Uma série de fatores faz uma obra mais sustentável: desde a hora do planejamento até a construção, a escolha de produtos e serviços mais sustentáveis são importantes para o processo. Além disso, deve-se pensar em como a casa se comportará nos anos seguintes.

Uma das opções para construções é o tijolo ecológico, que utiliza um sistema de produção mais sustentável ainda na fábrica e permite várias vantagens para o usuário, como o isolamento térmico e acústico, além de obras mais limpas.
O processo de fabricação inicia com a peneiração da terra. Em seguida, é feito a mistura do solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta, a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na sequência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja, são curados com água durante quatro dias até adquirirem a resistência adequada. Assim, o material não é cozido em fornos, deixando de utilizar lenha e de emitir gases do efeito estufa.
1. Diminuição do tempo de construção (devido aos encaixes, que favorecem o alinhamento e prumo da parede);
2. Estrutura mais segura: como as colunas são embutidas nos furos, a carga de peso é melhor distribuída;
3. Redução no uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas;
4. Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento e de 50% de ferro;
5. Maior durabilidade, podendo ser até seis vezes mais resistente que os convencionais;
6. Fácil acabamento, já que pode ser utilizado apenas com um impermeabilizante, podendo dispensar o uso de tintas e outros acabamentos. O assentamento dos azulejos também pode ser feito diretamente sobre os tijolos;
7. Isolamento térmico e acústico, gerados pelos furos no meio dos tijolos, que formam câmaras de ar;
8. Instalações hidráulicas e elétricas podem ser realizadas através dos furos.
Fonte: Atitude Sustentável
Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.

E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas,qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.
Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.
Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.
- Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.
Atitude sustentável é o que se espera das pessoas presentes na sociedade, mas isso só ocorre através da divulgação de atitudes sustentáveis e do esclarecimento sobre tais iniciativas. A indústria é um setor de grande importância para a propagação da educação sustentável. A tendência é que através da educação, haja pessoas preocupadas com os problemas ambientais e que estas procurem soluções.

Mas afinal, o que são atitudes sustentáveis? São modos de exploração ou uso de recursos, naturais ou não, que buscam o menor dano possível no meio ambiente e toda a biosfera. As atitudes começam em pequenos gestos como, por exemplo, a separação do lixo.
No setor empresarial, é interessante instigar a conscientização dos funcionários em relação à reciclagem e coleta seletiva. Muitas indústrias possuem as diversas lixeiras para que se separem o papel, papelão, vidro, plástico e lixos orgânicos. O interessante é que, através da divulgação de atitudes sustentáveis, os funcionários levam os conceitos aplicados no trabalho para o seu meio de convívio familiar e social.
As empresas que demonstram a preocupação ambiental são bem vistas por todos e, quando promovem o bom uso da matéria prima e de recursos naturais, chegam a atrair muitos clientes, visto que estes sentem que estão contribuindo ao comprar um produto que para ser gerado passou por todo um processo que tende a impactar menos o ambiente. Alguns exemplos são as indústrias de material escolar; muitas vendem cadernos com folhas recicladas e têm projetos de plantio de árvores para compensar e extração de madeiras para produção de lápis, celulose para papéis e látex para borracha.
As indústrias de cosméticos, farmacêuticas e automobilísticas também fazem um bom papel social na divulgação de atitudes sustentáveis. Os supermercados e comércios em geral estão cobrando pelas sacolas plásticas, para que assim os consumidores passem a utilizar as sacolas retornáveis. Esta iniciativa de reduzir o uso da sacola plástica é uma atitude que felizmente está sendo adotada por muitos e a natureza agradece.
Fonte: Atitudes Sustentáveis
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na terça-feira (6/12), resultados de um estudo que identificou contaminação por agrotóxicos em amostras de 17 dos 18 alimentos analisados. A olho nu não é possível identificar essas substâncias nos produtos, e a exposição a elas pode causar sérios danos à saúde humana.

