- Desumidificadores de ar ajudam bastante.
8- Mantenha a disciplina: faça as refeições na cozinha ou sala de jantar (nada de sentar no sofá ou na cama); não troque de roupa em qualquer cômodo e não entre em casa com sapatos usados na rua;
Acerte na escolha do travesseiro
9- Use acaricidas com cautela.
10- Instale esterilizadores de ar. Eles puxam os ácaros do ambiente para dentro do aparelho que, com circuitos internos que esquentam a até 300ºC, elimina os microorganismos.
Fonte: Delas
Foi-se o tempo em que envelhecer era sinônimo de melancolia e solidão. Quem ainda acredita que a terceira idade está restrita a cadeiras de balanço, agulhas de tricô e partidas de gamão não conhece a vida do idoso contemporâneo.

Uma pesquisa divulgada este mês pelo Programa de Novas Dinâmicas do Envelhecimento aponta que os brasileiros estão mais felizes quando chegam na terceira idade.
Segundo o estudo, realizado por pesquisadores ingleses entre os anos de 2002 e 2008, a maioria dos idosos brasileiros se considera “satisfeita” ou “muito satisfeita” com suas condições de vida, com o respeito que recebem dos familiares e com o relacionamento mantido com outras pessoas.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados do Censo Demográfico 2010 apontam que a população idosa no País cresce, enquanto diminui o número de jovens com até 25 anos. E esse crescimento parece mesmo ser uma tendência.
Uma pesquisa do Banco Mundial prevê que em 2050 o número de brasileiros com mais de 65 anos deve saltar dos atuais 20 milhões para 65 milhões – ou seja, será três vezes maior. “Hoje estamos envelhecendo cada vez mais e melhor. Isso se deve a diversos fatores, como melhoria da qualidade de vida e avanço da medicina”, destaca Rita Khater, professora de Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas.
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Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um foco do mosquito Aedes aegypti: pratos de vasos de plantas, caixas d’água mal tampadas, latas, garrafas, plásticos, cacos, pneus, piscinas sem tratamento da água, calhas etc.

O perigo maior é em casa. Calcula-se que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. Velas de citronela ou andiroba e repelentes são paliativos: não eliminam o mosquito, apenas o mantêm distante por algum tempo. As velas têm raio de alcance restrito. Os repelentes possuem duração de proteção limitada.
Como evitar a proliferação do mosquito
Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. O mesmo vale para qualquer recipiente com água.
Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.
Quem quiser denunciar focos, solicitar visita dos agentes e tirar dúvidas sobre a doença pode ligar o Telessaúde: (21) 2599-4742.
Fonte: Globo.com
Já pensou em ter um jardim de flores comestíveis em casa? Além de ser bem fácil de cultivar pode fazer um bem enorme para a saúde e bem estar da sua família. Além, é claro, de enfeitar a casa.
No entanto, há uma lista de cuidados especiais para manter a saúde das plantas. A primeira medida é escolher um local adequado e arejado para o plantio.
Em seguida, é preciso escolher as flores pois existem diversas opções, das exóticas às mais tradicionais, como a alcachofra, a couve-flor e o brócolis. Para cultivá-las em casa, é preciso um espaço amplo e ventilado, além, é claro de regar diariamente e proteger do sol forte.

