Força no pedal
1. No livro “Diários de Bicicletas”, o músico David Byrne diz: “Pedalar pela cidade é a melhor forma de conhecê-la: é mais rápido do que andar a pé, e mais próximo do que estar dentro de um veículo motorizado. É um ato de flertar com o espaço público”. Pela cidade, em um parque ou na orla da praia, a bike é um excelente meio para sair por aí apreciando a paisagem, conhecendo lugares. Mas vá com calma, no seu ritmo – afinal, você não terá que alcançar nenhum apressadinho.

2. Brincar com o seu visual
Quem nunca se imaginou mais loira, mais ruiva ou com uma franja diferente? No Makeover, a nova ferramenta gratuita do Delas, você pode fazer o upload de uma foto sua e testar centenas de looks. Que tal um cabelão de Gisele Bündchen arrematado por um batom vermelho Yves Saint Laurent?

3. Coloque as contas em ordem
Segundo o economista Marcos Silvestre, o ideal é fazer isso pelo menos uma vez por semana. Aproveite o tempo livre para organizar a sua vida financeira e saiba exatamente quanto você poderá gastar na próxima liquidação.

4. Cheia de dedos
Uma das melhores formas de conhecer o próprio corpo e aprender a sentir prazer é por meio da masturbação. E aí, não há regras nem manuais. É tocando o próprio corpo, sem ninguém por perto nem autocensura que as mulheres vão aprender a se conhecer.

5. Corra, corra, corra…
A corrida é o esporte mais indicado pelos médicos para manter uma vida saudável. Você só precisa de um bom tênis e um caminho pela frente.

6. Peça mesa para… um!
Que tal levar você mesma para jantar? Peça o seu prato favorito sem se importar com a censura calórica das amigas.

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Atitude sustentável é o que se espera das pessoas presentes na sociedade, mas isso só ocorre através da divulgação de atitudes sustentáveis e do esclarecimento sobre tais iniciativas. A indústria é um setor de grande importância para a propagação da educação sustentável. A tendência é que através da educação, haja pessoas preocupadas com os problemas ambientais e que estas procurem soluções.

Mas afinal, o que são atitudes sustentáveis? São modos de exploração ou uso de recursos, naturais ou não, que buscam o menor dano possível no meio ambiente e toda a biosfera. As atitudes começam em pequenos gestos como, por exemplo, a separação do lixo.

No setor empresarial, é interessante instigar a conscientização dos funcionários em relação à reciclagem e coleta seletiva. Muitas indústrias possuem as diversas lixeiras para que se separem o papel, papelão, vidro, plástico e lixos orgânicos. O interessante é que, através da divulgação de atitudes sustentáveis, os funcionários levam os conceitos aplicados no trabalho para o seu meio de convívio familiar e social.

As empresas que demonstram a preocupação ambiental são bem vistas por todos e, quando promovem o bom uso da matéria prima e de recursos naturais, chegam a atrair muitos clientes, visto que estes sentem que estão contribuindo ao comprar um produto que para ser gerado passou por todo um processo que tende a impactar menos o ambiente. Alguns exemplos são as indústrias de material escolar; muitas vendem cadernos com folhas recicladas e têm projetos de plantio de árvores para compensar e extração de madeiras para produção de lápis, celulose para papéis e látex para borracha.

As indústrias de cosméticos, farmacêuticas e automobilísticas também fazem um bom papel social na divulgação de atitudes sustentáveis. Os supermercados e comércios em geral estão cobrando pelas sacolas plásticas, para que assim os consumidores passem a utilizar as sacolas retornáveis. Esta iniciativa de reduzir o uso da sacola plástica é uma atitude que felizmente está sendo adotada por muitos e a natureza agradece.

Fonte: Atitudes Sustentáveis

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Foi-se o tempo em que envelhecer era sinônimo de melancolia e solidão. Quem ainda acredita que a terceira idade está restrita a cadeiras de balanço, agulhas de tricô e partidas de gamão não conhece a vida do idoso contemporâneo.

Uma pesquisa divulgada este mês pelo Programa de Novas Dinâmicas do Envelhecimento aponta que os brasileiros estão mais felizes quando chegam na terceira idade.

Segundo o estudo, realizado por pesquisadores ingleses entre os anos de 2002 e 2008, a maioria dos idosos brasileiros se considera “satisfeita” ou “muito satisfeita” com suas condições de vida, com o respeito que recebem dos familiares e com o relacionamento mantido com outras pessoas.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados do Censo Demográfico 2010 apontam que a população idosa no País cresce, enquanto diminui o número de jovens com até 25 anos. E esse crescimento parece mesmo ser uma tendência.