“Além de não ser possível identificar alimentos que foram produzidos com uso de agrotóxicos, também não dá para eliminá-los. Mas é possível diminuir a presença deles nos produtos com uma boa lavagem”, afirma Sidinea Cordeiro de Freitas, engenheira química e especialista em análise de resíduos em alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A pesquisadora alerta ainda que apenas os resíduos presentes na superfície do alimento podem ser removidos parcialmente e que alguns vegetais absorvem algumas substâncias químicas dos agrotóxicos. “Isso quer dizer que, mesmo fervendo o alimento, não tem como eliminar a presença dessas substâncias”, explica ela.
Veja abaixo, dicas da Embrapa de como lavar os vegetais para diminuir os resíduos tóxicos:
1. Durante pelo menos um minuto, esfregue a fruta ou legume com uma esponja ou escova e detergente neutro. No caso de folhas como a couve, use as mãos;
2. Em seguida, enxágue em água corrente por mais três minutos;
3. O passo seguinte consiste em colocar o produto imerso em solução de água clorada durante 15 minutos;
4. Para completar o processo de desinfecção, esfregue novamente (desta vez sem detergente) por cerca de um minuto embaixo de água corrente.
E é preciso não esquecer que, a única maneira de eliminar totalmente os agrotóxicos dos vegetais é comprar alimentos que sejam certificados como orgânicos.
Fonte: Instituto Akatu
Se você deseja realmente aderir as causas do desenvolvimento sustentável, pode começar adquirindo produtos de empresas sustentáveis. Esses produtos vêm colaborando muito com a tentativa de trazer equilíbrio ao meio ambiente. Mas como saber se a empresa que comercializa o que consumimos realmente utiliza meios ecologicamente corretos para sua produção?

O assunto desenvolvimento sustentável tem se tornado alvo da mídia e de muitos adeptos à preservação ambiental, o que faz com que algumas empresas ajam de má-fé utilizando slogans de sustentabilidade, propagandeando seus cuidados com o meio ambiente e a qualidade de seus produtos sem colocar em prática o que dizem, a fim de aparentar responsabilidade ecológica e social.
Para termos a certeza de que os produtos adquiridos realmente provêm de uma fonte sustentável, devemos procurar nas embalagens os selos que certificam o uso de materiais reciclados. Além disso, podemos procurar nos sites referentes às empresas seus métodos de fabricação e quais materiais foram utilizados para sua produção.
A verificação da credibilidade do produto não é a única questão a ser averiguada para se ter certeza de que a empresa é sustentável. Deve-se também conhecer a história da empresa, como ela foi fundada, em que condições ambientais seu espaço físico foi estruturado, de onde e como retiram as matérias-primas utilizadas, que destino dão ao seu lixo produzido, quais as técnicas utilizadas nas produções, que tipo de energia utilizam, que cuidados tomam com as emissões de gases dos processos de fabricação entre outras atitudes sustentáveis.
Ter a certeza de que o produto que consumimos é sustentável nos coloca na batalha pelo bem-estar do meio ambiente, incentiva a população a consumi-los e as empresas a continuar a produzi-los cada vez mais, mantendo a mesma linha de conduta. Esses produtos são uma forma de reduzir os impactos ambientais causados pela má utilização das matérias-primas e o descaso com a produção do lixo e o destino que será dado a ele.
Reduzindo esses impactos temos uma natureza mais sadia com ares e águas mais limpas além de prorrogar o tempo de duração de recursos naturais até pouco tempo considerados inesgotáveis e hoje encontrados em risco que são essenciais à nossa vida.
Faça sua parte adquirindo produtos sustentáveis.
Separar o lixo reciclável em casa é algo muito mais simples do que parece. Porém, pouca gente sabe disso. O resultado? Falta de engajamento. Para mostrar que a tarefa é simples (e traz resultados expressivos), elaboramos um guia prático, com perguntas e respostas.
Também vamos ajudar você a encontrar os locais próximos da sua casa que recebem o lixo reciclável. Sim, você não precisa enfrentar longas distâncias para ser ecologicamente correto.