Conheça algumas espécies comestíveis e suas características de cultivo:
Alcaparra
Aquelas conservas encontradas no supermercado são os botões da flor. A parte externa dos muros do Vaticano abriga muitas variedades dessa espécie
Cultivo: são resistentes a altas temperaturas e necessitam de um solo bem irrigado para sobreviver
Amor-perfeito
São populares, coloridas e levemente amargas. No prato é possível brincar com as diversas cores (amarelo, vermelho, roxo, azul e branco)
Cultivo: é uma planta de meia-sombra e floresce no inverno. Deve ser plantada em solo rico em húmus
Borago
Sua coloração é azul, o que faz da flor uma excelente opção para decorar pratos. Possui sabor adocicado e pode ser usada em saladas e doces. É indicada para compor caldas de pudins. Quando as pétalas estão frescas apresentam grande quantidade de vitamina C. Também pode ser servida como chá.
Cultivo: o solo deve ser fértil e bem drenado. É importante colocá-lo em locais de sombra ou meia-sombra. A época mais indicada para o plantio é a primavera.
Brinco-de-princesa
As flores são vistosas e ideais para decorar pratos. Apresentam sabor levemente ácido. Floresce durante a noite e pode ser usada em diferentes pratos, como massas e saladas
Cultivo: necessita receber quatro horas diárias de luz solar, porém evite o sol do meio-dia
Calêndula
Apresenta coloração amarela ou alaranjada. Possui carotenóides, substância que ajuda a prevenir o câncer, e óleos essenciais. Por esse motivo suas pétalas são misturadas com arroz, peixe, sopa, queijos, manteiga, iogurte e omeletes
Cultivo: gosta de solos arejados e porosos. Precisa de quatro horas diárias de luz solar e rega frequente (em dias alternados)
Capuchinha
A flor é uma das preferidas dos chefs e possui sabor levemente apimentado. Pode ser usada em saladas e massas. Vale decorar os pratos com a espécie, que apresenta coloração amarela, laranja ou avermelhada.
Cultivo: ela deve receber luz solar intensa e pode ser plantada em vasos pequenos. O plantio deve ser feito em qualquer época do ano, mas é na primavera que ela fica ainda mais vistosa.
Cravo-da-Índia
Condimento muito usado na culinária, o cravo-da-Índia é colhido antes que a flor se abra, quando ainda tem coloração rosada. Pode ser usado em doces ou salgados. Muito indicado para dar aroma
Cultivo: desenvolve-se no período das chuvas e vai bem em solos úmidos
Crisântemo
Muito usado em pratos chineses e japoneses. É fundamental remover as hastes, pois são amargas. Para os orientais, uma pétala no fundo do copo é sinônimo de longevidade
Cultivo: florescem no inverno e precisam de luz solar diária
Erva-doce
Suas flores são muito úteis para quem gosta de inovar. Podem ser usadas curas em saladas, cozidas e também em bolos e tortas. Vale decorar diferentes pratos com a espécie. As sementes são usadas em molhos, biscoitos e bolos.
Cultivo: deve ser cultivada em local ensolarado ou à meia-sombra. Use adubos orgânicos para enriquecer a terra
Flor de abóbora
São grandes e possuem coloração alaranjada. É uma espécie popular na culinária italiana e pode ser usada em sopas, saladas, omeletes ou refogada na manteiga, entre outras opções
Cultivo: é fundamental reservar um espaço amplo e oferecer atenção diária à planta
Lírio
Possui flores brancas e perfumadas. Pode decorar todos os pratos, mas combina mesmo com saladas
Cultivo: é uma planta de frio e não deve receber luz natural constante, é preciso saber dosar. É necessário comprá-lo em bulbo para que possa florescer
Maria-sem-vergonha
Apresentam gosto leve e adocicado. As pétalas têm textura de goma de mascar
Cultivo: o solo deve ser úmido, mas não encharcado. Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra
Primavera
Flor muito usada em bebidas. Ferva a água, jogue sobre as flores e abafe por cerca de 15 minutos. Logo sem seguida, sirva com mel.
Cultivo: gosta de pleno sol, clima quente e úmido e suporta solos secos
Rosas
Todas são comestíveis. As perfumadas são ainda mais saborosas. É importante remover as bases, que são amargas. Com as pétalas é possível produzir geleias, cremes, manteiga e sobremesas. Com os botões pode-se fazer picles. O xarope também é usado em panquecas doces e bebidas
Cultivo: as roseiras vão bem em qualquer tipo de solo. No entanto, o substrato rico em húmus e bem drenado favorece seu desenvolvimento
Tulipas
Possui sabores variados, dependendo da espécie escolhida. Muitas lembram gosto de alface levemente adocicado. São ideais para quem deseja impressionar. Vale usar como base comestível para servir petiscos. Atenção: é preciso remover o pistilo e deixar apenas as pétalas
Cultivo: floresce sob baixas temperaturas. É fundamental regar com água gelada para que as flores durem mais tempo