Uma pesquisa do Banco Mundial prevê que em 2050 o número de brasileiros com mais de 65 anos deve saltar dos atuais 20 milhões para 65 milhões – ou seja, será três vezes maior. “Hoje estamos envelhecendo cada vez mais e melhor. Isso se deve a diversos fatores, como melhoria da qualidade de vida e avanço da medicina”, destaca Rita Khater, professora de Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas.

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O percentual da população que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo é de 5%. Os dados são da pesquisa O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial, apresentada pelos Institutos Akatu e Ethos. De acordo com o levantamento, 56% dos consumidores nunca ouviram falar em sustentabilidade.

O percentual se mantém o mesmo nos últimos quatro anos (de 2006 a 2010), mesmo com o aumento populacional no período. De acordo com os autores da pesquisa, nos últimos quatro anos, saltou de 25% para 37% o número dos consumidores considerados indiferentes, aqueles distantes do significado do conceito de sustentabilidade.

Práticas como apagar lâmpadas em ambientes desocupados, realizadas por 77% da população brasileira em 2006, caíram para 69%. O planejamento na compra alimentos antes promovido por 55% da população agora só é feito por 48%. “Cresceu o número da população com poder aquisitivo no Brasil nos últimos anos e esse fator interfere diretamente na avaliação dos comportamentos de consumo”, diz o consultor do Instituto Akatu Aron Belinky.

“O entendimento do comportamento do consumidor é fundamental no processo de construção da sustentabilidade e, aqui no Brasil, é notável a consistência dos esforços nesse sentido em relação a outros países do mundo”, diz o presidente do Ethos, Jorge Abrahão. “Este levantamento serve como trânsito para uma economia verde e responsável.”

Para 80% dos consumidores, uma empresa considerada socialmente responsável tem de desenvolver alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações do Trabalho”. A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do País em regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), capitais (Goiânia e Manaus) e Distrito Federal.

Fonte: Recriar com Você

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Não existe vida nem história sem objetos, dizem os antropólogos. Isso explica os museus, as coleções de selo e até a pilha de revistas no canto da estante.  Não explica, porém, como e por que cada vez mais há quem adore (e estoque) bugigangas que, segundo a definição do dicionário, já deveriam estar no lixo.

“Objetos são muito mais simbólicos do que funcionais. Eles têm valor afetivo”, diz o antropólogo Everardo Rocha, da PUC-Rio.

“Cada um quer ser curador da própria vida, ter uma coleção imensa de objetos. Muitas pessoas não sabem mais o que é lixo e o que não é.”

A antropóloga e pesquisadora da Unicamp Valéria Brandini diz que os objetos carregam escolhas. Por isso é tão difícil jogar fora algo que, para os outros, não passa de quinquilharia. “Livrar-se de uma roupa velha pode significar perder uma parte de você, mesmo sabendo que aquilo pode ser útil para alguém.”

De acordo com a psiquiatra Ana Gabriela Hounie, da Associação Brasileira de Psiquiatria, o colecionismo (mania de guardar objetos), quando em excesso, pode ser sintoma de transtorno obsessivo-compulsivo ou estar associado a depressão.

Essas pessoas guardam dúzias de garrafas PET, escovas ou pilhas de enlatados. “Sempre há uma justificativa. Elas dizem que pode ser útil, que vão usar no futuro. Mas, no fim, nunca usam.”

O psiquiatra Alvaro Ancona de Faria, da Unifesp, explica que ter um histórico de dificuldades financeiras pode desencadear o problema. “É um tipo de insegurança. Como se ela precisasse ter gasolina de reserva mesmo com o tanque cheio.”

Segundo Hounie, é difícil diferenciar o colecionismo saudável do transtorno. Muitas vezes, além de guardar, a pessoa compra sem controle.

Os casos mais extremos aparecem com a Síndrome de Diógenes –uma referência ao filósofo grego que vivia dentro de um barril. Quem tem a síndrome vive no meio do lixo, com pouca atenção à higiene, em um ato de autonegligência.

“Há pessoas ricas assim. É um transtorno difícil de ser tratado porque quem tem não se incomoda”, afirma a psiquiatra Bárbara Perdigão, autora de um artigo sobre o assunto publicado na última edição do “Jornal Brasileiro de Psiquiatria”.

Muitas vezes, nem terapia resolve. E, quando a casa é limpa, pouco tempo depois já volta a ficar como antes.
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