1- QUAL É A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM?
A reciclagem traz benefícios econômicos, sociais e ambientais. Quanto ao meio ambiente, a reciclagem diminui a pressão sobre os aterros, o que é importante, porque muitos já chegaram ao limite. Reciclar também significa reduzir a utilização de recursos naturais pela indústria, poupando o meio ambiente, além de diminuir o custo da matéria-prima e o gasto energético no processo fabril. Além disso, a reciclagem gera renda para os catadores de materiais recicláveis, que têm garantia de trabalho remunerado.
2) É PRECISO SEPARAR, EM CASA, OS MATERIAIS DE ACORDO COM O TIPO DE CADA UM, OU SEJA, PLÁSTICO, PAPEL, ALUMÍNIO E VIDRO?
Não. Basta separar o que é seco do que é úmido, como restos de comida. A triagem é feita depois, pelas cooperativas de catadores.
3) É PRECISO LAVAR TODAS AS EMBALAGENS ANTES DE ENCAMINHÁ-LAS PARA A RECICLAGEM? POSSO ENCAMINHAR UM GUARDANAPO SUJO, POR EXEMPLO? E UM COPINHO COM RESTOS DE CAFÉ? O PAPEL DE UMA BITUAC DE CIGARRO POR SER RECICLADO?
Você não deve lavar as embalagens, porque essa atitude gera um outro problema ambiental, que é o desperdício de água. Use a água da lavagem da louça apenas para enxaguar os recipientes, quando for o caso.
4) O QUE PODE SER RECICLADO, AFINAL?
Tudo pode ser reciclado, inclusive isopor, lâmpadas fluorescentes e pilhas. O isopor deve ser separado em casa, assim como o plástico e o papel, por exemplo. Quanto às pilhas, uma opção é levá-las aos postos do Papa-Pilhas, que existem em vários pontos das cidades.
Se a pilha for alcalina, ela não terá metais pesados em sua constituição e poderá ser descartada no lixo seco, em casa, junto aos outros materiais recicláveis. Quanto às lâmpadas, é preciso ter cuidado na hora do descarte. Elas não podem ser quebradas, porque têm mercúrio na composição, uma substância poluente. Empresas do Brasil todo reciclam esse tipo de lâmpada.
A Yanko Design desenvolveu a Power Socket Switch, uma tomada que conforme sua posição permite ou não a passagem de energia para fazer seus aparelhos funcionarem. Ao conectar o plug na tomada, você deve girá-lo 45 graus para liberar o fluxo da corrente elétrica. Segundo o site, os aparelhos em Stand By representam 11% da nossa conta de energia.

O conceito da idéia é genial! E nos inspira a fazer melhor. Seria mais legal se a tomada pudesse ser girada ou ejetada (por aquele botão que fica interno quando o plug está conectado) sozinha por um sistema com temporizador ou por um comando externo.
Imagina se todo dia o sistema detectasse quando você sai de casa e desligasse todos os equipamentos que estão em stand by? Quando você voltasse para casa e quisesse usar aquele aparelho, bastava girar ou colocar o plug de volta na tomada!
Fonte: Meu mundo sustentável
Se daqui para frente você ouvir alguém reclamando que “meu apartamento é um ovo” ao afirmar que mora em um lugar muito pequeno, você poderá recomendar a alternativa de se mudar para esta casa!

Ela foi criada pelo estúdio Goldenhen, com sede na Austrália. Foi totalmente construída com caixas de ovos, que são coloridas e depois montadas umas sobre as outras para dar forma à fachada da casa.
Talvez músicos se perguntem se ela teria bom isolamento acústico, já que não são poucos os que preferem usar as caixas de ovos para forrar as paredes do quarto para poder tocar guitarra ou outro instrumento.
De qualquer modo, a frente da casa foi produzida em tamanho real, como parte do projeto chamado por eles de “O Sonho Original” (The Original Dream). Apenas uma base de madeira é empregada para firmar as caixas de ovos.
Fonte: Greenstyle
Há mais de 130 anos, um senhor de nome Thomas Alva Edison, nascido em um vilarejo do estado norte-americano de Ohio, mudaria para sempre a vida das pessoas. Ele foi um verdadeiro gênio, que patenteou mais de mil invenções durante sua vida e que após muitas tentativas chegou ao encontro da lâmpada elétrica.

Não foi ele o criador, mas foi o primeiro a fazê-la permanecer acesa por bastante tempo, naquela época, por monstruosas 40 horas. Era um filamento de algodão parcialmente carbonizado dentro de um bulbo de vidro com vácuo, que se aquecia com a passagem de corrente elétrica até ficar incandescente. Nascia então a primeira lâmpada incandescente.
Mal sabia Thomas Edison que sua experiência se tornaria um problema no início do século 21. Com a constante preocupação em relação ao meio ambiente, as lâmpadas incandescentes se transformaram em vilãs, principalmente pelo alto índice de consumo de energia e pelos materiais que é produzida, muito danosos ao meio ambiente. Mas por que então as pessoas ainda usam essas lâmpadas?


